Após pesquisa, Fifa afirma que Copa 2010 foi “um sucesso”

Uma pesquisa realizada pela Fifa sobre a Copa do Mundo da África do Sul conclui que o torneio foi “um sucesso”, já que os cidadãos sul-africanos acreditam que fomentou a união nacional e a auto-estima do país, e os estrangeiros elogiaram os preparativos, as instalações e o ambiente.

A entidade que gerencia o futebol mundial revelou nesta quinta-feira (23/09) os dados de um estudo que iniciou em dezembro de 2008 entre mil residentes sul-africanos de diferentes locais, com cotas de origem étnica, idade e sexo, e que encerrou após o fim da Copa, para comparar a evolução da opinião pública sobre o torneio. A pesquisa inclui também a opinião de 1.480 estrangeiros escolhidos aleatoriamente, que foram ouvidos no início e ao final do campeonato.

Entre os sul-africanos, as respostas finais foram melhores que as oferecidas inicialmente, já que, em 2008, 75% consideravam que a Copa ia servir para unir os sul-africanos, enquanto 91% disseram que o país estava mais unido ao final do torneio. Nove em cada dez sul-africanos acreditam que, após o torneio, seu país tem um sentimento mais forte de auto-estima, enquanto 87% disseram estar mais seguros que nunca da capacidade do país.

Antes do início do Mundial, 66% dos sul-africanos afirmaram que a violência seria um problema para os visitantes, número que reduziu bastante após o fim da Copa, chegando a 27%, enquanto 91% dos moradores afirmaram que sentem orgulho por seu país ter mostrado que os que tinham dúvidas estavam equivocados. Segundo a pesquisa, 99% dos torcedores estrangeiros que viajaram à África do Sul fizeram uma boa avaliação dos estádios; 98% elogiaram e 84% melhoraram suas opiniões sobre os anfitriões após a Copa.

Quase três quartos dos entrevistados visitaram a África do Sul pela primeira vez, e permaneceram uma média de 12 dias no país, onde também realizaram outras atividades turísticas. Mais de 83% dos estrangeiros ouvidos expressaram seu desejo de voltar à África do Sul, enquanto 94% recomendariam a familiares e amigos uma visita ao país.

Os dados confirmam a previsão feita entre os nativos, já que 93% deles afirmaram antes do torneio que o setor turístico sul-africano ia ser o grande beneficiado pela Copa. “Estes resultados destacam o que já imaginávamos: que a organização da Copa do Mundo na África do Sul foi um sucesso. Fico feliz em ver como nossa confiança se reflete na opinião pública, como indicam as pesquisas”, disse o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

Otimismo é maior entre o varejo de bens duráveis

O volume de vendas das principais redes do varejo no país acumulou forte alta de 6,7% nos oito primeiros meses do ano em comparação com o ano passado. Segundo o Índice Antecedente de Vendas (IAV), apurado mensalmente pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), as grandes varejistas registraram vendas 3,9% maiores em agosto deste ano frente a igual mês de 2009 e a sondagem do IDV aponta para resultados mais expressivos até o fim do ano – elevação média de 7% entre setembro e novembro, na comparação anual.

“As condições estruturais deixam os varejistas muito confiantes. O desemprego está em patamares mínimos e os salários estão em alta. As classes emergentes vão aos supermercados, compram roupas e também materiais de construção”, afirma Fernando de Castro, conselheiro do IDV e também diretor corporativo do grupo Saint-Gobain, um dos 35 sócios do instituto.

Segundo o levantamento, os varejistas do segmento de bens não duráveis, como supermercados, estão menos otimistas que os empresários dos segmentos de semiduráveis, como livrarias e vestuário, e duráveis, como materiais de construção. Nos três meses entre setembro e novembro, a expectativa de vendas dos varejistas é de 5,2% para os que comercializam bens não duráveis, 9% para as empresas do setor de semiduráveis, e 13% para o segmento de bens duráveis. “O varejo está mais otimista, porque o consumidor também está”, diz Castro.

Entre janeiro e julho de 2010, os associados do IDV criaram quase dez mil empregos com carteira assinada, uma elevação de 5,5% em comparação a igual período do ano passado.

Lojas de material de construção vivem “melhor dos mundos”

O aquecimento nas vendas de imóveis usados e a entrega das chaves de uma grande parte dos imóveis lançados em 2007 deram novo fôlego às varejistas de material de construção, que registram atualmente o maior ritmo de crescimento das vendas entre todos os segmentos do comércio.

Em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a receita das lojas de artigos para reforma cresceu 19,8% em relação ao mesmo mês de 2009, taxa superior à expansão de 13,5% das vendas do comércio de forma geral. No acumulado do ano, o varejo de material de construção apresenta um aumento de 20,3% nas vendas, em receita. O setor ficou acima até mesmo das concessionárias de veículos, cujas vendas aumentaram 16,9% em julho em relação a igual período do ano passado e acumulam um crescimento no ano de 13,3%.

O varejo de material de construção passou, no período de apenas um ano, do “pior para o melhor dos mundos”, afirma Dimitrios Markakis, controlador da Construdecor, holding à qual pertence a Dicico, uma das cinco maiores redes de material de construção do País. A varejista prevê faturar R$ 880 milhões em 2010, 25% mais que em 2009, quando as suas vendas totalizaram R$ 700 milhões. Markakis projeta atingir, até o fim de 2010, a marca de 50 lojas, com a inauguração de cinco unidades ao longo dos próximos três meses.

Durante a crise econômica, em contrapartida, as lojas de material de construção foram as que mais sofreram. O setor encerrou o ano passado com uma queda de 5,9% no volume vendido, enquanto o comércio varejista como um todo comercializou um montante 5,9% maior.

A forte elevação do custo do dinheiro foi um dos principais algozes do varejo de material de construção. As taxas de juros cobradas pelos bancos para o financiamento de capital de giro chegaram a ser superiores a 130% do CDI (Selic) durante a crise, em 2009, para as empresas de médio ou pequeno porte. Agora, em compensação, as taxas estão mais baixas que antes da crise, chegando a 115% do CDI, e não há falta de linhas de crédito nos bancos.

A retomada do crédito fez com que a recuperação do consumo fosse vertiginosa: as vendas de material de construção pelo varejo aumentaram 17,2% no segundo trimestre de 2010, enquanto, entre abril e junho de 2009, os lojistas haviam amargado uma queda de 9,7% nos volumes comercializados.

Os varejistas dependem essencialmente da disposição dos donos de imóveis em reformar a casa, já que as construtoras compram os insumos diretamente dos fornecedores. E a oferta de crédito é essencial, tendo em vista que grande parte das compras feitas pelos clientes é financiada em 12 vezes ou mais.

Os grandes clientes dos lojistas são os compradores de imóveis usados, que costumam investir na remodelação das residências. “Com a forte alta nos preços dos imóveis novos, que já estão custando R$ 6 mil ou R$ 7 mil o metro quadrado em São Paulo, a aquisição de imóveis usados voltou a ser atraente”, afirma Markakis, que atribui a melhora das vendas de material de construção à retomada do mercado. Mas muitos dos imóveis novos também precisam, após a entrega das chaves, de itens de acabamento. Como um empreendimento demora, em média, três anos para ser construído, os apartamentos lançados em 2007, no início do boom do mercado imobiliário, estão sendo entregues agora, diz Markakis. “Daqui para frente, o mercado só tende a ficar ainda melhor”, diz o empresário.

Feirão do Imposto é realizado pela primeira vez no Rio Grande do Norte

Você sabe quanto paga de tributo no pãozinho de cada dia? E na cerveja do final de semana? Nesse sábado (25/09), você encontrará essas respostas no Feirão do Imposto, quando poderá conhecer de forma transparente a carga de impostos pagos pelo contribuinte (percentual de tributos) sobre serviços e bens de consumo.

O Feirão do Imposto acontecerá no Natal Shopping, na capital potiguar, e vai reunir diversas mercadorias para expor, em detalhes, como é composto o preço final de cada produto, desde o custo ao sair da fábrica até as várias alíquotas de tributos incidentes que, às vezes, triplicam o valor para o consumidor. A intenção dos realizadores do Feirão é conscientizar a população da alta carga tributária incidente em todos os produtos e serviços e promover uma reflexão sobre a aplicação do tributo recolhido, ou seja, na forma como se gasta o dinheiro proveniente dessa arrecadação.

Atualmente, a carga tributária brasileira chega a mais de 35% do PIB, e em alguns casos a mais de 50% da renda de famílias mais carentes. Contudo, a falta de informação sobre a carga tributária é a realidade da maioria da população. E nem poderia ser diferente: não existe, nos produtos, uma descrição do porcentual do imposto embutido no preço.

O Feirão do Imposto acontece das 10h00 às 22h00 na praça de eventos do Natal Shopping e simultaneamente em outras cem cidades brasileiras. O evento nacional é promovido pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários e a Gestus – Solução em Gestão – entra como parceira dessa iniciativa, que teve início há sete anos. Em Natal, o evento é realizado pela CDL Natal e CDL Jovem com apoio do Natal Shopping.

Dicico procura fusões com redes menores fora de São Paulo

Para se manter competitiva em relação aos grandes varejistas de material de construção, como a C&C, do empresário Aloysio Faria, e as cadeias francesas Leroy Merlin e Saint Gobain, dona da Telhanorte no Brasil, a Dicico tem como estratégia levar adiante um plano de fusões com concorrentes menores, fora do Estado de São Paulo. “Estamos em conversações com algumas redes”, diz Dimitrios Markakis, controlador da varejista, sem revelar nomes dos possíveis candidatos. O empresário, porém, não prevê fechar um acordo ainda neste ano.

O modelo da Dicico assemelha-se ao adotado pela Máquina de Vendas, empresa resultante da fusão das varejistas de eletroeletrônicos e móveis Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais. A nova holding já agregou, recentemente, mais uma varejista, a City Lar, de Mato Grosso. Markakis acredita haver espaço para realizar acordos semelhantes no varejo de material de construção, que ainda é muito pulverizado no País.

A tendência de consolidação nesse segmento, porém, também chamou a atenção dos fundos de private equity, que compram participações em empresas menores com o objetivo de criar grandes companhias, para vendê-las, no futuro, às varejistas líderes. O fundo americano Advent, por exemplo, comprou a rede de material de construção Quero Quero, no Rio Grande do Sul, há cerca de dois anos.

Segundo o iG apurou, a própria Dicico já teria sido sondada por fundos de investimentos. “O meu interesse é continuar sendo o operador dos negócios”, respondeu Markakis. O empresário afirma não ter interesse em vender a Dicico para um fundo de investimento, que iria ficar à frente das operações.

A crise em 2009 obrigou a Dicico a ser mais conservadora em seu plano de investimentos. A varejista havia se programado para abrir o capital e contratou a Ernst & Young para auditar os seus balanços financeiros. Mas a possibilidade de captar de recursos no mercado de capitais foi deixada de lado no ano passado e os planos de expansão foram revistos. Antes, a meta da varejista era chegar a 57 lojas e a um faturamento de R$ 1 bilhão ainda em 2010. Neste ano, a Dicico prevê vender R$ 880 milhões e alcançar a marca de 50 unidades até dezembro.

Marisa inaugura primeira loja em Catanduva

A Marisa, rede de varejo de moda feminina, inaugura hoje (23/09) sua primeira loja no município de Catanduva, no interior de São Paulo. Com mais de 600² de área de vendas, a nova unidade segue tendência arquitetônicas internacionais, com fachada diferenciada e iluminação especial para oferecer mais comodidade e conforto às clientes. A Marisa conta com 92 lojas no estado de São Paulo e 26 só na capital paulista. Localizada no Garden Catanduva Shopping, a loja é especializada em moda feminina e estreia com a Coleção Jeans, recheada de modelos e lavagens para a próxima estação.

Para recepcionar as clientes, a Marisa preparou uma série de novidades e atrações. A DJ Leticia comandará a festa que terá distribuição de balões na entrada da loja, durante todo o dia. Um balão dirigível vai promover a marca na praça de alimentação do shopping.

As clientes que ainda não fizeram o Cartão Marisa poderão adquiri-lo na própria loja. Ele oferece uma série de ofertas e vantagens exclusivas. No dia da inauguração, as clientes que possuem o Cartão Marisa e Cartão Marisa Itaucard contarão com desconto de 20%; nos demais dias e até o dia 26 de setembro, as compras com Cartão Marisa terão o valor total reduzido em 15%.

Desemprego em agosto é o menor da série histórica

O desemprego brasileiro diminuiu em agosto e registrou o menor patamar da série histórica, iniciada em 2002. A taxa caiu para 6,7% em agosto, ante 6,9% em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (23/09).

Economistas consultados pela Reuters projetavam uma taxa de 6,9%, de acordo com a mediana de 16 respostas que variaram de 6,7% a 7,3%. A população ocupada somou 22,135 milhões de pessoas em agosto, alta de 0,5% sobre julho e avanço de 3,2% contra igual mês do ano passado. O número de desocupados totalizou 1,6 milhão, queda de 2,6% na comparação mensal e recuo de 15,3% na anual. O rendimento médio do trabalhador brasileiro foi de R$ 1.472,10 em agosto, alta mensal de 1,4% e elevação anual de 5,5%.

Shopping West Plaza recebe exposição “La Bella Itália”

Com talentos reconhecidos como Valentino, Mary Quant, Versace e Armani, a Itália sempre ditou moda. Inspirados na cultura e na história deste país, e antecipando uma série de eventos que serão realizados em 2011, em comemoração ao Ano da Itália no Brasil, estudantes de moda desenvolveram looks que estarão na exposição “La Bella Italia” no Shopping West Plaza, em São Paulo. Promovida pela Escola de Moda Sigbol Fashion, a mostra estará aberta à visitação até o dia 13 de outubro.

Serão 47 trajes diferentes, criados por alunos que participaram do XI Concurso História da Moda, realizado anualmente pela escola,, mostrando o que há de melhor no estilo, desenho, costura e corte italiano. Na exposição os visitantes vão poder conferir os melhores trabalhos, que foram premiados em três categorias: pesquisa, criatividade e execução.

Grife de joias chega à capital mineira pelo Boulevard Shopping

A Calx Design & Jewerly escolheu o Boulevard Shopping, empreendimento no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, com inauguração marcada para 26 de outubro, para abrir a primeira loja na capital mineira. A grife está presente em Ouro Preto há dois anos. Dentista por profissão, a proprietária Adriana Mol Muzzi diz que sempre foi apaixonada por pedras preciosas, ouro, prata e jóias e que viu no Boulevard Shopping o ponto ideal para lançar a marca em Belo Horizonte.

“O shopping tem um mix sofisticado e estilo contemporâneo. Assim como o Boulevard, a loja vem com uma proposta moderna e quer atingir em especial a classe média com um enfoque na jóia inovadora, de imagem jovem e a preço acessível”, diz ela. Adriana lembra que as primeiras peças da grife faziam uma releitura do Barroco Mineiro e referência à arquitetura de Ouro Preto e que hoje a marca ultrapassa os limites do centro histórico e chega à capital mineira com um novo posicionamento e um novo olhar sobre as criações.

As coleções de jóias se posicionarão em cinco linhas diferentes: soft, rock, cosmopolitan, vanguard e classic, privilegiando o uso das jóias no dia a dia, em desenhos modernos adaptados a todas as idades e estilos.

A loja é responsável desde o design até a fabricação das jóias, oferecendo os produtos com exclusividade. As peças são elaboradas por uma equipe de designers premiadas, utilizando um mix de pedras brasileiras com lapidação especial para cada coleção, ouro, prata e diamantes. O trabalho já foi inclusive reconhecido pelo IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, que premiou este ano uma peça da grife na categoria “Lapidação Diferenciada”.

Sobre a loja da Calx no Boulevard Shopping, a empresária diz que o projeto vai acompanhar a nova proposta: “A idéia é lembrar uma galeria de arte, criando um ambiente diferente para cada “atitude”, juntamente com o uso de tecnologia digital para exposição de peças e catálogos”. A loja vai gerar em torno de dez empregos entre funcionários e contratados.