Hering inaugura loja no Jaú Shopping

Na próxima quarta-feira (27/07), às 10h00, a Hering Store inaugura sua primeira unidade no Jaú Shopping, no interior paulista. A marca é considerada uma das mais importantes franquias de vestuário nacional. Atualmente, são 188 unidades por todo o país.

A loja, instalada no segundo piso do centro de compras, traz as mais recentes novidades da marca em moda jovem feminina e masculina, num ambiente moderno e convidativo. Para o primeiro dia de funcionamento da loja, algumas peças estarão com descontos especiais. Venha conhecer a Hering Store.

Ascensão da classe média leva o GPA a lucrar R$ 91 mi

Os gastos com alimentação aumentaram com a ascensão da classe média, o que levou o Grupo Pão de Açúcar (GPA) a lucrar cerca de R$ 91 milhões e crescer mais de 61% no segundo trimestre deste ano, ante igual período do ano passado. O conglomerado formado com a Globex (Casas Bahia, Ponto Frio e Pontocom) teve bons resultados, compondo um cenário que leva à conclusão de que os projetos monopolistas de Abílio Diniz às vezes têm sucesso, a despeito da fusão com o Carrefour.

Para o vice-presidente do GPA, Hugo Bethlem, o motivo que lastreia os resultados “consistentes e crescentes” é a ascensão da classe média, que passou a comer melhor, além de operações do GPA que vêm ao encontro do consumidor emergente, como a oferta de mercadorias mais sofisticadas, e a transformação das bandeiras Sendas e Compre Bem em Extra.

“O consumidor não é mais aquele que só compra em promoção. Ele deixou de consumir produtos (perecíveis) básicos para comprar industrializados. As frutas ganharam maior valor agregado, assim como a área de bazar”, explicou Bethlem. Em suma, os clientes das redes Pão de Açúcar (crescimento de 10%), Extra Hipermercado (24%) e Assaí (7,6%) têm gastado mais. Números notáveis no balanço apontam termômetros importantes, como as quitações à vista, 51,9% do total de vendas e por cartão de crédito, 40,4%. O “GPA Alimentar”, que desconsidera a Globex, faturou R$ 93,2 milhões no último trimestre, crescimento médio de 10%.

Para o professor Gilberto Braga, do Ibmec-Rio, o GPA ganhou bastante musculatura com a “consolidação das operações das Casas Bahia e Ponto Frio”.

Última semana do circuito de arvorismo do Boulevard Shopping São Gonçalo

Durante as férias, os pequeninos só pensam em brincar, pular, dançar. Para entreter o público infantil no mês de julho, o Boulevard Shopping São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, preparou uma surpresa: um circuito de arvorismo temático. A atração, que homenageia o cachorro mais divertido da televisão, o Scooby-Doo, fica instalada na Praça de Eventos do mall, até 31 de julho. A programação é gratuita.

Num cenário interativo, a garotada poderá gastar as energias correndo, escalando e fazendo travessia em pontes. O circuito é composto por pontes de corda, cabos, redes, troncos, discos de madeira e outros obstáculos que garantem o desafio. Os participantes usarão um conjunto de equipamentos para garantir a segurança. A brincadeira será supervisionada por monitores e é ideal para crianças de 5 a 12 anos.

Para deixar as férias ainda mais animadas, a garotada também poderá usar e abusar da imaginação. Junto ao circuito do Scooby-Doo funcionará um espaço, onde os pequeninos poderão desenhar e pintar. As atrações, que permanecem no local até o dia 31 deste mês, funcionam de segunda a sábado, das 10h00 às 22h00. E aos domingos, das 11h00 às 21h00.

Mercado já trabalha com dólar a R$ 1,40

Depois de assistir à sexta queda consecutiva do dólar em relação ao real ontem (26/07), agentes de mercado trabalham com a possibilidade de a moeda norte-americana chegar ao patamar de até R$ 1,40 no curto prazo. Ontem, o dólar registrou queda de 0,39%, para R$ 1,537, a mais baixa cotação desde 15 de janeiro de 1999, ano em que o governo de Fernando Henrique Cardoso promoveu a desvalorização da moeda, depois de quatro anos de câmbio controlado.

Ao mesmo tempo, a cotação do ouro bate novo recorde, e ontem alcançou US$ 1.620 a onça (31,1 gramas) no mercado internacional. Para Mauriciano Cavalcanti, sócio-operador da OM DTVM, não há muito que o governo brasileiro possa fazer para segurar o câmbio. “Se o governo norte-americano resolver injetar mais dólares no mercado, a cotação com certeza vai ficar abaixo de R$ 1,50 no curto prazo”, prevê.

Ontem, o empresário Jorge Gerdau, que comanda a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade criada pelo governo, afirmou que o governo precisa definir limites para a entrada de capital estrangeiro no Brasil. Já o ministro da Fazenda, Guido Mantega, destacou que o Brasil vai continuar tomando medidas para controlar a queda do dólar. Ele acrescentou que não deixará a guerra cambial atrapalhar o País. “Não vamos deixar a guerra cambial nos derrotar, nem a guerra comercial.”

As contas externas, por enquanto, não ajudam o controle desta cotação. O déficit em conta corrente no primeiro semestre foi recorde, acumulando R$ 25,4 bilhões, mas a entrada de investimento estrangeiro direto ficou em US$ 32,4 bilhões, também recorde. O fluxo cambial, em julho, também está positivo em US$ 10,87 bilhões, até o dia 22.

Shopping Total promove “Cãopanha do Augasalho”

O frio também chegou para os cães. Por isso, o Shopping Total, de Curitiba, em parceria com o pet store Vet e Company promove a “Cãopanha do Augasalho”, a ação tem como objetivo arrecadar roupas de cães novas ou usadas e cobertores para os animais de instituições de adoção. A “Cãopanha” vai até o final no inverno.

Segundo a gerente de marketing do Shopping Total, Cristine Nehring, a iniciativa pretende aquecer muitos cães neste inverno. As doações devem ser entregues no pet store “Vet e Company” do Shopping Total, que fica no setor vermelho. Para mais informações sobre a campanha, (41) 3025-7273.

Consumidores optam por linhas mais caras para quitar dívidas

Os consumidores optam por linhas de empréstimos mais caras e de fácil acesso para quitar dívidas e evitar inadimplência. De acordo com levantamento da consultoria LCA, a média diária das concessões de crédito em cheque especial aumentou 3,9% entre dezembro de 2010 e maio deste ano. Já a média de concessões em cartão de crédito aumentou 4% no período. Por outro lado, crédito pessoal e financiamento de veículos, ambas com juros baixos, registraram redução de 9,4% e 2,3% da média diária, respectivamente.

Com contas acumuladas no início do ano e o risco de ficar inadimplente, o cheque especial e o cartão de crédito se tornaram aternativas para muitos brasileiros. “O começo do ano costuma apresentar mais despesas para o consumidor: compra de material escolar, impostos de casa e carro, são várias as contas que se acumulam nos primeiros meses”, diz o economista Wemerson França.

O economista também ressalta que as famílias estão consumindo mais e que o aumento da inflação afetou parte da renda. “O poder de compra cresceu menos do que as pessoas esperavam, por causa do aumento dos preços”. De acordo com ele, os consumidores optam por utilizar estes tipos de crédito devido à facilidade de acesso . “São formas de crédito que já estão disponíveis ao correntista, que assim não precisa passar pelo rigor da aprovação de um empréstimo nos bancos”. Com isso, o nível de inadimplência também aumentou. “A inadimplência de mais de 90 dias passou de 5,7% em dezembro para 6,4% em junho”, diz França, citando dados do Banco Central.

O economista da LCA também aponta que as medidas do Banco Central para conter o avanço do crédito influenciaram a redução das concessões de empréstimo pessoal e de veículos. “As linhas de financiamento em que o Banco Central mirou no final do ano passado e no início deste ano, para reduzir o número de empréstimos, estão mostrando arrefecimento”, aponta.

Drogasil e Droga Raia confirmam negociações para fusão

A Drogasil e a Droga Raia comunicaram ao mercado na noite de ontem (26/07) que mantêm negociações visando a realização de uma operação de fusão, confirmando as especulações de mercado. No último pregão, os papéis de ambas dispararam, repercutindo os rumores de que as duas redes de drogaria listadas na BM&F Bovespa iriam se juntar.

As ações da Drogasil avançaram 10,23%, cotadas a R$ 11,85, enquanto os papeis da Droga Raia avançaram 4,17%, cotados a R$ 27,71. Além da forte valorização, o volume movimentado por ambos ativos também mostrou-se bastante acima da média. De acordo com fato relevante, as empresas “vêm mantendo tratativas para a realização de uma associação (…), contemplando a reunião da totalidade de seus acionistas em uma única companhia, listada no Novo mercado da BM&F Bovespa”.

As empresas ainda informaram que estudam alternativas para estruturar a operação, bem como um acordo que regule os termos e as condições para concretização da oferta. “Drogasil e Raia manterão o mercado informado sobre a evolução das tratativas ora em curso”, afirmou a nota das empresas. Por fim, as empresas informaram que seus controladores estão atualmente engajados na negociação de um acordo de acionistas.

Música no Plaza Shopping Niteroi

Um novo projeto de música intrumental está animando as compras no Plaza Shopping Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, durante o happy hour. Às quintas-feiras, às 18h00, o duo instrumental Júlio São Paio e Renato Franco se apresenta no L3.

O cardápio musical é composto por músicas de artistas renomados como “Wave” de Tom Jobim, “As Rosas não Falam” de Cartola e “Garota de Ipanema” de Vinícius de Moraes. Com larga experiência no cenário artístico brasileiro, os músicos têm seus nomes ligados a diversos artistas e projetos culturais de grande importância como o Projeto Pixinguinha, Vitrine, Fim de Tarde e outros movimentos musicais.

Ações: investidor deve diversificar carteira em vários setores

Diversificar a carteira de ações é importante para diluir os riscos e aumentar a possibilidade de valorização do patrimônio do investidor que opera no longo prazo.

De acordo com especialistas, é importante que esta diversificação seja feita com empresas de diversos setores. “Não adianta querer diversificar com ações de empresas que atuam no mesmo segmento”, afirma o economista chefe da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira. “Se aquele setor tiver um desempenho ruim e todas as ações estiverem nele, o prejuízo pode ser grande”, completa.

Ele lembra que é comum as ações registrarem forte crescimento, ou queda, por conta do cenário econômico ou algum evento que impulsione um setor específico. “Em 2009, vimos as construtoras performando muito bem, por conta do programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo. Em 2010, foi a vez das empresas de varejo e consumo interno, que se beneficiaram do aumento do poder aquisitivo da população. Por isso, o investidor precisa estar exposto a vários setores para ter um bom desempenho da sua carteira”, aponta o economista.

O especialista da MoneyFit, André Massaro, concorda. “Ao menos para o pequeno investidor, diversificação e a eficiência de uma carteira de ações são quase sinônimos”, diz.

Para aqueles que têm menos capital disponível para investir, o economista da Souza Barros aponta que o ideal é concentrar a diversificação em pelo menos três setores diferentes. “Eu aconselho que o investidor procure por setores com companhias mais consolidadas e com boas perspectivas de crescimento”, diz.

Segundo ele, o setor de energia e distribuição é um deles. “São empresas que possuem o caixa consolidado, que não precisam de muitos investimentos e, por isso, pagam dividendos maiores para os seus acionistas”, afirma. Outro setor recomendado pelo economista é o de telefonia móvel. “As operadoras de celular estão com uma boa perspectiva de crescimento. Estamos vendo o número de celulares aumentando a cada ano e a expectativa é de crescimento ainda maior”,afirma Vieira. Por fim, ele recomenda exposição ao setor bancário. “Os bancos são sempre uma alternativa interessante para o investidor”, acredita.

Para Massaro, da MoneyFit, é importante que o investidor consiga ter ações de empresas de pelo menos quatro ou cinco setores diferentes. “Se a carteira não estiver distribuída desta forma, o portfólio pode ficar desbalanceado”, aponta. Segundo ele, se o capital do investidor for reduzido, o ideal é evitar o investimento direto em ações e operar via fundos, clubes de investimento ou com as ETFs (Exchange Traded Funds), fundos de índice que procuram obter retorno com base em determinado índice de ações. “Para ter um portfólio eficiente de ações para o longo prazo, o investidor precisa ter capital para comprar, pelo menos, um lote padrão de cem ações de cinco empresas, cada uma de setor diferente”, afirma Massaro. “Caso contrário, o melhor é procurar por produtos que permitam uma diversificação maior com valores menores”, afirma.

Segundo ele, quem optar por fundos de investimento deve preferir aqueles com gestão ativa, que investem em ações escolhidas pelo gestor e não são baseados em algum benchmark (índice de referência, como o Ibovespa, por exemplo). “Se o investidor quiser um espelho do índice, a melhor alternativa são os ETFs”, afirma Massaro.

E, para aqueles que possuem um grupo de amigos ou familiares com os mesmos objetivos, os clubes de investimento também são uma alternativa interessante de diversificação, lembra o especialista.