Varejo Online deve movimentar R$ 25 bi em 2010

As análises e estudos conduzidos trimestralmente pela E-Consulting Corp.

desde 2002 apontam que o varejo online (VOL) – soma dos volumes de transações online de automóveis, turismo e bens de consumo (lojas virtuais e leilões para pessoa física) – totalizará, neste ano, R$ 24,9 bi – aumento de 14,22% em relação a 2009 e o equivalente a aproximadamente 4,1% do varejo no Brasil (dados estimados a partir do índice-base do IBGE).

No ano passado, o VOL_Autos, que inclui as transações feitas diretamente pela Web de carros, motos, caminhões, etc novos e usados (incluindo auto-peças) e também as transações online via concessionárias, totalizou R$ 8,1 bi.

Em 2010, montadoras, revendedoras, concessionárias e demais atores da cadeia automobilística devem chegar a R$ 9 bi, um crescimento de 11,1% frente a 2009.

O VOL_Turismo e o VOL_Bens de Consumo movimentaram em 2009, respectivamente, R$ 4,5 bi e R$ 9,2 bi.

Neste ano, o VOL_Turismo, composto por passagens e serviços turísticos, deve alcançar R$ 5,2 bi – crescimento de 15,5% em comparação com 2009 – e o VOL_Bens de Consumo (duráveis e não duráveis), composto por artigos como CDs, DVDs, Livros, Eletro-Eletrônicos, Aparelhos de Telefonia, Cosméticos, Brinquedos e Vestuário, dentre outros, chegará a R$ 10,7 bilhões, um aumento de 16,3%.

“Este ano experimentamos mais um crescimento importante do comércio eletrônico. O mesmo fenômeno pode ser encontrado no número de usuários (com crescimento até maior), porém com leve redução do ticket médio o que sugere um pequeno acréscimo de compradores das classes B- e C nas bases de e-buyers nacionais, ainda muito concentradas em classes A, B+ e B”, analisa Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e responsável pelo Strategy Research Center, do Grupo ECC.

Ao comparar os números atuais com anos anteriores, diz ele, nota-se um crescimento de mais de 500% nos últimos oito anos, o que leva os investimentos digitais ao foco principal dos executivos e empresários.

Domeneghetti ressalta que será imperativo às empresas destinarem recursos relevantes para a Web.

“A curva dos investimentos vai de Desenvolvimento à Comunicação, crescendo a cada ano”, diz.

Site: www.e-consultingcorp.com.br.

Famílias com renda superior a dez salários mínimos são as mais endividadas

O número de paulistanos endividados é maior entre os que ganham até dez salários mínimos.

Em fevereiro, 46% dessas famílias haviam contraído dívidas, de acordo com a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo .

Os dados, divulgados nesta quarta-feira (24/02), mostram também que, entre os que ganham acima de dez salários mínimos, o índice é de 27%.

Essa faixa da população mostrou queda importante em relação aos 35% registrados em janeiro.

No geral, 43% das famílias paulistanas estão endividadas em fevereiro, aponta a pesquisa.

O número é apenas um ponto percentual menor que o registrado em janeiro (44%).

Alguns fatores podem explicar a queda no endividamento vista no início deste ano, segundo a economista da Federação, Adelaide Reis.

“O aumento no salário mínimo e a alta no Índice de Confiança do Consumidor, que atingiu 159 pontos este mês, além da elevada propensão ao consumo”, avalia.

O comprometimento da renda familiar para pagamento de dívidas também melhorou em fevereiro, relata a Peic.

Mais da metade das famílias endividadas assegura ter entre 11% e 50% da sua renda comprometida com dívidas em fevereiro, ante 63% verificados em janeiro.

Lucro do Banco do Brasil sobe 41,1% no quarto trimestre

O Banco do Brasil fechou o quarto trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 4,155 bilhões, montante que equivale a um avanço de 41,1% em relação aos R$ 2,944 bilhões obtidos em igual período do ano anterior.

Em bases recorrentes, o lucro foi de R$ 1,819 bilhão entre outubro e dezembro, 11,9% maior que em igual intervalo de 2008.

Eventos extraordinárias acrescentaram R$ 2,336 bilhões ao lucro do trimestre, incluindo uma receita extra de R$ 3,03 bilhões referentes à contabilização de parte dos ganhos atuariais não reconhecidos do Plano de Aposentadoria e Pensão dos Funcionários do BB, o Previ.

No final de dezembro, a carteira de crédito do maior banco do país era de R$ 300,829 bilhões, um incremento de 33,8% em 12 meses.

Shopping União de Osasco homenageia as mulheres

Par prestar justa homenagem às mulheres na semana em que se comemora o Dia Internacional delas em 8 de março, o Shopping União de Osasco (SP) oferece entre os dias 1º e 8, o ?Espaço Nova Mulher?, um verdadeiro estúdio, localizado no Piso Autonomistas, onde elas serão penteadas, maquiadas por profissionais especializados na área e depois fotografadas gratuitamente.

A foto ficará disponível posteriormente para ser retirada no local do evento e poderá ser levada de brinde.

O horário de funcionamento do Espaço será das 14h00 às 20h00.

Mensagens indevidas de texto pelo celular serão proibidas

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) proibiu, a partir do dia 1º de maio, as empresas de telefonia móvel de enviar mensagens de texto pelo celular, com conteúdo publicitário, sem autorização do cliente.

A decisão da foi tomada depois de uma recomendação do Ministério Público Federal e de muita reclamação dos consumidores.

O Procon orienta o consumidor a redobrar a atenção na hora de contratar serviços de empresas de telecomunicação.

Exposição conta história do fundador de Santos

?Santos de Brás Cubas? é o título da exposição promovida pelo Miramar Shopping, na cidade de Santos, no litoral paulista, em parceria com a Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS).

Até o dia 28 de fevereiro, o público pode conferir a história do fundador da vila de Santos.

A mostra conta com imagens do personagem, de Santos no século XVI e textos que retratam a vida e a realidade do explorador português, que viveu de 1507 a 1597.

A exposição dá continuidade à série de mostras em homenagem ao aniversário da Cidade.

Realizada no segundo andar do Miramar Shopping, a exposição funciona de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 22h00.

A entrada é gratuita.

Com chuvas em São Paulo, varejo paulistano muda projeções de desempenho, diz Alshop

Há mais de um mês sofrendo com as chuvas, o varejo de São Paulo teve suas perspectivas de crescimento no fluxo de vendas alteradas. Alguns segmentos do comércio têm apresentado desempenhos positivos, apesar de abaixo da média esperada, como é o caso das redes de fast-food, registrando um avanço de aproximadamente 10%, ao contrário da previsão inicial de 18% mantida por seus representantes em período anterior aos transtornos causados pelas enchentes.

Situação distinta ocorre nos demais nichos varejistas, como o setor calçadista, de moda, entre outros, que viram suas expectativas de incremento abaladas. Mesmo aqueles lojistas que atuam no interior de shoppings, a princípio beneficiados por um fluxo maior de consumidores que escolhem os centros de compras para protegerem-se do mau tempo, não obtiveram retornos extremamente positivos na evolução de vendas de seus produtos.

A partir de coleta de informações feita pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) junto aos seus associados, os ramos calçadistas e de moda viram suas previsões de vendas para o mês de janeiro ficarem 30% abaixo da meta estipulada no meio do mês. Ainda segundo pesquisa da entidade, outros segmentos como o de perfumaria e óculos também tiveram seu volume de vendas cerca de 40%, abaixo do projetado para janeiro.

Para o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, é necessário que os lojistas tenham calma na hora de projetar suas expectativas, pois há uma tendência do índice de chuvas diminuir com a proximidade do fim do verão, e assim espera-se uma amortização no abalo das vendas, fazendo o varejo se recuperar rapidamente.

Varejo regional cresce e ganha atenção das indústrias

As redes regionais de eletrodomésticos aceleraram os planos de expansão para este ano, especialmente depois da formação do megabloco de varejo que uniu Casas Bahia, Ponto Frio e Pão de Açúcar.

Ao contrário do que se possa imaginar, a força das redes regionais é grande.

Um levantamento feito pela reportagem com fabricantes de eletroeletrônicos mostra que, juntas, essas redes têm o triplo de pontos de venda em relação ao megabloco.

As redes regionais têm 3.471 lojas espalhadas pelo Brasil e presença em todas a regiões.

Já o megabloco tem menos da metade do tamanho dos concorrentes.

Reúne 1.120 lojas concentradas no Sudeste e não está na Região Norte, a nova fronteira do mercado consumidor, onde as regionais estão.

Atentas à nova configuração do mercado e para escapar da provável pressão que esse megabloco vai exercer na hora de fechar as negociações, as indústrias já estão mais próximas das redes regionais.

“As indústrias começaram a melhorar as condições de negociação”, conta Vanderlei Gonçalves, diretor presidente de rede catarinense Salfer, que fechou 2009 com 161 lojas espalhadas entre Paraná e Santa Catarina.

Ele diz que a indústria precisa diluir o máximo possível as vendas para redes menores, a fim de se proteger do grande poder de fogo do conglomerado formado por Casas Bahia, Ponto Frio e Pão de Açúcar.

Com faturamento bruto de R$ 547 milhões no ano passado, a Salfer abriu 40 lojas.

Para este ano, planeja inaugurar 50 pontos de venda.

“Somos a rede de eletrodomésticos que mais vai abrir lojas em 2010”, afirma Gonçalves.

A meta da companhia catarinense é faturar o primeiro bilhão de reais em 2012, quando pretende chegar a 300 pontos de venda.

Segundo o presidente da empresa, a entrada em São Paulo está sendo estudada para o ano que vem.

“Estamos avaliando São Paulo ou Rio Grande do Sul”. Claudinê Bobato Amorim, diretor-superintendente da rede Ponto Certo, com 58 lojas entre Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e oeste de São Paulo, confirma a mudança no comportamento da indústria.

“As fabricantes de eletroeletrônicos estão dando mais atenção às redes regionais porque perceberam que delas depende a sua sobrevivência”, diz. Afetada pelo recuo da renda das exportações de carne e soja, que é a base da economia local do Centro-Oeste, onde a empresa atua, no ano passado a rede faturou R$ 100 milhões e teve de fechar duas lojas.

Para este ano, com a perspectiva de recuperação do ânimo do consumidor, quer abrir pelo menos dez lojas.

Adultos de 30 a 39 anos também serão vacinados contra a gripe suína

O Ministério da Saúde anunciou hoje (25/02) que adultos saudáveis com idade entre 30 e 39 anos também vão receber a vacina contra a influenza A (H1N1) ? gripe suína.

A campanha de imunização começa no dia 8 de março e inclui ainda profissionais de saúde da rede de atenção básica e envolvidos na resposta à pandemia, indígenas, gestantes, crianças de seis meses a dois anos, jovens de 20 a 29 anos e pessoas com doenças crônicas (como diabetes, obesidade, asma e cardiopatias).

De acordo com a pasta, a ampliação do público-alvo a ser imunizado antes do início do próximo inverno, em junho, representa um aumento de 30 milhões de doses da vacina, totalizando 113 milhões.

Para a compra das novas doses, foram destinados R$ 300 milhões, liberados por medida provisória.

?Em novembro, quando fizemos a compra da vacina, houve um aumento de oferta no mercado internacional. Sobrou vacina e pudemos ter acesso a um número de doses maior?, explicou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

?Vamos ter estoque estratégico, monitorando o que vai acontecer durante o processo para tomar outras medidas?, acrescentou.

A definição da nova faixa etária, segundo o ministério, considerou o grupo com maior número de hospitalizações e mortes, além dos que já haviam sido priorizados.

A expectativa é imunizar 91 milhões de pessoas contra a doença.

Parte das 113 milhões de doses será reservada para o caso de haver alterações epidemiológicas ao longo do inverno no país.

Confira o calendário de vacinação divulgado pelo Ministério da Saúde: ?Profissionais de saúde e indígenas: 8 de março a 19 de março ?Gestantes, doentes crônicos e crianças de 6 meses a 2 anos: 22 de março a 2 de abril ?Jovens de 20 a 29 anos: 5 de abril a 23 de abril ?Idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas: 24 de abril a 7 de maio ?Pessoas de 30 a 39 anos: 10 de maio a 21 de maio