Taubaté Shopping oferece aventura e adrenalina para a criançada nessas férias

Aventura para nem Homem Aranha botar defeito. Essa é a proposta do Taubaté Shopping, do interior paulista, pra animar os baixinhos e os adultos com espírito de criança neste mês de férias. A partir de sábado (08/01), a praça de eventos será palco de grandes peripécias, dentro de um imenso Arranha-Céu ou de um incrível Bungy Trampolim.

Os brinquedos poderão ser utilizados por crianças a partir de dois anos, até adultos com, no máximo, cem quilos, e oferecem total segurança. Nos espaço haverá cerca de dez instrutores, para oferecer suporte e organização. O público também contará com a confecção de tatuagens, feitas com tintas à base de água.

O Arranha-Céu é uma estrutura de vários andares compostos por elásticos. O participante escala, por meio de das redes, até o último andar e pode descer da mesma forma ou se deixar cair, pois os elásticos entrelaçados controlam a queda com segurança. O valor do ingresso é de R$ 8 por trajeto.

O Bugy Trampolim, que já foi experimentado por mais de 1 milhão de pessoas no Brasil e América do Sul, consiste em uma estrutura de aço, com cadeirinhas e elásticos, capaz de comportar até cinco pessoas simultaneamente. O ingresso custa R$ 10 e a permanência é, em média, de três minutos.

Organizado pela Alegria Entretenimentos, o Espaço Alegria faz sucesso em grandes shoppings do país, como o Eldorado, SP Market e Center Norte, estes em São Paulo, e vem a Taubaté pela segunda vez. Este ano, o espaço ficará no Taubaté Shopping até 6 de fevereiro, funcionando das 10h00 às 22h00.

Férias ainda mais divertidas no Shopping do Vale do Aço

O Shopping do Vale do Aço, em Ipatinga (MG), abandonou a sua decoração de Natal, e se envolve com as férias, uma outra data forte do varejo. Uma área de recreação de férias, destinada às crianças de 3 a 12 anos de idade começa a funcionar hoje (07/01) e vai até o dia 30 de janeiro. Diversas outras programações irão entreter as crianças, adolescentes e até mesmo os adultos no centro de compras e entretenimento, como cinemas, automodelismo, teatros e muito mais.

Edifício Empire State usará apenas energia eólica

O famoso arranha-céu Empire State Building anunciou nesta quinta-feira (06/01) que todo seu consumo de eletricidade será produzido por fontes eólicas, se tornando assim o maior consumidor comercial de energias renováveis em toda Nova York. Com esta medida, o edifício evitará a emissão anual de 45 mil toneladas de dióxido de carbono, impacto que seria contornado com o plantio de 150 mil árvores na cidade ou com a redução de 40 milhões de viagens de táxi, afirmou seus responsáveis.

Os donos do edifício afirmaram nesta quinta-feira que fecharam um acordo de dois anos com a empresa Green Mountain Energy, que fornecerá 55 milhões de kwh anuais de energia renovável, o suficiente para cobrir todo o consumo do prédio.

A nova aposta do Empire State para se transformar em um dos “edifícios verdes” de Nova York foi anunciada logo após uma reforma de US$ 500 milhões para reduzir suas emissões e economizar em eletricidade. A remodelação do edifício, que tem 102 andares e foi construído em 1931, modernizou os sistemas elétrico e de ventilação, incluiu a instalação de 6,5 mil janelas com isolamento para o frio e o calor, e modificou o sistema de calefação.

Lavagem do Barra reaquece o comércio no início do ano

De sexta (07/01) a domingo (09/01), o Shopping Barra, em Salvador, promove sua tradicional queima de estoques do Natal, a Lavagem do Barra. Com o mote “Três dias de descontos para lavar a alma”, a liquidação promete saldos que podem chegar aos 70%. Marcando o espírito fashion do shopping, a baiana símbolo da campanha de divulgação é assinada pelo estilista Vitorino Campos, principal nome da nova safra do estilismo baiano, revelado pelo Concurso Novos Talentos do Barra. A curvilínea baiana vestida por Vitorino apresenta vestido branco moderno e acessórios em dourado.

“A Lavagem do Barra é um período de intensa movimentação no shopping, não só pelos descontos atrativos, mas também pela presença do público turista”, salienta a gerente de marketing Karina Brito. Para levar o clima de Lavagem ao shopping, um cortejo de baianas desfilará pelos três pisos, acompanhado por músicos. O incremento de público esperado para os três dias é de 17% em relação ao fluxo diário registrado no Shopping. Já a receita deve aumentar em torno de 13% frente ao faturamento dos lojistas.

A campanha de mídia da Lavagem do Barra, assinada pela Rocha Comunicação, envolve os meios TV, rádio, jornal e mídia exterior. O composto de comunicação interna do shopping também estará totalmente envolvido. A ideia é promover uma verdadeira corrida aos preços baixos durante o período.

Dicico abrirá 11 lojas e planeja chegar a R$ 1 bi

Com a previsão de abertura de 11 lojas próprias este ano, a rede varejista de material de construção Dicico almeja para 2011 um crescimento no faturamento acima de dois dígitos. Segundo o diretor de Marketing da rede, Cláudio Fortuna, o objetivo em 2011 é faturar cerca de R$ 1 bilhão, ante o obtido em 2010, cujo faturamento pré-calculado até o momento é de R$ 850 milhões. “Para isso, vamos investir em campanhas de mídia e benefícios para os nossos clientes”, afirmou o porta-voz.

Apesar da probabilidade de desaceleração da economia brasileira este ano, a rede varejista enfatizou que não vai deixar a “peteca cair”, e que em 2011 deve dobrar o número de inaugurações de 2010, quando foram abertas seis unidades. Fortuna contou que a companhia não descarta a possibilidade de fazer fusões e aquisições em estados em que não está presente. Atualmente a rede conta com 47 lojas no Estado de São Paulo. “Pensamos em começar a atuar em outros estados. Estamos abertos para as oportunidades que possam surgir”, explicou o porta-voz da rede.

Com tíquete médio de R$ 200, a rede Dicico não acredita na desaceleração do mercado depois das novas medidas econômicas no País, e diz que continuará apostando todas as suas fichas no departamento de revestimento e cerâmica, que hoje representa 40% do faturamento da varejista. “Não prevemos mudanças com o novo cenário político e econômico, para o nosso setor. Devido a este fator pretendemos fazer alterações em nosso orçamento [budget] para 2011”, explicou.

Para conquistar os clientes, a Dicico aposta no cartão próprio (private label), uma parceria com o Banco do Brasil (BB) e com a bandeira Visa. O cartão é gratuito, não há cobrança de taxa alguma. Já em relação ao prazo de entrega, extremamente importante durante a obra, a empresa registrou em cartório seu “Compromisso de Pontualidade na Entrega”, que é válido tanto para produtos disponíveis em estoque, quanto para encomendas. A Dicico combina com o cliente uma data para entrega e, caso ocorra algum atraso, a empresa compromete-se a devolver o dinheiro pago pelo frete. O prazo de entrega é definido com o cliente no ato da compra. A rede varejista foi inaugurada em 1918, com sua primeira loja no bairro do Ipiranga, em São Paulo. O quadro de funcionários é de três mil empregados diretos e mais de 1,2 mil indiretos.

Quem afirma que não vai perder espaço para a concorrência é a rede varejista de origem francesa Leroy Merlin, atuante do mesmo segmento de construção, com 21 lojas nos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás e no Distrito Federal. A empresa inclusive projeta o investimento de R$ 1 bilhão em novos pontos-de-venda (PDV), até 2015.

A rede aposta em serviços personalizados para atrair novos clientes, como os de arquitetos e paisagistas, disponíveis gratuitamente no ponto-de-venda para auxiliar o consumidor final. Alguns locais também têm o serviço de chaveiro, cobrado à parte. Segundo o diretor-geral da Leroy Merlin Brasil, Alain Ryckeboer, outra novidade para quem frequenta a rede é a chegada da venda virtual, o comércio eletrônico (e-commerce) em 2012.

A empresa pretende reformular o site atual durante todo ano de 2011, e no ano seguinte inaugurar um endereço voltado para a comercialização de seus produtos. “A ideia é de investir em uma página simples para facilitar o entendimento e a consulta aos produtos aos clientes. Os produtos serão divididos em tamanhos de cômodos das casas, e poderão ser vistos de diversos ângulos. A Leroy Merlin aposta em uma linguagem simples e em informações precisas para os consumidores”, explicou Ryckeboer.

Com um faturamento aproximado, em 2010, de R$ 2,34 bilhões e projeção de um crescimento de 30% este ano, a Leroy tem o projeto de expandir as atuais lojas em dois mil m². Hoje, os empreendimentos possuem entre seis m² e 12 m², com exposição de 65 mil itens; paralelamente, o processo de abertura de novos pontos-de-venda também se inicia.

CasaPark Shopping realiza o BotaFora 2011

A partir de 7 de janeiro, acontece o BotaFora CasaPark 2011, a mais tradicional e esperada liquidação de móveis e produtos para o lar de Brasília. São diversas opções de lojas do segmento de decoração, design e artigos para casa com descontos de até 60%. O lançamento da promoção vem acompanhado de forte campanha publicitária com presença massiva nos principais veículos de comunicação da capital federal criada pela agência Leiaute Propaganda.

Para dar suporte à promoção, o CasaPark Shopping apostou na criação de uma campanha publicitária impactante e ao mesmo tempo descontraída que será veiculada em mídias impressa e eletrônica. O conceito criado pela agência Leiaute Propaganda – “Não vai sobrar nada” – é acompanhado da assinatura “BotaFora CasaPark. Descontos de até 60%. Vem pra cá. Mas vem correndo”. Com criação de Thiago Rezende, Roberto Lemos e Rogério Chetto, foram produzidas de mídia para impresso, rádio, TV e internet.

A chamada para a liquidação começou com a publicação de teaser em jornais e um vídeo de 15 segundos veiculado nas TVs abertas e por assinatura desde o dia 1º com a personagem da campanha buscando seu móvel. “A partir do dia 7 começamos com a campanha completa em toda a mídia”, afirma Cesar Augusto, gerente de Marketing do CasaPark.

Governo Lula teve a maior entrada de dólares da história

O fluxo cambial, entrada e saída de moeda estrangeira do País, encerrou o ano passado com superávit de US$ 24,354 bilhões. O fluxo caiu cerca de 15% em relação aos US$ 28,732 bilhões positivos de 2009. Frente a 2007 a queda foi ainda maior (US$ 87,457 bilhões), contudo comparado a 2008 quando o resultado foi negativo em US$ 983 milhões houve um grande aumento, segundo o Banco Central (BC).

Em 2010, o resultado foi impulsionado pela conta financeira, por onde passam os investimentos estrangeiros diretos e em portfólio, entre outros. Os contratos cambiais junto aos bancos para exportações somaram US$ 176,590 bilhões no ano passado. Superados por contratações para importações acumuladas em US$ 178,240 bilhões. De forma que o saldo de câmbio comercial ficou negativo em US$ 1,650 bilhão no ano.

Houve o ingresso maciço de US$ 378,356 bilhões em recursos externos no câmbio financeiro, que registra aplicações em diversas modalidades, no País. A entrada ficou acima do envio de recursos em pagamento de compromissos externos por entidades brasileiras ou multinacionais, que totalizou US$ 352,351 bilhões. De forma que o saldo dessas modalidades foi liquidamente positivo em US$ 26,004 bilhões, em 2010. O melhor resultado da série histórica do BC, iniciada em 1982.

Os dados do BC mostraram também que a autoridade monetária comprou quase duas vezes mais dólares do que o disponível no mercado de câmbio ao longo de 2010. Por meio dos leilões no mercado à vista, o BC incorporou às reservas US$ 41,417 bilhões no ano passado. Em dezembro, esse número ficou em US$ 2,113 bilhões.

Em 2009, o BC havia incorporado US$ 24,038 bilhões às reservas por meio dos leilões de compra no mercado. Com a diferença entre o fluxo cambial e a intervenção do BC, a posição vendida dos bancos alcançou US$ 16,784 bilhões em 2010. No ano anterior, as instituições tinham posição comprada de US$ 3,391 bilhões.

De acordo com analistas do mercado financeiro o Brasil tem atraído muitos investimentos de fora por causa da boa perspectiva de crescimento econômico e também pela elevada taxa básica de juros, a Selic, que está em 10,75% ao ano e remunera os títulos públicos. “As reservas internacionais não param de crescer, pois o BC não para de comprar dólar para tentar estabilizar o preço frente ao real. Impossível usar reserva para melhorar a cotação do dólar, é como enxugar gelo. O dólar só foi caindo e a reserva aumentando. O que o BC tem comprado é absurdo. O jeito é reduzir a Selic, pois tem muitos investidores querendo investir aqui para elevarem seus lucros”, ponderou o professor das Faculdades Integradas Rio Branco e diretor da Quality Consultoria, Carlos Stempniewski.

A queda frente ao ano passado tem como uma das razões o resultado de dezembro de 2010. O fluxo de câmbio no mês de dezembro de 2010 fechou negativo em US$ 1,910 bilhão. O valor resulta de um saldo comercial positivo em US$ 509 milhões, suplantado por saídas líquidas nas operações de câmbio financeiro, em US$ 2,418 bilhões.

As exportações registraram ingresso de US$ 18,306 bilhões, enquanto a contratação para importações ficou em US$ 17,797 bilhões. Nas operações financeiras, a entrada foi de US$ 53,118 bilhões. Mas as saídas para o exterior somaram US$ 55,536 bilhões, no último mês do ano passado.

A autoridade monetária comprou em dezembro mais dólares do que o disponível no mercado de câmbio, por meio dos leilões no mercado à vista, o BC incorporou às reservas US$ 2,113 bilhões no último mês de 2010.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva terminou com ingresso recorde de dólares. Dados divulgados pelo BC mostram que US$ 202,726 bilhões ingressaram no País entre 2003 e 2010. Nesse período, inclusive, foi registrado o maior fluxo cambial da história do Brasil: entrada de US$ 87,454 bilhões em 2007.

Riachuelo terá operação em Caruaru

Atraída pelo porte da cidade e pelo perfil da população, em sintonia com seu público-alvo, a loja Riachuelo abrirá em Caruaru (PE) sua primeira operação no interior do estado.

A nova loja da marca funcionará no North Shopping Caruaru, terá 2 mil m² de área e irá gerar cem empregos diretos.

Ensino a distância prevê crescer 8% em 2011 e passar dos R$ 2,2 bilhões

Depois de uma pausa em 2009, gerada também pela crise financeira, 2010 terminou com ampla expansão da expansão do ensino particular. Entre os carros-chefe deste dado, destaca-se o ensino a distância (EAD), que fechou 2010 com cerca de 973 mil alunos, 30% de todos os universitários de instituições particulares, e movimentou cerca de R$ 2,2 bilhões em 2010. Para 2011, a expectativa, de acordo com a Associação Brasileira de Ensino a Distancia (Abed) é obter um crescimento de 8%, o que representaria uma injeção de R$ 176 milhões na movimentação do segmento.

“Fechamos 2010 com um amplo reconhecimento de o que é e para que serve o ensino a distancia, e aposto em 2011 como o grande ano da consolidação do segmento”, afirmou Renato Bulcão, diretor da Abed. O Brasil, que hoje conta com 7 milhões de universitários, de acordo com números recentes do Ministério da Educação (MEC), já possui 4 milhões deles no ensino particular, e 973 mil no EAD.

“O objetivo do MEC é chegar a 15 milhões de universitários em uma média de dez anos e, na minha opinião, esse número só será consolidado com a inserção ampla de alternativas em EAD, tanto pelo preço da mensalidade e facilidade de acesso, quanto pelo gradual crescimento da inserção da população brasileira no mundo digital”, afirmou Luiz Gomes Santos, analista de mercado educacional da agência Educom.

A chegada de uma nova geração, criada em meio a equipamentos eletrônicos, também é um grande diferencial para o EAD em 2011. “Este ano marca a chegada à universidade de crianças que já cresceram com contato com o computador, seja em lan house ou em casa; esse aluno chegou à faculdade e já vem livre de preconceito para com qualquer contato virtual”, afirmou Bulcão.

2010 foi um ano de grande retomada da agenda de fusões e aquisições no segmento de educação particular; a queda do nível de desemprego e aumento da renda média da população foram o motor do setor em 2010, proporcionando a expansão do setor, principalmente no EAD. “Para 2011, as perspectivas permanecem positivas. A continuidade do ambiente econômico favorável e o maior acesso a crédito estudantil deverão impulsionar a captação, reduzir a inadimplência e evasão e favorecer a retenção de alunos”, afirma Gomes, que lembra que o Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que baixou o juros para o crédito do universitário de 9% ao ano para 3,4%, também será decisivo para o aumento do número de alunos.

Primeira universidade a abrir seu capital em bolsa, a Anhanguera vem de uma franca expansão em 2010, e o ritmo deverá ser mantido em 2011. A oferta pública de ações da universidade, que captou R$ 844,1 milhões, fez com que o grupo se tornasse a maior compradora de universidades brasileira. “A Anhanguera é a história mais desenvolvida e a companhia mais líquida no espaço educacional brasileiro: são 18 as aquisições nos últimos anos”, afirmou Gomes, que lembrou que a quantidade não significa, necessariamente, qualidade. “Apenas duas das universidades compradas pela Anhanguera obtiveram nota mínima no Enade.”

A crescente participação da Anhanguera nos negócios de ensino a distância também é destacada pelo analista, que afirma ser esta a aposta de baixo investimento e amplo retorno. “O EAD incrementa seu volume total de receita, possibilitando-lhe uma expansão com um menor comprometimento de capital.”

A Estácio Participações, também de capital aberto, depois de mudar a sua base acionária, usou 2010 para focar na reestruturação administrativa do grupo. Em dezembro, o grupo anunciou o recebimento de um empréstimo de U$ 30 milhões do International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial. O financiamento, que terá prazo total de dez anos, será destinado principalmente a aquisições de empresas, além de expansão e aperfeiçoamento de unidades já existentes.