Brasil ocupa a 69ª posição em ranking de percepção de corrupção da Transparência Internacional

O relatório anual da ONG Transparência Internacional, divulgado nesta terça-feira (26/10), indica que a percepção de corrupção no setor público do Brasil se manteve inalterada desde o ano passado, embora o país tenha subido em um ranking sobre o tema. A pontuação dada ao país no relatório permaneceu a mesma de 2009, 3,7 numa escala de zero a dez, em que dez indica que os servidores são percebidos pela população como pouco corruptos e zero corresponde à percepção de corrupção disseminada.

O Brasil ocupava no ano passado o 75º lugar entre 180 países no Ranking de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional. Na lista deste ano, em que foram relacionados apenas 178 países, o Brasil ocupa a 69ª posição, juntamente com Cuba, Montenegro e Romênia. Dinamarca, Nova Zelândia e Cingapura, dividem a primeira colocação, com 9,3 pontos.

O ranking da TI mede a percepção de corrupção nos setores públicos dos países, a partir de avaliações de fontes como fundações, ONGs, centros de estudos e bancos de desenvolvimento.

A subida do Brasil no ranking seria apenas um reflexo da deterioração de outros países e não deve ser interpretada como um avanço do país, explicou à BBC Brasil Alejandro Salas, diretor regional para as Américas da Tarnsparência Internacional. “A pontuação (3,7) mostra que não houve melhora ou piora no Brasil e, assim como em outros países, reflete contradições entre modernizações e práticas antigas”, opinou Salas. “Em alguns setores, temos sofisticados sistemas de compras públicas eletrônicas, que reduzem as oportunidades de corrupção, e sinais importantes como a lei da Ficha Limpa. Por outro lado, em muitos espaços de poder temos esquemas de compras de voto e nepotismo.”

Ainda que a metodologia da Transparência Internacional não permita observar se houve mudanças radicais na percepção da corrupção no mundo como um todo, é possível notar quais países avançaram e quais deram sinais de retrocesso. Salas cita o Chile, país sul-americano mais bem colocado no ranking, como exemplo positivo: subiu de 6,7 pontos em 2009 para 7,2. O motivo é que “no Chile há a percepção de autonomia da Justiça e de uma polícia livre de corrupção”, diz o diretor, citando também uma recente lei chilena que permite o acesso de cidadãos a informações de contas e contratações públicas.

Os Estados Unidos, por outro lado, são exemplo de retrocesso: perderam pontos e posições no ranking, em mais um desdobramento da crise em seu sistema financeiro. “Os Estados Unidos sofreram uma queda importante. É um efeito dos escândalos financeiros, como o de Bernard Madoff, que mostraram ao mundo falta de transparência (no sistema). Por outro lado, medidas positivas, como a abertura de contas públicas promovida por Barack Obama, têm efeito negativo sobre a percepção da corrupção no curto prazo, justamente por colocar a corrupção em evidência.”

Dos 178 países avaliados no ranking de 2010 da TI, a vasta maioria (75%) não obteve nota superior a cinco. “Os resultados mostram que são necessários esforços significativamente maiores para fortalecer a governança no mundo”, disse em comunicado Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional.

Salas opina que melhoras no panorama global dependem de mudanças individuais. “Em muitos países os indivíduos tendem a se ver como vítimas do sistema. Mas o indivíduo pode ser proativo e sair do ciclo da corrupção. Enquanto só esperarmos grandes mudanças por parte de governos, teremos essa pontuação baixa na maioria dos países.”

A percepção de corrupção é maior em países instáveis e com um histórico de conflitos, como Iraque (apenas 1,5 ponto no ranking) Afeganistão (1,4), Mianmar (1,4) e Somália (1,1, última colocada).

O Haiti configura uma exceção: obteve melhora no ranking (de 1,8 ponto em 2009 para 2,2 em 2010) apesar do terremoto que devastou o país em janeiro.

Carrinhos reciclados abrem caminho no varejo

Haverá um dia em que o som dos carrinhos de ferro sendo encaixados uns nos outros nos supermercados será raro. A chegada dos carrinhos reciclados promete mudar este cenário no mercado brasileiro, mas ainda falta um pouco para se tornar realidade. Entre os grandes varejistas, o grupo Pão de Açúcar e o Carrefour já oferecem o produto no Brasil, mesmo diante do alto valor que pode chegar a R$ 100 a mais do que os tradicionais feitos de ferro.

Apesar do preço, os reciclados estão atingindo novos nichos. A Plascar, uma das poucas empresas produtoras desses carrinhos, já fechou negócios com hospitais e condomínios, além do varejo. Sob a marca Siris, os carrinhos podem ser encontrados em 87 lojas no Brasil, distribuídos por 20 redes supermercadistas diferentes.

De olho neste mercado, surgem novas empresas. Em fevereiro deste ano, a JJ Carrinhos iniciou uma estratégia de divulgação de seus produtos no Brasil. O planejamento para 2011 é consolidar a marca e expandir a atuação no Mercosul, já que a companhia hoje comercializa no Brasil e também no Paraguai.

Há mais de dois anos o Pão de Açúcar disponibiliza carrinhos reciclados, que não fazem barulho, leves e coloridos no ponto de venda de Indaiatuba, São Paulo. Além dessa loja, os consumidores encontram também na Vila Clementina e nos shoppings onde a rede está presente. A iniciativa serve para reforçar o posicionamento sustentável sempre em voga na rede de Abílio Diniz. “Implantamos inicialmente pela coerência com a causa verde e também pela inovação que a marca busca no dia a dia”, diz João Edson Gravata (foto), Diretor da bandeira Pão de Açúcar, em entrevista ao Mundo do Marketing. Mesmo criado a partir de materiais reciclados, as vantagens que os varejistas encontram no carrinho de plástico não estão ligadas à economia.

No Pão de Açúcar a estratégia é destacar a causa defendida pela rede e aumentar a percepção da consistência da bandeira ao criar novos projetos em prol do meio ambiente. Porém, não são todos os supermercados que podem investir em produtos que chegam a custar até duas vezes o valor dos carrinhos de metal. “Este é o principal fator que ainda dificulta a utilização de carrinhos reciclados no varejo brasileiro”, afirma Gravata.

Os carrinhos Siris são usados pelo Pão de Açúcar, que importava os produtos antes de a empresa entrar em operação no Brasil, em outubro de 2009. A parceria entre as companhias permite a criação em conjunto dos carrinhos a partir de qualquer material reciclado. Por ano, a empresa produz cerca de 84 mil unidades, ou sete mil carrinhos reciclados a cada mês. A região sudeste é a que mais utiliza os carrinhos Siris, mas a entrega é feita em todo o Brasil.

“São Paulo é onde temos a maior concentração de redes utilizando nossos produtos. Mas em Manaus, por exemplo, há clientes que compram para revender”, conta Rita de Sousa (foto), Diretora Executiva da Siris, em entrevista ao Mundo do Marketing. Já a Plascar ainda mantém uma linha de móveis, além de produzir os carrinhos reciclados e, por isso, a Siris encontrou novos nichos de mercado e hoje comercializa para condomínios e hospitais. “Foi sem querer. Apresentamos nossos produtos em uma feira de móveis, mas o que chamou a atenção foram os carrinhos reciclados”, explica Rita.

Depois que a frota de carrinhos reciclados substituir os tradicionais de ferro as vantagens ficarão visíveis. “O material é mais durável que o metal, não enferruja, a manutenção é zero, não desbota e é perfeito para o litoral”, emenda a Diretora. Recém chegada ao mercado, a JJ Carrinhos nasceu em fevereiro deste ano com a meta de produzir 12 mil unidades a cada temporada de olho na demanda do Brasil e do Paraguai.

“O carrinho normal passa por uma reforma a cada dois anos, em um processo que afeta a natureza. Já os que são feitos de plástico podem ser lavados. Por isso, nos primeiros dois anos, o varejista repõe o investimento por não ter que gastar com esta reforma”, completa Thiago Simon.

Fast Shop é a mais admirada no varejo de eletroeletrônicos

A rede de produtos eletroeletrônicos Fast Shop é a mais admirada no segmento de varejo de eletroeletrônicos, segundo levantamento da revista Carta Capital que acaba de chegar às bancas. A publicação realiza o ranking há 13 anos e a última premiação ocorreu no último dia 18 de outubro durante cerimônia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. “É uma honra e um prazer sermos apontados como a mais admirada no nosso segmento. Estar em primeiro lugar só nos mostra que estamos cumprindo nossa missão de cuidar dos clientes”, afirma Luiz Pimentel, diretor de marketing da rede.

A Fast Shop tem 60 lojas nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e em Salvador (BA) e atende o Brasil inteiro pelo site fastshop.com.br e pelo sistema de televendas. Empresa que tem como foco cuidar do cliente, a rede oferece os últimos lançamentos em eletroeletrônicos, uma equipe de vendas treinada e serviços de instalação, seguros e lista de casamento.

O ranking “Empresas Mais Admiradas no Brasil” resulta de pesquisa que avalia 47 segmentos da economia brasileira. Cerca de 1,1 mil entrevistas foram feitas com executivos entre junho e agosto últimos em todo o país. “Ética”, “Qualidade de produtos e serviços”, “Inovação”, “Respeito pelo consumidor”, “Qualidade de gestão”, “Solidez financeira”, “Notoriedade”, “Desenvolvimento sustentável”, “Responsabilidade social”, além de “Capacidade de competir globalmente” e “Compromisso com o RH e o País” foram os critérios utilizados para a escolha das mais admiradas.

A Fast Shop é uma rede de 60 lojas de produtos eletroeletrônicos distribuídas nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste e na cidade de Salvador (BA). Vende também para o Brasil inteiro pelo site fastshop.com.br e pelo sistema de televendas 3003-3278 (3003 FAST). O foco da rede é cuidar do cliente. Além dos últimos lançamentos dos melhores fabricantes, a Fast Shop oferece serviços de instalação, seguros, garantia estendida e lista de casamento.

Anvisa recomenda isolar pacientes com KPC

Hospitais devem isolar pacientes que apresentem KPC ou estejam contaminados por outras bactérias multirresistentes pouco frequentes em instituições de saúde no País. A recomendação integra a nota técnica divulgada ontem (25/10) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), preparada depois de uma reunião na sexta-feira com infectologistas e especialistas em infecção hospitalar.

O documento ressalta a necessidade de se evitar qualquer medida que induza a discriminação do paciente, mas orienta o hospital a avaliar a necessidade de reservar tanto material quanto profissionais para tratar exclusivamente de pessoas eventualmente infectadas. “É preciso avaliar caso a caso. Há bactérias multirresistentes que já são frequentes nos hospitais. Nesses casos, o isolamento não é necessário”, afirma a professora de infectologia da Universidade Federal de São Paulo, Ana Cristina Gales, que participou das discussões.

O documento foi preparado num momento em que o País convive com aumento do número de casos de infecção hospitalar provocada pela KPC. A superbactéria, resistente a maior parte dos antibióticos usados no País, contaminou 246 pacientes no País desde 2009. O maior número de registros está concentrado em Brasília: 154 pacientes com infecção confirmada.

O documento traz medidas para evitar a proliferação de outras superbactérias que, assim como a KPC, são resistentes ao antibiótico carbapenem. Pacientes vindos de hospitais do exterior ou que recentemente permaneceram internados em instituições fora do País deverão ficar área isolada. A medida tem como objetivo evitar a proliferação em hospitais brasileiros das bactérias NDM ou VIM, que se disseminam em outros países e que preocupam autoridades sanitárias em várias partes do mundo.

Contagem Regressiva para o Natal do CenterVale Shopping

O CenterVale Shopping, de São José dos Campos, no interior paulista, saí na frente e começou na última sexta-feira (22/10) os preparativos para o Natal. Em pleno outubro, a praça de rventos ganha clima de suspense para os consumidores e dá início a decoração.

Nem bem passou o Dia das Crianças, e o CenterVale Shopping toma fôlego e começa a trabalhar para a data mais importante do calendário do varejo. Os lojistas participam na semana que vem de um workshop de vitrines com o especialista Luiz Travassos. Para a campanha deste ano, o CenterVale Shopping investiu R$ 2 milhões, e o tema da decoração ainda é mantido em sigilo, mas dá pistas para quem passa pelo local.

Mais uma vez a decoração contará com lâmpadas ecologicamente corretas, as lâmpadas de LED, que duram dez vezes mais e consomem 80% menos energia do que as lâmpadas incandescentes. As expectativas para a temporada natalina são otimistas, pois segundo o superintendente Marcelo Pirani, estima-se vender 25 % a mais e que o fluxo aumente em 15%. As projeções são baseadas nas boas vendas ao longo de 2010, de janeiro a setembro, o aumento nas vendas foi de 25% se comparado ao mesmo período do ano passado. E também aos novos negócios entre lojas inauguradas e que vão abrir, totalizam 15.

Shopping Grande Rio comemora Dia de São Judas Tadeu

No próximo dia 28 de outubro (quinta-feira), às 15h00, o Shopping Grande Rio, na capital fluminense, promove a tradicional Missa de Ação de Graças em homenagem ao dia de São Judas Tadeu, um dos santos mais populares do Brasil, patrono das causas difíceis e desesperadas.

A missa será celebrada pelo Bispo da Diocese de Duque de Caxias, Dom José Francisco Resende Dias, no estacionamento do Rio Poupa Tempo do Shopping Grande Rio. A cerimônia contará, ainda, com a apresentação do coral da Universidade de Nova Iguaçu (UNIG). Duas mil pessoas são esperadas para a cerimônia.

Os fiéis de São Judas Tadeu ainda podem aproveitar a oportunidade para conhecer a capela de S. Judas Tadeu, localizada no interior do Shopping, aonde são realizados missas mensais, celebradas por um padre da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de São João de Meriti.

Arrecadação tributária no ano chega a R$ 1 trilhão nesta terça-feira

A arrecadação tributária no país neste ano alcançará R$ 1 trilhão hoje à tarde (26/0). A marca será registrada por volta de 13h30 (horário de Brasília) pelo Impostômetro (painel instalado no centro da capital paulista que registra, em tempo real, a carga tributária no país). Esse será o total de tributos que os contribuintes brasileiros terão pagado aos três níveis de governo (União, Estados e municípios) nos primeiros 299 dias deste ano. A previsão é do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), que também estima em R$ 1,27 trilhão o total a ser pago até o final do ano. Em 2009, a carga fiscal foi de R$ 1,09 trilhão.

Para os contribuintes terem ideia da carga tributária atual, os brasileiros pagaram R$ 3,34 bilhões por dia em tributos até agora. Se a previsão de R$ 1,27 trilhão se confirmar, a carga fiscal diária subirá para R$ 3,48 bilhões até o final do ano. Até hoje, cada brasileiro, não importa a idade, já pagou R$ 5.193 aos governos federal, estaduais e municipais. Até o final do ano é provável que esse valor alcance R$ 6.597 per capita.

Este é o terceiro ano em que a carga tributária no país chega a R$ 1 trilhão. Em 2008, ela foi atingida, pela primeira vez, no dia 15 de dezembro. No ano passado, em 14 de dezembro. A marca de R$ 1 trilhão em 2009 deveria ter sido alcançada já em novembro, mas, devido à crise econômica iniciada em setembro de 2008, só foi atingida um dia antes da de 2008.

Neste ano, a marca será atingida 50 dias antes da de 2009 devido ao avanço da economia e ao maior número de empregos formais. Com o aquecimento econômico, as empresas produzem mais, vendem mais, lucram mais e pagam mais tributos. O mesmo ocorre com as pessoas físicas, devido ao aumento do emprego e da renda

Shopping Neumarkt Blumenau muda público-alvo

O Shopping Neumarkt Blumenau (SC) entrou em uma nova fase. Um investimento de R$ 6 milhões feito pelo Grupo Almeida Junior consolidou o reposicionamento do centro de compras, que agora tem o foco direcionado para atender ao público A e B. O empreendimento, inaugurado há 17 anos, terá novas lojas de alto padrão e já ganhou ambientação mais sofisticada.

A reforma foi apresentada na última quarta-feira (21/10) pelo presidente do Grupo Almeida Junior, Jaimes Almeida Júnior. “Temos um público A e B de Blumenau muito forte frequentando o Balneário Camboriú Shopping. Lá não tínhamos espaço para ampliar. Então fizemos um projeto para o Neumarkt que contemplasse este público”.

O shopping ganhou mobiliário novo. Em vez de bancos para descanso, há mini salas de estar espalhadas, com sofás e tapete. Os pilares foram revestidos com granito e espelhos. A praça de alimentação também foi modernizada. O Neumarkt também contará com novas lojas de alto padrão. A primeira a inaugurar foi a Le Lis Blanc. As próximas serão Calvin Klein e MMartan. De acordo com Jaimes, em média 40 mil pessoas passam diariamente pelo centro de compras. “A mudança é para nos alinharmos ao desenvolvimento social da cidade”, reforçou.

A renda per capita do blumenauense aumentou 97,5% em nove anos. Fato que contribui não só para o reposicionamento do Neumarkt, como também atraiu mais investimentos no varejo. O mesmo grupo irá inaugurar em 2011 o Blumenau Norte Shopping, localizado na BR-470. De acordo com Jaimes, o novo empreendimento terá um perfil mais regional e abrangente, em relação à classe econômica dos consumidores:

“Será um Power Center (que se diferencia dos shoppings convencionais por envolver a implantação num mesmo local de grandes e diversificadas operações de atacado e varejo), com hipermercado, hotel em anexo. Quem mora em Jaraguá do Sul, Rio do Sul, Gaspar vai se tornar cliente, apesar da BR-470”.

O outro shopping previsto para a cidade, o Shopping Park Europeu, tem abertura prevista para novembro do ano que vem. Localizado na Via Expressa, tem confirmados, entre outras lojas, o hipermercado Bistek, Bobs, Prata Fina e Havan.

Alimentos ajudam a acelerar inflação em SP

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo teve alta de 1,03% na terceira quadrissemana de outubro, ante 0,96% na segunda (25/10), informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (26/10).

Os custos de Alimentação subiram 2,91% agora, ante 2,79% antes. Os de Transportes aceleraram a alta para 0,71%, contra 0,51%. Os preços de Despesas pessoais tiveram alta de 0,62% na terceira quadrissemana, após avanço de 0,46% na segunda. Os de Habitação tiveram leve aceleração, com elevação de 0,50% agora, ante 0,44% no dado anterior. Já os preços de Vestuário subiram menos, em 0,20% nesta leitura, comparado a 0,42% na anterior.