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PIB cresceu 0,8% no primeiro trimestre, puxado pela demanda doméstica

O crescimento na margem foi em linha com a nossa projeção e é equivalente a uma alta interanual de 2,5%.

Pelo lado da oferta, o aumento do PIB no trimestre foi liderado pelos serviços e pela agropecuária, enquanto a indústria teve leve retração, por conta das quedas na construção e extrativa, que compensaram o crescimento da indústria de transformação.

Pela ótica da demanda, o consumo voltou a crescer com força após ficar de lado no final do ano passado e a formação bruta de capital fixo avançou 4,1% na margem, elevando a taxa de investimentos de 16,2% do PIB no quarto trimestre de 2023 para 16,7% no primeiro deste ano.

Esse resultado reforça a nossa visão de um crescimento acelerado em 2024, liderado pelo consumo, que é reflexo do mercado de trabalho dinâmico.

Os investimentos são a notícia positiva e indicam que o crescimento tendencial da economia pode ser um pouco maior do que o consenso.

Projetamos alta do PIB de 2,3% neste ano.