Shopping Center Lapa recebe Exposição de Fotos da folia de Momo

O Shopping Center Lapa, de Salvador, receberá a Exposição de Fotos do Carnaval 2012, a partir de amanhã (23/02). A mostra se estenderá até o dia 10 de março, na Praça de Eventos, localizada no piso L1.

A exposição que é realizada há dez anos em parceria com o fotógrafo Lázaro Marrom, disponibilizará terminais de computadores para o público ter acesso e conferir os cliques dos melhores momentos da folia em blocos, camarotes e ruas de Salvador. Através destes pontos, os clientes poderão escolher e adquirir as suas fotografias.

Varejo online deverá crescer 25% este ano com ajuda da classe C

O comércio online não para de crescer. No ano passado, as vendas pela internet movimentaram R$ 18,7 bilhões, com crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a e-bit, empresa especializada em informações sobre o comércio virtual – o resultado, porém, ficou abaixo das previsões iniciais, de 30%. Para 2012, a projeção é de crescer mais 25%, diz a diretora do e-bit, Cris Rother.

No ano passado, 32 milhões de consumidores fecharam negócios nos sites de comércio eletrônico cadastrados no e-bit. Em 2010, foram 23 milhões. O valor médio das transações, porém, diminuiu no último ano. Em 2011, foram gastos, em média R$ 350 por transação, ante R$ 370 no ano anterior. “A tendência é de o valor do tíquete médio cair mais”, diz a executiva.

Ela explica que, com a entrada da nova classe média brasileira na rede, a classe C, os preços dos produtos adquiridos devem ser menores. “Eles procuram preços menores e isso é cada vez mais relevante.” No primeiro semestre do ano, dos 4 milhões de novos consumidores online, 61% foram da classe C.

Além de achatar preços, a entrada da classe C mudou o ranking dos produtos mais vendidos pela internet, diz a diretora. Em 2007, por exemplo, o produto mais vendido era livro, seguido por itens de informática, eletrônicos e produtos de saúde e beleza. Em 2011, os eletrodomésticos lideraram o ranking, seguidos pelo grupo informática.

Também o crescimento do número de sites de compras coletivas e as fortes promoções online contribuíram para reduzir os preços médios na internet, diz a diretora do e-bit.

Previdência quer atingir 70,5% dos trabalhadores em 2012

A Previdência Social quer terminar o ano com uma cobertura de 70,5% dos trabalhadores. Atualmente a abrangência chega a 67%. Essa é uma das metas do Plano Estratégico da Previdência Social (2012-2015).

Segundo o secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, o objetivo é alcançar uma cobertura previdenciária de 77% dos trabalhadores até 2015, o vai significar a inclusão de 16 milhões de pessoas. “Estamos trabalhando em um grande plano de inclusão previdenciária para diversos públicos onde há uma baixa cobertura previdenciária. Estamos falando de trabalhadores rurais, pessoas com deficiência, empreendedores individuais, cooperativados, donas de casa de baixa renda, trabalhadoras domésticas, população coberta pelo Bolsa Família”, disse o secretário.

Rolim disse ainda que, desde 2009, o Ministério da Previdência Social começou a fazer mudanças nas regras de inclusão na Previdência de alguns grupos, como foi o caso do microempreendedor individual. “Entre os trabalhadores que estão na informalidade, 11 milhões eram empreendedores individuais e nós já conseguimos trazer 2 milhões. Outro público muito importante são as donas de casa de baixa renda [que em sua maioria não têm cobertura previdenciária].”

O plano foi apresentado na semana passada ao Conselho Nacional de Previdência Social.

Reclamações em redes sociais: será que elas realmente são eficazes?

Nos últimos anos, é cada vez maior o número de pessoas que recorrem às redes sociais para reclamar de problemas ocorridos na compra de produtos ou na oferta de serviços. A facilidade e os constantes relatos de pessoas que tiveram seus casos solucionados são alguns dos fatores que motivam os consumidores a dividirem suas agruras na rede. Contudo, será que estas reclamações funcionam para todo mundo?

De acordo com o coordenador do MBA em Gestão de Marcas da Trevisan Escola de Negócios, Marcos Hiller, a resposta para esta pergunta é não. Ele explica que cada caso deve ser analisado individualmente, porém é preciso ter em mente que, ao receber reclamações postadas em redes sociais, as empresas avaliam o perfil do reclamante e a relevância da reclamação. “É um fenômeno novo e nem toda empresa consegue monitorar o que se diz sobre ela na internet. Além disso, cada caso é um caso e as empresas avaliam o perfil de quem está reclamando, quem a pessoa conhece e a relevância da reclamação”.

Apesar de não ser 100% garantido que a empresa vá resolver o problema do consumidor que reclama nas redes sociais, Hiller acredita ser importante que as pessoas exerçam seu poder. Porém, ressalta, isso deve ser feito com prudência e moderação, sendo que para aumentar as chances de resposta, sugere, em alguns casos as pessoas podem procurar o perfil de executivos importantes da companhia, além do perfil da própria empresa. “É importante que o consumidor exerça o seu poder, mas de forma educada, avaliando sempre se é relevante aquilo que tem a dizer. De nada adianta, por exemplo, xingar a empresa, isso pode, inclusive, resultar em processo contra o consumidor”.

Na opinião da coordenadora institucional da Proteste – Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, quando o consumidor reclama nas redes sociais, ainda que haja uma solução, não há compromisso das empresas para a solução efetiva do problema, e não apenas de forma pontual. Para ela, mesmo que seja difícil falar com as empresas, o consumidor só deve recorrer à internet se já tiver buscado outras formas de solução que, aliás, devem estar documentadas, como o número de protocolo de um atendimento no SAC.

Além disso, ressalta, é essencial que a pessoa registre a reclamação no Procon, para que a empresa responda pelo problema. “O consumidor tem uma grande resistência em falar com as empresas, pois há muita dificuldade em acessá-las. Assim, é mais fácil procurar as redes sociais, porém é preciso ter um passo anterior”, argumenta a coordenadora.

Lojas Colombo mantém liderança nos segmentos de móveis e eletros

A Lojas Colombo repete o desempenho alcançado desde a primeira edição do projeto Marcas de Quem Decide e mais uma vez figura como líder na lembrança e na preferência dos consumidores gaúchos nas categorias Eletrodomésticos e Móveis. Segundo a pesquisa realizada pelo Jornal do Comércio e pela Qualidata, a Colombo também ocupa o primeiro lugar na preferência dos consumidores do Rio Grande do Sul no segmento Rede Varejista.

Os resultados do Marcas de Quem Decide 2012, em sua 14ª edição, serão apresentados no dia 1º de março, no Salão de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Na oportunidade, as empresas líderes em suas categorias vão receber certificados da comissão organizadora da pesquisa.

Wal-Mart compra empresa chinesa de comércio eletrônico

O Wal-Mart informou na última segunda-feira (20/02) que está assumindo o controle acionário da empresa chinesa de comércio eletrônico Yihaodian. A maior varejista do mundo busca novas fontes de receita para se defender da crescente competição na China, economia que mais cresce no mundo.

O movimento vem duas semanas depois que o Wal-Mart anunciou a escolha do veterano do segmento Greg Foran como diretor das operações na China, marcando uma série de mudanças de lideranças na unidade, que passou por escândalos na área de alimentos, inclusive uma problema de etiquetas erradas nas carnes de porco no ano passado, que a obrigou a fechar temporariamente uma dúzia de lojas na região central da China.

O Wal-Mart informou por meio de comunicado que o investimento recente na Yihaodian vai levar sua participação para cerca de 51% e se sujeitará à aprovação dos órgãos reguladores governamentais. A rede varejista não forneceu qualquer detalhe financeiro do acordo e não deixou claro qual é a participação que possui agora na empresa chinesa.

O Wal-Mart anunciou em maio que planejava comprar uma participação minoritária na Yihaodian, uma página chinesa na internet de venda de itens de consumo e de gêneros alimentícios.

35ª Feira do Livro Espírita no Riopreto Shopping

O Riopreto Shopping, de São José do Rio Preto, no interior paulista, será palco da 35ª edição da Feira do Livro Espírita de Rio Preto e Região, de 25 deste mês a 4 de março, na Praça 1 de Eventos. Além de comercializar mais de 1,5 mil livros e audiovisuais ligados ao espiritismo, o evento será marcado por lançamentos e palestras de grandes nomes da literatura espírita do país.

O evento é realizado pela USE (União das Sociedades Espíritas), entidade que atua na distribuição gratuita de publicações para centro espíritas que não têm condição financeira para montar uma biblioteca. A renda obtida é destinada para cobrir as despesas da USE com as editoras.

O Riopreto Shopping cedeu gratuitamente o espaço da Praça 1 de Eventos para a realização da Feira do Livro Espírita porque se trata de uma iniciativa em prol de uma importante instituição social, que leva conhecimento a centenas pessoas. “Por meio da Feira, um grande público, incluindo não-espíritas, tem a oportunidade de conhecer mais amplamente a literatura e a produção audiovisual espírita e ser especialmente orientado às obras que ajudam na solução de suas dúvidas ou conflitos”, destaca Abilinho Del Arco, um dos coordenadores do evento. Segundo Del Arco, a Feira do Livro Espírita cresceu a cada edição, sendo anteriormente realizada no Calçadão. “Como resultado deste crescimento, estamos neste ano em um dos mais importantes centros comerciais e pólos culturais da cidade e região: o Riopreto Shopping.”

Entre os títulos, que serão oferecidos com descontos de até 30% e parcelamento em três vezes sem juros, estão as chamadas obras básica de Allan Kardec, conhecido como decodificador da doutrina espírita (“O evangelho segundo o espiritismo”, “O livro dos espíritos”, “O livro dos médiuns”, “A gênese” e “O céu e o inferno”). Outro destaque são os best-sellers de Chico Xavier, como “Nosso Lar”, que ganhou adaptação para os cinemas e atraiu grande público.

A programação da Feira do Livro Espírito prevê o lançamento dos livros “Liberta-me do mal”, de Divaldo Pereira Franco; “As mães de Chico Xavier” e “Pinga-fogo com Chico Xavier”, de Saulo Gomes; “Cura e libertação” e “Sem medo de ser feliz”, de José Carlos De Lucca; “Terapia anti-queixa”, de Roosevelt Tiago; e muitos outros.

Estarão presentes ao evento Saulo Gomes, escritor e mais experiente repórter investigativo do Brasil; José Carlos De Lucca, juiz, escritor e orador; e Roosevelt Tiago, consultor, editor, escritor e orador. Eles autografarão seus livros e estarão à disposição para bate-papo com leitores.

A abertura oficial da Feira do Livro Espírita será neste sábado (25 de fevereiro), às 10h30, com palestra de José Carlos De Lucca, na Sala 1 do Multiplex. A palestra com Saulo Gomes será no sábado seguinte (3 de março), oportunidade em que falará sobre seus 30 anos de convivência com Chico Xavier. Já Roosevelt Tiago estará presente em alguns dias do evento para bate-papo com o público.

Experiência é item menos preenchido em cadastros de emprego

Após o Carnaval, grande parte das empresas retomam contratações. Desta maneira, sai na frente quem se inscreve nas vagas mais cedo, analisa Luis Testa, gerente da Vagas Tecnologia. “O diferencial está em completar todos os campos da inscrição.”

Por tomar mais tempo no preenchimento, já que exige diversos dados (função, atividades, período e empresa), a experiência profissional é o item que mais fica incompleto em sites de vagas e em redes de relacionamento profissional como o LinkedIn, diz Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.

Para ampliar o leque de oportunidades, Denis da Silva, 27, desempregado há quatro meses, cadastra-se em cerca de dez sites ao dia. Mas reclama: o campo da experiência profissional é cansativo.

Problemas pessoais no trabalho interferem no desenvolvimento da carreira

Uma carreira profissional bem-sucedida é reflexo de diversos fatores. É preciso ter conhecimento técnico, desenvolver competências, encontrar a empresa certa, estar motivado e ainda evitar se envolver em problemas pessoais no ambiente corporativo.

Quando o assunto são as relações pessoais no trabalho, há diversas questões que podem atrapalhar, e muito, o desenvolvimento da carreira. Com a ajuda de especialistas, a equipe InfoMoney listou alguns dos problemas mais comuns no cenário corporativo. Confira:

Assédio sexual e moral – se valer da sua posição na empresa para assediar moralmente ou sexualmente um subordinado é um dos principais problemas pessoais no mundo corporativo. Quem o pratica está sujeito a uma série de penalidades que podem contribuir para encerrar uma carreira antes do planejado, e quem sofre o assédio também pode ficar com várias sequelas.

O que se pode fazer é tomar algumas medidas para evitar que esse tipo de situação aconteça. De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Personal Service, Alexandra Morgado, se o profissional já percebeu que seu chefe ou algum superior tende a ter esse tipo de comportamento, ele deve evitar ter muita intimidade. “É melhor você ter uma relação o mais profissional possível, sendo sempre cordial, mas sem intimidade”.

Falta de postura – embora você passe boa parte do seu tempo no trabalho, o ambiente corporativo não é sua casa. Pessoas briguentas, que se impõem no grito, que batem nas mesas, normalmente não são bem vistas pelos colegas de trabalho. “É um grande erro pensar que se pode vencer uma discussão no grito”, explica Alexandra. No ambiente corporativo, diz a especialista, é preciso saber conviver com pessoas diferentes e que possuem experiências diversas. “Essa mistura exige um código de conduta corporativa para que as pessoas consigam conviver de forma harmoniosa”.

Hierarquia – por mais que as empresas estejam se tornando cada vez mais colaborativas, dando mais autonomia para os profissionais, ao mesmo tempo em que tentam tirar um pouco da atenção em torno da figura do chefe, a hierarquia ainda não foi abolida e o chefe continua sendo o chefe. Assim, se você não concorda com as ideias do seu, o máximo que pode fazer é tentar fazê-lo mudar de pensamento, dando argumentos bem embasados e coerentes, mas sabendo que, ao final, quem dará a última palavra será ele e não você. “Se você não gosta de ter chefe, é melhor pensar em abrir seu próprio negócio”, diz Alexandra. Mesmo porque tentar lutar contra ele só vai atrasar sua carreira.

Fofoqueiro – se você descobriu que é conhecido na empresa como o “leva e trás” ou o “fofoqueiro”, é melhor tomar uma atitude urgente para mudar essa realidade. A fofoca corporativa faz parte da lista dos piores comportamentos no mundo profissional. Inevitavelmente o profissional vai acabar sendo descoberto, o que pode comprometer muito sua imagem dentro da organização e mesmo frente aos colegas de trabalho. Além disso, a energia gasta em fofocas pode comprometer sua produtividade no trabalho, limitando seu desenvolvimento profissional.

Assédio entre colegas – o trabalho é o local onde boa parte das pessoas encontram futuros maridos e esposas. Certo. Porém, uma coisa é se envolver com alguém do escritório e engatar um namoro sério, outra coisa é ficar dando em cima insistentemente de uma pessoa que não está nem um pouco interessada. Ficar assediando colegas de trabalho, apesar de a pessoa ter deixado claro que não está interessada, também pode causar diversos tipos de penalidades.

Brigar e discutir – uma coisa é não gostar de um colega de trabalho, outra, completamente diferente, é externar esse sentimento a ponto de travar discussões e brigas. É interessante entender que você não precisa gostar de todos os profissionais com quem trabalha, mas, por outro lado, precisa conviver e respeitar. Algo que sempre pode ajudar é nunca esquecer que as pessoas são diferentes e que nem todo mundo pensa como você.