Shopping Nações aposta em entretenimento

Há muito tempo os shopping centers deixaram de ser apenas um espaço de compras com a segurança de um empreendimento fechado. Estudos recentes mostram que o consumidor deseja que esses locais ofereçam condições para ser o palco de encontros sociais, seja com a família ou com amigos. Uma pesquisa publicada na “Revista Shopping Centers”, da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), revela que a infraestrutura de entretenimento oferecida nesses locais está entre as principais exigências do público. Este item, segundo o levantamento, é decisivo para a escolha das pessoas sobre onde passar momentos de lazer.

O investimento do Shopping Nações, que está em ritmo acelerado de obras em Bauru, interior paulista, na área de lazer e entretenimento, mostra a sintonia do projeto com o nível de exigência do consumidor moderno, informa a assessoria de imprensa. Pelo modelo utilizado na pesquisa divulgada pela Abrasce, o lazer nos shoppings pode ser dividido em dois tipos: “disponibilizado por empreendedores” (áreas de lazer, eventos etc) e “disponibilizado por lojistas (praça de alimentação, restaurantes, cinema, lojas de games).

O Shopping Nações reúne as duas vertentes apontadas pelo levantamento como fundamentais para o público. O empreendimento terá uma praça de alimentação com três restaurantes, choperia e 20 unidades que atenderão no sistema fast food.

A Playland foi a escolhida pelos empreendedores da Vértico, do grupo WTorre, idealizadora do projeto, para instalar um espaço de lazer repleto de atrações às crianças. A empresa é uma das maiores do Brasil especializada em atividades recreativas para o público infantil. A Playland, que faz parte do Grupo Playcenter, tem unidades instaladas nos principais shoppings do Brasil. A primeira foi inaugurada em 1981, no Rio de Janeiro, e atualmente há 15 filiais em grandes empreendimentos do País que recebem cerca de 7 milhões de clientes por ano. As lojas têm foco na família, com ambientes modernos repletos de arte lúdica. As atrações incluem jogos com os mais modernos videogames para todas as idades, simuladores, atrações coletivas e brinquedos desenvolvidos especificamente para o lazer infantil seguro.

Para os amantes da sétima arte, que também são cada vez mais exigentes em relação à qualidade dos espaços de exibição, o Shopping Nações terá seis salas administradas pela rede Cinépolis, uma das principais operadoras de cinema do mundo e a maior da América Latina. Com sede em Morélia, no México, atualmente a empresa administra mais de 2,2 mil salas em oito países. “Bauru vai ter cinema de primeiro mundo, enquanto muitas cidades brasileiras, inclusive capitais, não têm a qualidade que teremos aqui. Isso é um grande diferencial para quem gosta de cinema, entretenimento, conforto e modernidade”, diz Márcio Costa, da Vértico.

Estudos recentes sobre a lealdade dos clientes indicam que é crescente a importância social do varejo. Portanto, é cada vez mais claro que o ato de comprar deixou de ser impulsionado apenas por necessidades e passou a ser uma atividade de relacionamento social.

Também estão entre os cinco principais itens verificados pela pesquisa divulgada pela Abrasce a preferência do público consumidor por espaços amplos nos shoppings, facilidade de deslocamento interno, área de alimentação e variedade de produtos e lojas. Tudo isso está contemplado no projeto do Shopping Nações, que terá cinco pisos, sendo um de estacionamento, um apenas para o setor de entretenimento e cinema e três de lojas, corredores amplos e que privilegiam a entrada de luz natural.

O empreendimento terá 210 lojas, sendo seis âncoras e oito megalojas. Até o momento, 70% das lojas já foram comercializadas. Entre elas: Renner, C&A, Magazine Luiza, Pernambucanas, Ri Happy, Marisa e Ponto Frio, que serão mais amplas e terão um mix de produtos maior em relação às unidades existentes na cidade.