Exposição Crianças no Mundo no Shopping Iguatemi Caxias

Segue até 2 de fevereiro a exposição fotográfica Crianças no Mundo no Shopping Iguatemi Caxias, de Caxias do Sul (RS). A mostra, que faz parte do projeto Ciranda Cultural, ressalta expressões infantis captadas pelo fotógrafo Carlos Gandara em viagens pelo Brasil e pelo exterior. Quem passar pelo Shopping verá 15 retratos de meninos e meninas do Vietnã, Camboja, Laos, Tailândia, Canadá, Estados Unidos, Peru e Brasil.

Gandara questiona a premissa, comum nos livros sobre fotografia, de que não é fácil fotografar crianças. “Não importa a luz, a hora do dia, são elas que comandam a foto, a obrigação do fotógrafo é estar atento”, frisa Gandara. Ele conta que, em suas viagens, sempre busca um “rostinho genioso” para retratar: “nunca me decepcionei”.

Esta é a primeira edição do projeto que tem o objetivo de abrir espaço para obras de arte de artistas de diferentes segmentos como fotógrafos, artistas plásticos, escultores, grafiteiros, entre outros. “Através da Ciranda Cultural, queremos disseminar a cultura e promover, ainda mais, o entretenimento das famílias no Iguatemi Caxias. A iniciativa é fazer do Shopping um ponto de encontro de diferentes faixas etárias”, frisa Márcia Garbin, coordenadora de marketing do Iguatemi Caxias.

Crianças no mundo está em exposição próximo ao Lifestyle do Iguatemi Caxias.

Novidade no comando do São Gonçalo Shopping

O ano de 2012 começa com um olhar diferente e novas experiências. Esse mês, a superintendência do São Gonçalo Shopping, na região metropolitana do Rio de Janeiro, será assumida por um novo gestor com uma grande bagagem em varejo e amplo conhecimento em shopping center. Chega ao nosso empreendimento Júlio Cézar, profissional da Ancar Ivanhoe, que está no grupo desde 2003, tendo passado por diversos shoppings, como Rio Design Barra, Rio Design Leblon, Pantanal Shopping, Natal Shopping e Itaquera Shopping.

Júlio atuou como gerente comercial do Shopping Nova América, antes da vinda para o São Gonçalo. Já Ricardo Nunes, que atuava como superintende do São Gonçalo Shopping, assume um novo desafio como superintendente do Centervale Shopping, em São Paulo.

Promoção de vizinho é chamariz de clientes em shopping setorizado

Na loja Sofá e Colchões do Shopping Interlar Interlagos, na zona sul de São Paulo, administrada por Sérvio Carvalho, 63, a concorrência está presente por todos os lados. Ter lojistas do mesmo segmento na vizinhança, porém, não é barreira para o empresário e para grande parte dos comerciantes que se instalam em shoppings temáticos. O motivo, afirma Carvalho, é o fluxo de pessoas, que, apesar de inferior ao de shoppings tradicionais, é suficiente para garantir ao menos quatro vendas por dia. “Onde há concorrência, há também mais público interessado em produtos ou serviços com melhor custo-benefício”, destaca ele, que abriu a unidade há nove anos.

Até mesmo promoções e liquidações anuais realizadas pelos vizinhos têm impacto positivo nos ganhos. “Quando um concorrente faz uma liquidação, chama a atenção dos consumidores que, inevitavelmente, passam pela minha loja e também comparam os preços.” Mas há um grande risco embutido nesse modelo: a perda de competitividade. Ao mesmo tempo em que a concorrência pode gerar negócios ao varejista, pode determinar o seu fim, contrapõe Roberto Meireles, coordenador da HSM Educação.

O esforço para captar clientes deve ser redobrado e alicerçado em três pilares -atendimento, produto e preço, afirma o coordenador. “Há um bombardeio de concorrentes e, para vencer, é preciso ter diferenciais.” O encontrado por Carvalho, da Sofás e Colchões, é vender peças exclusivas. A empresa conta com uma fábrica própria, que confecciona linhas de sofás e colchões. “Sem isso, perderíamos clientela”, avalia ele, que tem dez filiais, duas delas dentro de shoppings segmentados. Como os artigos são diferentes, ele pode até investir em margem de lucro maior.

É preciso fazer a conta antes de abrir um ponto em shopping temático. Vale conversar com lojistas, pesquisar na internet e visitar o centro em vários horários do dia para conhecer sua rotina, orienta Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios. Além disso, destaca o professor, conversar com consumidores é a melhor maneira de avaliar a credibilidade do local sem a interferência dos comerciantes e dos responsáveis pelo centro.
“Questione o que seus amigos pensam do shopping e com qual a frequência visitam o local”, aconselha.

Focados no estilo de vida do consumidor, os centros de varejo conhecidos como “life-style” são, na maior parte das vezes, anexados a prédios comerciais e hotéis, e têm a proposta de receber turistas e profissionais no dia a dia de trabalho. Aglomerados como esses combinam serviços como lavanderias, bancos, lojas, clínicas de estética, academias e mercados. A maior representatividade dos shoppings de “lifestyle” está ligada à rotina corrida dos brasileiros que trabalham em grandes metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro, de acordo com a Abrasce. Sem tempo para fazer compras rotineiras ou emergenciais, executivos encontram nesses centros uma forma de otimizar afazeres e não perder produtividade no trabalho.

Localizado no Itaim Bibi, na zona oeste de São Paulo, o Brascan Open Mall está inserido entre prédios comerciais e hotel. Com 5 mil m² e, em média, 166 mil visitantes por mês, o polo tem um cinema e 25 estabelecimentos. “Nosso objetivo é suprir a demanda dos profissionais durante a semana e dos moradores da região aos sábados e aos domingos”, destaca Felipe Vasconcelos, diretor-executivo da Brookfield Gestão de Empreendimentos, responsável pelo centro. Neste ano, a incorporadora lançará shopping semelhante em prédio comercial de Alphaville (Grande São Paulo).

Shopping Mueller Joinville promove concurso de desenho

Para agitar as férias da criançada, o Shopping Mueller, em Joinville (SC), está promovendo um Concurso de Desenho. Até amanhã (24/01), as crianças com até 12 anos podem entrar na brincadeira na Praça de Eventos. Para participar, é preciso pintar, desenhar e colorias as férias no Shopping Mueller. Todos que participarem vão ganhar um kit de pintura da Lilica&Tigor com lápis de cor e giz de cera.

As pinturas ficarão expostas em um mural na Praça de eventos. A escolha do desenho mais criativo será nos dias 25 e 26 de janeiro, pelo artista plástico joinvilense Ademar Cesar. No dia 27 de janeiro, o Shopping Mueller vai divulgar o resultado em seu site (www.muellerjoinville.com.br). A criança vencedora ganhará um look na loja Lilica&Tigor.
Para participar do concurso basta apenas ir até a Praça de Eventos, das 14h00 às 20h00, ter no máximo 12 anos e estar acompanhado pelos pais. A inscrição é gratuita.

Os desenhos poderão ser retirados pelos pais de 1º a 10 de fevereiro, no Concierge. A ação é uma parceria com a Escola Cenaic (Centro Nacional Integrado de Cursos), Instituto Ademar Cesar e Lilica&Tigor.

Twitter é muito mais do que rede social, diz cofundador

O Twitter é muito mais do que uma rede social e não tem tempo para perder com recém-chegados como o Google+, enquanto se torna cada vez mais importante como um serviço de informação e constrói seu negócio publicitário, disse o cofundador Jack Dorsey. “Temos muito com o que nos preocupar, que é somente fortalecer o Twitter”, disse Dorsey, questionado numa conferência se a nova rede social do Google pode ameaçar o microblog que ajudou a fundar. “A rede social é apenas uma parte do que fazemos. Pensamos no Twitter como um serviço de informação”, disse, descrevendo o microblog como um serviço de notícias personalizado e uma rede social. “Você não precisa tuitar”, afirmou na conferência DLD, em Munique, na Alemanha. “O principal é ficar sabendo do que está acontecendo no seu mundo, em tempo real.”

Investidores aguardam ansiosamente uma flutuação de ações que pode valorizar a empresa em cerca de US$ 8 milhões. Os céticos dizem que o site ainda não provou que pode ganhar dinheiro. Mas Dorsey, que é presidente-executivo da empresa, disse que os anunciantes estão se mostrando dispostos a pagar para promover seus tweets, contas e tendências. “Nosso modelo de negócio está em desenvolvimento há um bom tempo e funciona”, garantiu. De acordo com estimativas da empresa de pesquisas eMarketer, a receita do Twitter no ano passado deve ter sido em torno de US$ 140 milhões.

Dorsey disse que está montando uma nova equipe na Alemanha, onde a preocupação com a privacidade está em alta e a utilização do Twitter é relativamente baixa. Dorsey também é o fundador e presidente da Square, uma empresa de pagamentos via telefonia móvel, que ele pretende expandir internacionalmente ainda este ano. “Adoraríamos ir para a Europa e vamos nos empenhar muito este ano para levar a empresa para fora dos EUA. Estamos pensando na China e em toda a Ásia”, declarou.

Mr. Mix começa o ano com quatro novas lojas

A Mr. Mix, maior rede especializada em milk-shakes do Brasil começou 2012 com quatro novas unidades: Camaçari (BA), Taubaté (SP) que já estão em operação, Rio das Ostras (RJ) e em Santo André, no ABC Paulista, que irão inaugurar no final deste mês.

O franqueado da unidade de Rio das Ostras, Romeu Ferreira, aproveitou o clima litorâneo para abrir seu primeiro empreendimento. “Sempre quis abrir meu próprio negócio e por eu morar no litoral achei que milk-shake seria uma ótima área. Além disso, escolhi o setor de franquias pelo suporte que recebemos e a marca que já está no mercado”, afirma Romeu que garante a abertura de mais unidades no futuro.

Já a franqueada de Santo André, Valdirene Bonnato, proprietária de uma franquia da Mr. Mix em São Caetano do Sul se prepara para abrir a nova loja. “Após conhecermos uma loja da franquia e verificarmos a qualidade do produto e o número de frequentadores, resolvemos pesquisar e diante da transparência e atenção demonstrada, a confiabilidade fez com que optássemos pela Mr. Mix”, afirma Valdirene. “Estamos em busca de ponto comercial em São Bernardo do Campo e, diante do sucesso das lojas abertas, pretendemos ampliar para outras regiões”, completa.

A proposta da marca Mr. Mix é ser referência em produtos de qualidade, saudáveis e diferenciados, ofertados a preços acessíveis e aliados a um ambiente personalizado e divertido. São 46 unidades abertas e ao todo 82 lojas em operação e implantação, espalhadas pelo Brasil.

A Mr. Mix fechou 2011 com um faturamento 87% maior que o ano anterior e um acréscimo de 165% no número de lojas. A expectativa para 2012 é chegar a cem lojas faturando.

Lojistas têm oportunidade em shoppings temáticos

Os shoppings segmentados, cuja maioria das lojas se concentra em um segmento, como moda ou decoração, estão na mira dos centros de compras mais tradicionais no Brasil. O modelo, nascido nos EUA, está nos planos do União Osasco, em São Paulo, que planeja construir unidade moveleira ao seu lado.

Polos que não contam com espaço físico suficiente para uma nova unidade têm investido na construção de anexos, como os cariocas Norte Shopping e West Shopping, que terão neste ano área exclusiva para lojistas de serviços. Além disso, três outlets de roupas serão lançados até 2013, segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers): um em Brasília e dois em São Paulo. “Os shoppings não querem ficar de fora [do crescimento dos centros temáticos] e, por isso, abrem unidade independente ou criam anexos para as lojas segmentadas”, afirma o diretor de relações institucionais da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Luís Augusto Ildefonso da Silva. Há hoje no país 87 shoppings temáticos, como os de móveis, carros e roupas. Deles, 42,5% estão no Estado de São Paulo, segundo a Alshop.

Lado a lado com os concorrentes, pequenos varejistas encontram nesses locais uma forma de atingir o público-alvo de forma mais certeira. Ainda que muitos contem com algum tipo de lazer, como cinema, esses polos atraem consumidor disposto a fazer compras direcionadas. Outro chamariz é a redução no gasto com o ponto comercial. Em centros segmentados, o aluguel é até 30% menor do que o cobrado por shoppings tradicionais.

Abrir loja em shopping de decoração sempre esteve nos planos dos colegas Luiz Bianchi, 36, dono da Interbagno, de artigos para banheiro, e Kamyar Abrarpour, 52, da By Kamy, fabricante de tapetes. Mas a experiência de ambos com o modelo tem altos e baixos. Após se conhecerem em uma associação de decoradores, eles abriram em 2001 unidades das marcas no Shopping D&D, em São Paulo. No ano seguinte, montaram filiais em centro no Rio. Enquanto as lojas paulistanas vivenciam expansão, as cariocas fecharam as portas cinco anos depois. “Não tínhamos estoque suficiente para manter o estabelecimento e bancar o alto valor do aluguel”, explica Abrarpour, que calcula ter somado prejuízo de R$ 200 mil. Para Bianchi, o mau desempenho financeiro do shopping foi fator determinante para o fim das lojas. Ele não revela o valor do investimento perdido. Meses depois de o centro carioca fechar, o espaço deu lugar a um shopping de moda.

No caso de falência, os lojistas devem ser informados previamente, aponta o advogado Daniel Cerveira. Contudo, é possível entrar com ação judicial e solicitar indenização pela rescisão do contrato. Fechar as portas não é raridade entre lojistas de centros temáticos, alertam especialistas ouvidos pela Folha. Uma das barreiras está no custo do ponto comercial. Mesmo mais barato do que em um polo tradicional, o valor ainda é alto, afirma Mário Cerveira Filho, assessor jurídico do Sindilojas-SP (Sindicato dos Lojistas). O desembolso com aluguel e fundo de promoção, que chega a 10% do faturamento mensal, é o principal responsável pelo fechamento de empresas nesses locais. Outro entrave é a rigidez das normas, explica Cerveira Filho.

Para a lojista B.L., o valor do aluguel e a falta de autonomia para definir o horário de funcionamento de sua loja de iluminação são empecilhos. “Não tenho movimento aos domingos e tenho que abrir a loja”, critica ela, que tem ponto em shopping de decoração dentro de centro de negócios.

O proprietário da concessionária Green Automóveis Mauro Saddi, 54, foi o primeiro a entrar no Auto Shopping Aricanduva, na zona leste de São Paulo, em 1997. A escolha foi motivada pelo sucesso do modelo no exterior e às regras do shopping -que não permitem a abertura de duas concessionárias de uma mesma marca. “Minha única dúvida era saber se os brasileiros iriam ao shopping comprar carro. Acertei em cheio”, gaba-se.

Parceria entre Praia Shopping e Ma-noa garante diversão dos clientes

O Praia Shopping, de Natal (RN), firmou parceria com o Ma-noa Park e proporciona mais uma diversão para o verão dos clientes do mall. Até o dia 5 de fevereiro, nas compras em qualquer loja do Praia, o consumidor ganha um cupom com 30% de desconto na entrada do parque.

Para utilizar o desconto promocional, o cliente deverá levar seu voucher à bilheteria do Ma-noa Park, localizado na Praia de Maracajaú, e apresentar os documentos necessários para aquisição do bilhete. Mais informações no site manoapark.com.br ou através do telefone (84) 3211-2140.

O Boticário investe R$ 26 milhões em nova coleção de maquiagem

O Boticário apresenta hoje (23/01), nas passarelas da 32ª edição do São Paulo Fashion Week, a nova coleção de maquiagem outono/inverno 2012. Inspirada nas capitais internacionais da moda, a novidade recebeu investimentos de R$ 26 milhões, que incluem pesquisa e desenvolvimento de produtos, além de ações de marketing.

Patrocinador oficial do SPFW, O Boticário foi a primeira empresa a realizar um desfile exclusivo de makes, na semana de moda do ano passado. Nesta edição, a marca volta às passarelas com lançamentos de maquiagem e perfumaria. A empresa tem um lounge no evento, no qual é possível retocar o look e realizar cursos de automaquiagem com profissionais credenciados por O Boticário.