Domingo Divertido é a atração da criançada durante as férias no Shopping Plaza Macaé

A cada 15 dias até o mês de março, sempre aos domingos, o Shopping Plaza Macaé (RJ) anima as crianças que estão de férias com espetáculos teatrais no Domingo Divertido. As atrações acontecem na Praça de Alimentação, a partir das 15h00, com entrada gratuita.

No próximo dia 5, o espetáculo apresentado será “Shrek 2”, onde depois de enfrentar um dragão que cospe fogo e o terrível Lorde Farquaad para obter a mão da Princesa Fiona, Shrek agora enfrenta o seu maior desafio: os pais da noiva. Conhecer os pais dela era, provavelmente, a última coisa na mente de Shrek ao se casar com Fiona. Mas os trompetes reais sinalizam o fim da lua-de-mel quando os sogros de Shrek, o Rei e a Rainha, enviam um convite formal à Princesa Fiona para o baile real em comemoração ao casamento com seu “Príncipe Encantado”. Todos os cidadãos do Reino de Tão Tão Distante se reúnem para saudar o retorno da Princesa e seu novo Príncipe, sempre acompanhados do Burro; mas ninguém, muito menos os pais da noiva, estava preparado para a figura do novo príncipe e para a mudança de sua querida princesinha. Shrek e Fiona nem imaginam como seu casamento frustrou os planos que seu pai tinha para ela e para si mesmo. Agora o rei tem que contar com a ajuda da poderosa Fada-Madrinha, do belo Príncipe Encantado e do famoso matador de ogros, o Gato de Botas, para realizar a sua versão de “felizes para sempre”.

Mais informações pelo site www.shoppingplazamacae.com.br.

Reformas tributárias falham por serem muito abrangentes

A dificuldade de resolver a questão do nó tributário está na tentativa de acertar todos os problemas que a envolvem em uma única reforma. Segundo Murilo de Oliveira Junqueira, mestre em Ciência Política na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, a burocracia, os problemas entre a federação e os estados e os jogos de interesses são muito complexos para que sejam elucidados de uma única vez. “Meu objetivo não era propor nenhum modelo, pois já existem diversas propostas. Eu quis entender porque nenhum plano de reforma parece viável politicamente”, diz. Ele questiona por que não se investe em mudanças pontuais, pois acredita que elas trariam melhores efeitos à economia nacional.

A maioria dos estudos envolvendo a questão tributária se baseia nos problemas da estrutura política do país. “Se analisando a estrutura não foi possível encontrar uma justificativa realmente forte para justificar o nó que atravanca o sistema, o problema não está ai. Então eu fui atrás de outros fatores. Algo que era comentado por todo mundo, mas deixado de lado, era a enorme complexidade desse nó”, comenta Junqueira. Segundo ele, não existe um problema, mas um excesso de problemas. Combinados, eles geram uma bola de neve quase impossível de ser dissolvida de uma única vez.

Com a orientação de Marta Teresa Arretche, a dissertação de mestrado O nó tributário: por que não se aprova uma reforma tributária no Brasil aponta diversos exemplos de conflitos de interesses que permeiam o assunto. Dentre eles, a retirada da autonomia dos governadores estaduais.

Desde a Nova República (1985), o governo perdeu sua força centralizadora. “Os Estados brigam entre si por impostos. A guerra fiscal não consegue ser combatida pelo governo federal. Os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010) criaram propostas de mudanças consistentes, mas acharam resistência por entrarem em uma zona de briga de interesses entre estados”, explica.

Junqueira cita o exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um imposto estadual. Ele gera lucros para o estado produtor da mercadoria. Por exemplo, o Estado de São Paulo fabrica máquinas para indústrias. Essas máquinas são comercializadas em todo o país. O ICMS é retirado de consumidores de diversos estados e quem o recebe é o estado produtor. “São Paulo é o grande “ganhador” da federação. É quem mais produz e envia produtos e serviços para outros estados, desde carros até xampu e pasta de dente.”

São Paulo, então, é contra a proposta de transferir a tributação para o destino da comercialização e outros estados, no Nordeste por exemplo, são favoráveis a essa decisão. Por outro lado, o Nordeste é contra a desoneração dos produtos de consumo popular, como a cesta básica. Isso porque grande parte de sua população é consumidora desses produtos e isso diminuiria a arrecadação. Já São Paulo, que conta com forte participação da classe média consumidora de eletrodomésticos e combustíveis, não se opõe a essa decisão. “Apesar de ambas as propostas estarem tecnicamente corretas, cada região se opõe à reforma tributária por um motivo diferente. Isso caracteriza o nó que envolve os conflitos de interesses.”

Na Europa, o imposto é federal e ele dá certo. Isso indica que uma mudança na arrecadação poderia começar a desamarrar esse nó. “O Brasil foi pioneiro na adoção do ICMS, mas fez isso na ditadura (1964-1985), quando os Estados eram controlados pelo governo central. O problema surgiu quando se iniciou a autonomia estadual”. Uma maneira de solucionar a questão do ICMS é transformá-lo em um imposto com regras uniformes nacionais, retirando a autonomia dos Estados. Também seria importante transferir o direito de recebimento do imposto do estado produtor para o estado consumidor.

O sistema tributário brasileiro é um dos piores do mundo e repleto de problemas acumulados ao longo do tempo.

Líder precisa exercitar a capacidade de audição

Para ter êxito no seu trabalho, líderes devem escrever, falar e ouvir efetivamente. Para Pablo Aversa, especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching, ouvir efetivamente talvez seja a mais importante dessas três habilidades, considerando que os executivos são demandados a fazê-lo com significativa frequência, mas também é, provavelmente, a aptidão mais difícil de dominar.

De acordo com um recente estudo realizado pela revista Harvard Business Review, as pessoas consideram que as mensagens que enviam são mais importantes que as mensagens recebidas. Geralmente, aqueles que enviam pensam que aquilo que deixam na caixa postal dos outros é mais útil e urgente do que pensam as pessoas que recebem tais dados. “Ouvir efetivamente é um desafio e tanto, em parte porque as pessoas habitualmente estão mais focadas naquilo que estão faland o do que naquilo que estão ouvindo de volta”, afirma Aversa.

Nem todo mundo possui o mesmo estilo de escuta, mas líderes que utilizam a escuta ativa estão mais propensos a se tornar melhores ouvintes. “A escuta ativa demanda que o receptor de uma mensagem deixe de lado a crença de que ouvir é fácil, que acontece naturalmente, para se dar conta de que ouvir efetivamente requer intensa dedicação. Daí o resultado de a escuta ativa ser uma comunicação mais eficiente e efetiva”, comenta Aversa.

Líderes devem ouvir explicações, raciocínios e defesas sobre iniciativas e estratégias. Eles estão constantemente se comunicando com diferentes profissionais, cujas bagagens vão de contabilidade a finanças, de marketing a TI. Além disso, as explicações de diferentes equipes sobre qualquer iniciativa pouco ortodoxa frequentemente introduzem um desafio significativo às habilidades de escuta do líder. Assim, o especialista compartilha as técnicas que os líderes podem utilizar para aprimorar essas habilidades:

1. Concentre-se no que os outros estão dizendo. Quando está ouvindo alguém, você normalmente se vê pensando numa tarefa cujo prazo de entrega está se esgotando? Ou mesmo numa questão familiar importante? No meio de uma conversa, você percebe às vezes que não ouviu uma única palavra do que a outra pessoa falou? Pois é, a maior parte dos indivíduos fala numa velocidade entre 175 e 200 palavras por minuto. Entretanto, pesquisas sugerem que nós somos capazes de processar palavras numa velocidade de 600 a 1 mil palavras por minuto. O papel do líder hoje em dia é muito rápido e complexo e, considerando q ue o cérebro não utiliza toda a sua capacidade ao ouvir, a mente do líder talvez devaneie pensando em perguntas e explicações que ainda estão por vir, em vez de ouvir a mensagem presente. Essa energia mental não utilizada pode ser uma barreira para ouvir efetivamente, fazendo com que o líder perca ou interprete mal o que os outros estão falando. É importante, portanto, que o líder se concentre naquilo que os outros estão dizendo, de forma que uma comunicação efetiva possa se estabelecer.

2. Envie a mensagem não-verbal que você está ouvindo. Quando alguém está falando com você, você mantém contato visual com essa pessoa? Você demonstra para quem fala que está ouvindo, balançando afirmativamente a cabeça? Sua linguagem corporal transmite a mensagem que você está ouvindo? Você se inclina para frente e não utiliza suas mãos para brincar com objetos? A maior parte dos peritos em comunicação concorda que as mensagens não-verbais podem ser três vezes mais poderosas que as mensagens verbais. Uma comunicação efetiva fica difícil sempre e quando você envia uma mensagem não-verbal de que não está realmente ouvindo.

Quiosque de livros: Educação e Cia chega ao Bangu Shopping

Investindo em ações culturais, o Bangu Shopping, no Rio de Janeiro, estimula a leitura entre os moradores da Zona Oeste com o novo quiosque Educação e Cia. São mais de 600 títulos à venda para o público infanto-juvenil. Segundo a gerente de Marketing do shopping, Cristiane Guimarães, esta será uma ótima oportunidade para os clientes encontrarem livros que estimulem seus filhos à leitura.

Além dos lançamentos, o público poderá conferir os clássicos contos infanto-juvenis e livros que podem auxiliar no conteúdo escolar. Também é possível encomendar outros títulos que não estiverem expostos.

Shopping Ponta Negra deve gerar 2,1 mil postos de trabalho em Manaus

O Shopping Ponta Negra, de Manaus (AM), que deve ser inaugurado até o final de 2012, vai gerar cerca de 2,1 mil empregos diretos. O centro de compras está entre os sete novos shoppings que serão inaugurados na Região Norte, até final deste ano, segundo a Alshop (Associação Brasileira de Lojista de Shopping ). Entre os outros Estados da Região, que terão novos centros de compras, estão quatro no Pará, um no Amapá e outro em Tocantins.

Segundo pesquisa feita pela Alshop, em parceria com o instituto de pesquisas Ibope Inteligência, o consumo dos habitantes de todas as classes sociais da Região Norte foi responsável por gerar, aproximadamente, R$ 30,2 bilhões de faturamento, em todo o ano de 2011, o que representa 4,28% dos R$ 705 bilhões referentes ao varejo brasileiro. Entre os segmentos da Região Norte responsáveis por este faturamento bilionário estão os de alimentação, artigos de uso pessoal, do lar, de higiene e cuidados, calçados, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, vestuário e livros.

De acordo com o diretor de relações institucionais da Alshop, Luís Augusto Ildefonso da Silva, a indústria de shoppings começa o ano de 2012 com 802 empreendimentos em operação por todo o País. Segundo ele, espera-se que 113 shoppings sejam concluídos, sendo sete na Região Norte, entre eles o Ponta Negra, em Manaus, que terá 32 mil m², 190 lojas, 12 salas de cinema e estacionamento com capacidade para 1,7 mil veículos. “Esses shoppings novos vão agregar um valor bastante considerável à região e é esperado que a soma de R$ 30,2 bilhões seja superada, nesse ano”.

Quanto a empregabilidade do novo shopping em Manaus, Silva afirmou que devem ser gerados de 1,8 mil a 2,1 mil empregos diretos nas lojas e mais 60 a 80 entre os coloboradores responsáveis pela administração, segurança, limpeza e demais setores do centro de compras.

Empresa de vendas virtuais mira ações em redes sociais

A desenvolvedora de tecnologia para o e-commerce VTEX adquiriu parte da americana The Fan Machine, especializada em sorteios e concursos no Facebook. O negócio faz parte do plano de expansão da brasileira, rumo à América Latina e visando uma convergência maior entre e-commerce e ações em mídias sociais, segundo Mariano Gomide de Faria, presidente da VTEX. Atendendo 150 clientes, como Nokia, Walmart e Drogaria Araújo, foi comercializado cerca de R$ 1,5 bilhão nos sites que rodam nas plataformas da empresa. A VTEX não revela o valor da negociação, mas espera dobrar o faturamento para R$ 28 milhões neste ano.

A primeira parte do plano focará a ampliação da base de clientes. Em fevereiro, abrirá o escritório da Argentina, que poderá atender o Chile. Entre junho e julho, a empresa vai para a Colômbia. A segunda parte será voltada para integrar comércio virtual às redes sociais e aumentar a captação de novos consumidores. “Nossa aposta é que o marketing pode migrar dos canais tradicionais, como o Google, para uma captura dentro do Facebook.”

A Fan é a única Preferred Development Consultant (Consultora Preferida de Desenvolvimento) do Facebook para a América Latina. O concurso na página do Facebook da concessionária SGA Toyota, de Niterói, no ar na noite da última sexta (27/01), é um exemplo da ferramenta da Fan.

A promoção instigava motoristas a contar histórias interessantes sobre o carro. Os que recebessem mais “curtir” ganhavam um bônus de R$ 1 mil para comprar acessórios da marca. Também já utilizaram a Samsung, o jornal argentino “Clarín” e a Unicef. A sinergia entre as plataforma não foi criada. Mas, para Faria, pode ser assim: um consumidor topa divulgar um produto para um grupo de pessoas em seu Facebook; se conseguir, recebe desconto na loja virtual da empresa.

A VTEX tem até R$ 12 milhões para comprar duas empresas neste ano e planeja parcerias com universidades para desenvolver algoritmos de sugestão de compra.

Blocos de Carnaval invadem Shopping, em parceria com Sebastiana

Em parceria com a Sebastiana (Associação Independente dos blocos de carnaval de rua da Zona Sul, centro da Cidade do RJ, Santa Teresa), o Shopping Nova América entra no clima do Carnaval e recebe, no início de fevereiro, os blocos carnavalescos Cordão do Bola Preta (02/02),Carmelitas (03/02), Suvaco de Cristo (09/02) e Simpatia é Quase Amor (10/02), em apresentações gratuitas na Praça de Alimentação, sempre às 19h30.

E para entrar de vez no clima, os foliões podem comprar as camisas de todos os blocos da Sebastiana em um stand de venda personalizado montado no segundo piso do shopping, com direito à customização.

Limitar sacolinha é tendência mundial

O fim da distribuição de sacolinhas pelos supermercados de São Paulo, que começou a vigorar na quarta-feira passada (25/01), segue uma tendência que ganha fôlego em várias partes do mundo. Embora o fornecimento das sacolas plásticas pelo varejo ainda seja liberado em vários países, como a vizinha Argentina e o distante Irã, um número crescente de nações ou cidades tem adotado alguma forma de restrição.

Bangladesh, na Ásia, tem uma das histórias mais antigas de proibição, que vigora desde 2002, depois de o entupimento de bueiros por plástico ter sido identificado como o fator responsável por uma inundação que devastou o país em 1998.

Rede do Sul investe R$ 250 mi para chegar ao Sudeste e Centro-Oeste

A rede Havan, loja de departamentos com sede em Brusque (SC), vai investir cerca de R$ 250 milhões na expansão para o Sudeste e Centro-Oeste até o fim deste ano. Com 36 lojas em SC e no PR, a Havan pretende abrir outras 14 até o fim de 2012, sete delas em São Paulo. A entrada no Estado virá pelo interior. Neste sábado (28), a Havan inaugura uma loja de 5 mil m² em Presidente Prudente (558 km de SP).

Na última sexta-feira (27/01), o diretor-presidente da Havan, Luciano Hang, esteve em Ribeirão Preto (313 km de SP), que também deve receber uma loja do grupo. Nesta semana, será a vez de Araçatuba (527 km de SP) receber a visita do executivo.

A expansão da rede reflete os bons resultados da empresa. O grupo atua ainda em outras áreas, como PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), postos de gasolina, factoring e construção civil, disse Hang. “Crescemos 50% em 2011 devido à abertura de novas lojas. Nos últimos anos, temos direcionado os recursos de toda a empresa para o comércio”, disse Hang.

Segundo Celina Ramalho, pesquisadora da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o momento é propício para investimentos no setor. “Há crescimento de consumo em todas as classes, mas na classe C o consumo de roupas é mais representativo porque indica ascensão”, disse. Este ramo representa de 30% a 40% dos negócios da Havan.

Filho de operários da indústria têxtil, e, ele mesmo, operário e vendedor em loja de tecidos por sete anos, Hang espera atingir uma receita bruta de R$ 2 bilhões neste ano. No ano passado, fechou o faturamento em R$ 1,5 bilhões ante R$ 1 bilhão de 2009.

Em São Paulo, a expansão também chegará a Limeira, Franca, São José do Rio Preto e Marília. A expectativa é gerar 10 mil empregos diretos no Estado de São Paulo. No MT e no MS, há unidades previstas para Campo Grande e em Várzea Grande, na região da grande Cuiabá. As demais serão no PR e SC.

A rede vende tudo: roupas, cama, mesa, banho, eletrodomésticos, artigos de decoração, ferramentas e materiais escolares. Para Hang, a proposta da rede é justamente oferecer de tudo em um só lugar. As megalojas chegam a até 20 mil m² e se assemelham às grandes redes de departamento americanas. Chamam a atenção pelo tamanho e arquitetura, com toque kitsch: todas têm traços que lembram a Casa Branca e, em 14 das 36 unidades, há réplicas de estátuas da Liberdade em frente às lojas.

Com sede no polo têxtil de Brusque (SC), a empresa também fabrica roupas. Cerca de 30% a 40% do faturamento vem desta área, destes, 90% são de produtos próprios. “Como somos (de família) do ramo têxtil, eu compro o algodão, faço o fio, a malha, temos facções. Chegamos a comprar o algodão para fazer a toalha”, falou Hang.

A primeira loja da Havan foi inaugurada em Brusque, em 1986. A identidade norte-americana chegou em 1994, com uma nova loja de 7 mil m², na mesma cidade.