Topshop inaugura loja no Brasil em 2011

Fãs brasileiros da fast fashion britânica Topshop, podem comemorar! Foi confirmada a abertura de duas lojas no Brasil, em São Paulo. A primeira delas está prevista para ser inaugurada no primeiro semestre de 2011 e, em seguida, no segundo semestre virá a Topshop/Topman. Ambas localizadas nos shoppings do Grupo Iguatemi.

Além da linha principal de roupas, os calçados e acessórios da marca também estarão à venda por aqui. E parece que as expectativas são grandes! “Os consumidores de São Paulo buscam um produto orientado pela tendência, o que os fazem ser o cliente perfeito para a Topshop. Estamos ansiosos para uma parceria de sucesso neste mercado que tanto cresce”, disse a diretora geral da Topshop, Mary Holmer, no comunicado oficial divulgado à imprensa.

Cartilha explica finalidade e formas de acesso

Uma cartilha contendo informações sobre a finalidade dos juizados especiais, e explicações didáticas acerca da forma de acesso a essa modalidade de prestação jurisdicional gratuita, rápida e descomplicada, foi lançada na tarde desta sexta-feira (24/09) e distribuída nos três shoppings de Cuiabá.

Desenvolvida pelo Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais de Mato Grosso, a cartilha contém esclarecimentos sobre o trabalho realizado pelos juizados especiais cíveis e criminais, além do Juizado Volante Ambiental (Juvam), Serviço de Atendimento Imediato (SAI) e Juizado Especial Itinerante (JEI).

O lançamento ocorreu às 15h00, no Pantanal Shopping, e contou com a presença do desembargador Guiomar Teodoro Borges; da juíza diretora do Foro da Comarca de Cuiabá, Maria Aparecida Fago; e dos juízes Dirceu dos Santos, Serly Marcondes Alves, João Bosco Soares da Silva e Mário Roberto Kono de Oliveira, que jurisdicionam nos juizados especiais. O ato de lançamento e distribuição das cartilhas marcou o aniversário de 15 anos de criação dos Juizados Especiais, que foram completados no último domingo (26/09).

Conforme lembrou o coordenador do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais de Mato Grosso, juiz João Bosco Soares da Silva, os juizados foram criados pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso para o atendimento especial previsto na Lei nº 9099/1995. De lá para cá, vem colecionando êxitos, ofertando solução rápida para conflitos de menor poder ofensivo e que afligem os cidadãos. Em síntese, proporcionando resposta adequada àqueles que procuram a justiça para encaminhamento das suas lides diárias.

Mais do que um espaço para o cidadão resolver questões de menor complexidade, o coordenador dos juizados especiais avaliou que os juizados ajudaram a aproximar a Justiça Estadual da sociedade. O magistrado ressaltou que, antes da criação desse modelo de atendimento especializado, o cidadão que buscava solução para um litígio simples, como a compra de um celular que um mês depois apresentava defeito, não encontrava resposta porque desistia em face da demora e das custas de um processo judicial. “Era o que nós chamamos de litígio contido”, revelou.

No Juizado Especial Criminal a situação não é diferente. Conforme observou o magistrado, delitos considerados de pequeno potencial ofensivo, como lesão corporal simples, omissão de socorro ou ameaça, ficavam sem solução ou prescreviam, visto que a única alternativa de tramitação era a justiça comum, já abarrotada de processos. Atualmente, conforme o coordenador, o trâmite é mais rápido, com possibilidade de transações penais, e adoção de sanções proporcionais nos casos de pequenos delitos.

Além dos juizados especiais cíveis e criminais, o Poder Judiciário Estadual conta também com estruturas diferenciadas para melhor atender a população. O Juizado Volante Ambiental (Juvam), por exemplo, tem por finalidade a proteção do meio ambiente, com ações itinerantes de caráter preventivo, reparatório e punitivo. Tem ainda competência para atuar tanto no âmbito cível quanto na esfera criminal. Já o Serviço de Atendimento Imediato (SAI) tem como finalidade atender as causas relativas a acidentes de trânsito, sem vítimas. E o Juizado Especial Itinerante (JEI) busca levar a prestação jurisdicional a pessoas com dificuldade de deslocamento, como populações ribeirinhas.

Uma das razões para a maior celeridade no trâmite processual é que os juizados especiais buscam resolver os litígios por meio da conciliação. Caso as partes não entrem em acordo, o juiz decide a questão com base nos argumentos e nas provas que cada parte leva para o processo. A parte que não ficar satisfeita com a decisão poderá recorrer para uma Turma Recursal, composta por outros três juízes, para resolver a questão.

FMI vai examinar sistema financeiro do Brasil a cada cinco anos

O Brasil foi incluído em uma lista de 25 países cuja saúde financeira passará por um exame profundo do Fundo Monetário internacional (FMI). Os exames serão obrigatórios e realizados a cada cinco anos, com vista à estabilidade financeira mundial. O órgão diz que escolheu os sistemas financeiros mais interligados e que receberam forte impacto durante a crise mais recente.

Fazem parte da lista os Estados Unidos, epicentro da crise financeira, e 14 países europeus: Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Rússia, Espanha, Suíça, Suécia, Turquia e Reino Unido. Também estão dentro Austrália, Canadá, Hong Kong, Índia, Japão, México, Cingapura, Coreia do Sul e China.

De acordo com o FMI, a decisão fortalece a fiscalização integrada dos países que compõe o fundo. Antes, esses exames eram feitos de forma voluntária. A ideia, diz o FMI, é apertar a fiscalização de setores financeiros com potencial de afetar a estabilidade global. “A crise econômica global deixou à vista as conseqüências econômicas devastadoras que uma crise financeira em um país pode ter sobre a economia global”, argumenta o fundo.

Chile projeta investimento de US$ 150 bilhões para mineração na América Latina

Os investimentos projetados até 2015 em mineração na América Latina chegam a US$ 150 bilhões, dos quais dois terços ficarão com Brasil e Chile, segundo um relatório divulgado ontem (27/09) pela estatal chilena Corporação de Fomento da Produção (Corfo). Concretamente, o investimento projetado nesse setor no Chile para 2015 alcança US$ 50 bilhões. O estudo foi apresentado no 4º Fórum Internacional “Chile, oportunidade de investimento para provedores da mineração”, organizado pela Corfo e que, até amanhã (29/09), congregará mais de 60 empresas internacionais junto a empreendedores chilenos.

Além disso, na abertura do seminário, o vice-presidente executivo da Corfo, Hernán Cheyre, anunciou que no próximo ano serão destinados entre US$ 40 e US$ 60 milhões em capital de risco para fornecer fundos de investimento em prospecção mineradora. O objetivo deste encontro é atrair companhias internacionais tecnológicas e provedores nacionais, assim como projetos de investimento em bens de capital críticos e estratégicos para a competitividade mineradora.

Varejo começa a sentir efeitos da maior competição nos cartões

O mercado de cartões de crédito começa a sentir os efeitos das medidas para ampliar a competição, implementadas há dois meses. As taxas cobradas dos lojistas pelas credenciadoras já caíram cerca de 0,7 ponto percentual e novos competidores, como o Barisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul), resolveram entrar nesse mercado, o que deve acirrar a concorrência – o Santander já está atuando no setor, com a GetNet.

Dados preliminares da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) indicam que a taxa média cobrada dos lojistas por transação com cartões de crédito caiu da casa dos 3,2% para 2,5%. A queda ocorre por conta das negociações entre as credenciadoras e os comerciantes, sobretudo os de médio e menor porte, segundo o diretor da CNDL, Roberto Alfeo.

Desde o dia 1º de julho, os terminais da Cielo, que antes eram exclusivos da Visa, leem cartões da Mastercard e American Express. Os da Redecard passaram a capturar transações para a Visa. Mas, até agora, os comerciantes têm preferido ficar com os dois terminais, das duas principais credenciadoras. Não há dados oficiais sobre essa movimentação.

Segundo o diretor da CNDL, muitos comerciantes, especialmente os de pequeno porte, não sabem que podem ficar só com um terminal. Os especialistas das empresas de cartões dizem que boa parte dos lojistas vai ficar com os terminais das duas credenciadoras por conta de eventuais problemas tecnológicos. Assim, se a rede de uma cair, como ocorreu no Dia das Mães, por exemplo, as transações migram para a outra rede.

Há comerciantes que preferem manter as duas máquinas por conta da aceitação dos cartões. A Cielo ainda não aceita todos os vales-refeição e alimentação. Só começou a aceitar os cartões da Ticket, por exemplo, no mês passado, e ainda não aceita outros vales de benefícios, como o VR. A Redecard não aceita o Visa Vale ainda.

Mas os lojistas estão sentido maior competição entre as duas credenciadoras. Tanto a Cielo como a Redecard, que dominam 90% do mercado, têm feito ações para tentar mantê-los em sua rede de clientes. A Redecard, por exemplo, dá cupons que sorteiam prêmios ao proprietário do estabelecimento toda vez que um determinado volume de transações passar por seus terminais. Além disso, o preço do aluguel do POS (como chama o terminal que faz a leitura dos cartões) tende a cair. O Santander não tem cobrado esse valor, que varia de R$ 80 a R$ 200.

Contrato da Caixa Econômica Federal anunciado no começo do mês mostra que as duas credenciadoras estão disputando transação por transação. O banco vinha desde o começo do ano com processo para selecionar credenciador e surpreendeu o mercado ao manter a Cielo e a Redecard.

No modelo anunciado, a Cielo tem 30% dos clientes da Caixa e a Redecard, o restante. “A parceria é uma chance de aumentarmos esse percentual”, considera o presidente da Cielo, Rômulo Mello Dias. Segundo ele, o fato de a empresa ter credenciado lojistas em quase todos os municípios é um dos pontos que podem contribuir para aumentar as operações com a Caixa, banco também presente em regiões remotas do País e com muitos clientes da baixa renda.

A expectativa dos analistas para os próximos anos é que a Cielo e a Redecard tenham queda nas receitas com transações, por causa da redução das tarifas. Os analistas Rafael Ferraz e Sergio Goldman, do Safra Banco de Investimento, preveem queda de 20% nas taxas cobradas dos lojistas até 2012 e queda de 35% nas receitas com o POS, por conta da redução do aluguel.

Brasil reitera que tomará medidas contra “guerra” da taxa de câmbio

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou ontem (27/09) que o Governo vai tomar medidas para evitar os efeitos do que denominou “guerra” da taxa de câmbio empreendida por China, Japão, Estados Unidos e União Europeia. “Estas políticas monetárias que os países asiáticos usaram e que agora os países avançados estão seguindo levam a uma depreciação das moedas. Vivemos praticamente uma guerra de câmbio”, sentenciou o ministro em discurso perante empresários em São Paulo.

Mantega assegurou que esta “depreciação generalizada” de divisas “ameaça” o Brasil porque diminui a competitividade dos produtos fabricados no país, já que os estrangeiros chegam ao mercado local com um preço melhor. “A questão do câmbio não tem nada a ver com competitividade, supõe colocar uma mercadoria no mercado de forma artificial”, opinou o responsável pela política econômica do Brasil, que há três semanas anuncia que vai tomar medidas para conter a valorização do real frente ao dólar.

Em seu discurso, Mantega precisou que a intervenção do mercado de câmbio será realizada quando acabar o processo de ampliação de capital da Petrobras, que atraiu um grande volume de divisas ao país. O ministro rejeitou a possibilidade de taxar os investimentos estrangeiros e assegurou que “poderia tomar medidas” para elevar os tributos às aplicações em renda fixa e aos investimentos a curto prazo. “Não posso anunciar medidas agora, mas temos várias que podem ser tomadas, não nos falta arsenal”, comentou. Estas novas medidas acompanhariam à compra em massa de dólares que o Banco Central realiza nas últimas semanas, o que elevou as reservas internacionais do Brasil para US$ 270 bilhões, um valor recorde, segundo dados oficiais.

O ministro argumentou que o mercado brasileiro se manteve “elevado” apesar da crise, o que o transformou em “muito atrativo” para as manufaturas estrangeiras pela fraqueza da Europa e dos EUA, cujo poder de compra continua baixo. “Todos querem disputar o mercado brasileiro. Não é justo que outros se beneficiem por nós termos conseguido manter o mercado local elevado. Temos que ser mais duros na política antidumping (ação realizada para proteger os mercados internos da concorrência externa)”, manifestou.

Franquias de alimentação avançam fora de shoppings

Na busca por espaços com um grande fluxo de pessoas, as franquias passam a diversificar o grupo de atuação e deixam de estar presentes apenas em shoppings e lojas de rua, pois começam a brigar por espaços em aeroportos, clubes de futebol e já disputam até mesmo os estádios onde devem acontecer os jogos da Copa do Mundo, que será no Brasil em 2014. Supermercados e hospitais são outro foco das empresas de alimentação, de olho no alto giro de consumidores nesses locais, dizem especialistas.

Um exemplo é o Shopping das Franquias, que hoje possui quatro marcas sob a sua direção, sendo que três são franquias de alimentação. A Tostare Café tem 25 lojas e prevê ter até 2013 cerca de 140 pontos. “Esta marca, depois de vencer uma licitação com a Infraero, irá começar a atuar em um aeroporto de São Paulo”, segundo o proprietário da holding, Luis Renato Bischoff. Ele ainda complementa que a cafeteria já atua em um supermercado no Rio Grande do Sul, da rede Zaffari.

A outra marca que pertence ao Shopping das Franquias é a Camarão na Rede, com duas lojas e que espera ter 90 pontos-de-venda até 2013. A outra bandeira é a franquia especializada em comida japonesa Click Sushi, com 90 pontos e meta de atingir até 2013 cerca de 200 unidades. Segundo o porta-voz do Shopping das Franquias, todas as lojas a serem abertas tendem a estar estrategicamente distribuídas. “Todas as aberturas estão focadas nos estados que irão sediar a Copa e nas principais capitais do Brasil. O crescimento será com recursos próprio”, explicou.

No ano passado, o Shopping faturou R$ 9 milhões e este ano deve crescer 30%. Conforme Bischoff, a expansão deve acontecer por meio de recursos próprios e a captura de novos franqueados está na nova metodologia de pagamentos. “Hoje quem já está em qualquer lugar do País com uma marca nossa poderá abrir mais um ponto e parcelar em 36 vezes por meio de boleto. É um acordo de confiança entre nós e o nosso parceiro”, enfatizou.

Outra do ramo de franchising é a Platinan Franquias que tem sob seu guarda-chuva a rede Vanilla Café (cafeteria) e a Bon Grillê (franquia de alimentação). Ela também possui planos para investir nos eventos mundiais que começarão no País em 2014. Um dos planos da rede é investir em um treinamento diferenciado para os funcionários, como a contratação de profissionais bilíngues. Os cardápios serão disponibilizados em inglês e espanhol para facilitar o treinamento, explica o superintendente de Marketing e Novos Negócios da holding, Sérgio Freire.

O executivo diz que o plano é tudo estar pronto até dois anos antes da Copa do Mundo, no caso da Vanilla Caffè. “O plano de expansão pretende chegar a 100 lojas em 2012”, enfatizou o porta-voz. No ano passado, o faturamento da rede foi de R$ 25 milhões. Para 2010 a meta é crescer 20%. A cafeteria está presente em cinco estados brasileiros, e atua hoje em dia com 25 pontos-de-venda no mercado interno. O plano de expansão do Vanilla Caffè prevê a abertura de mais oito lojas até o final de 2010. “Em breve, abriremos uma unidade Vanilla Caffè no novo Hospital Sabará, uma outra aposta inovadora”, explicou o executivo.

Segundo o porta-voz, a Platinan Franquias aposta forte no crescimento do portfólio de produtos e serviços voltados à alimentação fora do lar, e com o Bon Grillê a marca inovou sua atuação ao inaugurar este segundo semestre uma loja fora de um centro de compras, no saguão principal do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, localizado na zona sul de São Paulo. Com 50 unidades no País e 15 anos no mercado de fast-food em praças de alimentação, o Bon Grillê investiu R$ 500 mil no reposicionamento da marca. No ano anterior faturou R$ 42 milhões e em 2010 deve obter um crescimento de 19%.

Pesquisa indica percepção global de que governos gastam mal o que arrecadam

Crescimento econômico fez com que brasileiros sejam o terceiro povo mais otimista em relação aos negócios Uma pesquisa do Serviço Mundial da BBC, divulgada nesta segunda-feira (27/09), revelou que as pessoas acreditam que mais da metade do dinheiro que pagam em impostos é gasta de forma indevida pelos governos de seus países. A enquete, que ouviu 22 mil pessoas em 22 países, revelou que as pessoas estimam em média que 52% do dinheiro que pagam em impostos não é usado com serviços públicos e de acordo com os interesses dos cidadãos.

No Brasil, segundo a pesquisa realizada pela Globescan/PIPA, essa estimativa é mais alta. Para os brasileiros ouvidos, 63% do dinheiro dos impostos não é gasto de forma devida. A estimativa brasileira também é a terceira maior entre países estudados, atrás somente da Colômbia, onde acredita-se que 74% dos impostos é mal gasto, e do Paquistão, onde a média é 69%. Já os americanos e chineses supõem que cerca de metade do seu dinheiro é destinado a outros fins que não o interesse público. Nos Estados Unidos, a estimativa é de 55%. Na China, 46%.

Apesar da falta de confiança na responsabilidade dos governos, em 19 dos 22 países a maioria da população gostaria que o governo tivesse um papel mais ativo na economia. No Brasil, onde a pesquisa ouviu pessoas em nove capitais, 64% dos entrevistados gostariam de supervisão governamental no mercado, mas a média é 11 pontos percentuais menor do que em 2009.

O estudo indicou que 78% dos entrevistados, a maioria em todos os países menos em um – também acham que o governo deveria subsidiar alimentos para manter os preços baixos para o consumidor. 77% dos brasileiros também disseram preferir que o governo corte serviços ao aumentar as taxas na hora de tomar medidas para diminui déficit e dívidas.

O estudo também constatou que 57% da população brasileira é otimista com relação à economia o país no próximo ano. Esse índice é bem mais acima da média mundial. Somente 30% das pessoas ouvidas nos 22 países acreditam que 2011 será um bom ano para a economia. Vinte e seis por cento esperam maus momentos e os outros 36% uma alternância entre períodos econômicos bons e ruins.

O Brasil é o terceiro país mais otimista, atrás somente de Índia e Nigéria, e seguido pela China e pelas Filipinas. Entre os mais pessimistas estão o Reino Unido, a França, os Estados Unidos e a Espanha. As entrevistas foram feitas entre junho e setembro deste ano.

Última liquidação Interqueima da Rede Interlar

É tempo de liquidar! E para fechar o ano com chave de ouro, os três shoppings da Rede Interlar de São Paulo promovem a última e maior ação de vendas de móveis e decoração de 2010: a Interqueima da Rede Interlar, com campanha criada pela Rae,MP. A ação envolve três liquidações em uma só, com muitas novidades e descontos imperdíveis de até 60% nas 180 lojas participantes, além da facilidade no parcelamento em até 24 vezes.

A Rae,MP comanda toda a estratégia de divulgação da campanha, que contempla filme de 30 segundos, além de folhetos, banners, cartazes e faixas com a apresentadora Luciana Schievano, desta vez presente em dose tripla em todas as peças.

A Interqueima Interlar acontece até 10 de outubro nas três unidades da Rede Interlar em São Paulo.