Na série dessazonalizada, o indicador ficou em 5,5%, patamar ainda superior ao registrado no final de 2025 (5,3%).
A queda do desemprego não refletiu crescimento da população ocupada, que permaneceu estável em 103 milhões de pessoas (dessazonalizado), mas sim a queda da taxa de participação, que recuou para 62,1% — abaixo da média histórica de 62,3%.
Na abertura por categoria, os ganhos em empregos com carteira assinada e por conta própria mais do que compensaram as perdas no trabalho sem carteira e doméstico. As categorias informais caíram no mês, com a taxa de formalidade aumentando para 62,7% (ante 62,6%).
O rendimento real apresentou leve desaceleração, com alta de 5,4% interanual ante 5,5% no mês anterior. A massa salarial registrou um pequeno aumento no mês, com a população ocupada contribuindo para um menor ganho na margem.

