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Saldo comercial segue elevado, impulsionado pelas vendas de commodities

Na segunda semana de maio, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,9 bilhões, resultado entre US$ 7,1 bilhões das exportações e US$ 4,2 bilhões das importações. Os embarques, que cresceram 62% na média diária em relação a maio do ano passado, se mantêm elevados, com destaque para as vendas de produtos básicos – em especial, soja e celulose, acima da sazonalidade. As importações também mantiveram ritmo positivo, crescendo 43,8% na média diária, sobretudo pelas compras de combustíveis e peças automotivas. Por fim, a balança comercial acumula superávit de US$ 4,8 bilhões em maio e de US$ 23 bilhões no ano.

 

Fonte: Bradesco – DEPEC

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Alívio vindo de combustíveis e serviços explicou arrefecimento da inflação de abril

O IPCA de abril apresentou alta de 0,31%, acumulando elevação de 6,76% nos últimos doze meses, conforme divulgado ontem pelo IBGE. Em relação a março (0,93%), a desaceleração do índice foi explicada, em grande medida, pelo recuo da inflação de transportes, em função das deflações de gasolina e etanol. Além disso, houve moderação da inflação de serviços, diante das restrições à mobilidade ainda vigentes no período.

Apesar de estarem em desaceleração, os preços de bens industriais continuaram pressionados, o que é compatível com o choque proveniente dos preços no atacado, refletindo repasses de custos de commodities e câmbio. Dessa forma, a média dos núcleos perdeu força, passando de uma elevação de 0,41% para outra de 0,33% entre março e abril.

Fonte: Bradesco – DEPEC

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Boletim econômico

• Com as atenções voltadas ao comunicado do Copom, taxa Selic deverá subir 0,75 p.p. na reunião de hoje, para 3,5% ao ano. O Banco Central deverá seguir a sua sinalização prévia de elevar a taxa de juros na mesma magnitude com o qual iniciou o processo de normalização monetária em março. No comunicado, as atenções estarão voltadas aos sinais para as próximas decisões, de modo particular no que se refere à utilização do termo “normalização parcial”. Para este ano, esperamos que a taxa Selic chegará a 5,25%.

• Vendas de veículos voltaram a crescer em abril, reforçando visão de
que piora da atividade econômica é temporária. Foram emplacados 175,1 mil veículos no mês passado, o que equivale a uma alta de 2,7% em relação a março, na série dessazonalizada. O resultado foi explicado pela alta das vendas de veículos leves (+3,0%). As vendas de pesados, por sua vez, recuaram no período (-0,7%), mas permaneceram em patamar superior ao observado antes da pandemia, em função da demanda aquecida por caminhões em meio ao bom desempenho do setor agropecuário.

 

Fonte: Bradesco – DEPEC

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Inflação ao consumidor desacelerou neste mês, em função do alívio dos preços administrados

O IPCA-15 de abril apresentou alta de 0,60%, desacelerando em relação a março (0,93%) e abaixo da mediana das expectativas (0,67%), conforme divulgado ontem pelo IBGE. Em comparação ao mês anterior, o alívio dos preços administrados (principalmente combustíveis e gás de cozinha) explicou a maior parte do decréscimo do indicador agregado, seguido pelo arrefecimento em serviços e bens industriais, que foram a surpresa baixista do número. A inflação dos alimentos, por sua vez, avançou na comparação mensal, mas continuou baixa. Dessa forma, os núcleos de inflação seguiram desacelerando, com a média passando de uma elevação de 0,41% para outra de 0,34% entre março e abril. Em doze meses, o IPCA-15 acumulou variação de 6,17%.

 

Fonte: Bradesco – DEPEC

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Economia brasileira avançou em fevereiro, antes do agravamento da pandemia e aperto das restrições à mobilidade

Economia brasileira avançou em fevereiro, antes do agravamento da
pandemia e aperto das restrições à mobilidade. O IBC-Br, proxy mensal do PIB, avançou 1,7% na passagem de janeiro para fevereiro, conforme divulgado ontem pelo Banco Central. Essa alta, a décima consecutiva, ficou acima do esperado. O Banco Central não divulga as aberturas do indicador, mas as pesquisas do IBGE apontam para contribuição positiva do comércio varejista e do setor de serviços, ao passo que a produção industrial recuou no período. Prospectivamente, o indicador deve apresentar desempenho negativo nas leituras de março e abril. Contudo, o avanço na imunização e a redução da
sobrecarga sobre o sistema de saúde, garantida pela contenção em curso da pandemia, deverão permitir um relaxamento gradual das restrições, levando à expansão da atividade no terceiro e quarto trimestres.

Fonte: Bradesco – DEPEC

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Inflação no atacado e ao consumidor registra desaceleração no início deste mês.

Inflação no atacado e ao consumidor registra desaceleração no início
deste mês. A segunda prévia do IGP-M de abril registrou elevação de 1,17%, perdendo força em relação ao mesmo período do mês passado (2,98%). Para esse resultado, a desaceleração do índice ao produtor foi a principal influência baixista, em função das deflações de minério de ferro, farelo de soja e suínos. Ao mesmo tempo, houve moderação no IPC e no INCC, sob efeito do decréscimo da inflação de transportes e mão de obra, respectivamente. Já para o consumidor na cidade de São Paulo, a inflação apurada pelo IPC-FIPE foi de 0,65% na segunda semana do mês. Similarmente, a desaceleração em relação à semana anterior (0,71%) foi explicada pela moderação da alta dos preços de transportes, principalmente combustíveis.

Fonte: Bradesco – DEPEC.

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Setor de serviços teve desempenho positivo em fevereiro

Setor de serviços teve desempenho positivo em fevereiro, mas dados de março e abril deverão refletir impactos do recrudescimento da pandemia. O volume de serviços avançou 3,7% na passagem de janeiro para fevereiro, conforme divulgado ontem pelo IBGE. Essa alta, a nona consecutiva, ficou bem acima do esperado pelo mercado (1,3%), refletindo o desempenho positivo de todas as aberturas. O destaque ficou por conta de serviços prestados às famílias e de transportes. Para março e abril, o recrudescimento da pandemia e as consequentes medidas de restrição à mobilidade deverão impactar negativamente a atividade econômica, especialmente o setor de serviços, mais dependente de aglomerações. Contudo, o crescimento deve ser retomado nos meses subsequentes, à medida que houver avanços na vacinação e flexibilização das medidas de distanciamento social.

Fonte: Bradesco-DEPEC

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Inflação no atacado segue desacelerando, levando à moderação do IGP

O IGP-10 de abril avançou 1,58%, após ter subido 2,99% em março. Apesar disso, o resultado ficou acima do esperado (1,38%). Essa desaceleração no mês foi explicada pelos preços no atacado, em grande parte, em função da moderação do IPA-Industrial. Nesse grupo, a principal influência baixista veio da queda de preços do minério de ferro, seguida pela atenuação da inflação de derivados do petróleo. No IPA-Agropecuário, a redução foi motivada pelos preços de pecuária e lavouras permanentes. O indicador da construção também perdeu força neste mês, por conta do recuo da inflação de materiais. Já os preços ao consumidor, por outro lado, ficaram mais pressionados devido aos combustíveis.

Fonte: Bradesco – DEPEC