M. Officer abre nova loja no Itajaí Shopping

A M. Officer, grife brasileira usada pelos modernos e antenados no mundo da moda, inaugurou sua loja no Itajaí Shopping (SC), no último sábado (30/10). A nova franquia da marca, instalada no segundo piso do Itajaí Shopping, possui 60 m² de um ambiente moderno que oferece o máximo de comodidade e conforto aos clientes.

A marca existe há mais de 23 anos e agora chegou a Itajaí já trazendo as últimas tendências da moda com a Coleção Primavera/Verão 2011. Especializada em roupas voltada para o público jovem e adulto moderno, dando destaque a brasilidade, conforto e qualidade de suas peças. “Os clientes itajaíenses e da região não precisam mais procurar as novidades da marca em outras lojas, agora é só conferir as coleções na loja M. Officer do Itajaí Shopping”, afirma Sheila Rocha Vicentin, gerente da nova loja.

Equipe de franquia Nicoboco embarca para o Rio de Janeiro

A Nicoboco, empresa brasileira especializada no segmento de surf, street e sport wear, participa entre os dias 4 e 6 de novembro, da Rio Franchising Business 2010, que será realizada no Pavilhão 5 do Riocentro, localizado na Avenida Salvador Allende, 6.555, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Na feira, conhecida por reunir investidores de franchising, a Nicoboco, representada por sua equipe de franquia, visa expandir suas lojas no estado fluminense, capixaba e mineiro. “A expectativa é iniciar o projeto de franquias no estado do Rio de Janeiro com pelo menos duas lojas: uma na capital e outra em Niterói, devido ao potencial das praças atrelado ao consumo de nossos produtos”, informa a gerente de franquias, Ana Paula Castellano Gomes.

De acordo com a gerente, o stand da empresa estará situado na Rua C, 18. “Os visitantes conhecerão a coleção de Verão 2011 Nicoboco. Dentre as novidades, há boardshorts tecnologic e peças confeccionadas com tecido reciclável, raports e com estampas artesanais, pintadas à mão, que dão identidade e personalidade única a cada peça”, adianta Ana Paula. Para ela, as vantagens de ser um franqueado é ter à disposição a assistência permanente do franqueador, bem como entrar no mercado com uma marca já consolidada na mente e no gosto do consumidor.

A empresa lançou seu projeto de franquias em 2009 e hoje conta com 22 lojas espalhadas pelos estados do Paraná, São Paulo, Bahia, Pará e Distrito Federal. Mais informações sobre a franquia da marca podem ser obtidas no site www.nicoboco.com.br.

Bon Grillê oferecerá prato criado por cliente no novo cardápio

Que tal divulgar aquela receita que você criou e todo mundo adora e ganhar diversos prêmios? Então envie a sua ideia para o Concurso Cultural “Seja o Chef BG” até o dia 23 de dezembro de 2010 e tenha a chance de ver sua criação culinária fazendo parte do cardápio de toda a rede Bon Grillê por 30 dias, junto com a sua foto! Além disso, o vencedor será premiado com um kit churrasco e uma semana de alimentação grátis em qualquer restaurante da rede, no Brasil.

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode participar do concurso. Basta preencher um cupom, disponível em todas as lojas, e explicar a receita do prato em cinco linhas. A escolha do melhor prato, que será feita por uma comissão julgadora, será divulgada no dia 12 de fevereiro de 2011.

Com 50 unidades no país, a rede Bon Grillê recebeu, em junho, o Prêmio Alshop Lojistas 2010 na categoria Restaurantes. A marca também conquistou o Selo Pleno de Excelência em Franchising, da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2008 e 2009.

Vagas via Enem crescem entre universidades federais

As universidades federais que utilizarão o Sisu como uma das formas de seleção aumentaram de 24 para 39 (crescimento de 62,5%) neste ano, aponta balanço do MEC (Ministério da Educação). Aplicado pela primeira vez em 2009, o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) tenta acabar com o vestibular, a escola coloca suas vagas no sistema, e o aluno disputa o posto com base na nota do Enem, que será no fim de semana. Responsável pelo sistema, o ministério estima que o número de postos no Sisu suba de 47 mil para 83 mil.

Uma das instituições que entrou no sistema neste ano foi a UFSCar (federal de São Carlos). Já a Unifesp (federal de SP) aumentou os postos disponíveis no programa, mas continuará fazendo prova adicional para cursos concorridos, como medicina. Segundo o MEC, uma das vantagens do Sisu é evitar que o vestibulando tenha de fazer diversas provas. As inscrições comecem na segunda quinzena de janeiro.

De acordo com o secretário-executivo da Andifes (entidade que representa os reitores das federais), Gustavo Balduíno, as universidades ganham financeiramente ao entrar no Sisu. “Economiza-se com processo seletivo e ganha-se mais verbas de assistência estudantil do MEC.” No longo prazo, porém, Balduíno afirma que poderá haver resultados negativos. “Pode ser que os cursos mais concorridos tenham cada vez mais alunos bem preparados, enquanto que os menos concorridos receberiam os menos preparados. Aumentaria a desigualdade.” Além das universidades federais, os 38 institutos federais (antigas Cefets) aderiram ao Enem.

Na UFSCar, 2.553 vagas serão destinadas ao sistema. Segundo o responsável pela Coordenadoria do Vestibular, Wagner Souza dos Santos, a opção de usar o Sisu como forma única de ingresso visa facilitar o acesso à universidade. “A UFSCar estará mais acessível a estudantes de todo o país.” Há ainda, diz, vantagem financeira ao vestibulando. Com vestibular próprio, a inscrição custava R$ 100 e parte dos alunos tinha de se deslocar a uma das 12 cidades onde havia prova.

No shopping: atenção redobrada

Lojas em shopping requerem atenção redobrada. Investir num visual moderno pode atrair clientes e alavancar vendas, mas certos cuidados devem ser tomados para evitar problemas. Investir na construção de uma loja em shopping center requer diversos cuidados por parte do comerciante, já que são muitas as armadilhas e surpresas neste ramo específico da arquitetura.

Os custos, que já são altos, podem ser aumentados em razão da escolha na contratação da mão de obra, pois alguns comerciantes ficam à mercê de maus profissionais, seja por indicação ou por escolher o preço mais baixo. Um investimento que custa pelo menos R$ 60 mil não pode ser confiado a qualquer um.

Uma loja nova sem mezanino e móveis, custa em média entre R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil por metro quadrado, dependendo das condições específicas do shopping e do tipo de loja. O valor pode até passar de R$ 5 mil ou mais, dependendo do nível de sofisticação. Na média, uma loja básica com mezanino, piso de porcelanato, forro de gesso acartonado, boa iluminação, pintura, letreiro e outros, custará entre R$ 1,8 mil e 3 mil por metro quadrado, fora o mobiliário. Lojas mais sofisticadas ou de franquias podem passar de R$ 5 mil.

Reformas sempre são mais complicadas do que construir uma loja nova, pois exige um levantamento completo das instalações e condições existentes, verificando-se o que é possível aproveitar e ainda acrescenta o custo da demolição em si.

Escolha bem o arquiteto para projetar e construir sua loja, preferindo aqueles que tenham experiência em lojas de shopping, já que esse tipo de construção é completamente diferente, pois vários elementos, como estrutura metálica, rede de sprinklers e ar-condicionado, por exemplo, são característicos e exclusivos. O arquiteto deve ser contratado para cuidar de todos os aspectos, podendo até auxiliar na escolha do melhor local, já que em todos os shoppings existem corredores melhores e piores.

População brasileira é de 185,7 milhões, diz Censo 2010; SP atinge 10 mi de habitantes

Os dados do Censo 2010, publicados nesta quinta-feira (04/11) no “Diário Oficial da União”, mostram que a população brasileira é de 185.712.713 de pessoas. A data de referência do levantamento é 1º de agosto de 2010. Comparado com o Censo 2000, que registrou 169.590.693 de habitantes, o crescimento é de 9,5%. No entanto, o número registrou queda em comparação com as estimativas de população do IBGE, realizadas anualmente, que levam em conta taxas de natalidade, mortalidade e migração.

Em 2009, a estimativa era de que a população brasileira fosse de 191.480.630 de habitantes, o que representa uma queda de 3% no Censo 2010. O mesmo aconteceu com a contagem do Estado e da cidade de São Paulo, que continuam como os mais populosos do país. De acordo com os dados divulgados pelo Censo 2010, o Estado tem 39.924.091 de habitantes e a cidade, 10.659.386. Já a projeção de 2009 previa uma população de 41,4 milhões de habitantes para o Estado e 11 milhões para a cidade.

O IBGE repassa anualmente ao TCU (Tribunal de Contas da União) o número de moradores das cidades. Nos anos em que não há Censo, são enviadas as estimativas. Os dados são usados para embasar os repasses da União, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), proporcionais ao tamanho da população.

Foram analisados, na coleta para o Censo 2010, os 26 Estados e 5.565 municípios brasileiros, incluindo o Distrito Federal. A população foi recenseada até o dia 31 de outubro de 2010, com a visita a mais de 67 milhões de domicílios. O IBGE estabeleceu prazo de 20 dias, de 5 a 24 de novembro, para que os interessados apresentem reclamações ao instituto.

Toyota anuncia recall de 136 mil veículos por problema de direção

A montadora japonesa Toyota anunciou nesta quinta-feira (04/11) um recall de 136 mil veículos no Japão e na Europa por um problema na direção. O problema afeta 65 mil carros no Japão das marcas iQ e Passo, assim como 70,8 mil na Europa, apenas do iQ. Os veículos foram produzidos entre 2008 e 2010.

A Toyota explicou que em alguns destes veículos, quando transitam por quebra-molas, “as informações transmitidas pelos sensores podem ser interpretadas incorretamente pelo módulo eletrônico responsável pela assistência elétrica de direção”. “Se o problema aparecer, o visualizador de assistência de direção acende no computador de bordo e fica mais difícil manobrar o volante”, destaca a Toyota.

No último dia 21, a montadora anunciou que um recall de 1,53 milhão de veículos no mundo todo, dos quais 599 mil no Japão, devido a problemas no depósito de combustível e nos freios. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, nenhum desses carros está à venda no Brasil. No total, serão chamados a recall por iniciativa da Toyota 599.029 veículos no Japão e 930 mil no resto do mundo, afirmou a empresa. Os modelos afetados são Crown Majesta, Higlander (conhecido como Kluger no Japão e na Austrália), Toyota Mark X (Reiz na China), Alphard, Avalon, Lexus RX (Harrier), Lexus GS350, Lexus IS250 e Lexus IS350.

Segundo o porta-voz da empresa Paul Nolasco não havia informações sobre algum acidente ocorrido por esses defeitos, que segundo as autoridades japonesas não acarretam um risco sério. A líder mundial do setor automotivo, que há alguns meses passou por uma séria crise devido a vários recalls, indicou que, entre os veículos afetados, estão cinco modelos Lexus e seis da Toyota, como o Crown e o Highlander.

Desde o começo deste a ano a montadora japonesa anunciou uma série de recalls em diversos mercados do mundo. O número alto de reparos ou substituições levou o presidente da companhia, Akio Toyoda, a pedir desculpas públicas no mês de março pelos problemas técnicos e pelas falhas no controle de qualidade de seus veículos na China.

O recall de milhões de veículos do mercado não se restringe apenas à China. Só nos Estados Unidos e Japão, a empresa foi obrigada a reparar cerca de 1,33 milhão de veículos. No Brasil, cerca de 107 mil veículos do modelo Corolla foram chamados para substituição de peças que não ofereciam segurança adequada na utilização do carro. Em 2009, a companhia passou por perdas históricas provocadas pela recessão mundial.

Varejo disputa consumidor da classe E

O trabalhador da classe E entra na disputa pelo varejo, bancos e pelas financeiras. Com renda mensal de um salário mínimo e meio, ou até R$ 800, ele passa a ser disputado porque pertence a uma classe com certa disponibilidade financeira e que possui garantia no emprego. Nos últimos anos, com a estabilidade da economia e o acesso fácil ao crédito, o foco de bancos e do varejo foram as classes C e D. São pessoas que vivem com renda familiar mensal de até R$ 5 mil, e as que mais cresceram economicamente.

Agora, é a vez da classe E. Apenas em Ribeirão Preto existem trabalhadores de 20 profissões com salários de médios R$ 800. Entre eles, estão empregados domésticos, porteiros, operadores de caixas, recepcionistas e auxiliares na construção civil. Todos trabalham em setores em alta na cidade e, assim, estão em um mercado de trabalho aquecido, e que deve continuar em alta pelos próximos meses. A disputa por esse trabalhador é porque aos poucos ele deve sair da E e ir para uma classe social de maior poder aquisitivo.

Em uma financeira localizada no Centro de Ribeirão Preto, no interior paulista, a faixa E já representa 70% de todo o movimento. “Há também o crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS que ganham até R$ 500, e podem sacar R$ 5 mil e pagar em 60 vezes de R$ 150”, diz o gerente da financeira, Adauto Ishimoto. Além de comprar bens de consumo, o consumidor que ganha menos viaja de avião e passa férias com a família.

Em uma agência de turismo do Centro, os que ganham menos e compram bilhetes aéreos são os que viajam ao Nordeste para visitar a família e pagam à vista, na maioria das vezes por causa da restrição ao crédito.

Para a gerente da agência, Estefânia Girardi, o consumidor que ganha menos ainda não sabe que pode comprar pacotes turísticos e pagar parcelas de até R$ 60 por mês. “Esse consumidor é importante para nós e para ele temos pacotes completos em dez vezes para Porto Seguro, por exemplo, por R$ 65 por mês. O consumidor precisa saber que pode”, diz.

Brasil melhora e é 32º em ranking de desenvolvimento financeiro

O país aparece em 32º lugar no ranking com 57 países elaborado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Os Estados Unidos, que no ano passado apareciam em terceiro no ranking, aparecem neste ano em primeiro lugar, apesar de uma leve piora em sua avaliação, que leva em consideração 120 variáveis em sete áreas: ambientes institucional e de negócios, estabilidade financeira, serviços financeiros bancários e não bancários, mercados financeiros e acesso financeiro.

O Brasil se destaca positivamente nas áreas de estabilidade financeira (10º lugar no geral) e em serviços financeiros não bancários (12º), mas aparece entre os piores nas avaliações dos ambientes institucional (44º) e de negócios (49º).

A boa avaliação da estabilidade financeira no Brasil é garantida pela estabilidade da moeda e pela estabilidade do sistema bancário, mas o risco relativamente alto da dívida pública impede uma avaliação ainda melhor. Na área de serviços financeiros não bancários, a avaliação é ajudada pelo grau de atividade em aberturas de capital, setor no qual o Brasil aparece com a 2ª melhor avaliação geral.

No outro extremo, as avaliações sobre os ambientes institucional e de negócios são prejudicadas por itens como peso da burocracia estatal e tempo necessário para pagar impostos, nos quais o Brasil ocupa a última posição do ranking, ou no tempo necessário para abrir um negócio, no qual o Brasil fica à frente apenas da Venezuela.

A Grã-Bretanha, que liderava o ranking geral no ano passado, caiu uma posição neste ano em relação ao ano passado, quando o ranking tinha 55 países. Assim como os Estados Unidos, o país teve uma ligeira piora na nota geral por conta da piora na avaliação de estabilidade financeira.

A Austrália, que no ano passado aparecia em segundo lugar, caiu para o quinto posto no ranking deste ano, enquanto Hong Kong subiu duas posições, para o terceiro lugar. Cingapura manteve o quarto posto.

Entre os países do grupo Bric, a China é a mais bem colocada no ranking (22º lugar, quatro posições acima do ranking do ano passado). A Índia subiu da 38ª para a 37ª posição, e a Rússia se manteve no 40º lugar, como o país mais mal avaliado do grupo. O Brasil também é o segundo mais bem avaliado entre os países latino-americanos, atrás somente do Chile, que subiu da 31ª para a 30ª posição.

O Panamá caiu da 29ª para a 39ª colocação, o México manteve o 43º lugar, a Colômbia caiu de 46º para 47º, o Peru de 42º para 48º, a Argentina de 51º para 52º e a Venezuela de 55º para 56º. A Nigéria, que caiu da 52ª para a 57ª posição, é o país mais mal avaliado do ranking da WEF, que é preparado anualmente desde 2008.