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Confiança da indústria cresceu em junho

De acordo com dados divulgados pela FGV, a confiança da indústria avançou 1,5 ponto em junho e atingiu 101,2 pontos depois de incertezas com o cenário econômico brasileiro. O motivo para esse bom resultado foi a melhora da percepção com a situação corrente, que tem sido impulsionada pela demanda externa por bens não duráveis e intermediários.

Contudo, os próximos meses devem ser de incertezas, uma vez que há uma evolução da inflação e da taxa de juros, que pesam negativamente sobre o sentimento dos empresários brasileiros, mesmo que esse índice esteja melhor do que a avaliação de maio.

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Prévia mostra avanço de 0,69% da inflação em junho

Segundo dados do IPCA-15 divulgados em prévia de junho, a inflação avançou 0,69% neste mês por causa da aceleração dos chamados “preços administrados”. O reajuste dos planos de saúde foi a principal influência para a alta, uma vez que teve variação de 2,99%, o que gerou um impacto de 0,10 ponto porcentual da taxa de 0,69%. Em contrapartida, este mês teve deflação nos valores da energia elétrica, com menos 0,68% e com a gasolina menos 0,27%.

Já o grupo de alimentação e bebidas desacelerou de uma alta de 1,52% para outra de 0,25%, o que gerou um alívio dos preços do leite longa vida, cenoura e tomate. Em doze meses, o IPCA-15 acumulou uma alta de 12,04%.

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Consumidor está mais confiante no futuro: entenda

Segundo o índice de confiança do consumidor divulgado pela FGV, a confiança do consumidor subiu 3,5 pontos neste mês, o que reverteu uma queda observada em maio ao atingir 79 pontos.

Esse avanço refletiu uma alta de 4,9 pontos do índice de expectativas. O componente de situação atual também cresceu 1,3 ponto. De acordo com o relatório, essa alta na confiança só foi possível graças a uma melhora na intenção de compras de bens duráveis.

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PIB cresceu 0,3% em abril, diz FGV

Segundo dados do Monitor do PIB da FGV, apontou crescimento de 0,3% na atividade econômica em abril, contra o mês anterior, já descontando os efeitos sazonais. Na comparação interanual, a economia teve alta de 3,6% em abril. Tanto o setor agropecuário quanto a indústria registraram crescimento, já o setor de serviços reduziu a sua contribuição para o avanço do PIB, o que refletiu uma retração do comércio e do setor de transportes.

Os próximos meses devem ter um desempenho melhor da indústria, enquanto o comércio deve ser impulsionado pelos saques extraordinários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O mercado de trabalho também apresentou um recuo da taxa de desemprego. Por conta disso, o PIB crescerá 0,8% no segundo trimestre deste ano, perdendo ritmo no segundo semestre, mas deve encerrar o ano com alta de 1,5%.

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Índice Geral de Preços – 10 registra inflação de 0,74% em junho

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – 10 teve alta de 0,74% em junho. O IGP-10, que foi divulgado nesta quarta-feira (15), registrou aumento de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços ao consumidor final. Desta forma, acumula uma alta de 8,53% no ano e de 10,40% em doze meses.

Esse crescimento de maio para junho foi puxado pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, com alta de 0,47%. Também pelo Índice de Preços ao Consumidor, que mostra dados do varejo, com alta de 0,72%. Por fim, pelo Índice Nacional de Custo da Construção, que subiu 3,29%.

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Inflação desacelera: IPCA subiu 0,47% em maio

Segundo dados divulgados pelo IBGE, o IPCA subiu 0,47% em maio, o que ficou abaixo da média do mercado de 0,60%, desacelerando em relação ao mês de abril com 1,06% e, também, à prévia de maio de 0,59%. Isso quer dizer que os preços tendem a subir menos o que é uma boa notícia para todos os setores da economia incluindo o varejo.

Esses números foram influenciados pela deflação de energia, que refletiu a mudança da bandeira tarifária de energia elétrica para bandeira verde, uma vez que diminuiu a escassez de híbrida no país. Por outro lado o setor de transporte segue representando parte dessa alta nos preços em todo o país. O transporte impacta a logística na entrega de produtos e encarece todo o setor de varejo

Já no acumulado de doze meses, a alta passou de 12,13% em abril para 11,73% em maio. De acordo com o Banco Central, todas as métricas e a média dos índices avançaram 0,91% em maio e 10,10% no acumulado de doze meses. Com isso, os números de maio reforçam a necessidade de cautela com a inflação no curto prazo.

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Preços no atacado aceleraram em maio

De acordo com dados divulgados pela FGV, os preços no atacado aceleraram em maio e devem se manter pressionados em curto prazo. O IGP-DI também avançou no mês passado e ficou em 0,69% abaixo do esperado pelo mercado, que era uma alta de 0,80%.

Contudo, trata-se de uma aceleração sobre o avanço de 0,41% registrado em abril. Já no acumulado a alta foi de 10,56% nos doze meses. O responsável por esses números foi o IPA agrícola, que passou de deflação de 2,34% em abril para uma alta de 0,68% em maio.

 

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PIB cresceu 1% e contas públicas têm superávit: boa notícia para o varejo

Aos poucos o Brasil vai se recuperando da crise econômica causada pela pandemia e, atualmente, pela guerra entre Rússia e Ucrânia. Segundona IBGE o PIB no Brasil avançou 1% no primeiro trimestre, segunda melhor marca da história. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 2,249 trilhões. E o destaque fica por conta do setor de serviços como o varejo.

Segundo o governo federal, os resultados das contas públicas também tiveram um superávit de R$ 38,9 bilhões em maio, superando a expectativa de R$ 30 bilhões.

Esse valor bilionário só foi possível porque o mês teve uma arrecadação forte, impulsionada pelos impostos associados à atividade empresarial e royalties. O resultado dos entes regionais também foi positivo, com R$ 10,3 bilhões no mês. No acumulado do ano o superávit é de R$ 62 bilhões.

Contudo, mesmo com a melhora o déficit nominal atingiu 3,9% do PIB em abril, o que gerou uma alta de 0,7 pontos percentuais. Já a dívida bruta recuou de 78,5% para 78,3%, o que reflete o crescimento do PIB nominal, que tem compensado o efeito do aumento da despesa com juros.

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Cresceu: Vendas em shoppings centers tiveram alta de 34,8% no primeiro trimestre de 2022

Depois de ter as vendas comprometidas por conta da pandemia, os shoppings centers começam a voltar ao normal, uma vez que houve crescimento de 34,8% nas vendas no primeiro trimestre de 2022. Ao descontar a inflação, a alta ficou na casa dos 22,2%. Além disso, o resultado é positivo em 8,5% se comparado com o mesmo período de 2019. Já nos três primeiros meses de 2020 e 2021 houve queda de 9,1% e 25,9%, respectivamente.

Apenas em março deste ano o crescimento foi de 132,5%, já em fevereiro a alta foi de 10,6% e em janeiro de 10%. Os shoppings da região Norte tiveram um crescimento de 42,7% nas vendas. Os do Sudeste tiveram alta de 38,1%, seguido pelo Centro-Oeste com 32,9% de aumento, do Nordeste com 31,6% de crescimento e do Sul com 28,5% de alta.

Contudo, o ticket médio das compras nos três primeiros meses deste ano caiu de R$ 138,38 para R$127,88, uma queda de 7,6%. Mas se comparar com 2020 houve alta de 9,5% e com 2019 teve crescimento de 13,8%.

No primeiro trimestre de 2022 também circularam muito mais pessoas nos shoppings, já que teve uma alta de 22,3% em janeiro, 24,2% em fevereiro e 153% em março, ao comparar com o mesmo período do ano passado. Em relação à projeção de crescimento, as vendas nos shoppings centers devem fechar o ano com alta de 17,3%, mas se descontar a inflação fica na casa de 9,2% de aumento.