Varejo vê mudança com novas regras de gestão

Mudanças estratégicas podem fazer a diferença no sucesso de um negócio, como a volta por cima de redes como a multinacional Subway, que encerrou as atividades de quase 50 lojas no País no final dos anos 1990, mas agora comemora, em 2011, a meta de chegar a 730 lojas em operação.

Graças à mudança do modelo de gestão, quando o controle das operações foi transferido de um máster franqueado a agentes locais, além da criação de novos lanches para o público nacional, a Subway hoje briga com McDonalds, Burger King e Bobs, entre outros. “Barateamos o preço dos sanduíches e apostamos na tropicalização dos produtos”, disse o gerente de Marketing da rede, Leandro Florio.

Em paralelo à mudança no conceito de lanchonete, a rede centralizou as estratégias de marketing para transmitir a nova imagem no País. “Quando redes voltam a atuar em um mercado, há uma análise de posicionamento”, explica o consultor Leonardo Lanzetta, sócio e diretor-executivo da agência Dia Comunicação, especializada em branding, pontos de venda e embalagens.

Outra do fast-food que voltou ao mercado depois de uma saída surpreendente é a também norte-americana Kentucky Fried Chicken (KFC), que aos poucos reconstrói sua marca e reconquista consumidores, com uma forte mudança de operação. Após encerrar as atividades durante cinco anos no Brasil, a rede está de volta, na terceira tentativa de se consolidar no mercado, com 11 lojas em operação no eixo Rio-São Paulo.

Na importadora La Pastina, o crescimento de 40% dos negócios este ano vem da mudança de gestão e da entrada de uma nova linha de produtos, explica o diretor da empresa, Celso La Pastina. A empresa colocou cem funcionários, dentro dos supermercados aos quais fornece, para divulgar seus produtos, e agora tem planos de atuar no e-commerce e de abrir uma loja física.

Só 3% dos voluntários no Brasil se engajam pelas empresas que atuam

Um em cada quatro brasileiros faz ou já fez alguma atividade voluntária, segundo levantamento feito pelo Ibope Inteligência. Desses, no entanto, apenas 3% o fazem por meio de programas organizados pelas empresas em que trabalham. As instituições religiosas são responsáveis pela organização de quase metade (49%) das ações voluntárias no país, seguidas pelas instituições de assistência social (25%) e associações de bairro (12%).

A maioria dos que fazem alguma ação voluntária no país (73%) trabalha. Do total, 51% têm um emprego em tempo integral, 14% dedicam meio período ao trabalho fora de casa, 6% fazem “home office” e 2% trabalham parte do dia em casa e parte no escritório. As pessoas com curso superior completo representam 20% dos voluntários. A maior fatia se concentra entre os que possuem ensino médio completo ou superior incompleto (38%).

Ainda de acordo com a pesquisa, encomendada pela Rede Brasil Voluntário com o objetivo de analisar o atual cenário do voluntariado no país, a maioria dos que praticam esse tipo de atividade é homem (53%). A classe C concentra 43% dos voluntários, seguida pela classe AB (40%) e pela DE (17%). A idade dos voluntários é bastante variada. As faixas etárias mais representativas são entre 30 e 39 anos (22%), entre 40 e 49 (19%) e entre 18 e 24 (16%).

Os casados, ou que moram com alguém, representam 47% dos voluntários e 42% dizem ser solteiros. A maioria tem filhos (62%). O levantamento ouviu 2 mil pessoas e junho e novembro de 2011.

Portugueses “redescobrem” o Brasil atrás de oportunidades profissionais

Estudos em consultoria em golfe já haviam levado o português Miguel Palhota à Espanha e aos EUA, mas ele nunca imaginou que encontraria suas melhores oportunidades profissionais no país do futebol.

No Brasil desde janeiro, Miguel e seu irmão, Paulo, que chegou há três meses, estão entre os portugueses que desembarcaram aqui atraídos por um mercado de trabalho aquecido, num momento de grave crise econômica em Portugal. “Nunca pensei em vir trabalhar na América do Sul; sempre achei que meu caminho seria trabalhar em Portugal, em outro país europeu ou nos Estados Unidos”, diz Miguel, de 30 anos, à “BBC Brasil”. “(Mas) grande parte dos investidores está olhando para o Brasil como destino de investimentos. Isso pode abrir oportunidades que no momento não temos em Portugal.”

Depois de se formar em educação física em sua terra natal e cursar consultoria em campos de golfe na Espanha e nos Estados Unidos, ele acabou se tornando gerente de um clube de golfe em São Paulo. “Atualmente, o Brasil pode me oferecer o que Portugal não pode: estabilidade”, diz ele.

Seu irmão Paulo, geógrafo de 27 anos, está trabalhando em uma operadora de turismo. “O Brasil nos dá uma oportunidade de evoluir e crescer, e ainda há a vantagem de, em breve, podermos presenciar a Copa do Mundo (de 2014) e as Olimpíadas (de 2016)”, diz. “A piadinha sobre portugueses é inevitável, mas a receptividade brasileira é maior do que isso.”

Um dos países mais afetados pela atual crise europeia, Portugal precisou recorrer neste ano a um pacote de resgate financeiro externo para conseguir pagar suas dívidas e enfrenta riscos de recessão econômica em 2012.

Os altos índices de desemprego e as duras medidas de austeridade, exigidas pelos credores europeus em contrapartida ao pacote de resgate, têm aumentado os impostos, cortado benefícios e estimulado parte da população a buscar oportunidades fora do país. O Brasil é um destino lógico por conta da expansão de sua economia e do mesmo idioma, o que facilita o processo de adaptação.

O português Salvador Simões Almeida, de 27 anos, morou pela primeira vez no Brasil em 2006, quando ainda era estudante. Hoje trabalha como corretor de um banco de investimentos em São Paulo. “Em Portugal, as conversas, as histórias que me contam e as notícias giram em torno da crise, e por aqui o clima é totalmente oposto”, afirma. Segundo Almeida, os salários que as empresas portuguesas se propõem a pagar não são bons para pessoas bem qualificadas, ao contrário do que está acontecendo no Brasil. “Todos os dias eu recebo currículos de amigos que querem vir para cá”, diz.

Além do idioma, “o bom clima do Brasil e atmosfera alegre atraem estrangeiros ao país”, afirma o headhunter Robert Wong. “O Brasil é um país em crescimento, mas há falta de especialistas, especialmente em áreas técnicas, informática e até marketing. Para pessoas com esse perfil, vir para cá é uma grande oportunidade.” Para ele, há espaço para a vinda de estrangeiros sem que se crie um clima de “disputa por empregos” com a população local, “se o brasileiro souber entender que (o estrangeiro) vem para complementar, e não para agredir”, agrega. Wong destaca que o bom momento político e econômico do Brasil também tem trazido brasileiros de volta ao país, alguns deles vindos justamente de Portugal.

A publicitária Larissa Kitahara, 28 anos, morou quatro anos em Portugal e voltou em dezembro de 2010. “Percebi que lá dificilmente haveria uma projeção de crescimento salarial ou profissional, o que me desmotivava”, conta. “No Brasil, vejo como as pessoas estão numa fase mais empreendedora, porque têm ambição e pensam em tirar proveito dessa situação boa.”

Coral da Igreja Batista Peniel encerra as apresentações de corais no Shopping Plaza Macaé

No dia 18 de dezembro, às 20h00, na praça de alimentação, o coral da Igreja Batista Peniel marca o encerramento das apresentações de corais no Shopping Plaza Macaé (RJ).

O coro da Igreja Batista Peniel teve as suas atividades reiniciadas no mês de julho do ano de 2005, com a participação de um grupo de jovens que desejavam louvar a Deus através da música. Atualmente o coro conta com a participação de 23 coristas que cantam e atuam em musicais de fim de ano, de Páscoa, de missões, entre outros. O estilo de música do coro é definido como música coral cristã contemporânea. “As apresentações estão sendo um sucesso!”, diz Emília Mendes, gerente de marketing do shopping. Os corais Clave do Sol, da 2ª Igreja Batista de Macaé e da Igreja Presbiteriana de Macaé também estiveram presentes atraindo visitantes e clientes do shopping. “As apresentações foram um exemplo de dedicação de toda equipe envolvida e conseguiram apresentar todas as canções com grande talento”, diz Emília.

O Shopping Plaza Macaé fica na Avenida Aluisio da Silva Gomes, 800 – Granja dos Cavaleiros. Mais informações pelo telefone (22) 3311-5454 ou pelo site www.shoppingplazamacae.com.br.

Balneário Camboriú Shopping inaugura área ampliada de estacionamento nesta quinta

O Balneário Camboriú Shopping (SC) inaugurou ontem (15/12) a nova área de estacionamento coberto do empreendimento. A área ampliada agregará mais 40% de vagas para veículos no shopping, que contará também com mais uma escada rolante de acesso ao mall, instalada em frente à Casa do Pão de Queijo.

As obras de ampliação do estacionamento do Balneário Shopping duraram cerca de três meses com o objetivo de facilitar o acesso dos clientes e preparar a estrutura do empreendimento para a temporada de verão, que tem a demanda aumentada entre os meses de dezembro e março. Desde ontem, o sistema viário de estacionamento do shopping voltou ao normal, até então modificado em função das obras.

IPI mais alto de carros vale a partir de hoje; saiba se deve comprar agora

O consumidor com planos de comprar um veículo importado tem poucos dias para aproveitar os preços mais baixos antes que o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) comece a ter impacto nos valores.

Hoje (16/12), passa a valer a medida do governo que aumenta em 30 pontos percentuais o IPI cobrado sobre carros e caminhões. A estimativa é que os preços subam cerca de 15% para os consumidores finais. A medida, anunciada em setembro, tinha sido suspensa pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por 45 dias. O IPI de carros de mil cilindradas, por exemplo, passará de 7% para 37%. No caso de carros de mil a 2 mil cilindradas, o imposto sobe de 11% (carros flex) para 41% e de 13% (carros a gasolina) para 43%.

Quando a medida foi anunciada pela primeira vez, o próprio governo tinha estimado que o impacto nos preços seria de 25% a 28%. Três meses depois, no entanto, a expectativa é diferente. Segundo a Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), negociações com as matrizes e com as redes concessionárias feitas nesse período deverão levar a um aumento menor. “Os preços dos veículos devem subir cerca de 15%”, estima o consultor automotivo André Belchior.

Belchior prevê, no entanto, que apesar de as empresas poderem repassar o aumento imediatamente, o fim de semana ainda será de preço mais baixo para o consumidor. “Boa parte das empresas está com os estoques altos, o que é natural para esta época de fim de ano. Assim, acredito que muitas delas vão segurar os preços por alguns dias e vão aproveitar para fazer campanhas de marketing nesse sentido no fim de semana”, diz.

O economista da agência de varejo automotivo MSantos, Ayrton Fortes, também diz que o consumidor deve encontrar boas opções de preços nas concessionárias no fim de semana. “O consumidor não precisa correr para as lojas nesta sexta (16). Esse setor tem uma concorrência muito forte, e algumas marcas devem fazer promoções” afirma.

Para André Belchior, mesmo que o cliente tenha de fazer um parcelamento, compensa realizar a compra nos próximos dias, aproveitando o preço menor. Ele cita o caso de quem tem metade do valor do veículo para dar de entrada, por exemplo, e tinha planos de financiar os outros 50%.

Com o aumento do imposto, o dinheiro que o consumidor tem disponível não será mais suficiente para completar metade do preço do carro. Assim, o valor que será financiado será maior, aumentando, também, o gasto com os juros.

Tire duas dúvidas sobre o aumento de IPI para importados:

•Que tipo de carro vai subir de preço?
Automóveis, caminhões, caminhonetes e veículos comerciais leves importados, como aqueles trazidos ao país por montadoras coreanas e chinesas. Além dos importados, serão afetados também os veículos que não cumprem novos requisitos determinados pelo governo, como o uso de pelo menos 65% de componentes fabricados no país.

•Quanto vai subir?
Em setembro, o governo estimou que os preços subiriam de 25% a 28%. Temendo perder mercado, no entanto, as empresas devem fazer um repasse menor, de 15%.

•Quando haverá o aumento?
Como as empresas estão com estoques altos por causa do fim do ano, elas ainda devem apostar em promoções nos próximos dias. Isso, no entanto, vai variar de empresa para empresa.

•Se eu tinha planos de comprar um veículo importado, devo fazer isso já?
Sim. Para os especialistas, o ideal é que o consumidor, se puder, adiante sua compra, justamente para fugir do aumento.

•E se não tenho dinheiro suficiente para comprar o carro à vista? Ainda assim, vale a pena financiar?
Sim. Mesmo para quem não tem dinheiro, compensa financiar agora, para evitar pagar juros sobre um valor total de veículo mais alto no futuro.

Shopping Iguatemi Caxias disponibiliza carros elétricos para clientes

Comprometido em ampliar o conforto de seus clientes, o Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS), coloca à disposição dos frequentadores carros elétricos para translado do Estacionamento até as Portarias do shopping. Essa é outra inovação que o público da Região só encontra no mais completo centro de compras do Interior do Estado.

Na tarde da última quarta-feira (14/12), a Rainha da Festa da Uva 2012 Roberta Veber Toscan e suas Princesas Aline Casagrande e Kelin Zanette inauguraram o serviço, que é gratuito. O conceito já é utilizado nos melhores empreendimentos mundiais. Conveniência, economia de tempo e principalmente mais comodidade para os consumidores.

O objetivo do shopping é melhorar a acessibilidade e oferecer mais um diferencial para o público, principalmente no período de final de ano. A prioridade é para idosos, gestantes e pessoas com dificuldade de locomoção, como portadoras de algumas necessidades especiais. Quem quiser aproveitar mais esse serviço basta solicitar um dos carros, junto aos motoristas, no acesso Lifestyle e nas Portarias 1 e 2.

Caxias Shopping apresenta show da virada com Wantuir, intérprete da Grande Rio, dia 29 de dezembro

O Caxias Shopping, de Duque de Caxias (RJ), comemora a chegada de 2012 antecipadamente com show especial do cantor Wantuir Oliveira, dia 29 de dezembro, a partir das 19h00. O show da virada promete levantar o público e já será um aquecimento para o carnaval do próximo ano.

No show, Wantuir, que é intérprete da G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio e considerado a voz mais firme do carnaval carioca, apresentará para o público do Caxias Shopping seu primeiro CD solo, “Simplicidade”. O álbum conta com 14 faixas, quatro delas regravações de canções que ficaram famosas nas vozes de Sandra de Sá e Tim Maia como “Não vá”, “Bons momentos” e “Encantos”, de autoria de Péricles, do Exaltasamba. O CD também mostra inéditas de bambas do samba como Arlindo Cruz, Xande de Pilares e Carlos Caetano, e canções de autoria de Wantuir. No repertório do show do Caxias Shopping, muito samba de raiz, sambas enredo que marcaram época e canções do CD Simplicidade. Vale conferir.

Onde investir e o que esperar de 2012? Veja dicas de especialistas

A alta dos juros, somada às incertezas externas e à forte volatilidade da Bolsa de Valores, fez de 2011 um ano favorável para a renda fixa. Ao mesmo tempo, quem investiu em ações enfrentou dificuldades e a maioria acabou no prejuízo; até o fechamento de ontem (15/12), o Ibovespa (principal índice da bolsa paulista) havia recuado 18,27% no acumulado do ano.

Diante deste cenário, fica a dúvida para a maioria dos investidores sobre como será o próximo ano. Para especialistas, os eventos que causaram a forte aversão ao risco em 2011 devem continuar provocando volatilidade. “Nos Estados Unidos, o desemprego ainda continua alto. Pior do que isso, a dívida dos países da zona do euro ainda vai ser um problema”, acredita o gerente-geral do INI (Instituto Nacional de Investidores), Paulo Portinho.

O professor do LabFin, José Carlos Luxo, concorda com ele. “Eu diria que, para 2012, nós teremos um cenário muito próximo do que vimos este ano”, acredita. De acordo com Luxo, como ainda não há uma solução concreta de curto prazo para o problema da dívida europeia, os países mais ameaçados com o déficit público devem continuar na “corda bamba” no próximo ano. “Principalmente entre os PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), a situação ainda é bastante complicada e não deve se resolver no ano que vem”, alerta.

Com isso, o investimento em renda variável deve continuar a ser penalizado. “Este cenário adverso e cercado de incertezas é sempre ruim para a bolsa de valores. O PIB da zona do euro será provavelmente muito próximo de zero ou até mesmo negativo”, afirma Luxo.

Para o professor do LabFin, as incertezas internacionais devem fazer com que o investidor tenha uma posição cautelosa em relação às aplicações em renda variável. “Para quem é mais conservador, a renda fixa continua sendo o “carro-chefe”. Aqueles com perfil moderado podem alocar até 10% da carteira em ações e os arrojados, no máximo 20%”, aconselha. Mas, mesmo para quem investe em renda fixa, o próximo ano promete mudanças, devido à queda na taxa de juro, iniciada pelo Banco Central em agosto deste ano e que deve continuar em 2012.

De acordo com Portinho, a redução nos juros também pode ter como consequência o aumento de inflação. Por isso, para quem investe em renda fixa, ele aconselha os títulos públicos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). “O Banco Central não tem demonstrado que vai combater com unhas e dentes a alta dos preços. Por isso, manter uma posição protegida de inflação talvez seja prudente”, aponta.

O professor do LabFin também acha que os títulos públicos são a melhor alternativa na renda fixa, mas o CDB (Certificado de Depósito Bancário) pode ser uma opção para quem dispõe de mais recursos. “Para investimentos a partir de R$ 100 mil, o investidor pode conseguir taxas até maiores do que o Tesouro Direto”, afirma Luxo. Além disso, ele também aponta os fundos de investimento e a caderneta de poupança como alternativas para o próximo ano. “No caso dos fundos, é importante olhar para a taxa de administração. Para fundos de renda fixa, ela não pode ser maior do que 1%”, diz. “Já a poupança continua sendo atrativa para quem tem menos dinheiro, pelo fato de ser isenta de Imposto de Renda. Mas é preciso ficar atento, já que o governo pode mudar a forma como a rentabilidade é calculada no próximo ano”, afirma Luxo.

Para Portinho, caso os membros da zona do euro resolvam que o Banco Central Europeu deve emprestar dinheiro para “salvar” as economias mais debilitadas da Europa, o cenário pode ficar melhor para a bolsa de valores no curto prazo. “Isso seria um erro no médio e no longo prazo, mas poderia ser um alívio monumental para a bolsa momentaneamente”, afirma Portinho.

De acordo com ele, caso isso aconteça, o Ibovespa pode voltar a um nível próximo da sua marca histórica mesmo no próximo ano. “O índice poderia testar chegar perto dos 70 mil pontos”, aponta.