Cliente GM pode agendar recall do Agile a partir desta segunda

A General Motors anunciou o recall de 59.714 veículos do modelo Agile no país para a substituição da mangueira de alimentação de combustível. Os proprietários devem entrar em contato com a rede de concessionárias da marca a partir desta segunda-feira (30/08) para agendar a substituição, que poderá ser feita a partir de 13 de setembro.

A empresa informou que “constatou uma não conformidade no processo de produção, que pode ocasionar fissuras na camada interna da mangueira”. O problema acarreta vazamento de combustível com possibilidade remota de incêndio no compartimento do motor. O problema envolve todos os veículos do modelo existentes no país. O Agile é produzido na Argentina, de acordo com a GM. Os carros incluem os modelos 2010 com chassis de AR1000003 a AR191692 e 2011 de números BR1000008 a BR143441. Um modelo novo custa a partir de R$ 38 mil. Para mais informações e agendamento, a GM disponibiliza o telefone 0800 702 4200 ou o site www.chevrolet.com.br.

A Fundação Procon-SP informou que, por se tratar de possibilidade de acidente com risco à saúde e segurança dos usuários e de terceiros, o atendimento deve ser imediato. O órgão alerta ainda que o recall envolve os modelos adquiridos da concessionária ou de pessoa física e não há prazo limite para atendimento à campanha. Se o consumidor tiver qualquer dificuldade para efetuar o reparo/substituição, deve procurar um órgão de defesa do consumidor, afirma o Procon.

Kamarim escolherá estrela da marca no Shopping Itaguaçu

A griffe de moda infanto-juvenil feminina Kamarim está chegando ao Shopping Itaguaçu, em São José, região metropolitana de Florianópolis, com sua loja no Piso Coqueiros. No embalo da inauguração, a Kamarim vai escolher a sua estrela para suas campanhas promocionais através de um concurso. Poderão participar meninas de 9 a 13 anos.

As inscrições serão aceitas até dia 25 de setembro e a escolha vai acontecer no mês de outubro.

Joinville Garten Shopping recebe a exposição “Moda em recortes”

O Joinville Garten Shopping (SC) recebe a exposição “Moda em Recortes”, de hoje (30/08) a 3 de setembro, em frente ao espaço Garten Gold. A exposição faz parte das atividades do GAMP, evento promovido pelo curso de Design da Universidade de Joinville (Univille). Os looks que integram a exposição resultam de uma experiência realizada pelos alunos do quarto ano do curso de Design de Moda, sob a orientação da professora Val Gruber.

Nesta atividade, da construção da modelagem até a confecção dos modelos, foram necessárias várias etapas, entre elas a de Moulage e Modelagem Plana, inspirado na técnica do Designer Jum Nakao. A técnica consiste na criação de um molde do manequim, usando fitas adesivas e recortes estilizados permitindo o uso de formas livres e inusitadas para aplicar na modelagem plana. O resultado final são looks confeccionados demonstrando exclusividade e inovação.

Problemas com a garantia são mais da metade das reclamações sobre celulares

Problemas com a abrangência e a cobertura da garantia representam mais da metade das reclamações contra fabricantes de celulares registradas nos Procons. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, divulgou nesta sexta-feira (27/08) a pesquisa Barômetro, que faz um levantamento entre janeiro de julho com base nas reclamações registradas nos Procons ligados ao ministério.

Pelo balanço, 50,65% das reclamações eram referentes à cobertura. O segundo tipo de reclamação mais frequente era a de entrega de produto com danos ou defeitos (26,6%), seguido por demais problemas no aparelho (16,22%) e falta de peça para reposição (6,46%).

A empresa com o maior número de reclamações no semestre foi a Samsung, com 26,36% de participação. Em seguida, apareceu a LG (25,38%). A terceira fabricante mais reclamada foi a Nokia (21,19%), seguida por SonyEricsson (15,51%) e Motorola (8,56%).

Em junho deste ano, o DPDC determinou que, em caso de problema no celular, os consumidores poderão exigir de forma imediata a substituição, a restituição dos valores pagos ou o abatimento do preço em um outro aparelho. O motivo seria o aumento no número de reclamações dos consumidores em órgãos de defesa a respeito dos aparelhos. As empresas que não cumprirem as regras estarão sujeitas a multas de até R$ 3 milhões e medidas judiciais cabíveis.

Construtoras investem em lojas com apartamento decorado para alavancar vendas

Os imóveis estão na vitrine. De olho no grande fluxo de potenciais compradores no comércio, as construtoras e incorporadoras estão investindo em lojas em ruas e shoppings com apartamentos inteiramente decorados para alavancar as vendas no segmento econômico. O custo com construção e decoração de um estande de vendas próximo ao prédio que está sendo erguido é semelhante ao gasto com o aluguel e “produção” dessas lojas, segundo as empresas.

A Tecnisa inaugura nesta semana a primeira “ofensiva” desse tipo em um centro comercial, no Shopping Praça da Moça, em Diadema, na região metropolitana de São Paulo, em um espaço de 170 m². Ainda em setembro, a empresa abrirá uma loja no Shopping União, em Osasco (SP), com 191 m². Rogério Santos, diretor de marketing da Tecnisa, adianta que outras três serão abertas até o final do ano. “Vamos levar a casa para dentro do shopping”, afirma.

A primeira aposta nessa estratégia de vendas foi com uma loja de rua em Carapicuíba (SP) para um empreendimento com mais de 1,3 mil unidades até a terceira fase, que ainda será lançada.

A Cury também escolheu o comércio de rua para atrair mais clientes, com uma unidade no centro de Suzano (SP). “Deixamos de lado aquela estratégia de ter um plantão de vendas [onde está sendo construído o empreendimento] para estar em um local mais movimentado”, afirma o gerente de marketing André Camargo.

A Rossi já tem cinco lojas desse tipo espalhadas por Campinas (SP), Porto Alegre e Rio de Janeiro. Na capital fluminense, estão no shopping Nova América e em uma rua do bairro de Campo Grande. “Um apartamento decorado cria a visão exata, o encanto”, diz Marco Adnet, diretor nacional de vendas da construtora, destacando o objetivo de atingir o público das classes C e D, que não têm o hábito de frequentar estandes de vendas por considerar que não têm condições de comprar um imóvel. “Invertemos o processo. Nós vamos até o cliente.”

A Brookfield escolheu o Shopping West Plaza, na zona oeste de São Paulo, para divulgar um complexo com 22 empreendimentos na cidade vizinha de Cajamar. Ao todo, serão 3,7 mil unidades e 1,2 mil ainda serão lançadas. O espaço de 800 m² foi inaugurado em setembro do ano passado. Apesar do grande fluxo de consumidores, José de Albuquerque, diretor de incorporação, destaca a necessidade de ações de marketing constantes para compensar as restrições em um shopping. “Não podemos ficar no corredor abordando os clientes, por exemplo.”

O presidente da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luiz Fernando Veiga, considera os apartamentos decorados em grandes centros comerciais “uma exploração criativa do espaço” e destaca o “momento glorioso” do setor, com poucas áreas ainda disponíveis para locação.

Sobre o crescente interesse das construtoras, o executivo destaca que, ao circular em um shopping, as pessoas estão mais descontraídas e “predispostas a analisar as coisas com mais calma.” “Estão comprando, mas também passeando.”

A estratégia das construtoras e incorporadoras para atingir mais consumidores também é interessante para os centros comerciais. “Os clientes ganham mais um motivo para ir ao shopping”, ressalta o consultor de varejo, Eugênio Foganholo.

Empresas já usam o Twitter para anunciar empregos para jovens

O Twitter entrou na rota dos selecionadores. Para achar profissionais jovens e dinâmicos, já anunciam vagas no site. “O sênior geralmente não usa as redes. Alguns têm preconceito com o Twitter, devido à exposição”, avalia Claudia Monari, 44, consultora da Career Center.

Especialistas acreditam que a ferramenta será cada vez mais usada. “A maioria das vagas é voltada para o público de comunicação. Nos próximos anos também serão para profissionais como engenheiros e advogados”, afirma Ana Cristina Limongi França, 57, coordenadora do curso de qualidade de vida da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Os jovens também estão de olho nas oportunidades da rede. Atualmente, 75% dos candidatos a trainee buscam vagas em sites de relacionamento, segundo o departamento pessoal da América Latina Logística (ALL). “Criamos perfis nas redes sociais e publicamos informações sobre a empresa, além de direcionar o usuário para o site com as vagas”, explica a responsável pelo programa de trainee da ALL, Marcela Marques Aidar.

A estudante de relações públicas Amanda Allegrini, 18, soube de uma vaga de analista de redes sociais por um anúncio no Twitter. No dia seguinte, recebeu ligação do recrutador e foi efetivada.

O publicitário Pedro Thompson Henriques de Andrade, 26, também conseguiu emprego na rede. “Uma amiga repassou a vaga. Comecei a seguir o perfil da empresa e enviei meu portfólio. No dia seguinte fizemos contato e me contrataram.”

Para tirar bom proveito da rede social, os primeiros mandamentos são apostar em informações úteis e nunca publicar mensagens de cunho negativo. “Não contrataria alguém que escreve “que saco, hoje é domingo!” ou “hoje é sexta-feira, não aguento mais trabalhar”. Isso demonstra acomodação”, afirma Marynes Pereira, 49, “coaching” de carreiras da Provider Solutions. “Deve-se tomar muito cuidado com as fotos. Não combina um executivo de regata ou uma profissional de biquíni”, diz Matilde Berna, 52, diretora de transição de carreira da Right Management.

Campanhas eleitorais contratam 3 milhões

Durante o período das campanhas eleitorais, cerca de 3 milhões de empregos temporários são gerados no Brasil, dizem especialistas. O número pode parecer exagerado, mas deve-se pensar que são 21.764 candidatos (sem contar suplentes e vices) tentando ser eleitos em 5.565 municípios. A maior parte dessas vagas é ocupada por mão de obra não qualificada, mas, ainda assim, sobra espaço para profissionais com nível superior completo em direito, comunicação e contabilidade.

A campanha de Aloizio Mercadante, que tenta se eleger governador de São Paulo pelo PT, já contratou 500 profissionais e ainda pretende recrutar mais 200. No PV, cada um dos 245 candidatos que concorrem a algum cargo no Estado de São Paulo empregou, em média, 25 funcionários temporários. A campanha do candidato a governador pelo partido contratou 40 pessoas.

O vice-presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (Abcop), Gaudêncio Torquato, explica que o número elevado de empregos gerados durante as eleições se deve ao conjunto de atividades produtivas que são demandadas no período. “Se você for listar a relação de segmentos envolvidos indiretamente em uma campanha, vai chegar a cerca de 30 setores da economia”, diz Torquato. Além dos profissionais diretamente envolvidos com os candidatos, ele cita o aquecimento de mercados com a fabricação de camisetas, panfletos, cartazes e painéis de madeira, aluguel de equipamentos de som e de carros e contratações por institutos de pesquisa.

Carlos Augusto Manhaneli, presidente da Abcop, diz que falta expertise aos profissionais para aproveitarem melhor as campanhas eleitorais. “A maioria dos políticos não sabe nem o que é marketing, muito menos marketing político”, conta.

Shoppings populares “pipocam” na região de Londrina

As classes emergentes movimentam cerca de R$ 760 bilhões no país, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Na medida em que aumenta o poder de compra das classe C e D, cresce também o número de estabelecimentos comerciais destinados a atender esse público. Entre os locais mais procurados pelos novos potenciais consumidores estão os shoppings populares.

Londrina, no estado do Paraná, já reflete o que ocorre nas grandes cidades do país, onde é crescente a expansão de pontos de galerias populares. E a tendência vem se espelhando até em cidades de pequeno porte. Dentro de algumas semanas, Ibiporã vai ganhar a seu primeiro shopping popular.

O Shopping Popular Sou + Ibiporã dispõe de 22 lojas e tem previsão de inauguração para final de setembro. Mas o sucesso do novo espaço já é comemorado pelos donos do empreendimento, os empresários Lázaro de Morais Pinto e Fernando Moya. “Tivemos 75% das lojas vendidas em apenas um mês”, ressalta Moya.

Segundo ele, a procura dos comerciantes por um ponto no shopping popular se deve à localização e ao baixo custo. “Estamos na principal avenida de Ibiporã, onde não existem mais pontos comerciais disponíveis. Aqui, todos os dias há uma movimentação grande de pessoas não só da cidade, mas também de Primeiro de Maio, Sertanópolis, Jataizinho e outros municípios”, enfatiza.

Moya destaca ainda que o valor do investimento em um shopping popular é bem menor em relação a um ponto individual ou em um grande shopping. “Temos pontos sendo vendidos a partir de R$ 17 mil. Teremos como âncoras uma agência dos Correios e uma filial da Farmácia Vale Verde. E existe ainda outro fator que deve ser levado em consideração. Muitas pessoas das classes C e D não se sentem à vontade em locais muito requintados”, afirma. Outro ponto positivo na avaliação de Moya é a segurança. “Teremos 32 câmeras internas e externas de segurança com alcance de até 25 metros”.

O casal Ana Karoline e Fernando César Almeida estão apostando na nova empreitada. Donos de uma loja no Camelódromo em Londrina, eles vão montar uma loja de bolsas no Shopping Popular Sou + Ibiporã. “Gostamos muito da localização e acreditamos que o shopping será um sucesso”, diz Ana Karoline.

O Camelódromo foi o primeiro shopping popular de Londrina. Criado em 2003 com o objetivo de tirar os vendedores de rua que tinham barracas nas calçadas da avenida São Paulo, o local abriga 350 lojas. Os administradores afirmam que com o passar dos anos viram o nível dos produtos ofertados melhorar assim como o perfil dos clientes.

“Hoje em dia os clientes encontram quase tudo o que procuram no Camelódromo e cerca de 85% dos produtos vendidos são nacionais, adquiridos em São Paulo e vendido com nota fiscal”, destaca o presidente da Ong Canaã que administra o Camelódromo, Vilson Alves da Silva. Ele afirma que o grande diferencial do espaço está no preço. Como o aluguel e o condomínios das lojas são bem mais baixos do que em grandes shoppings, temos condições de vender mais barato”, diz.

Inaugurado há três anos, o Camelô Cincão, localizado na avenida Saul Elkind, conta com 54 lojas. Os proprietários do empreendimento creditam o sucesso do espaço à localização e conforto das instalações. “A construção foi toda planejada e fizemos tudo conforme manda a legislação. O resultado é mais segurança e corredores amplos e arejados entre as lojas”, afirma Ulisses Sabino Nogueira, sócio-proprietário ao lado de Lucas Fernandes Rocha.

Fabricantes de TV 3D veem futuro brilhante

Quase dois terços dos consumidores norte-americanos já abandonaram os velhos televisores com tubo de imagem pelos aparelhos de tela plana e de alta definição. Agora, porém, os fabricantes procuram atrair a população para as lojas com TVs em três dimensões. Entre as ferramentas de atração deste “namoro” estão os óculos 3D e discos Blu-ray de nova geração.

As redes de varejo oferecem também descontos e transmissões especiais de eventos esportivos. Algumas redes de lojas, como a Best Buy, vão usar a programação da rede ESPN para demonstrar a tecnologia à clientela ainda indecisa. Com base nesses atrativos, analistas de mercado preveem que a estratégia tem boas chances de dar resultado, com as TVs em 3D devendo representar metade das vendas do produto no país nos próximos cinco anos. Atualmente, as TVs 3D constituem apenas um fragmento do mercado, respondendo por cerca de 2,5% das vendas de aparelhos novos nos Estados Unidos no último trimestre, segundo o instituto de pesquisa iSuppli.

Riddhi Patel, diretor de serviços de televisão da iSuppli, disse que 83% dos entrevistados que adquiriram TVs 3D tendem a comprar diferentes tipos de aparelhos de tecnologia mais recente – além disso, a metade deles tem renda familiar anual de pelo menos US$ 100 mil.

Uma sondagem da Frank N. Magid Associates, empresa de consultoria do setor de entretenimento, mostra que um quarto dos consumidores pretende comprar um aparelho habilitado para 3D nos próximos 12 meses. Entre os homens com idade entre 18 e 24 anos, a proporção é bem maior, de quase 40%. “Estamos vendo uma curva (ascendente) de adoção próxima da dos aparelhos de alta definição”, afirmou Chris Fawcett, vice-presidente do segmento de televisores da Sony.

Os consumidores norte-americanos já estão familiarizados com a nova tecnologia. Mais de dois terços já assistiram a um filme 3D no cinema, segundo pesquisa da Magid Associates. Além disso, as lojas de eletrônicos e grandes redes de varejo do país fazem demonstrações constantes dos aparelhos 3D, com o objetivo de alavancar as vendas.

Embora a tecnologia atraia a atenção do consumidor, o preço constitui ainda uma barreira para a maior parte da população. As TVs 3D custam US$ 1,2 mil a mais do que as de tela plana em 2D, quando se leva em conta a média dos diferentes tamanhos de aparelho. Até 2014, entretanto, a iSuppli prevê que a diferença de preço cairá para aproximadamente US$ 325.

Custos adicionais. Entretanto, há consideráveis custos ocultos na migração para a tecnologia 3D. Panasonic, Sony e Samsung cobram cerca de US$ 150 pelo par de óculos 3D. Os óculos de diferentes marcas de TV não são necessariamente compatíveis com os aparelhos das concorrentes. Os consumidores terão de cuidar para evitar a perda dos óculos, em mantê-los sempre limpos e protegê-los. Numa loja da Costco em San Francisco, onde clientes podiam fazer testes com as TV em 3D, as armações dos óculos estavam quebradas, o que evidencia que a durabilidade do produto não é garantida.

Assistir a filmes em 3D exige ainda um aparelho para discos Blu-ray adaptado à tecnologia, ao custo de pelo menos US$ 200 para um modelo básico. Se os fabricantes concordarem em uma tecnologia para os óculos comum a todos eles, o preço tende a cair graças à concorrência.

A Vizio, uma das maiores fabricantes do segmento, está desenvolvendo uma TV 3D que usa o tipo mais barato de óculos – os mesmos dos cinemas. Embora a tecnologia exija televisores mais caros, os óculos praticamente serão descartáveis, de acordo com Ross Rubin, diretor executivo de análise do setor no NPD Group, empresa de pesquisa. Rubin diz que a chegada das TVs 3D com óculos gratuitos ainda é uma possibilidade distante, embora o desenvolvimento da tecnologia, que funciona bem na tela grande, seja possível.