Cartões: limitação das tarifas cobradas faz anuidade subir até 270%, diz ProTeste

Com a padronização e a limitação para até cinco tarifas que podem ser cobradas nos cartões de crédito, o consumidor passou a pagar mais pela anuidade. Segundo a ProTeste – Associação de Consumidores, a aumento chegou a 270% no caso do cartão American Express Blue, na comparação entre os valores de 2010 e 2011.

A associação também identificou um aumento de 166% na anuidade do cartão Reward do Santander e de 131% no Ibicard Gold do banco Ibi.

A ProTeste irá enviar uma carta à Casa Civil e ao DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) informando que, além das taxas elevadas de juros, o consumidor está sendo penalizado com a alta no preço da anuidade.

A pesquisa também revelou que, antes da padronização das tarifas, havia mais cartões com anuidades gratuitas. “As instituições usavam a anuidade zero como um chamariz para o consumidor e compensavam essa perda de receita com a cobrança de outros serviços” diz o estudo.

A ProTeste aconselha que o consumidor fique atento à nova data de renovação da anuidade e negocie com a administradora a redução dos valores cobrados e até a isenção, informando que, caso contrário, fará o cancelamento. Outra dica é comparar os preços comprados entre as concorrentes e avaliar os benefícios ofertados.

O HSBC informou, por meio de sua assessoria, que padronizou diversas tarifas relacionadas a cartões de crédito em decorrência da Resolução 3919/2010 do Bacen (Banco Central do Brasil), que consolida as normas sobre cobrança de tarifas, e revisou todo o seu portifólio de cartões de créditos, buscando adequar o valor da tarifa de anuidade aos benefícios ofertados no produto.

O Santander, por sua vez, informou que oferece para seus clientes um benefício de 50% de desconto no primeiro ano da anuidade do cartão Reward. Segundo o banco, dessa forma, a comparação dos valores da anuidade deve ser no primeiro ano, de R$ 60 em 2010 para R$ 80 em 2011, ou nos anos seguintes, de R$ 120 em 2010 para R$ 160 em 2011, o que representa um aumento de 33% em ambos aos casos.

Já o Bradesco informou que os cartões American Express passaram por um reposicionamento no mercado. “O produto ganhou um novo programa de fidelidade, com mais benefícios ao cliente. Neste processo de reposicionamento, os portadores do cartão tiveram 50% de desconto na anuidade do produto”, explicou.

Com relação ao cartão Ibicard Gold, o Banco Ibi informou que não irá comentar sobre o assunto. Até o momento da publicação dessa matéria, a assessoria do banco Itaú não manifestou posição com relação ao aumento na anuidade do cartão Internacional.

Empreendimento e Lojistas comemoram os excelentes resultados da 17ª edição da Loucura Total

Com crescimento de 16% de publico durante os quatro dias de campanha em relação à edição de março de 2011, os bons números da 17ª edição da ação promocional Loucura Total superaram as expectativas do Shopping Total, de Porto Alegre. Somente no último final de semana (10 e 11/03), o Empreendimento recebeu 40% a mais de clientes comparando com o mesmo período. Além do aumento do fluxo de pessoas, os Lojistas registraram aumento nas vendas tanto de produtos promocionais quanto de artigos da nova estação.

“Todos os anos, nós temos desafios diferentes para a realização do Loucura Total. Neste, nós tínhamos uma campanha na sequência de outro grande evento já consolidado na capital gaúcha, o Liquida. Por isso, apostamos iniciar promoção no Dia Internacional da Mulher, que é a nosso principal cliente”, afirma o gerente de Marketing, Luis Augusto Generali.

Teatro de bonecos em homenagem ao Dia do Circo no Bangu Shopping

Em homenagem ao Dia do Circo (15/03), a programação do Brincadeira tem Hora do Bangu Shopping, do Rio de Janeiro, no próximo domingo será especial. No dia 18, as crianças vão se divertir com a apresentação do teatrinho de bonecos ” Circo Sinuca”, a partir das 16h00.

O espetáculo conta em forma de musical as histórias dos personagens que fazem a alegria do circo. São palhaços, mágicos, equilibristas, trapezistas, entre outros. No dia, também será realizada uma oficina de maquiagem facial artística, a partir das 15h00. As atrações são gratuitas e serão realizadas na Expansão do Bangu Shopping.

Brasil defende dólar livre, mas não vai fazer “papel de bobo”, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo defende o câmbio flutuante (taxa do dólar e outras moedas mudando conforme a vontade do mercado), mas não vai permitir que o país seja prejudicado nas suas exportações por causa da queda excessiva do dólar. “Somos partidários do câmbio flutuante, mas não podemos fazer papel de bobos e nos deixar levar pela manipulação cambial”, disse o ministro. Ele participou ontem (13/03) de uma audiência no Senado para falar de economia brasileira e mundial. O governo considera que outros países estão “manipulando” os valores de suas moedas, para tornar suas exportações mais competitivas e vender mais.

Quando o dólar cai, isso é bom para quem viaja ao exterior ou compra produtos importados. Mas é ruim para as empresas brasileiras. As que exportam ficam com os preços mais caros que a concorrência de outros países. Também é negativo para as empresas brasileiras que só vendem internamente, pois o preço dos produtos importados podem ser menores. Isso faz as vendas caírem e provoca demissões. Eventualmente, as empresas podem fechar, causando o que se chama de desindustrialização do país.

Mantega disse que, se não houvesse uma ação do governo, a situação estaria pior. “Se não estivéssemos tomando medidas cambiais nos últimos anos já estaríamos com o dólar a R$ 1,40 ou menos. Se o Brasil estivesse com cambio a R$ 1,40, toda a indústria brasileira já estaria quebrada.”

O governo anunciou na última segunda-feira (12/03) uma medida para tentar reduzir a entrada de dólares no Brasil, ampliando o alcance de um imposto para quem faz empréstimos no exterior, principalmente empresas. O imposto é de 6% sobre o valor emprestado. Vai incidir sobre empréstimos com prazos de até cinco anos. Antes da medida, o prazo era de três anos. Acima de cinco anos, não será cobrado imposto nenhum. Foi a segunda vez em 11 dias que o governo mexeu nessa regra. No dia 1º de março, havia ampliado o prazo de incidência do imposto de dois para três anos, mas a medida não teria surtido o efeito esperado. Por isso foi ampliado o prazo para cinco anos.

“Depressão: O mal do século!” em debate no Complexo Comercial do Shopping Interlagos

O Shopping Interlagos e o Shopping Interlar Interlagos, ambos na capital paulista, em parceria com o Ambulatório Médico Especializado Jardim dos Prados, traz para o público em geral, palestras ministradas por profissionais especializados, no Auditório do Shopping Interlagos. Em março, o tema a ser abordado é “Depressão: O mal do século!”.

As inscrições já podem ser feitas pelo telefone (11) 3471-8861 ou pessoalmente, no Atendimento ao Cliente do Shopping Interlagos (localizado no Estacionamento Coberto 2 próximo à Central de Operações), das 10h00 às 22h00, de segunda a domingo. Nos dias das palestras, pede-se um quilo de alimento não perecível, exceto sal e açúcar, que será doado a obras assistenciais. Vagas limitadas.

A depressão é um problema de saúde pública que atinge milhares de pessoas em todo o mundo. Especialistas afirmam que a doença será o grande mal do século XXI. Pessoas com depressão podem apresentar alterações de humor, comportamento, pensamento e da saúde física. É muito interessante esclarecer a população sobre o tema. Sendo assim, convide seus familiares, amigos e vizinhos para participarem dessas palestras e sanar todas as dúvidas a respeito.

Governo quer regulamentar sistema de pagamentos via celular

O Banco Central e o Ministério das Comunicações trabalharão juntos para regulamentar um sistema que permita a realização de pequenos pagamentos por meio do celular, conhecido como “Mobile Payment”, disse ontem (13/03) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. O objetivo do governo com essa nova ferramenta, disse Bernardo, é estimular a inclusão bancária. A regulação, porém, exigirá o envio de um projeto de lei ao Congresso. “Gostaria de mandar ao Congresso esse ano”, disse Bernardo, após reunião com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

A ideia, segundo o ministro, é que operações de compra e venda de pequenos valores possa ser feita por celulares comuns, e não por smartphones (que, na prática, já acessam os serviços dos bancos na internet). O governo não vai permitir que as operadoras de telefonia façam operações de crédito, mas dar ao usuário de telefonia móvel, principalmente de regiões com pouco acesso a bancos, acesso a uma conta bancário. Esse usuário poderia, por exemplo, fazer compras em um estabelecimento comercial usando o número do seu telefone e confirmando a transação, junto à operadora, via SMS.

Paulo Bernardo confirmou ainda que o leilão de faixas de frequência de 4G deverá ser realizado no dia 4 de junho. O edital, segundo ele, deve sair no dia 20 de abril próximo.

O luxo faz a corte ao Brasil

Nova York, Quinta Avenida. Paris, Gallerie Lafayette. Londres, Bond Street. O ritmo no qual os cartões de crédito dos brasileiros saem das carteiras nos endereços mais caros do mundo não passou despercebido entre as principais grifes de luxo. Somente nos próximos meses, de olho no poder de consumo da classe média alta brasileira, cerca de 30 marcas sinônimo de sofisticação vão inaugurar suas primeiras lojas próprias no País, a maioria em São Paulo, no Shopping JK Iguatemi, que abre as portas em 19 de abril, e na expansão do Cidade Jardim.

O bom desempenho econômico do Brasil também influencia esse movimento, já que a crise tem limitado o crescimento nos Estados Unidos e na Europa. Ainda pouco explorado, o mercado brasileiro é um oásis em um deserto de margens apertadas; é comum que as grifes cresçam acima de 10% ao ano, uma taxa digna da China. No ano passado, as vendas no Shopping Cidade Jardim aumentaram 20% em relação a 2010. E a operação local da Lacoste foi líder mundial de crescimento: em 2011, a receita da marca francesa cresceu 43% no Brasil.

Projeções macroeconômicas mostram que o otimismo tem chances de se estender no longo prazo. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a população das classes A e B crescerá 29% entre 2012 e 2014, expansão maior que a da classe C no período. Isso significa a inclusão de 7,7 milhões de brasileiros nos patamares mais altos de consumo, que passarão a concentrar quase 30 milhões de pessoas. Fazem parte deste contingente brasileiros com renda familiar superior a R$ 7.475 ao mês.

A invasão das marcas estrangerias de primeira linha ficará clara nos novos endereços de comércio: só o JK Iguatemi terá um andar inteiro dedicado a grifes de altíssimo padrão e outro reservado para o que os especialistas em varejo chamam de “luxo acessível”. Mas só foi possível convencer tantas novas empresas a fincar bandeira no País em um curto espaço de tempo graças à observação do comportamento do consumidor brasileiro na Europa e nos Estados Unidos. “O brasileiro já é um dos consumidores top 10 em nossas lojas no exterior”, conta Maxime Tarneaud, diretor da marca de joias e relógios Cartier no Brasil.

O grupo Richemont, do qual a Cartier faz parte, vai abrir seis novas lojas no País este ano. Além de duas novas Cartier, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, o conglomerado vai introduzir quatro marcas no Brasil, três de relógios masculinos (IWC, Panerai, Jaeger-LeCoultre) e outra de joias e acessórios (Van Cleef & Arpels). Todas funcionarão lado a lado no JK, em um espaço de 500 m². Segundo apurou o Estado, a abertura de uma loja voltada à classe A consome investimentos de R$ 10 mil a R$ 25 mil por metro quadrado. O investimento da Richemont somente em espaço físico no JK pode ter passado de R$ 12 milhões.

Com um tíquete médio que pode chegar a R$ 30 mil, no caso da Jaeger-LeCoultre, o grupo Richemont decidiu estreitar margens para impedir que o cliente deixe de ir às lojas nacionais e prefira fazer compras no exterior. “O posicionamento de todas as marcas é de um preço no máximo 15% superior ao praticado nos Estados Unidos”, diz Ramon Neto, diretor-geral do conglomerado no País. Outra vantagem que as unidades locais vão oferecer é o parcelamento, uma possibilidade que também agrada o cliente de altíssima renda. Vamos vender em até dez vezes”.

O comportamento do consumidor classe A, no entanto, segue alguns rituais próprios. Segundo Ana Auriemo, diretora de desenvolvimento de mix da JHSF, proprietária do Shopping Cidade Jardim, as compras de maior valor se concentram nos dias de semana, período em que o movimento de pessoas no shopping é menor. “O shopping acaba prestando um serviço para o cliente”, diz a executiva. “Temos 500 crianças na academia Reebok. Enquanto esperam os filhos, as mulheres podem passear pelo shopping. É o momento em que ocorrem nossas melhores vendas”.

Shopping Penha realiza 9ª Feira do Livro

O Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, realiza até o dia 8 de abril, a edição 2012 da Feira do Livro. No evento, que tem entrada franca, os visitantes poderão encontrar descontos de até 70%, com livros a partir de R$ 3,99.

Organizada pela Livraria Nobel, a feira contará com cerca de 2,5 mil títulos, entre romances, sagas, livros de auto-ajuda, espíritas, infantis, lançamentos e obras presentes nos rankings dos mais vendidos. O objetivo é tornar a leitura acessível para pessoas de todas as idades. “Um evento como esse dentro de um shopping center permite que os visitantes que venham fazer compras ou passear sejam incentivados a aumentar o gosto pela leitura, com uma atração dedicada ao tema, e que garante ótimos descontos”, afirma Gislaine Dermonde, gerente de marketing do Shopping Penha.

Entre as editoras que farão parte da 9ª Feira do Livro estão Companhia das letras, Novo Século, Objetiva, Sextante, Intrínseca e Martins Fontes. Também teremos títulos das editoras espíritas Petit e Espaço Vida e Consciência, além de mesa de saldos com cerca de 500 títulos.

Com mercado parado, franquias de cursos devem apostar no interior

O nível de ocupação dos jovens de 18 a 25 anos, capacidade que o mercado tem de gerar postos de trabalho para essa faixa etária, subiu 6,5% de 2003 a 2011, segundo análise do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre a PME (Pesquisa Mensal de Emprego).

É consenso na iniciativa privada que essa massa de novos trabalhadores precisa de qualificação, além do ensino médio completo. No entanto, as franquias na área de educação profissionalizante e treinamento expandiram o número de unidades em apenas 0,1% em 2011, se comparado ao ano anterior. Trata-se da última posição entre 12 segmentos.

Para o diretor executivo da ABF (Associação Brasileira de Franchising), Ricardo Camargo, o setor de educação encontra-se em um estágio de maturidade. “As primeiras redes foram abertas há mais de 30 anos. O grande boom de expansão já ocorreu.”

Como motivos para esse cenário, ele aponta a carência de ponto comercial para a abertura de escolas e o alto valor dos aluguéis decorrente de bolha imobiliária e a fusão de marcas, ocasionando o fechamento de unidades por excesso de oferta de escolas em locais onde não há estudantes suficientes para todas elas.

Um grande exemplo desse movimento de incorporação é o Grupo Multi. A holding, iniciada com a fundação da rede Wizard, controla hoje outras nove marcas (Yázigi, Skill, Alps, Quatrum, Microlins, Bit Company, SOS, e People), e é sinônimo de liderança, com mais de 700 mil alunos.

Devido à conjuntura, Camargo apresenta, como tendências, a interiorização das escolas, principalmente, para cidades de médio porte das regiões beneficiadas por planos governamentais de fomento dos setores como petróleo o gás, construção civil e mineração. Ainda assim, com os novos modelos de negócios e cursos, o diretor da ABF projeta um crescimento mais significativo do segmento como um todo em 2012. “Apostamos em algo entre 2% e 3% de aumento do número de unidades franqueadas. Modelos como o da Prepara Cursos são sustentáveis e acredito que essa marca vá entrar pesado nas capitais.”