Piloto da Qatar Airways morre em pleno voo

Um capitão da empresa aérea Qatar Airways morreu em pleno voo, informou a agência de notícias oficial de Catar, QNA. De acordo com a reportagem, o avião, um Airbus, saiu das Filipinas na madrugada da quarta-feira (13/10) e tinha como destino Doha, capital do Catar.

A empresa não divulgou a causa da morte do piloto. Após o incidente, o voo foi desviado para o aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, onde pousou por volta das 11h35 da manhã do horário local (0h35 de Brasília). Houve troca de tripulação e a aeronave voltou a seguir a sua rota menos de duas horas depois. Um comunicado da Qatar Airways disse que, em nenhum momento, o incidente colocou em risco o voo ou a segurança dos passageiros. “A prioridade da Qatar Airways, como sempre, permanece sendo o conforto e a segurança dos seus passageiros e funcionários”, afirmou a nota.

Setor alimentício prevê Natal forte

A indústria e o varejo de alimentos e bebidas preveem vendas aquecidas e sem riscos de desabastecimento de produtos neste final de ano. Os ganhos de renda, puxados pela redução das taxas de desemprego, estão elevando o consumo das classes C e D, gerando crescimentos recordes na comercialização de produtos nos supermercados. Pelo lado da indústria, apesar da retomada da produção a patamares anteriores à crise financeira internacional, o setor afirma estar preparado para atender aos pedidos de final de ano. Com o real valorizado, as importações deverão complementar a demanda varejista neste Natal.

Nas prateleiras dos supermercados bens de consumo como refrigerantes, leite, chocolate, cervejas, molho de tomate, queijos e pizza estão fazendo cada vez mais parte da cesta de compras dos brasileiros. Esse movimento levou o setor a registrar nos oito primeiros meses deste ano a maior taxa de crescimento na quantidade de produtos vendidos ao varejo desde 2005 – com alta de 6,8% sobre o mesmo intervalo de 2009 -, quando a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em conjunto com a Nielsen, passou a monitorar o volume comercializado nos autosserviços. “Nunca se comprou tanto nos supermercados”, diz o presidente da Abras, Sussumu Honda.

O mesmo acontece com o setor de food service (alimentação fora do lar), que deve crescer 15% este ano e faturar R$ 74 bilhões. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), somente no último trimestre, quando as vendas costumam ser mais aquecidas por conta das comemorações do final do ano e do período de férias, o food service deverá avançar entre 16% e 19% sobre o mesmo período de 2009. Para o ano que vem, o incremento das vendas do food service podem ficar na faixa dos 12%, já que a base de comparação é mais forte do que em outros anos e acompanhará as previsões de crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Entre as empresas, a companhia de proteínas Marfrig Alimentos estima que a comercialização de produtos industrializados aumente 50% no final do ano, impulsionada pelas marcas da Nova Seara. As vendas da divisão, segundo a empresa, já começaram a evoluir de “maneira consistente”. A Marfrig atribui o desempenho aos esforços de investimentos em marketing da marca. No segundo trimestre, a companhia teve uma despesa relevante com a exposição da Seara na Copa do Mundo e parte dessas iniciativas deverão ser sentidas nas vendas do final do ano.

Já a BRF (Brasil Foods) está otimista com o crescimento do mercado e espera alta significativa nas vendas da companhia no segundo semestre. “Tradicionalmente o segundo semestre é melhor para nós com os produtos natalinos, mercado em que temos grande participação. A perspectiva é de que teremos um Natal muito bom este ano”, afirma o presidente da companhia, José Antonio Fay.

Embora não faça projeções, a AmBev também vê o final deste ano, que coincide com o verão, como um período de ótimo volume de vendas. “Especificamente para a demanda do período, o principal investimento foi na reativação da fábrica de Petrópolis (RJ), de R$ 40 milhões. Essa fábrica tem capacidade de produzir 100 mil hectolitros de cerveja por ano”, diz o vice-presidente de Relações Corporativas da companhia, Milton Seligman. O aporte faz parte dos R$ 2 bilhões a serem investidos em 2010, recorde na história da companhia.

Igualmente, o segmento de vinhos se anima com o período. A expectativa da Vinícola Perini é de incremento de 25% em suas vendas para o ano ante 2009, sendo 40% somente em espumantes e de 60% em suco de uva. As comercializações feitas no final do ano terão peso significativo para que a empresa alcance esse resultado.

“Quando a sonda chegou, todos queriam abraçar o martelo”, diz líder dos mineiros

Na mina San José (Chile) Luis Urzúa, líder do grupo de 33 mineiros resgatados no Chile, revelou na quarta-feira (13/10), após sair da mina San José, que “quando chegou a primeira sonda (ao refúgio) todos queriam abraçar o martelo”, referindo-se à uma peça do equipamento. “Eram seis da manhã quando a primeira sonda chegou e tínhamos estabelecido um protocolo para isto, mas todos se esqueceram e queriam abraçar o martelo”, disse Urzúa em conversa com o presidente chileno, Sebastián Piñera, e com o chefe da operação de resgate, André Sougarret.

A primeira sonda, que encontrou os mineiros após 17 dias de incerteza, “recebeu vários bilhetes: “mandem comida”, “temos fome”, revelou o chefe de turno e líder dos mineiros. “Foram muitos papéis e Deus fez chegar os que deveriam chegar”.

Uma das mensagens, que confirmou ao mundo que os 33 mineiros estavam vivos, foi escrita por José Ojeda e resumia perfeitamente a situação: “Estamos bem, os 33 no abrigo”.Urzúa revelou que após o acidente, ocorrido no dia 5 de agosto, foram necessárias cerca de três horas para se avaliar a situação, devido a poeira levantada. Houve várias tentativas de sair, e “muita gente fez o que não deveria, mas por sorte soubemos manter a calma e, graças a Deus, não ocorreu nenhum acidente”.

Sua principal preocupação, então, foi o destino de outros mineiros que abandonavam a mina após seu turno de trabalho. “Rezamos porque tínhamos três ou quatro pessoas saindo, e não sabíamos se tinham conseguido ou não”. “Ouvíamos como as máquinas perfuravam. Nos primeiros cinco dias estávamos certos de que vinham pela mina, mas sabíamos que era difícil. Sabia como a coisa estava” séria, revelou Urzúa. O incrível é que “estávamos todos contentes”. “As vezes desanimava, mas tinha força suficiente para conversar com os trabalhadores, dizer o que acontecia”.

Urzúa lembrou que nos primeiros dias “tínhamos muito pouca comida”. “No final (antes da sonda chegar) estávamos comendo a cada 48 horas, para deixar algum para mais adiante”. “Mas tínhamos fé, esperança de que algum dia seríamos resgatados. E agradecemos a Deus”. “Acredito que é uma bonita história… Deus faz as coisas por algum objetivo. Muitos podem dizer que isto foi uma parafernália, mas não, estávamos onde deveríamos estar”.

Piñera revelou a Urzúa a preocupação do Chile, porque “perfurávamos mas não sabíamos se estavam vivos ou mortos”. Após a notícia de que estavam vivos, “houve lágrimas em todos os lares do Chile de alegria e emoção. Jamais vamos esquecer isto”, concluiu Piñera.

Falta espaço para novas lojas nos shoppings de Fortaleza

A indústria de shoppings em Fortaleza tem um baixo índice de vacância, ou seja, poucos pontos de vendas estão disponíveis para novas lojas. O que pode representar um bom movimento neste setor também releva a difícil inserção de novas marcas no comércio varejista da Capital. Quem enfrenta esta dificuldade é o diretor da Franchise Store, Marcos Hirai, que representa cerca de 70 marcas em todo o Brasil. Entre seus clientes, diz ele, 30 têm interesse pelo Nordeste. “O gargalo em Fortaleza é encontrar local para uma nova loja em shopping center”, afirma.

Com isso, Fortaleza deixe de abocanhar parte dos 15% de participação do Nordeste neste setor. No País, são 397 shoppings, sendo 58 na região, o que representa a terceira maior fatia. Em primeiro, está o Sudeste, com 214 empreendimentos (54%) e o Sul, com 77 ou 19% do total. Centro-oeste significa 9% do setor, com 36 shopping centers. Norte tem 12 (3%).

De acordo com Hirai, o público nordestino recebe bem as marcas de fora. “Eles são mais abertos”, analisa. “Prova disso é que as vendas de uma marca nacional em um loja do Nordeste supera as da mesma marca em um ponto no Sudeste. E as marcas preferem entrar, em um novo mercado, pelo shopping center, onde há predomínio das classe A e B entre os consumidores”. Ele conta que com a abertura do Pátio Dom Luís, o último lançamento inaugurado, a empresa levou a Mahogany e a Empório Bijux para a cidade.

Um exemplo da dificuldade em conseguir espaço nestes grandes centros comerciais é o caso da Yoggi, marca do chamado frozen yogurt com 0% de gordura, que tem como donos o apresentador Luciano Huck e o técnico de volei Bernardinho. A marca chega a Fortaleza em outubro, mas em uma loja de rua, na Aldeota.

Segundo Hirai, a Yoggi não conseguiu se estabelecer em um shopping de Fortaleza por falta de ponto disponível. O executivo participou do 11º Congresso Internacional de Shopping Centers e Conferência das Américas que aconteceu na semana passada, em São Paulo. O evento reuniu cerca de 1,2 mil participantes, entre empresários nacionais e internacionais do setor.

O aquecimento deste segmento varejista é refletido também pelo número de novos estabelecimentos. Fortaleza deve receber novos shoppings nos bairros da Parangaba e no José Walter.

BRMALLS encerra inscrições para o Programa de Trainee dia 15

Estão abertas as inscrições para o Programa de Trainees da BRMalls 2011. Os interessados devem se inscrever pelo site www.brmalls.com.br até o dia 15 de outubro. Podem participar da seleção, profissionais formados entre 2009 e 2010 nas seguintes áreas: Administração, Economia, Engenharia, Ciências Contábeis, Arquitetura e Comunicação.

O programa tem como objetivo selecionar novos talentos para atuar nos estados Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Paraná. A BRMalls tem participação, atualmente, em 37 shoppings brasileiros.

As etapas do processo seletivo são: testes on-line, dinâmicas de grupo, cases e entrevistas com os gestores. Os trainees selecionados iniciarão o programa em janeiro de 2011. Eles passarão automaticamente a fazer parte do quadro de colaboradores da empresa e a receber, além de salário compatível com o oferecido pelo mercado, todos os benefícios relacionados a seguro saúde, transporte, alimentação, entre outros.

Vendas do Pão de Açúcar crescem 17%, para R$ 7,1 bi no terceiro trimestre

As vendas líquidas do Grupo Pão de Açúcar somaram R$ 7,10 bilhões no terceiro trimestre, 16,9% acima do registrado um ano antes, segundo informações divulgadas pela empresa nesta quarta-feira (13/10).

Entre julho e setembro, as vendas brutas da companhia somaram R$ 7,94 bilhões, alta de 15,9% sobre um ano antes. Se excluídas as operações do Ponto Frio, as vendas líquidas cresceram 10,1% na relação anual, para R$ 5,58 bilhões. A empresa não forneceu os dados comparativos com o trimestre imediatamente anterior.

Pelo conceito mesmas lojas, que considera apenas aquelas abertas há pelo menos um ano, excluindo as operações do Ponto Frio, as vendas brutas reais aumentaram 7,7% no terceiro trimestre. As vendas brutas de produtos alimentícios tiveram crescimento de 7,7% no período encerrado em setembro, com destaque para as categorias de bebidas e perfumaria e limpeza. Já as vendas de não-alimentos cresceram 17,8%, com destaque para as categoria de bazar e têxtil, que tiveram crescimento acima da média do grupo.

Entre as bandeiras do grupo, os destaques no terceiro trimestre foram Assaí e Extra Supermercado cujas vendas brutas no conceito “mesmas lojas” cresceram, respectivamente, 19,6% e 24,1%.

As operações de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar, que incluem Pontofrio.com.br e Extra.com.br, registraram crescimento de 61,2% no período. No acumulado do ano, o faturamento líquido do Grupo Pão de Açúcar totalizou R$ 21,1 bilhões, montante 33,9% superior ao apurado nos primeiros nove meses do ano passado.

Para as lojas de artigos natalinos, outubro e novembro são mais lucrativos

O início de outubro é muito cedo para se pensar em Natal? Não, pelo menos na opinião de alguns comerciantes da cidade de Brasília. Para eles, embora o Dia das Crianças ainda nem tenha chegado, o fim de ano é por excelência a época de maior lucro e, quanto mais cedo começar a preparação, melhor. Estamos falando das lojas especializadas em artigos de decoração para a data festiva, que atendem à demanda de condomínios, órgãos públicos, shoppings, do próprio comércio varejista comum e, em menor escala, de consumidores finais interessados em enfeitar a casa de forma mais incrementada.

Geralmente, os proprietários desse tipo de negócio percorrem feiras em São Paulo e lojas especializadas no exterior no período de janeiro a maio. Em setembro, abrem as portas para dar ao público-alvo a oportunidade de entrar em contato com tendências e novidades e planejar as compras. A maior parte de suas vendas se concentra na segunda quinzena de outubro e ao longo do mês de novembro.

Com estande na Feira dos Importados há mais de duas décadas e ocupando um espaço há dois anos na 109 Sul, a Carmem Christmas foi pioneira na especialização em itens de decoração de Natal no DF. Bruna Marques Pessoa, uma das proprietárias, relata que a mãe, Carmem Marques Lima, inicialmente trabalhava apenas com artigos decorativos comuns na loja da Feira. Em 1994, em uma viagem ao Paraguai, percebeu a proliferação naquele país de estabelecimentos que vendiam enfeites natalinos. Descobriu produtos diferentes dos que eram comercializados no Brasil e que encontraram boa aceitação por parte do público brasiliense.

“A mudança foi acontecendo aos poucos. Hoje, a loja da Feira dos Importados troca todo o estoque normal pelo de Natal quando vai se aproximando a época da festa. Há um tempo atrás, alugamos o espaço na Asa Sul, que é exclusivamente para peças natalinas e fica fechado de janeiro a setembro”, conta Bruna. Ela relata que, hoje em dia, os enfeites especiais vendidos nas duas lojas são escolhidos a dedo por ela e pela mãe em viagens anuais a Nova York, Estados Unidos, que geralmente acontecem em janeiro. “Você acabou de fechar a loja e já está comprando de novo porque a mercadoria só chega ao Brasil em julho”, explica a empresária.

A família é proprietária de mais dois estabelecimentos em Brasília que trabalham com decoração comum. Entretanto, Bruna não hesita em dizer que os artigos de Natal respondem pelo grosso do faturamento total. “(O ganho) chega a aumentar de 60% a 70% quando entramos com os produtos natalinos”, garante. A Carmem Christmas tem artigos para todos os gostos e bolsos. Desde penduricalhos pequenos para árvores, no valor de R$ 1, a um enorme pinheiro de três metros de altura com bolas, bonecos e guirlandas que, decorado, custa na faixa de R$ 8 mil.

Na loja atacadista Rei das Embalagens, na quadra 513 Sul, o investimento é em artigos natalinos mais populares. Gustavo Morais, gerente administrativo do estabelecimento, conta que o filão da decoração de Natal foi descoberto pelos donos há oito anos. Antes, o comércio, que funciona há 14 anos, trabalhava exclusivamente com embalagens descartáveis, produtos de confeitaria, chocolates e ministrava cursos de culinária. “Começamos a frequentar uma série de feiras em São Paulo, que geralmente são realizadas em maio. As entregas dos produtos encomendados acontecem em agosto. Descobrimos que dispor nas prateleiras na segunda quinzena de setembro é bom para mostrar as novidades”, afirma. Este ano, para cativar quem quiser decorar estabelecimento comercial, prédio ou residência, a empresa está apostando nos duendes e fadinhas, que também foram sucesso em 2009.

Maringá Park Shopping ganha mais lojas

O Maringá Park Shopping, localizado no interior do Paraná, está passando por um processo de expansão e com isso o número de lojas está sendo ampliado. A mais recente inauguração, no final de setembro, foi da PB Kids, que oferece cerca de 8 mil produtos e conta com uma linha exclusiva de importados. Na loja, os clientes encontram ainda espaço para contação de histórias e cineminha. A PB Kids divide espaço com a PB Kids Baby, especializada em produtos para bebês de zero a dois anos e artigos para gestantes.

Ainda neste ano “desembarcarão” mais franquias no Maringá Park: Richards, Salinas, Cantão, Enjoy e Hope. Outra novidade será a instalação da Polishop, que está há dez anos no mercado e é um multicanal de vendas. “O Maringá Park é o empreendimento com maior número de franquias da cidade e apenas neste ano 13 operações passaram a integrar o mix de lojas do shopping, entre elas a Capodarte, Mc Café e Lady & Lord Cabeleireiros e Estética”, diz o superintendente do shopping, Jean Pierre Hass.

Shopping Barra ganha nova franquia de cosméticos

O Shopping Barra, em Salvador, amplia o seu mix com a chegada da Água de Cheiro, que abriu as portas no setor leste do segundo piso. Há 30 anos no mercado nacional, a marca conta com um leque diversificado de cosméticos e produtos de perfumaria para todas as idades, como colônias, cremes, óleos de banho, sabonetes, hidratantes e perfumes das mais variadas fragrâncias. A loja comercializará suas tradicionais linhas de produtos, com destaque para a Sba Spa do Banho, e leva a assinatura da arquiteta paulista Joyce Freitas no seu projeto arquitetônico.

Para a coordenadora de Vendas, Dinorah Aragão, é importante para a Água de Cheiro se estabelecer nos melhores pontos-de-venda de Salvador, por esta razão, a escolha pelo Barra.