Taubaté Shopping traz show da Turma da Mônica

O Taubaté Shopping, no interior paulista, traz para a cidade o mais novo show da Turma da Mônica intitulado “Era uma vez uma floresta”. O espetáculo será realizado no dia 7 de novembro, domingo, às 16h00, no TCC (Taubaté Country Club).

Neste espetáculo, os personagens de Mauricio de Sousa (Magali, Mônica, Cascão, Cebolinha e outros), nos levam a uma mágica viagem pela floresta, ressaltando os perigos que ameaçam algumas espécies em extinção e como podemos fazer para contribuir com a preservação dos animais, a começar por nossa própria casa, com nossos bichos de estimação.

Com trilha sonora original, danças coreografadas, mágicas e muitas brincadeiras, a Turma da Mônica interage com o público infantil.

Natal Divertido no Praiamar Shopping

As crianças já podem começar a se preparar para receberem o Papai Noel, que chegará ao Praiamar Shopping, de Santos, no litoral paulista, dia 6 de novembro, sábado, às 17h00, na praça de alimentação. Os duendes ajudantes do Papai Noel vão cumprimentar o público e ensaiar músicas para saudar Noel. Depois da chegada ao shopping, ele vai receber as crianças no trono e dará uma volta pelos corredores do Praiamar com todos os duendes.

Os pequenos vão ficar encantados com a decoração Lollipop. Ursinhos com pirulitos enfeitarão o shopping, deixando o clima natalino ainda mais doce. Além disso, um trenzinho passará pela decoração, entretendo ainda mais a garotada. Outras surpresas estão sendo preparadas para deixar o Natal ainda mais divertido! Não deixe de conferir!

Big X-Picanha agora no Mogi Shopping

Conhecida por elaborar saborosos lanches com carnes filetadas e hambúrgueres com 100% de carne bovina, uma loja da rede Big X-Picanha acaba de ser inaugurada no Mogi Shopping, em Mogi das Cruzes (SP). A nova loja fica na Praça de Alimentação do centro de compras, bem ao lado do Spoleto e da Runner Academia.

Criciúma Shopping vence Mérito Lojista

O Criciúma Shopping (SC) foi um dos nove vencedores do Mérito Lojista 2010, premiação concedida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) a cada dois anos para as pessoas e empresas que se destacaram ao longo do período. É a terceira edição do prêmio e para a definição dos ganhadores, o Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC) entrevistou 400 pessoas das classes A e B e formadores de opinião de Criciúma no período de 13 a 16 de outubro de 2010.

Os concorrentes ao prêmio são escolhidos pela diretoria da CDL, imprensa e por meio de pesquisa sobre ações relevantes e de destaque no município. Nenhum dos concorrentes sabe antecipadamente que está disputando o prêmio. O Criciúma Shopping foi vencedor na categoria Melhor Evento de Varejo – Fashion Room Outono-Inverno 2010 – evento com a presença do ex-BBB Kadu. O BBbowling foi o vencedor na categoria Serviços de Entretenimento. O prêmio será entregue hoje (04/11), às 20h00, no Criciúma Clube.

Brasil é 127º em ranking de facilidade para se fazer negócios

O Brasil aparece em 127º lugar em um ranking que avalia a facilidade de se fazer negócios em 183 países, elaborado pelo Banco Mundial. O estudo, intitulado Fazendo Negócios 2011 (Doing Business 2011), considera os fatores que afetam uma empresa durante seu “ciclo de vida”, incluindo abertura, comércio exterior, contratação de funcionários, aquisição de sede, pagamento de impostos e fechamento, entre outros.

No levantamento relativo a 2010, divulgado em setembro do ano passado, o Brasil estava em 129º lugar. No entanto, a posição foi revista devido a uma mudança nos indicadores utilizados na pesquisa, o que deixou o país em 124º. O primeiro colocado no estudo, mantendo a posição do ano passado – é Cingapura, seguido por Hong Kong, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. A última posição é de Chade.

A economista Dahlia Khalifa, co-autora do relatório, afirma que o Brasil foi ultrapassado na lista por nações que implementaram um maior numero de medidas facilitadoras, mas diz que a posição do país deve ser vista como “estável”. O relatório destaca que o Brasil, no ano passado, ganhou pontos ao facilitar o processo de abertura de empresas ao melhorar a sincronia eletrônica entre a Receita Federal e as secretarias da Fazenda dos Estados.

Segundo Dahlia, o Brasil teve muitos ganhos nos últimos cinco anos. “Globalmente, o Brasil hoje se situa bem em termos de facilidade para se abrir um negócio, principalmente pelo baixo custo do processo”, diz a economista. O relatório também afirma que, de 2009 para cá, o país reduziu o número de procedimentos para se abrir um negócio, passando de 16 para 15.

Considerando os itens específicos que compõem o ranking, a melhor posição do Brasil está no quesito “proteção a investidores”, no qual fica em 74º. Já o item “pagamento de impostos” é aquele no qual o país tem o pior desempenho, ocupando o 152º lugar.

O Brasil é recordista no número de horas gastas por uma empresa para lidar com impostos e taxas. Em média, funcionários de uma empresa ficam 2,6 mil horas por ano preenchendo declarações, pagando tributos, recolhendo dados, fazendo cálculos e preparando documentos. O número é o mesmo do ano passado. O segundo país em que se gasta mais tempo de trabalho para pagar impostos é a Bolívia, com 1.080 horas por ano. Em média, os países da América Latina e do Caribe têm um gasto anual de 385 horas.

O local que exige menos tempo de trabalho para se pagar tributos são as Ilhas Maldivas, com zero, seguidas pelos Emirados Árabes, com 12 horas anuais. No Brasil, 69,2% dos lucros das empresas são usados para pagar impostos, em comparação com uma média de 48% na América Latina e Caribe e de 43% nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O Banco Mundial alerta que o estudo não mede a totalidade dos aspectos que afetam o ambiente empresarial, como segurança, estabilidade macroeconômica e corrupção.

Maxi Shopping Jundiaí apóia a Corrida pela Gentileza de Jundiaí

Em comemoração ao Dia Mundial pela Gentileza, a Release Comunicação em parceria com a TH5 Eventos e a Prefeitura Municipal de Jundiaí, no interior paulista, realizam a Corrida pela Gentileza de Jundiaí, no dia 5 de dezembro. O evento acontecerá na Avenida dos Ferroviários e o Maxi Shopping, como não poderia deixar de ser, presta seu apoio a mais esta ação.

As inscrições já podem ser feitas na loja Tip Top do Maxi Shopping Jundiaí ou através dos sites TH5 Eventos (http://www.th5eventos.com.br/inscricao/index.asp) e Ativo.com (http://ativo.uol.com.br/Eventos/MostraEvento.aspx?idEvento=3710).

As categorias serão: masculino individual dez quilômetros; feminino individual dez quilômetros; e caminhada cinco quilômetros. As inscrições estão divididas em dois períodos: até 28 de novembro as taxas serão de R$ 35 nos dez quilômetros individual; R$ 18 na melhor idade; e R$ 35 na caminhada; de 29 de novembro até 1º de dezembro as taxas serão de R$ 40 nos dez quolômetros individual; R$ 20 na melhor idade; e R$ 40 na caminhada cinco quilômetros. A inscrição em qualquer uma das categorias dará direito ao kit do atleta com camiseta dry, medalha finish, lanche, frutas e Gatorade. Os cinco melhores no geral e em cada faixa etária receberão troféus.

A corrida tem patrocínio da Sobam e da Bitufo; e apoios da Prefeitura de Jundiaí, Maxi Shopping Jundiaí, Icon – Diagnósticos por imagem, Gebram e Porto Seguro Auto, Academia Inova e Nutrilatina. A ação conta com a supervisão da Federação Paulista de Atletismo.

Deputados federais eleitos gastaram R$ 9,7 por voto

Os 513 deputados federais eleitos gastaram uma média de R$ 9,72 por voto para se eleger. No total, os parlamentares desembolsaram R$ 567 milhões na campanha. O custo do voto na Câmara foi três vezes e meia o valor do voto para o Senado (R$ 2,15).

A campeã em gastos foi a deputada eleita Teresa Jucá (PMDB-RR), ex-mulher do senador Romero Jucá (PMDB-RR): foram R$ 7,2 milhões. O montante representa uma vez e meia o valor gasto pelo segundo colocado, Sandro Mabel (PR-GO), que desembolsou R$ 4,8 milhões. Cada voto conferido à deputada custou, em média, R$ 248,83. É o maior valor registrado no país. No total, Teresa gastou nove vezes mais que o valor que ganhará como deputada pelos quatro anos de mandato (cerca de R$ 792 mil, sem contar verbas indenizatórias e benefícios). O gasto de seus futuros colegas custou, em média, R$ 1,1 milhão.

Os 88 deputados petistas foram os que mais gastaram, em números absolutos, entre os partidos. Foram R$ 103 milhões. A bancada mais cara, porém, é a do PMN. Os quatro deputados eleitos gastaram, em média, R$ 1,59 milhão. Logo em seguida, aparece a do PSDB, com gasto médio de R$ 1,56 milhão para cada um dos 53 eleitos.

Campeão nacional de votos, o deputado eleito Tiririca (PR-SP) teve um dos menores gastos. Cada um de seus 1.353.820 votos custou R$ 0,50. Foram R$ 677 mil, no total, quase a metade da média nacional. Segundo deputado mais votado do país, o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), desembolsou bem mais: R$ 2,5 milhões, num total de R$ 3,70 por voto.

A campeã em gastos Teresa Jucá ajudou a classificar Roraima com o votos mais caros do país. Cada voto para a Câmara custou, em média, R$ 104, quase nove vezes o valor da média nacional. O eleitor da Paraíba foi o mais “barato” entre os Estados: os 12 deputados eleitos do Estado gastaram uma média de R$ 4,06 por voto. O voto do eleitor de São Paulo para a Câmara custou, em média, R$ 9,92, muito próximo à média nacional.

Shopping Plaza Macaé traz novas atrações para crianças

Devido ao sucesso obtido nos meses anteriores, o Shopping Plaza Macaé (RJ) traz em novembro, no Espaço Alegria, novas apresentações teatrais para a criançada. Os pequenos poderão se divertir assistindo as peças “Os três porquinhos”, “Os Saltimbancos” e “João e Maria”. O ingresso para as apresentações será a doação de um brinquedo novo ou usado em bom estado. Os brinquedos arrecadados serão doados ao Centro Transformação Humana (CETH), Centro Municipal de Apoio à Infância e Adolescência (CEMAIA) e ao Orfanato Lar de Maria.

No dia 14 de novembro, para comemorar a chegada do Papai Noel, a garotada poderá curtir “O Natal Encantado da Bela e a Fera”, com entrada gratuita. “Ficamos muito felizes em poder proporcionar momentos de cultura, entretenimento e lazer não só para as crianças, mas para toda a família”, afirma Emília Mendes, gerente de marketing do Shopping Plaza Macaé. “O ambiente do nosso shopping é muito propício a isso, pois possui atrativos para todas as idades. Mas quando podemos ampliar esses atrativos com uma programação como esta, a receptividade é muito grande”, conclui.

Vale ressaltar que é obrigatória a presença dos responsáveis e que os ingressos poderão ser retirados no local uma hora antes do início de cada sessão.

Brasileiros não conhecem sintomas da pneumonia, segundo Datafolha

Uma pesquisa encomendada pela SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) ao Datafolha levantou que os brasileiros desconhecem os males importantes da pneumonia, a principal causa de morte por doença infecciosa no mundo.

No país, o problema é a principal razão de internação hospitalar no SUS (Sistema Único de Saúde), com a exceção de questões ligadas à gestação, totalizando 900 mil casos por ano. Segundo o Datasus, 45,5 mil brasileiros morreram em 2009, sendo que mais de 70% deles tinham mais de 60 anos.

O estudo inédito, batizado de “Saúde Respiratória e do Pulmão”, tem como objetivo quantificar o tamanho da desinformação e alertar não apenas a sociedade, mas também autoridades para este problema de saúde pública. Foram entrevistados 2.242 brasileiros com 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas.

De acordo com a pesquisa, a população não apenas desconhece a pneumonia, como em geral não conhece os sintomas, as formas de prevenção, os agravantes ou o médico que deve ser procurado em casos de suspeita. “O principal fator responsável pelo agravamento da pneumonia é o atraso do início do tratamento. A demora em procurar o médico, a automedicação ou a realização de exames inadequados levam a quadros mais graves e até mesmo à morte”, alerta Jussara Fiterman, presidente da SBPT.

Este atraso pode ser a origem de tantas hospitalizações e mortes no país. Apesar disso, nenhum destes fatores foram citados na pesquisa. Entre os 2.147 entrevistados que afirmaram conhecer a pneumonia, 6% não souberam citar um único fator que pode aumentar o risco de uma pessoa adquirir ou agravar a doença. Dos demais, 67% citaram clima frio ou úmido; 46% fumaça de cigarro; 42% ar-condicionado ou ventilador; 37% pó ou poeira; 36% poluição; 9% hereditariedade; 6% sedentarismo e 2% consequência de gripe mal curada.

“O que causa a pneumonia é a infecção por vírus ou bactéria, que originam as pneumonias viral e bacteriana. Ambas as versões são agravadas, basicamente, pelo atraso no início do tratamento, pois a maioria dos casos responderia muito bem aos medicamentos”, explicou Fiterman. A mortalidade ainda aumenta 20%, caso o antibiótico correto não seja dado nas primeiras seis horas do início dos sintomas plenos.

Por esta razão, reconhecer os sintomas e procurar o médico pode ser determinante no sucesso do tratamento. No entanto, 23% dos entrevistados que afirmam conhecer a doença não souberam citar um único sintoma. Os mais citados foram dores no peito, pulmões, tórax e nas costas (37%); calafrios (35%); tosse seca e contínua (31%); falta de ar (23%); e mal estar e indisposição (19%).

Numa situação hipotética de suspeita da pneumonia, 40% não saberiam a que médico recorrer. Os demais, 33% iriam a um clínico geral; 25% ao pneumologista, médico especialista na saúde respiratória; 1% ao infectologista; 1% ao “especialista em pulmão” e 1% ao otorrinolaringologista.

A desinformação não para por aí. O diagnóstico da doença também é mistério a maioria dos brasileiros. Além do exame clínico realizado pelo médico em consultório, o raio-x é suficiente para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento com medicamentos. Apenas 29% apontaram a escuta do pulmão, e pouco mais da metade (58%) optaria pela radiografia.

Todas estas respostas foram dadas depois de visualizar uma lista de diversos exames utilizados pela pneumologia para os diversos males do sistema respiratório. Foram citados, equivocadamente, tomografia (26%); teste do escarro ou baciloscopia (15%); broncoscopia (8%); teste do sopro ou espirometria (6%); e teste subcutâneo de Mantoux (2%). Cerca de 18% não souberam citar um único exame.