Saiba quanto tempo em média você deve ficar no emprego

A Catho Online, portal de currículos e empregos, realizou um novo estudo com base na mais recente edição da Pesquisa dos Executivos e identificou que houve uma queda no tempo mínimo que o recrutador julga que um profissional deva permanecer na mesma empresa. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes. Conforme aponta o estudo, o tempo mínimo avaliado pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em 2009 essa mediana era de 3,5 anos, e se mantinha estável desde 2005.

É interessante destacar que os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Nesse ponto há uma divisão entre os mais jovens, em que a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos seja adequado, e os mais maduros, que apostam em uma estabilidade maior, com 4,4 anos de permanência nas empresas.

Quando os profissionais são questionados sobre o tempo que estão trabalhando na empresa atual, a média fica próxima a esperada, uma vez que aproximadamente 50% dos profissionais estão há pelo menos dois anos em seu emprego atual e 25%, há mais de cinco anos. “Os jovens de hoje tiveram grande influência na mudança deste cenário. São profissionais que trabalham em busca de desafios, que vivem atrás de novidades. No entanto, mais importante do que o tempo de permanência na empresa, é a evolução do profissional”, diz Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online. “Se ele está há muito tempo na organização, mas apresenta crescimento, isso pode ser algo positivo. Já se ele muda constantemente de emprego, mas consegue sempre algo melhor e mais experiência, também pode ser algo interessante”.

A pesquisa foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil. Esta pesquisa é realizada desde 1988.

Ação de verão “Dance, jogue, dance!” no Canoas Shopping

Quem estiver distante do litoral gáúcho também poderá aproveitar o período de maior descontração do ano para se divertir. No Canoas Shopping, até 12 de fevereiro, uma ação gratuita e inédita e gratuita no Rio Grande do Sul promete um novo ritmo para as férias. Com o Arena Dance, clientes de todas as idades podem conhecer uma brincadeira que reúne os universos da dança e dos games. A expectativa do centro de compras é receber pelo menos 5 mil pessoas em sua ação de verão.

Para aproveitar a novidade, basta arriscar alguns passos com os sucessos musicais da temporada, como Justin Bieber, Lady Gaga e David Guetta. A tecnologia que ajuda a animar a dança fica por conta do Kinect, game que capta os movimentos do corpo para jogar sem uso de controle (joystick). Enquanto a música toca, um personagem do game dança. Para somar pontos, o jogador deve acertar os passos exibidos na cena, sem perder o ritmo.

Empresas devem investir e contratar mais, apura Robert Half

O cenário macroeconômico para 2012 no Brasil é positivo. E entre os motivos para esse otimismo estão as expectativas de crescimento da economia, com Copa do Mundo, Olimpíada e investimentos no pré-sal. Isso é o que indicam os principais resultados de pesquisa da Robert Half com 155 empresários e executivos de 128 empresas dos setores automotivo, bancário, de bens de capital, construção civil, petróleo e gás, telecomunicações e seguros.

Mais de 90% dos entrevistados, ouvidos no final do ano passado, afirmam que vão investir mais ou o mesmo valor que em 2011. E quase 90% acreditam que suas empresas terão desempenho maior ao longo do ano. “Expansão do crédito, perspectiva de queda nos juros e continuidade da inserção dos consumidores das classes C no mercado consumidor também explicam o entusiasmo dos empresários e executivos”, analisa o diretor de Operações da Robert Half, Fernando Mantovani.

O grupo, formado por representantes de empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano, também irá contratar mais ou igual a 2011 (80% dos entrevistados). Para 72% dos empresários e executivos, os investimentos em tecnologia são fundamentais para sustentar o crescimento.

A escassez de mão de obra qualificada e carga tributária elevada do país são as principais dificuldades apontadas, para a maior parte dos consultados, na condução de suas empresas e negócios. O pessimismo fica por conta da crise internacional, preocupação manifestada por mais de 50% dos participantes da pesquisa.

Pontualidade de pagamento de pequena empresa tem queda

As micro e pequenas empresas interromperam, no ano passado, o ritmo de alta na pontualidade de pagamentos que vinha sendo mantido desde 2007. De acordo com o levantamento Indicador Serasa Experian da Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas, a taxa passou de 95,1% (em 2010) para 94,9% (em 2011). A cada 1.000 pagamentos, 949 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias.

Nos anos anteriores foram registradas as seguintes variações: em 2006, 93,6%; em 2007, 93,9%: em 2008, 94,2%; em 2009, 94,3%: em 2010, 95,1%. A exceção foi observada nas empresas que atuam no comércio, cuja variação passou de 95,1%, em 2010 para 95,3%, em 2011.

Na comparação entre dezembro de 2011 e o mesmo período do ano anterior, as empresas apresentaram, na média, aumento na capacidade de honrar os pagamentos em dia, passando de 95,2% para 95,6%. Esse resultado é visto pelos economistas da Serasa Experian como sinalização de que, em 2012, o setor vai se recuperar.

Na análise deles, as micro e pequenas empresas enfrentaram, em 2011, “o ciclo de aperto monetário conduzido até o final de agosto, além da desaceleração da atividade econômica, no segundo semestre”. Os economistas justificaram que essa situação pressionou os custos financeiros e a geração de caixa.

O valor médio dos pagamentos atingiu R$ 1.645 ante R$ 1.509, o que significa um aumento de 9%. A pesquisa foi feita com os dados apurados em 600 mil empresas que têm faturamento máximo de R$ 4 milhões por ano e com base nos registros dos fornecedores relativos a 8 milhões de pagamentos.

Maioria dos consumidores evita adquirir produtos de empresas que não gostam

Mais de dois terços dos consumidores evitam adquirir produtos ou serviços de empresas das quais não gostem e, ainda, garantem que conferem os rótulos para saber qual é a empresa que está por trás da marca. Foi o que constatou a pesquisa global da Weber Shandwick, deixando claro que a reputação da empresa é essencial na hora da compra. Isso mostra que os consumidores estão se preocupando mais com as coisas que compram, e sentem que as marcas são garantia de qualidade para os produtos.

Os entrevistados afirmam que a reputação das empresas é o que vai definir o sentimento que terão em relação aos produtos que elas oferecem. Uma empresa com boa reputação, por exemplo, garante que os produtos terão boa qualidade, ingredientes de origem certa e fabricação responsável.

A reputação das empresas interfere de forma intensa na hora das compras. A pesquisa revelou que mais da metade dos consumidores (54%) dizem que se surpreendem quando descobrem que um serviço ou produto que gostam é feito por uma empresa que não aprovam.

Quando questionados sobre como reagiriam se estivessem em uma situação assim, 40% dos consumidores afirmaram que provavelmente deixariam de comprar o produto, enquanto 30% afirmaram que usariam a internet para encontrar mais informações a respeito da empresa e dos demais produtos que ela fabrica. “Surpresas desagradáveis sobre o produto não costumam ajudar a empresa: dois terços dos consumidores possivelmente vão deixar de comprá-lo”, revela a pesquisa.

Outra constatação foi sobre o que os consumidores falam sobre as empresas, mostrando ainda que as discussões negativas sobre determinado produto repercutem mais do que as positivas. Ao questionar os entrevistados sobre o que discutem, os produtos encabeçaram as respostas. Quase sete em cada dez consumidores (69%), afirmam discutir frequentemente ou regularmente sobre os produtos que compram.

A lista dos cinco temas mais frequentes também inclui o atendimento aos consumidores, como os funcionários são tratados, escândalos ou erros da empresa fabricante e a visão geral sobre a empresa. Os consumidores normalmente falam mais sobre os escândalos do que a qualidade corporativa, preocupação ambiental e serviços à comunidade.

A Cinépolis é vencedora das três principais categorias do 4° Prêmio ED

Há um ano, a Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina, foi agraciada com o prêmio de Melhor Cinema Inaugurado no Interior com o Cinépolis Santa Úrsula, apenas seis meses após sua chegada ao Brasil. No ano de 2011, a rede obteve muitas conquistas, dentre elas, o Prêmio de Melhor Cinema da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo concedido pela Revista Época para Cinépolis Iguatemi Alphaville e Cinépolis Lagoon.

Este trabalho foi mais uma vez reconhecido ontem, durante a edição do 4º Prêmio ED. A rede venceu nas categorias Melhor Cinema Inaugurado no Interior, Melhor Cinema Inaugurado em Capital, com os complexos Cinépolis Iguatemi Alphaville e Cinépolis Lagoon respectivamente e Melhor Grupo Exibidor do ano de 2011. O reconhecimento do mercado é demonstrado com estes prêmios nas três principais categorias da noite para o mercado de exibidores no Brasil.

O Prêmio ED (Exibição e Distribuição) é uma das mais importantes premiações da indústria cinematográfica brasileira e premia e homenageia anualmente as empresas e profissionais que se destacaram ao longo do ano entre exibidores e distribuidores em categorias diversas. Os vencedores são escolhidos através de votação secreta feita por todos os distribuidores e exibidores brasileiros. O evento é realizado com o apoio das distribuidoras e é idealizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo. “Ter duas de nossas operações premiadas, além de ser escolhido como o destaque Grupo Exibidor do ano, nos deixa orgulhosos pelo reconhecimento e, que estamos conseguindo alcançar nossos objetivos”, afirma Eduardo Acuña, CEO da Cinépolis, que lidera a operação brasileira da empresa.

Em 2010 a rede começou as operações no Brasil e inaugurou cinco complexos nas cidades de Belém, Ribeirão Preto, no interior paulista, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Ano passado a rede inaugurou quatro complexos no país: sete salas no Blumenau Norte Shopping (SC), nove salas no Shopping Iguatemi Alphaville (SP), sendo que este foi o primeiro complexo a contar com o padrão VIP, conceito criado pela rede que abriu a primeira sala de luxo do mundo em 1999, seis salas em Caxias do Sul (RS) no San Pelegrino Shopping Mall e sete salas em Campo Grande (MS) no Norte Sul Plaza.

Em setembro, a Cinépolis anunciou a aquisição da rede Box Cinemas, que possui seis complexos com 56 salas em todo o Brasil e, com isso, se tornou a quarta maior rede de cinemas do país, um ano e sete meses após sua chegada. Além de ótima projeção e som, salas 3D e em formato stadium, poltronas confortáveis Loveseats, a Cinépolis é pioneira na atuação de alimentos gourmet em cinemas e, além das bombonieres, que oferecem as tradicionais pipocas e refrigerantes e também, as novidades como, pipoca doce e light, nachos e hot-dogs, traz para o Brasil sua marca Coffee Tree, espaço no lounge do cinema, que oferece baguetes, crepes, batatas fritas, smothies, frappés, cafés variados, entre outras delícias.

Blumenau Norte Shopping lança projeto “Saúde no Shopping”

Na próxima semana, o Blumenau Norte Shopping (SC), em parceria com a Fundação Municipal de Desportos de Blumenau, traz mais uma novidade aos clientes. Trata-se do Projeto Saúde no Shopping. A ação gratuita consiste em fornecer o estacionamento do empreendimento para que a comunidade possa caminhar e se exercitar.

A partir da próxima quinta-feira (26/01), o presidente da FMD , Sérgio Galdino, irá disponibilizar um professor de segunda a sexta-feira, das 07h00 às 09h00, para acompanhar as atividades dos adeptos da prática de exercícios. Segundo Fabiano Bussi, gerente de marketing do Blumenau Norte Shopping, o objetivo do projeto é estimular os clientes a praticarem atividade física e aproveitar o amplo estacionamento. “Temos um espaço no shopping que fica vazio neste horário e é ideal para a realização de exercícios, pois é um local grande e nivelado”, afirma Bussi.

O Blumenau Norte Shopping fica localizado na BR-470, km 54, nº 3000. www.blumenaunorteshopping.com.br

Custos e inovação derrubam a indústria

A indústria brasileira não tem só problemas conjunturais. Questões estruturais podem, sim, fazer com que o setor perca competitividade. Enquanto a China tem uma formação de capital bruto (soma de recursos disponíveis para investimento) em torno de 43% do seu Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil só chega a 20%. “E precisa elevar isso a 29% se não quiser ter um atraso ainda maior”, diz o professor do MBA Profuturo da Fundação Instituto de Administração (FIA), Carlos Honorato.

Segundo ele, o País precisa ter uma visão mais estratégica de futuro se quiser continuar competindo. “Claro que não dá para falar que já perdemos a guerra, mas também não dá para continuar pensando que para tudo tem um jeitinho”, acrescenta. Para o professor da FIA, o País tem um câmbio muito valorizado e custos pesados demais para quem quer produzir. “Não é só a China que consegue ser competitiva, é que o Brasil está mais caro”, diz.

O País empaca também em quesitos fundamentais, como a falta de inovação e de formação de mão de obra qualificada. “Há uma baixa formação da força de trabalho, com analfabetismo funcional. Além disso, os esforços para reduzir o déficit de pessoal mais qualificado ainda não surtiram os efeitos desejados, em termos do aumento dos níveis de produtividade e qualidade na indústria”, explica o professor de Administração Industrial da Fundação Vanzolini, João Amato.

Recentemente o governo adotou medidas, mas que são facilmente contestáveis na OMC, como o índice de nacional de peças (local content), que está proibido pelas regras, segundo o ex-ministro da Fazenda, Rubens Ricupero. “O jeito é enfrentar problemas como o custo do capital, a questão do câmbio e os impostos. Coisas que dão competitividade, não só aliviam.”

Shopping SP Market homenageia a zona Sul no aniversário da cidade

Para comemorar os 458 anos de São Paulo, o Shopping SP Market oferece um presente para a cidade e para os seus frequentadores: a exposição “Um olhar para o Sul”. A mostra reúne 32 desenhos exclusivos de Paulo von Poser, inspirados em cenas e locais da zona Sul. A exposição será aberta ao público ná próxima quarta-feira (25/01), às 14h00, na praça de eventos, e poderá ser visitada até 26 de fevereiro, no horário de funcionamento do shopping.

Produzidos com traços de nanquim e coloridos com lápis de cor e de cera, os desenhos trazem as imagens captadas pelo artista às margens do Rio Pinheiros, estações e no interior do trem da CPTM que corre ao lado da Marginal, represa Guarapiranga, Ponte João Dias e Centro Empresarial de Santo Amaro, entre outros locais. As rosas, paixão e marca registrada de Paulo von Poser, se mesclam às imagens de animais, pássaros e árvores encontradas na região. Registros, anotações, croquis, fotos e informações sobre o percurso visitado completam a exposição e ilustram o processo criativo do artista.

A ideia de realizar esse projeto surgiu em 2010 e, desde o início, o nome de Paulo von Poser foi lembrado por sua estreita relação com a cidade e o seu vinculo afetivo com a Zona Sul de São Paulo. “Quisemos despertar o sentimento de identidade e de valorização da região onde o nosso shopping está localizado”, diz Neliana Pucci, gerente de Marketing do Shopping SP Market. Para tornar esse sentimento ainda mais presente, os desenhos da exposição ficarão expostos permanentemente em um grande mural na praça de alimentação do shopping. “Boa parte do público que frequenta a área gastronômica é formada por executivos e profissionais que residem em outras áreas da cidade. Esse público também precisa conhecer a natureza e a beleza peculiar encontrada na nossa região”, completa Neliana.

Nascido e criado no bairro de Santo Amaro, e hoje vivendo às margens da represa de Guarapiranga, o artista prontamente acolheu a proposta. “Em constante mutação, Santo Amaro foi primeiramente ocupada por chácaras de imigrantes, depois vieram as indústrias e as grandes empresas; agora são os condomínios residências que começam tomar o espaço e ganhar a paisagem. É preciso redescobrir a estética da região e incentivar um movimento de reconstrução da identidade local”, afirma Paulo.

O aniversário de São Paulo também será comemorado com a segunda edição do Desenhando São Paulo, evento comandado por Paulo von Poser. Esse ano, o percurso sai do MuBE, onde o artista realiza, até 29 de janeiro, a mostra “Trajetória”, que celebra 30 anos de sua arte. O evento tem inicio às 10h30, em direção ao Shopping SP Market, com pontos de paradas estabelecidos, onde os participantes farão registros visuais dos cenários locais, seja por meio de desenhos, fotografia, vídeo e todas as formas de arte que quiserem utilizar.

Quem quiser participar poderá fazer o trajeto do MuBE ao Shopping SP Market em caminhada ou de bicicleta. Outra opção é iniciar o percurso a partir de uma das paradas: a primeira no Parque do Povo, seguindo depois para a Estação Vila Olímpia, onde o público embarcará no trem da CPTM para fazer o trecho final até a Estação Jurubatuba, ao lado do Shopping SP Market. Quem estiver utilizando bicicleta poderá optar pelo embarque nos vagões especiais do trem ou em utilizar a ciclovia que margeia a rede ferroviária e a Avenida das Nações Unidas (marginal Pinheiros).

A chegada ao Shopping SP Market está prevista para as 13h00, para a abertura da exposição “Um olhar para o Sul”, onde os registros obtidos pelos participantes durante o passeio serão expostos ao público presente.

Paulo von Poser nasceu em São Paulo e formou-se arquiteto pela FAU/USP em 1982. Desde então, vem realizando exposições individuais e coletivas e pesquisando diversas áreas de atuação para seu desenho, base e desenvolvimento de sua arte.