Governo quer desonerar modems e dar incentivos para baratear o acesso à internet

O governo federal está trabalhando na desoneração de impostos como PIS e Cofins para aparelhos de modems e na concessão de incentivos fiscais para baratear o acesso aos serviços de internet em alta velocidade no país. As ações foram apresentadas nesta terça-feira (30/11), durante a terceira edição do Fórum Brasil Conectado.

De acordo com Arthur Coimbra, membro do Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital (CGPID), a desoneração de impostos para os modems, proposta conhecida como “Modem para Todos”, já foi aprovada pelo Ministério da Fazenda, e aguarda apenas a normatização.Já a formulação de um plano de incentivos fiscais federais e estaduais para possibilitar o acesso aos serviços de banda larga por cerca de R$ 15 já foi aprovada em reunião ministerial, mas ainda falta ser autorizada pelo Ministério da Fazenda.

Também estão sendo trabalhadas medidas para facilitar a atuação de micro e pequenas empresas prestadoras de serviço de acesso em banda larga, como o financiamento público e a desoneração de contribuições como Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Coimbra destacou que é preciso também discutir, no âmbito da reforma tributária, os impostos que incidem sobre serviços de telecomunicações no Brasil, que, segundo ele, estão muito acima das médias internacionais. Outra ação necessária, segundo ele, é a liberação da faixa de frequência de 450 mega-hertz (MHz) para levar a banda larga para áreas rurais e escolas públicas. De acordo com Coimbra, essa faixa atualmente é utilizada pela Polícia Federal e algumas polícias estaduais. A migração deve levar de oito meses a dois anos, a um custo de US$ 40 milhões.

Na abertura do encontro, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, disse que o conselho diretor da agência deve ter uma definição sobre a destinação da faixa de 450 MHz na próxima semana e, até o fim do ano, sobre o Plano Geral de Metas de Universalização da telefonia fixa (PGMU 3). “Nossa meta é cumprir todos os os prazos previstos e oferecer ao Brasil um marco regulamentar tecnicamente consistente estável e duradouro.” Ele disse que espera iniciar 2011 com 50% das matérias relacionadas ao Plano Nacional de Banda Larga concluídas ou bem encaminhadas na Anatel.

O secretário especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, avaliou que houve avanços na área de regulamentação das questões envolvendo o Plano Nacional de Banda Larga. Segundo ele, até o fim do ano, a versão final do PGMU 3 será encaminhado para aprovação final do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Fórum Brasil Conectado é um comitê formado por representantes de estados e municípios, do Legislativo, de operadoras, de fabricantes de equipamentos, de desenvolvedores de software, de produtores de conteúdo digital, de entidades de representação dos usuários e da sociedade civil. O objetivo do grupo é debater a implantação do Plano Nacional de Banda Larga no país, que pretende oferecer internet rápida a preços baixos.

Franchise Store promove workshop

A Franchise Store promove o workshop “Comece agora mesmo a planejar o próximo ano. Já pensou em investir em franquia?”, no dia 4 de dezembro, das 09h00 às 12h00, em São Paulo.

O mercado atual, o perfil do novo empreendedor, os deveres e obrigações dos franqueadores e franqueados, as vantagens em investir em uma franquia e a importância da escolha do ponto de venda estão entre os temas abordados. Os participantes também poderão conhecer um case de sucesso apresentado pelo próprio franqueado. Informações: (11) 3729-2093 ou pelo e-mail faz@franchisestore.com.br.

O evento será realizado na própria Franchise Store – Avenida Nove de julho, 4.400 – São Paulo – Jardim Paulistano.

Atividade da indústria paulista retoma crescimento em outubro

O nível de atividade da indústria paulista cresceu 0,5% em outubro com relação a setembro, levando em conta o ajuste sazonal. Sem o ajuste, houve queda de 0,1%. Na comparação com outubro do ano passado, houve aumento de 3,3%. No acumulado do ano, a atividade industrial no estado de São Paulo registra alta de 11% e, nos últimos 12 meses, de 10,8%. Os dados do Indicador de Nível de Atividade da Indústria (INA) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) foram divulgados ontem (30), na capital paulista. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) cresceu 0,6% em outubro.

O destaque ficou por conta do setor de máquinas e equipamentos, que teve crescimento de 0,3% com ajuste sazonal. Sem ajuste, houve queda de 1,1%. Na comparação com outubro de 2009, o setor registrou aumento de 10,7% e, no acumulado do ano, de 28,5%. Entretanto, foi notada a elevação de 175,6% nas importações de produtos do setor, enquanto a produção aumentou 103%. Os dados indicam que as exportações cresceram 64,7%.

De acordo com o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, o crescimento da atividade industrial em outubro é simbólico já que houve, segundo ele, apenas uma reversão no índice negativo registrado em setembro em relação a agosto.

Ele acredita, no entanto, que esteja ocorrendo uma recuperação diante de 2009, ano em que o Brasil mais sofreu os efeitos da crise internacional deflagrada em outubro de 2008. “No ano, acreditamos que (o crescimento da) a atividade da indústria paulista deve ser de cerca de 10%, o que é uma bela recuperação comparativamente a 2009, que foi muito ruim, ainda sob os efeitos da crise”.

Francini destacou que a preocupação, agora, é com o aumento das importações, já que todos os números indicam que está ocorrendo uma aceleração rápida e grande da entrada de produtos importados no país. “Com isso, há uma dificuldade crescente da indústria doméstica de manter-se competitiva com relação aos importados”.

Patroni Pizza investe no conceito Don e lança novo mix de produtos

Fidelizar clientes, atrair novos consumidores e buscar uma identidade única e exclusividade de produtos no mercado de food service brasileiro. Estes são alguns dos objetivos da Patroni Pizza, rede de pizzarias do Estado de São Paulo e uma das mais premiadas no segmento de franquias de alimentação no Brasil, que acaba de adotar o conceito “Don”, que remete à idéia de algo superior e de tratamento especial, para a renovação do seu cardápio. A empresa espera que os pratos “Don” tragam um incremento de 20% às vendas. Para isso, irá investir na comunicação visual dos PDVs, que destacarão as novidades aos freqüentadores das praças de alimentação.

“Os novos pratos exclusivos, em Pizza, Carne e Massa, chegam com uma assinatura Don. São receitas que oferecem aos clientes o gostinho da Itália e toque caseiro, sabor preparado especialmente para eles. Analisamos o mix existente, com ingredientes mais apreciados pelos consumidores e desenvolvermos novos carros-chefe para o menu. Agora, temos em toda a rede as ofertas do Don Patroni”, comenta Rubens Augusto Júnior, presidente da Patroni, referindo-se também a figura do Don Patroni, criada para ilustrar o conceito.

O novo cardápio será disponibilizado em todas as mais de 90 lojas da rede no Brasil, a partir da segunda quinzena de novembro, entre eles estão a Lasanha Dona Bonanza, com creme à base de Catupiry e carne moída; e a Pizza Don Patroni, combinação dos ingredientes de maior preferência nacional como mussarela, calabresa, molho de tomate salpicado, parmesão e manjericão. Além da linha Don, o novo cardápio traz ainda novidades como: Pizza Di Nápoles, inspirada em receita autentica napolitana que está sendo objeto de certificação pela “Associazone Verace Pizza Napoletana”, da Itália, Strogonoff de Camarão, Filé de Pescada, Contra Filé Bovino, Filé ao Catupiry, Penne importado da Itália e as Super Fritas (com cobertura de parmesão e bacon).

A Patroni Pizza conta com grandes parcerias no segmento de alimentação com os melhores fornecedores nacionais e internacionais: Massa Antonio Amato (Itália), Coca-Cola, Heineken, Catupiry, Marfrig, entre outros.

O menu
PIZZA DON PATRONI: combinação da pizza mais saboreada no mundo, Marguerita, com o ingrediente que não poderia faltar: Calabresa. Mussarela, Calabresa em fatias, molho de tomate italiano, parmesão gratinado com o toque final do manjericão;

FILET DE FRANGO DON PARMESANO: filé de frango grelhado com cobertura de mussarela, tomates em cubos gratinados ao parmesão, com leve toque de orégano e mais três acompanhamentos à escolha do cliente;

LASANHA DONA BONANZA: lasanha exclusiva com recheio de creme a base de Catupiry, carne moída temperada com especiarias e azeitonas pretas picadas, parmesão salpicado, molho à escolha do cliente, gratinada em forno a lenha;

PENNE DON CALABRESE: penne de Grano Duro Italiano (massa Antonio Amato) coberto por camada de calabresa moída, molho escolhido pelo cliente, com mussarela e parmesão gratinados em forno a lenha;

DON AMÉRICA: dois hambúrgueres cobertos com queijo e ovo frito respectivamente, mais três acompanhamentos à escolha do cliente.

Novos pratos:
PIZZA DI NÁPOLES
STROGONOFF DE CAMARÃO
FILÉ DE PESCADA
FILÉ AO CATUPIRY
CONTRA FILÉ BOVINO
PENNE
SUPER FRITAS (inclui parmesão e Bacon)

Hoje o Shopping Paralela sorteia o primeiro Kia Soul

O primeiro KIA Soul da promoção “Natal Premiado Shopping Paralela” será sorteado hoje (01/12), às 20h00, na loja de trocas que fica no piso L2 do centro de compras da capital baiana. As notas são válidas para todos os outros sorteios.

Este será o segundo carro sorteado, e até 29 de dezembro outros quatro zero quilômetro: três KIA Soul e um Sorento serão sorteados. Para participar o cliente deve trocar R$ 100 em notas fiscais, de compras feitas no Shopping Paralela, no período da promoção, por um cupom. Não há limite, o cliente pode trocar quantas notas desejar. O próximo sorteio acontecerá dia 8 de dezembro.

Equipe de transição quer “nomes do mercado” no BC

Todos afirmam que ainda é cedo para colocar nomes sobre a mesa, mas cresce a avaliação na equipe de transição do novo governo de Dilma Rousseff e dentro do próprio Banco Central (BC) de que “seria positivo” se o indicado para a presidência da instituição, Alexandre Tombini, levasse pelo menos um nome forte do mercado financeiro para a diretoria a partir de 2011. A indicação levaria a “visão de mercado” à instituição.

Atualmente, a diretoria do BC tem sete cadeiras. Seis são ocupadas por nomes da própria autoridade monetária ou vindos do governo federal, inclusive a importante diretoria de Política Econômica, sob responsabilidade de Carlos Hamilton Araújo, engenheiro que trabalha desde 2000 no BC. O sétimo posto é a não menos relevante diretoria de Política Monetária, ocupada por Aldo Luiz Mendes, do Banco do Brasil.

Quando houve a formação desse time ao longo do último ano, muitos analistas torceram o nariz para as escolhas ao se depararem com diversos técnicos desconhecidos do mercado, como os ex-diretores Mário Mesquita e Mário Torós, que deixaram os cargos e foram substituídos, respectivamente, por Carlos Hamilton e Aldo Mendes. Mas, como a gestão de Henrique Meirelles já se encaminhava para o último ano, o perfil “técnico e da casa” foi absorvido sem grandes implicações.

Agora, a equipe de transição cita que seria “positivo” se Tombini tivesse ao lado um nome reconhecido pelo mercado. Ao agregar um diretor com esse perfil, seria alterada a característica observada ao longo do último ano, quando a diretoria passou a ter nomes exclusivamente vindos do BC, do governo ou de estatais.

Não que o entendimento seja de que os atuais diretores sejam despreparados para os cargos. Muito pelo contrário, já que uma das peças chave desse relacionamento “mercado x BC”, que é Carlos Hamilton Araújo, tem surpreendido positivamente muitos economistas pelo profundo conhecimento dos temas relativos ao BC – assunto ouvido, inclusive, em conversas de economistas em São Paulo e Rio de Janeiro. Economistas também elogiam Aldo Mendes.

Mas as pessoas que acompanham o tema explicam que um diretor “de mercado” conseguiria, em última instância, entender as preocupações e a forma de pensar e agir dos investidores e gestores. “É diferente de se ter um diretor que conversa com o mercado. Estamos falando de alguém que conversa com o mercado e também entende as aflições de quem está do outro lado do balcão, sabe como é o traquejo dos analistas e, por isso, tem condição de reagir melhor a tudo isso”, explica uma pessoa que acompanha o tema e pede anonimato.

Na diretoria do BC, pelo menos três cadeiras terão de ser ocupadas em breve, já que os diretores de Fiscalização, Alvir Hoffmann, e de Liquidação e Controle de Operações de Crédito Rural, Gustavo Matos do Vale, estão bem próximos à aposentadoria Vale já demonstrou ao presidente Henrique Meirelles o desejo de se afastar do cargo. Mas como é bem próximo a Tombini, pode postergar mais uma vez o seu plano pessoal, para trabalhar junto ao novo presidente, no início da nova gestão.

A própria cadeira de Normas ocupada por Tombini, também passará a ficar vaga em 2011. Pelo perfil técnico, as três diretorias (Fiscalização, Liquidação e Normas) tendem a ter indicações de nomes internos. Mas o BC de Tombini pode promover uma dança de cadeiras para acomodar algum indicado ou mesmo reativar a diretoria de Estudos Especiais, que está vaga. Vale lembrar que Mário Mesquita, por exemplo, ocupou a cadeira de Estudos Especiais por quase um ano antes de ser alçado à diretoria de Política Econômica.

Apesar do debate, a fonte afirma não ter sinais de que Tombini tenha pressa para tocar o tema. Lembra, por exemplo, que Henrique Meirelles dirigiu as duas primeiras reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do governo Lula com toda a diretoria nomeada pelo antecessor, Armínio Fraga. “Os primeiros nomes escolhidos pelo presidente só chegaram à diretoria na terceira reunião do Copom, em março.

Varejo e universidades se mobilizam para fazer descarte correto de medicamentos vencidos

Fora do prazo de validade, os remédios também são lixo. Mas como contêm substâncias consideradas perigosas, que podem contaminar a água e o solo, não é aconselhável descartá-los no lixo comum. Sem uma lei que estabeleça o quê o cidadão deve fazer com comprimidos, pílulas e frascos vencidos, o varejo se une a fabricantes e universidades em busca de alternativas para o destino adequado desses produtos.

O projeto de extensão Descarte Correto de Medicamentos Vencidos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), se iniciou em 2006 e ganhou força no início deste ano. Com o apoio da rede de farmácias Panvel, uma das maiores do Estado, os postos de coleta em Porto Alegre subiram de dois para 30. De janeiro a outubro, quase 2 mil toneladas já foram recolhidas e encaminhadas para um aterro de resíduos perigosos.

A demanda comprova a dificuldade encontrada pelas pessoas para descartar o que vence o prazo na famosa “farmacinha” de casa. “Nossos clientes chegavam com dúvidas no balcão, por isso decidimos começar o projeto”, diz Leonor Pinto Moura, farmacêutica do Grupo Dimed/Panvel.

Em São Paulo, uma parceria entre poder público, varejo e indústria originou o projeto-piloto Descarte Correto de Medicamentos. Desde a metade deste mês, cinco drogarias que ficam no interior de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar contam com urnas de coleta de medicamentos. A presença da Eurofarma, que está entre as cinco maiores produtoras de medicamentos do país, e do próprio Pão de Açúcar possibilitou o treinamento dos funcionários e a proximidade com o público.

Enquanto isso, o Departamento de Limpeza Urbana de São Paulo (Limpurb) recolhe os dejetos e os encaminha para a incineração. Somadas, as cinco drogarias recebem mais de um milhão de pessoas todos os meses. Para o primeiro trimestre do ano que vem, a ideia é expandir a iniciativa para outras 60 farmácias da capital paulista. “A responsabilidade social é um valor, então buscamos melhorar todos os nossos processos. Assumir a missão de dar opção e informação para as pessoas faz parte disso”, garante a diretora de Sustentabilidade e Novos Negócios da Eurofarma, Maria Del Pilar Muñoz.

A questão diz respeito não só à saúde do ambiente, como também à das pessoas. Coordenadora do projeto de descarte da UFRGS, a farmacêutica e doutora Louise Jeanty Seixas lembra que o tratamento da água que chega à torneira não atinge certas substâncias presentes nos medicamentos. Ou seja, com o descarte incorreto, o cidadão pode estar contaminando a água de uma cidade inteira. Essa ingestão involuntária, destaca Louise, pode, inclusive, afetar futuros tratamentos médicos.

Enquanto varejo e academia tomam a frente da solução do problema, a formulação de uma norma brasileira é discutida de forma embrionária na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sem previsão de conclusão. Isso significa que, no Brasil, ainda não existe uma lei que determine o descarte correto de medicamentos por parte do cidadão. Por agora, a informação parece ser o único caminho possível para reduzir o impacto desse lixo no ambiente e na vida das pessoas.

Tambores japoneses em exposição no Shopping Mueller Joinville

A beleza da arte Taiko (tambores japoneses) estará em exposição no Shopping Mueller, de Joinville (SC), até o próximo sábado (04/12), no terceiro piso. O evento é realizado pela Federação das Associações Nikkeis de Santa Catarina (Fansc), com exposição dos tambores, das 10h00 às 22h00, e apresentações da arte taiko, que acontecerão no dia 3, às 20h00, com a presença do cônsul do Japão, Shigehiro Takeuchi.

O projeto teve início em 2008, durante as comemorações do centenário da imigração japonesa em Joinville. Na ocasião foi realizada a apresentação do grupo de taiko do Japão, Araumza, e firmada uma parceria entre as entidades nipônicas de Santa Catarinae o governo japonês com o intuito de difundir a cultura nipônica na região, através do projeto “The improvement of Japanese Tambour of Federation of Nikkeys Association of Santa Catarina”. A partir desse convênio, as entidades vêm realizando há dois anos a difusão da cultura do taiko, com a vinda, todos os meses, de dois professores da arte a Joinville.

Showroom do Shopping Nações recebe interessados

Com o objetivo de se aproximar ainda mais da comunidade e facilitar o contato de empresários e lojistas que poderão se instalar no empreendimento, o Shopping Nações, de Bauru, no interior paulista, construiu um showroom no terreno onde será inaugurado, em 2012. A localização é na altura da quadra 11 da rua General Marcondes Salgado. Um corretor fica no local para atender os interessados de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 17h00, e aos sábados das 08h00 às 13h00.

No local foi instalado um deck que permite uma visão privilegiada do canteiro de obras, de onde é possível ter maior compreensão da grandeza dos 70 mil m² de área construída do shopping, sendo 33.182 m² de área bruta locável (ABL), ou área de vendas.

Após ter a liberação do alvará para início das obras antecipada pela Prefeitura Municipal pela relevância do projeto para a cidade, o Shopping Nações foi apresentado oficialmente a Bauru durante evento no dia 27 de outubro, do qual participaram seus investidores. No momento, estão em andamento no terreno as obras de terraplanagem. “Nós temos corretores que também fazem visitas diretamente a lojistas que já atuam em áreas cujo perfil se encaixa no mix de opções que vamos oferecer no shopping. Mas fizemos questão de instalar um showroom no terreno para facilitar o contato de empresários interessados em fazer negócios conosco e também porque, entre nossos principais objetivos, está o estreitamento das relações junto à comunidade que está nos recebendo”, diz Márcio Costa, do grupo Vertico e um dos investidores do shopping.

Segundo ele, está prevista para o início da segunda quinzena de dezembro a instalação da maquete do Shopping Nações no showroom, que também contemplará as alterações viárias que serão feitas na região para melhorar a fluidez do trânsito com o início das atividades do empreendimento. “O foco principal do showroom é facilitar o contato de lojistas para fechar negócios, mas ele está aberto a todos que quiserem saber mais sobre o projeto. Quando a maquete estiver instalada, o público poderá visualizar como ficará o shopping e as melhorias que serão feitas ao seu entorno, que vão beneficiar todos os que trafegarem pelas imediações, e não apenas consumidores do local”, acrescenta Costa.

Entre as obras definidas pelos investidores no local estão as de drenagem de águas pluviais, que evitarão alagamentos em todo o entorno do shopping durante chuvas fortes, e a transformação em avenida das ruas General Marcondes Salgado e Conde Francisco Matarazzo.
Segundo a equipe de engenharia do Shopping Nações, esta alteração viária será fundamental para melhorar o trânsito no local e também nos arredores.

Com investimentos de R$ 208 milhões, o shopping reunirá uma série de opções ao público da cidade e da região. Está prevista a instalação de 280 lojas, sendo seis âncoras e oito megalojas. As âncoras que já fecharam contrato com o Shopping Nações são as lojas C&A, Ponto Frio, Show Play e Puppy Play, Colombo e a rede Centauro.

Com o objetivo de oferecer conforto e praticidade ao consumidor moderno, para quem é essencial ter acesso fácil ao maior número possível de atividades do dia a dia, o empreendimento também terá uma vasta área de alimentação com três restaurantes, choperia e 20 empresas que atenderão o público no sistema de fast food. No estacionamento haverá duas mil vagas para os clientes, sendo a maioria cobertas.

A área de lazer que integra o projeto do Shopping Nações se diferencia entre o que já existe na cidade e trará a Bauru o que há de mais moderno em termos de entretenimento para pessoas de todas as idades. O complexo prevê sete salas de cinema, um centro de lazer e um home center para atender todas as demandas do público consumidor. O objetivo dos empreendedores é de que todas as atividades sejam feitas no local com conforto, opções em lojas de alto nível, diversão para as crianças e a tranquilidade de contar com a segurança de um empreendimento privado.