Nasce no País rede hoteleira com 30 hotéis a R$ 450 mi

A união de três redes hoteleiras, a mineira Bristol Hotels, a paulista Plaza Inn e a maranhense Grupo Solare, fez surgir a Allia Hotels, considerada uma das maiores redes de hotéis de capital 100% nacional do Brasil. De acordo com André Monegaglia, que irá presidir a rede, até 2014 serão investidos R$ 450 milhões na construção de 30 novos hotéis, de olho já na Copa do Mundo. “Nossa expectativa é que em 2014 teremos um faturamento de R$ 350 milhões”, afirma Monegaglia.

Sobre a criação da nova empresa, o executivo afirma que o anúncio será feito hoje, na 38 ª edição do Congresso Brasileiro de Agências de Viagens (Abav) 2010, no Rio de Janeiro. Atualmente, as redes atuam em seis estados: São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Maranhão e Pará. Com os novos empreendimentos, passarão a atuar também no Rio de Janeiro, no Ceará e em Alagoas.

A empresa nasce com 40 hotéis em operação, mais de 3 mil unidades habitacionais e cerca de 1,6 mil colaboradores, e surge em um momento em que o setor turístico ganha nova importância diante dos megaeventos esportivos. “Não queremos só aumentar a capacidade de gestão e concorrência com grupos nacionais e internacionais, mas unir as melhores práticas dos três grupos, a capacitar de treinar gente e de inserir o País no mapa do turismo mundial.”

O resultado da união das redes hoteleiras cria a terceira maior do País, com atuação no segmento econômico e receita total de R$ 121 milhões, valor este que deve chegar a R$ 150 milhões até o final do ano. Entre os planos da Allia Hotels estão prédios sustentáveis, que atendam normas ambientais e façam das práticas, como lixos recicláveis, um modelo de funcionamento.

Para André Monegaglia, a ideia é capacitar uma equipe que consiga unir as melhores práticas das três redes. A aliança “trará mais fôlego para crescer e investir em expansão, no momento em que as perspectivas são muito favoráveis para o setor hoteleiro e do turismo”.

Hoje (20/10) tem início no Rio de Janeiro a 38ª edição do Congresso Brasileiro de Agências de Viagens (Abav) e Feira das Américas, considerado o maior evento do turismo do continente, até o dia 22. A exposição reunirá 800 empresas do setor e órgãos governamentais. A expectativa da organização do evento é que essa edição atraia 24 mil visitantes.

O interesse é tamanho que a média de ocupação hoteleira da cidade durante o evento é de 80%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih) do Rio de Janeiro. O evento, que deve movimentar cerca de R$ 26 milhões na economia da cidade, começa às 9h30 com a parte técnica. Às 13h haverá exposição sobre as tendências do setor para 2011.

Mostra de design e decoração é a novidade do Shopping Jaraguá Araraquara

De hoje (20/10) a 24 de outubro, o Shopping Jaraguá Araraquara, no interior paulista, em parceria com a Movida Marketing e Eventos e com a Compose Produções, realizará o Espaço Casa 2010. O evento, em sua primeira edição, apresentará aos clientes uma mostra de design e decoração, trazendo as novidades e tendências deste setor e estará aberta ao público durante o funcionamento do shopping.

Os lounges serão montados por arquitetos especializados e estarão espalhados por ambientes, onde os expositores demonstrarão aos clientes seus produtos de uma maneira inusitada, contando com todo o conforto que o shopping proporciona. Esta será uma grande oportunidade para encontrar num único lugar os melhores forecedores e empresas do segmento, juntamente com muita beleza, aconchego e estilo.

Antilhas anuncia para o mercado seu novo posicionamento de marca

Reconhecidamente líder no fornecimento de embalagens para o varejo, a Antilhas definiu como estratégia intensificar sua presença no setor industrial. Além disso, estreitar ainda mais o relacionamento com os clientes para entregar soluções que atendam com precisão suas necessidades e sejam percebidas como inovação.

A Antilhas possui uma forte atuação em segmentos como cosméticos, perfumaria, vestuário e acessórios, alimentos, bebidas, papel e papelaria. Os três setores que representam maior impacto no faturamento da empresa são: cosméticos e perfumaria (63%), papelaria (18%), vestuário e acessórios (16%). Já a indústria engloba 20% da receita.

Para 2010, a Antilhas projetou um aumento de 16% em seu faturamento, entretanto, no primeiro semestre atingiu um crescimento de 29% e estima fechar o ano com 18%. Esse índice se deve a grande demanda varejista, impulsionada pela ampliação do PIB brasileiro em todas as classes sociais, principalmente na classe C.

Ainda como parte das ações de reposicionamento no mercado, a Antilhas redefiniu sua logomarca. Todas as letras do nome da empresa estão agora em caixa baixa, sem serifas e a cor da primeira letra difere das demais, o que remete à liderança. Além disso, houve a inserção de um ícone em formato de globo que faz referência ao dinamismo e ao pioneirismo. Sua construção com variação de tons garante movimento à marca. Para fortalecer a proximidade e o conhecimento do negócio do cliente, o novo slogan é: “Nosso mundo é inovar o seu”.

Há 11 meses, a Antilhas iniciou uma avaliação dos seus valores, processos, comunicação, produtos, necessidades de seus clientes e áreas de atuação. Nesse período, investiu em pesquisas, analisou em profundidade o histórico de sua comunicação corporativa e desenvolveu estudos internos com seus diretores e gerentes. Contou também com o apoio de consultoria especializada em branding e uma agência de comunicação que auxiliaram na definição do novo posicionamento.

Alguns aspectos foram comprovadamente reconhecidos pelo mercado e embasaram o resgate da essência da marca no reposicionamento, são eles: pioneirismo, conhecimento do negócio do cliente, inovação, dinamismo e transparência. Com a finalidade de fortalecer ainda mais esses conceitos, todas as áreas da empresa passaram por mudanças estratégicas. Para a Antilhas, ser pioneiro é buscar soluções inovadoras para que os clientes sejam os primeiros em tudo no mercado. Inovar é enxergar o novo e entregar para os clientes as inovações em primeira mão.

A equipe Antilhas tem conhecimento diferenciado, por isso, seus clientes têm acesso rápido às novidades em embalagens. A tecnologia também é um ponto forte, seja em relação ao parque industrial ou no desenvolvimento dos projetos. A empresa investe em equipamentos, pessoas e processos para produzir e distribuir com excelência. O departamento de marketing da Antilhas realizou algumas ações para revelar as mudanças para o mercado, iniciadas com um teaser que aguçava a curiosidade de seus colaboradores, clientes e fornecedores com um hotsite (www.antilhas.com.br/algonovo) e anúncios diferenciados.

Já na implantação do novo posicionamento, reeditou seu filme institucional, criou novo website, e materiais de comunicação, anúncios em revistas completamente inovadores para este mercado e ações em campo com equipe de vendas. Toda a comunicação reforça os pontos fortes da marca e o novo posicionamento de mercado da empresa.

A atuação do departamento de marketing com sua Inteligência de Mercado foi fundamental nesse processo de transição.”Trabalhamos para definir estratégias, alinhar todas as áreas da empresa e a comunicação com o mercado aos novos conceitos da marca” avalia Claudia Sia, responsável pelo Marketing da Antilhas. A Antilhas está alinhada às tendências do mercado e busca atualização constante para se manter competitiva. Atualmente, a empresa possui cerca de 700 funcionários diretos, aproximadamente mil indiretos e mais de 160 clientes fixos.

Governo aumenta mais uma vez imposto para combater queda do dólar

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou no início da noite desta segunda-feira (18/10) um novo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para investidores estrangeiros que aplicam em renda fixa. Com o anúncio de ontem, a taxa passou de 4% para 6%. “Queremos diminuir o apetite principalmente de investidores de curto prazo”, afirmou Mantega. O governo também anunciou o aumento de IOF no recolhimento de margem em derivativos. A taxa, que era de 0,38%, passou para 6%.

No último dia 4, Mantega já havia anunciado um aumento do IOF de 2% para 4%. A medida visa combater a valorização do real, mas não teve efeito até o momento. Desde o anúncio da primeira elevação do imposto, o dólar já caiu 1,54%. Nesta segunda-feira (18/10), a cotação do dólar comercial fechou estável, a R$ 1,666 na venda. No ano, a moeda norte-americana já acumula desvalorização de 4,42%. “O Brasil é hoje um país muito atraente, é um país sólido, e, além disso, oferece taxa de juro elevada. É muito difícil você segurar a valorização (do real). O que estamos fazendo é atenuando o excesso de valorização”, afirmou Mantega ao anunciar as medidas. Ele também defendeu uma ação coordenada dos países para conter o que vem chamando de “guerra cambial”.

Mantega disse que o governo pode ainda adotar outras medidas para conter a valorização do real. Mas o ministro destacou que é preciso cautela para não usar “mais remédio que o necessário”. Ele garantiu ainda que a compra de dólares para as reservas internacionais pelo Banco Central neste momento é fundamental — o BC vem fazendo dois leilões diários de compra de dólar para conter a queda da moeda norte-americana.

Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não irão participar da reunião de ministros do G20 que acontece nesta semana na Coreia do Sul. Mantega cancelou sua participação justamente por questões ligadas ao câmbio, segundo informou sua assessoria de imprensa nesta segunda-feira.

Restituição do IR estimula crescimento do varejo

A restituição do Imposto de Renda deve garantir um Natal gordo para o varejo. Na última sexta-feira (15/10), mais de 2,7 milhões de contribuintes receberam valor total de R$ 2,39 bilhões e devem, em sua maioria, usar os valores para quitar dívidas e livrar o bolso para consumir mais no fim de ano. Com isso, o segmento espera que esse seja o melhor Natal dos últimos dez anos.

A animação do setor com o pagamento tem motivo simples: este foi o segundo maior lote de restituição da história, inferior apenas ao de dezembro de 2009 (R$ 2,5 bilhões). No entanto, no ano passado ainda existiam ressalvas quanto à recuperação do País pós crise econômica, o que não existe mais hoje. “Neste ano sobrará mais dinheiro em função do crescimento econômico, do aumento do emprego e também da estabilidade do emprego e da confiabilidade da economia. Em 2009 havia dinheiro em casa, mas quando o consumidor não está tranquilo quanto à garantia de emprego, segura a quantia. Hoje, vivemos situação favorável e temos previsão de que será o melhor Natal da década”, afirma o presidente da Acisbec (Associação Comercial e Empresarial de São Bernardo), Valter Moura.

Para o empresário, o pagamento das contas e financiamentos garante a retirado do nome de muitos consumidores dos órgãos de proteção ao crédito, o que coloca novos consumidores na economia, e também ajuda aos que chegaram à classe média a quitar dívidas do cheque especial e cartão de crédito. “Somos um país movido à crédito”, avisa.

Segundo os últimos dados do Banco Central, o saldo do cheque especial para pessoas físicas chegou a R$ 17,737 bilhões, em agosto, crescimento de 12,4% no ano. No caso do crédito pessoal, incluídos empréstimos consignados em folha, o saldo ficou em R$ 193,426 bilhões, uma alta de 17,7%. O saldo do cartão de crédito (R$ 28,850 bilhões) teve expansão de 12,4%, nessa mesma comparação. Muitos consumidores optam também por empréstimos de antecipação do Imposto de Renda oferecidos pelos bancos, que também serão quitados agora.

O presidente da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), Sidnei Muneratti, também estima que a restituição ajudará a impulsionar as vendas do Natal. “Queremos exceder o percentual de crescimento e fechar o ano com 10% de aumento nas vendas em relação ao ano passado.”

Neste ano, já foram liberadas restituições para mais de 8,9 milhões de contribuintes, no valor de R$ 8,5 bilhões, Ainda devem ser pagos dois lotes: um deles em novembro e outro em dezembro.

Redes de varejo oferecem na madrugada produtos com preço baixo em lojas virtuais

Em promoções relâmpagos e direcionadas, redes de varejo encontraram na madrugada uma maneira de oferecer produtos com preços exclusivos. Atento a promoções, o administrador Thiago Szekir Klassmann, 32 anos, costuma comprar boa parte de utilitários domésticos e eletroeletrônicos pela internet. Cadastrado nas principais lojas virtuais e em redes sociais, o porto-alegrense se programa para aproveitar os preços baixos oferecidos em horários alternativos. “Quando vejo que vale a pena, fico o tempo que for preciso. Não desisto até conseguir”, conta Klassmann.

Na última compra, um aspirador de pó, economizou R$ 30 no e-commerce. O produto, que nas lojas físicas era anunciado por R$ 179, foi adquirido por R$ 149 numa campanha na madrugada. As horas de vigília em frente ao computador já renderam a Klassmann descontos superiores a 50%.

As ações promocionais buscam atrair um público de 25 a 38 anos, disposto a buscar melhores preços nos horários em que está em casa. “À noite, os consumidores podem avaliar os produtos com calma”, afirma Clério Kubiak, gerente de e-commerce da rede Lojas Colombo. Há um ano, a empresa lançou o Corujão de Ofertas, que oferece descontos de até 35% nas compras online feitas em determinados dias da semana, das 22h00 às 07h00. “As lojas virtuais têm estrutura logística diferente, não há custos de aluguel, estoque, mostruários ou funcionários”, compara o gerente.

Hoje, o e-commerce é responsável por 13% das vendas da rede, que engloba 340 lojas. Os produtos mais vendidos são os de linha branca. O comércio eletrônico é explorado em horários específicos também pela Ponto Frio e pelo Extra, que toda semana oferecem promoções que chegam a 25% de descontos, e pela rede de lojas Magazine Luiza. “Fizemos uma série de ações promocionais de marketing voltadas exclusivamente ao site”, diz o gerente-geral de e-commerce do Magazine Luiza, Francisco Donato, acrescentando que as campanhas são reforçadas em redes sociais, como o Twitter.

Projeto prevê “banheiro família” em shoppings de SP

Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo pode acabar com um desconforto de pais e filhos em centros comerciais. Os shoppings e os supermercados da capital terão de instalar banheiros exclusivos para crianças menores de dez anos, chamados “banheiros família”, caso o texto seja aprovado em plenário e sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM). O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça.

A ideia é que, se um pai estiver sozinho com a filha, por exemplo, e precisar levar a menina no banheiro, usará esses novos locais, em vez de fazer a criança entrar no banheiro masculino. O projeto exige que os banheiros só possam ser usados por meninos e meninas de até dez anos acompanhados dos pais.

O acesso ao “banheiro família” terá de ser gratuito. Os shoppings e supermercados seriam multados em R$ 5 mil, caso a lei não fosse cumprida. Na reincidência, poderiam perder o alvará de funcionamento. Novas construções só seriam aprovadas caso cumprissem a regra. A Associação Brasileira de Shoppings (Abrasce) foi procurada para comentar a proposta, mas não respondeu. Já a assessoria de Imprensa da Associação Paulista de Supermercados (Apas) disse que a entidade não comenta projetos de lei que ainda não foram aprovados.

Campo Grande terá mais dois shoppings na área central

O grupo Saad Empreendimentos Imobiliários anunciou na última quinta-feira (14/10) a construção de mais um shopping em Campo Grande (MS): o “26 de Agosto”. A inauguração deve ocorrer em 2011, com 550 lojas previstas no nicho popular, localizado na rua 26 de Agosto, com abrangência até a 7 de Setembro. Na praça de alimentação devem ser instalados 14 restaurantes, com acomodação para 400 pessoas.

Também estão previstas 400 vagas no estacionamento. O prédio terá quatro andares, dois para carros e dois para lojas, com dois elevadores panorâmicos. O empreendimento contará ainda com 5 entradas, sendo duas pela rua 7 de setembro, outras duas pela rua 26 de agosto e a uma pela Avenida Calógeras e vai gerar cem empregos diretos durante sua construção e 2 mil vagas depois da conclusão. A previsão do término da obra será no dia 26 de agosto de 2011, data do aniversário da cidade. O projeto foi idealizado por Rubens Saad, pai de Fernando Saad, e ao que tudo indica, cerca de 120 lojas confirmaram a instalação no empreendimento.

Os interessados em ter um espaço no shopping devem ligar para (67) 3384-0171/3384-0172 ou ir pessoalmente à Rua 15 de novembro, nº 253. O grupo prevê ainda a construção de mais um centro comercial. De acordo com pesquisas de mercado, a área central de Campo Grande é um ponto estratégico para o comércio varejista. Para o ano que vem, será anunciado o Shopping Cidade Morena.

Profissionais trocam escritório pelo shopping na hora de trabalhar

Eles trocaram o escritório pelo shopping. É cada vez maior o número de profissionais que utilizam espaços públicos com acesso gratuito à internet para trabalhar. Em Ribeirão Preto, no interior paulista, os três shoppings oferecem o serviço e os lojistas, sobretudo da praça de alimentação, registram alta no faturamento. “Não é possível fazer um levantamento de quanto a internet gratuita interfere diretamente no lucro dos comerciantes, mas o que é perceptível é que as pessoas que passam algum tempo conectadas acabam consumindo um café, um lanche, etc.”, explica o coordenador de marketing do Novo Shopping, Fernando Falquetti.

Francisco Marino já está ambientado a passar o dia sentado em uma praça de alimentação. Representante de vendas, ele viaja por todo o Estado de São Paulo e usa os espaços para se comunicar com outros funcionários da empresa. “Sempre preciso enviar algum pedido, algum dado à empresa. Hoje não tenho nem mais gasto com internet 3G (oferecida pelas companhias de telefonia). Uso estes espaços para trabalhar, de graça. É claro que acabo gastando um pouco mais por sempre almoçar em shoppings, o que é um pouco mais caro. Mas vale a pena.”

Marino faz, no entanto, uma crítica a facilidade de conectividade. “Hoje não tenho escritório. Se eu quiser trabalhar na beira da piscina, posso. Não há mais aquela rigidez de horário. Só que em compensação hoje vivemos praticamente o tempo todo online. Depois de um dia de trabalho, você chega em casa, mas logo se conecta para enviar um e-mail, um relatório. É o preço que se paga pela modernidade”

Para o diretor de marketing Walmir da Rocha Melges, outros benefícios implantados nestes espaços têm atraído mais usuários. “Não bato cartão todo dia, mas se estou de viagem em alguma cidade e sei que terei que acessar, já recorro aos shoppings. É mais prático e seguro. Já vi espaços que tem o acesso, mas que não colocaram uma tomada para você recarregar o laptop. Outros que cobravam. Ai não adianta. Hoje já estão mais atentos a estas outras necessidades e percebo um crescimento grande de usuários”, diz.

O Novo Shopping possui atualmente 5 mil pessoas cadastradas. A direção do empreendimento tomou a medida de listar os usuários para monitorar os acessos. Assim, antes do seu primeiro acesso com a rede do shopping, é necessário fazer um cadastro e passar informações pessoais, como nome e endereço. “Não é ficar espiando o que as pessoas acessam. O que temos é um sistema que, em um eventual crime digital, irá ajudar a polícia a identificar quem fez. A pessoa ganha um login e toda vez que acessa faz a partir dele. É algo para a segurança de todos e até hoje não precisamos utilizar”, completa Falquetti.

Além do monitoramento, o shopping mantém sistema de anti-vírus para que a rede não seja infectada. Com velocidade de 12 megas, a velocidade de conexão funciona bem com até 50 usuários simultâneos. O Shopping Santa Úrsula também permite 50 conexões. O Ribeirão Shopping possui o serviço, mas ele passa por reformulação.