Empresas almejam investidor brasileiro

A capacidade financeira do mercado brasileiro atrai empresas para investir por aqui. Ontem (02/02), a empresa canadense de petróleo e gás natural Pacific Rubiales iniciou a negociação de seus BDRs (Brazilian Depositary Receipts) na BM&FBovespa. “Somos a primeira empresa canadense a lançar papéis no Brasil e confiamos no potencial dos investidores institucionais brasileiros”, declarou o presidente da Pacific Rubiales, José Francisco Arata.

Depois de mais de um ano sem lançamento de BDRs Patrocinadas na BM&FBovespa, a Pacific Rubiales abriu a temporada de lançamentos do ano de 2012. Na próxima semana, será a vez da argentina do setor imobiliário TGLT, entre cujos sócios está a PDG Realt. “O Brasil está no foco. E deve se consolidar como um importante polo financeiro internacional nos próximos anos”, afirma o gerente de Produtos DR (Depositary Receipts) do Itaú Unibanco, Adelmo F. Lima Filho. O executivo revelou que está previsto que outra companhia estrangeira virá ao mercado até o final do semestre. “Fundações e assets são os principais interessados nesses papéis”, diz Filho.

Já a Bradesco Asset Management (Bram) encontrou a saída para expandir as BDRs, cujos papéis são permitidos apenas para investidores qualificados. “Além dos fundos de pensão, vamos oferecer tíquetes de R$ 5 mil ou R$ 10 mil para clientes Prime de Alta Renda, via fundo de investimentos com BDRs americanas”, disse ao DCI, o diretor superintendente da Bram, Joaquim Levy. Na visão de Levy, essa será uma alternativa de diversificação. “Aos fundos de pensão oferecemos como uma solução de investimento, em que o gestor cuida da carteira e da análise de risco”, disse. A comercialização do fundo de BDRs pela Bram está prevista para a semana antes do carnaval.

Empresas poderão parcelar dívidas

O governo do Rio de Janeiro publicou anteontem (01/02 )a regulamentação da norma que prevê a concessão de anistia ou perdão a dívidas para débitos tributários vencidos até 30 de novembro de 2011 e inscritos em dívida ativa. De acordo com a norma, o contribuinte que aderir ao programa poderá quitar os débitos à vista ou optar pelo parcelamento em até 18 meses. Há ainda a possibilidade de pedir a compensação com precatórios já emitidos. Em qualquer uma das hipóteses, o desconto concedido é de 50% sobre os juros de mora e extinção das multas.

Além de débitos tributários, o parcelamento abrange saldos remanescentes de parcelamentos anteriores e multas estaduais. Se a dívida for relativa apenas a multas, o desconto é de 30%. Os pedidos de adesão devem ser protocolados até 31 de maio, de acordo com o Decreto nº 43.443. O dispositivo regulamentou a Lei nº 6.136, de 2011, que autoriza a concessão dos benefícios.

O decreto trouxe a hipótese de remissão dos débitos. O Estado perdoará as dívidas de até R$ 10,6 mil, inscritas até 1997 e aquelas de até R$ 468 inscritas até 30 de novembro de 2011. Os contribuintes têm até 30 de abril aderir ao programa.

Para advogados, o parcelamento é muito vantajoso, especialmente por causa da possibilidade de utilizar os precatórios para abater débitos com a Fazenda fluminense. A compensação pode ser feita no limite de 95% do valor do débito calculado com os descontos. Os outros 5% deverão ser pagos em dinheiro. “É uma solução interessante para privilegiar os detentores desses créditos que demoram anos para serem pagos”, diz o tributarista Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tributária.

Para Bianca Xavier, sócia do Siqueira Castro Advogados, haverá uma verdadeira abertura do mercado de precatórios. “Esta modalidade de pagamento é a mais vantajosa”, diz. Mas, segundo ela, as empresas devem verificar se a compra dos títulos será benéfica com a compensação dos débitos.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado deverão observar as mensalidades mínimas estabelecidas, que é de R$ 100 para as pessoas físicas e de R$ 200 para as empresas. Uma condição para aderir ao parcelamento é a desistência de processos administrativos ou judiciais que discutam o pagamento do débito. Os advogados ainda esperam saber se os honorários da Procuradoria do Estado poderão ou não ser parcelados.

Este é o segundo parcelamento concedido pelo Estado do Rio nos últimos dois anos. O anterior foi no fim de 2009, mesmo ano em que foi instituído o do Refis da Crise pelo governo federal.

Banda Linha Vital anima Baile da Família no Santa Cruz Shopping

Para divertir o público da Zona Oeste do Rio de Janeiro, o Santa Cruz Shopping promoverá aos domingos, no mês de fevereiro, o Baile da Família, que contará com shows da banda Linha Vital. As apresentações serão nos dias 5, 12 e 26, às 18h30, na Praça de Alimentação do mall. A banda apresentará o melhor do pop, rock, MPB e até flashbacks nacionais e internacionais.

A banda Linha Vital é formada pelo tecladista Cleber Farias, pelo guitarrista Paulo Valoni e pelo vocalista Marcelo Martan. A atração é gratuita.

Lojas do Shopping Total aderem ao Liquida Porto Alegre

As lojas do Shopping Total, de Porto Alegre, aderiram à 16ª edição do Liquida Porto Alegre que acontecerá de 5 de fevereiro a 4 de março. Durante este período, os clientes encontrarão descontos de até 70% em diversos produtos, como roupas, calçados, acessórios, óculos, jóias e relógios, artigos para casa, brinquedos, perfumaria, cama, mesa e banho. Para entrar no clima da promoção, diversas atividades da campanha também serão realizadas no Empreendimento para atrair o público, que também contará com uma decoração especial. O Shopping Total funciona de segunda a sábado, das 10h00 às 22h00 e no domingo, das 14h00 às 20h00.

O mix do Shopping Total tem hoje mais de 500 Lojas oferecendo a maior variedade de opções de compra, com infra-estrutura completa: cinemas, academia, museu, gastronomia diferenciada, cultura, que estão reunidos num ambiente único e climatizado, no conjunto de prédios históricos no coração do bairro Floresta. Mais informações estão disponíveis no site www.shoppingtotal.com.br. Acompanhe também as novidades do Total no www.twitter.com/Shopping_TOTAL e facebook/ShoppingTOTAL.

Facebook entra com pedido para abrir capital nos EUA; saiba como participar

O Facebook entrou na última quarta-feira (01/02) com um pedido na SEC (Securities Exchange Comission), órgão que regula o mercado norte-americano, para abrir seu capital na bolsa de valores.

De acordo com o prospecto preliminar, a rede social planeja levantar US$ 5 bilhões com o IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês), mas essa quantia é usada apenas para calcular as tarifas de registro para a SEC. As expectativas dos analistas internacionais é que o tamanho real da oferta atinja US$ 10 bilhões.

Os brasileiros também podem participar da oferta, mas, segundo especialistas, o procedimento para reservar ações negociadas em outro país é complicado e não é indicado para pequenos investidores. “Em primeiro lugar, é preciso ter uma conta em um banco nos Estados Unidos e abri-la não é tão simples”, afirma o analista-chefe da corretora SLW, Pedro Galdi. “Existem exigências fortes das instituições lá de fora para que você abra a conta e possa participar de uma oferta inicial de ações”, completa.

Além disso, ele lembra dos riscos cambiais, já que as operações seriam feitas em dólar. “Além do risco natural do mercado de renda variável, você ainda tem o risco do câmbio”, afirma Galdi.

O economista-chefe da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira, concorda que participar de uma oferta inicial nos Estados Unidos não é um procedimento simples e ressalta que apenas investidores com muita experiência e que possuam muitos recursos devem participar. “Este tipo de operação é para investidor “profissional”, que já conhece os trâmites de investimentos em outros países. Aqueles que já têm conta lá fora, por exemplo”, diz Vieira.

De acordo com Galdi, não valeria a pena participar de uma operação deste tipo com um volume baixo de ações. “Não compensa entrar e comprar cem ações. Tem uma série de procedimentos burocráticos, é preciso declarar Imposto de Renda lá nos EUA e, se trouxer dinheiro para o Brasil, ele também será tributado”, explica.

Além disso, quem investe em ações pensando no longo prazo precisa estar atento aos fundamentos das companhias e, para isso, é importante acompanhar os balanços ou, no mínimo, ler os relatórios das corretoras sobre a empresa. “Fica muito mais difícil ter acesso a essas informações, se você investir em uma empresa listada em uma bolsa dos EUA”, lembra o analista da SLW.

Outra maneira do pequeno investidor brasileiro operar com ações de empresas internacionais é por meio dos fundos que investem em BDRs Nível 1 não patrocinados (Brazilian Deposit Receipts – recibos de ações de empresas estrangeiras negociadas na bolsa brasileira). “O investidor pode esperar que as ações façam sucesso e entrem como BDRs na Bovespa”, afirma Galdi. “Muitas empresas importantes já são listadas dessa forma na bovespa e recentemente foram anunciadas novas companhias, como a Ford e a Philip Morris”, afirma.

Com base no calendário usual de IPOs, a rede social pode fazer sua estreia no mercado de capitais no meio do ano. De acordo com o prospecto, a empresa gerou US$ 3,71 bilhões em receita e teve lucro líquido de US$ 1 bilhão no ano passado – um salto de 65% em relação a 2010, quando o saldo líquido foi de US$ 606 milhões.

O Facebook nomeou os bancos Morgan Stanley, Goldman Sachs e JPMorgan como coordenadores líderes da oferta. Outros participantes incluem o Bank of America, Merrill Lynch, Barclays Capital e Allen & Co.

Donos de iPhone e iPad antigos reclamam de lentidão com novo sistema da Apple

Meu iPad virou uma verdadeira carroça digital! A constatação é do designer Leandro Souza, 31, dono da primeira versão do tablet. Leandro comprou o aparelho justamente pelo elogio de blogs e amigos sobre rapidez e navegação fluida do gadget. Mas, depois da atualização para o iOS 5, versão mais recente do sistema móvel da Apple, ele não conseguia visualizar fotos no Facebook. “Travava todas as vezes, sem exceção, quando eu tentava abrir uma imagem”, diz.

Após conversar com um colega de trabalho com o mesmo problema, ele pesquisou sobre o assunto na internet e ficou surpreso ao descobrir milhares de reclamações e dúvidas, em inglês e português, sobre a instalação do iOS 5 em aparelhos antigos. As observações dos internautas são sobre aplicativos que fecham inexplicavelmente, lentidão geral e bateria que acaba em menos tempo.

A explicação é simples: as versões mais antigas de iPad, iPhone e iPod touch não são tão rápidas ao executar o novo iOS quanto os modelos mais recentes disponíveis no mercado. “O processador do iPhone 3GS não é o mesmo do iPhone 4, que não é o mesmo do iPhone 4S. Dentre esses, o iOS 5 só roda 100% no iPhone 4S. Nos [aparelhos] mais velhos, ele fica um pouco mais lento, sim, é fato”, diz Bruno Fernandes, da Br4 iPhone, loja especializada em conserto de aparelhos da Apple.

Em um tópico no fórum oficial da Apple em inglês, um cliente diz estar usando novamente seu iPod touch 2 por não suportar a lentidão do iPod touch 4, causada pelo iOS 5. “Quando alguém chega aqui [à loja] para atualizar, eu sempre deixo claro que não há somente vantagens”, diz Fernandes. “O que podemos dizer com certeza, seja sobre o iPhone 4, o iPod touch 4, o iPhone 3GS ou o iPad 1, é que os aparelhos ficam mais lentos e que a sua bateria termina mais rápido.” Mesmo assim, ainda segundo Fernandes, a cada 10, 8 optam por atualizar. “Ninguém quer ficar para trás”, completa o técnico.

Casamento entre sistema e aparelho é, atualmente, um dos trunfos da Apple. Steve Jobs nunca licenciou alguns programas da Apple (como o sistema operacional Mac OS) para outras plataformas porque hardware e software, segundo ele, devem ser desenvolvidos juntos, como um ecossistema.

Mas a filosofia máxima de Jobs serve para seus próprios dispositivos: ao instalar sistemas novos em aparelhos antigos, o “encaixe” entre software e hardware não é uma simbiose perfeita.

Fim das sacolas plásticas exige mudança de hábito dos consumidores

Desde a última quarta-feira (25/01), os supermercados da capital paulista deixaram de oferecer sacolas plásticas gratuitas. Os consumidores que quiserem utilizar as sacolas para carregar as compras têm de que desembolsar R$ 0,19, em média, por unidade de sacola biodegradável, uma das alternativas oferecidas.

Segundo o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), além de um aumento de custo inicial para o consumidor que precisar de sacola plástica, a indústria das sacolas convencionais argumenta que haverá desemprego no setor. “Esperamos que os custos das sacolas alternativas caiam e os trabalhadores da indústria de sacolas convencionais sejam absorvidos na produção das primeiras. Mudanças desse tipo serão mais e mais frequentes e a sociedade tem de conseguir fazer essas transições sem grandes traumas”, afirma a coordenadora executiva do Idec, Lisa Gun.

Segundo Lisa, os consumidores também precisam mudar seus hábitos. “Essas alternativas mais adequadas ambientalmente já deveriam estar maduras a essa altura do campeonato, mesmo do ponto de vista econômico. Claro que leva um tempo para as coisas se rearranjarem, inclusive para o consumidor modificar seus hábitos”, afirma. Vale lembrar que, mesmo com o atual acordo, a substituição das sacolas será gradativa. A estimativa é de que, com a medida, só na capital paulista deixem de ser utilizadas cerca de 650 milhões de sacolas ao mês.

De acordo com o Idec, o uso das sacolas plásticas descartáveis traz diversos impactos ambientais. Além de ocupar espaço nos aterros, sua produção utiliza grande volume de água e energia, gerando resíduos industriais. Difundidas no Brasil a partir do final da década de 1980, as sacolinhas são feitas de polietileno de baixa intensidade (um derivado do petróleo) e sua degradação no ambiente demora, no mínimo, cem anos. Estima-se que 10% de todo o lixo gerado no país seja composto dessas sacolas. Já as feitas com material biodegradável se decompõem em até dois anos, pela ação de microorganismos. Segundo o Instituto, quanto mais fina, mais rápida é a decomposição.

A decisão da retirada das sacolinhas plásticas na cidade de São Paulo é de maio de 2011, quando o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, sancionou a lei que proibiria a distribuição de sacolas plásticas em todo o município. Na época o Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico) entrou na Justiça pedindo a revogação da lei, alegando a alta taxa de desemprego que a substituição do uso das sacolas iria proporcionar. Na ocasião, o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) havia suspendido a lei por tempo indeterminado.

Veja algumas alternativas para substituir as sacolas plásticas:

1. O uso de caixas de papelão é uma boa solução na hora de fazer grandes compras nos supermercados. Separar os itens e colocá-los em caixas facilita o transporte até o carro.

2. Também é possível usar o próprio carrinho de compras para o transporte até o carro. Essa alternativa só não é recomendada no transporte de produtos frágeis;

3. As sacolas feitas de tecido, popularmente conhecidas como ecobags, são retornáveis e podem ser utilizadas em compras pequenas. Existem alternativas cada vez mais compactas, que, dobradas, cabem na bolsa ou na mochila;

4. As sacolas de feira ou mesmo os carrinhos, tão usadas por nossas avós, também se encaixam em alternativas sustentáveis. Quase sempre são feitas de tecido ou de uma plástico mais resistente e também servem no momento de transportar compras pequenas;

5. Nas feiras livres, a nova lei não se aplica, portanto as frutas e verduras poderão continuar sendo embaladas em plásticos, mas se recomenda que os carrinhos de feira sejam utilizados para o transporte das mercadorias.

Oficinas de Férias no Shopping Mueller Joinville com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para as Oficinas de Férias que vão acontecer no Shopping Mueller, de Joinville (SC), em parceria com o Centro Europeu de Joinville, nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro. A participação é gratuita, porém há um limite de vagas. As inscrições antecipadas devem ser feitas pelo telefone (47) 3451-8273 em horário comercial.

Serão três workshops, um por noite, sempre com início às 19h00, realizados no corredor em frente à Marisa. Na terça-feira (07/02), o tema é “Faça sua mala: Styling para Viagem”, onde a professora e consultora de moda Byanca Bell vai ensinar o público a montar a mala para destinos diferentes. No dia 8, acontece o workshop “Produção de Moda – Fotografia” com a designer de moda e maquiadora profissional Camila D Amato e o professor Arthur Andrade. Será montado um mini estúdio, simulando uma produção fotográfica. Os professores explicarão as técnicas de maquiagem e fotografia na prática. No último dia acontece a oficina de “Customização de Camisetas para o Carnaval”, com a professora de desenho de moda e modelagem Carolina Luz. Serão ensinadas diversas técnicas de tingimento, amarração, aplicação de strass, taxas, renda, tecido e glitter.

Todos os materiais para as oficinas serão fornecidos pelo Shopping Mueller e Centro Europeu.

Bailinho infantil anima o Carnaval do Salvador Shopping

Os foliões mirins já tem festa de carnaval garantida no Salvador Shopping, na capital baiana. Neste ano, nos dias 11 e 12 de fevereiro, o empreendimento promove o tradicional bailinho de carnaval, na Praça Central, entre 15h00 e 17h00. Os pequenos vão poder pular, brincar e se divertir com coreografias, danças de roda e pintura de rosto.

Para as brincadeiras ficarem ainda mais animadas, o shopping convida todos a virem com fantasias carnavalescas. E toda essa folia, que é inteiramente grátis, será comandada pelo Tio Paulinho e sua turma. O evento contará ainda com personagens infantis, escultor de balões, maquiadora e um mini trio que vão animar a criançada.