Veículos poderão contar com detector de combustível adulterado

Os veículos poderão ser obrigados a contar com um detector de combustível adulterado entre os seus equipamentos, de acordo com o Projeto de Lei 7433/10, que trata sobre assunto, e que está sendo analisado pela Câmara dos Deputados.

A proposta do deputado Wellington Fagundes (PR-MT) pretende evitar danos gerados pelo uso de combustíveis adulterados aos consumidores, além de facilitar a fiscalização nos postos. Segundo o deputado, o dono do posto, ao adulterar o combustível, aumenta de maneira ilegal a rentabilidade em torno de seu negócio.

Conforme informações da Agência Câmara, o projeto altera o Código de Trânsito (Lei 9.503/97) e define que as normas para o equipamento deverão ser estabelecidas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Atualmente, a legislação brasileira já estabelece como equipamentos obrigatórios dos veículos o cinto de segurança, encosto de cabeça, air bag frontal para motorista e passageiro do banco dianteiro, dispositivo para controle de emissão de gases poluentes, entre outros. A proposta, que tramita em conjunto ao Projeto de Lei 4141/08, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Exposição no Farol Shopping

Até o dia 23, a Mitsul, concessionária Mitsubishi para Tubarão (SC) e região, está com dois veículos em exposição e comercialização no Farol Shopping, sul de Santa Catarina. A empresa utilizou um dos pontos de merchandising disponibilizados pelo shopping como estratégia de marketing.

O ponto forte da mostra é o lançamento do ASX, modelo Crossover 4×4 da Mitsubishi. O outro veículo em exposição é uma L200 Triton que está exposta em uma decoração temática, simulando um terreno acidentado. “Esta é a segunda vez que a Mitsul utiliza os pontos de merchandising do Farol Shopping e a estratégia justamente é levar ao conhecimento do público que frequenta o shopping e que muitas vezes não vai até uma concessionária os nossos modelos de automóveis”, ressalta o gerente comercial da Mitsul, George Alex Batista. No local é possível fazer a negociação do veículo e até mesmo agendar um test drive.

Expansão em shopping do Sul do País

O Shopping Breithaup, em Jaraguá do Sul (SC), vai dobrar o seu tamanho investindo R$ 50 milhões até 2012.

600 mil empresas podem ser excluídas do Super Simples

As empresas podem terminar o ano legislativo com dois prejuízos tributários que estão sendo costurados no Congresso Nacional às vésperas do recesso legislativo. Um deles implicará a exclusão de cerca de 600 mil micro e pequenas do Simples Nacional (ou Super Simples) se não for aprovado até a próxima semana o projeto de ajustes na legislação do segmento. A outra foi a aprovação anteontem, pela Câmara dos Deputados, do projeto que adiou nove anos o início da liquidação de R$ 19,5 bilhões devida pelos governos estaduais às indústrias nacionais. Trata-se do ressarcimento de créditos do ICMS relativos à compra de insumos, que deveria entrar em vigor, pela Lei Kandir, a partir de 1º de janeiro de 2011. A matéria seguiu ao Senado.

A previsão de exclusão do Simples Nacional foi feita ontem pelo presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado federal Cláudio Vignatti (PT-SC), durante reunião do Fórum Permanente das Micro e Pequenas Empresas, órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Somente conseguiremos aprovar a matéria, para entrar em vigor, a partir de 2011, se o projeto for votado no mesmo dia na Câmara e no Senado, o que eu acho sinceramente muito difícil”, reconheceu Vignatti. “Se isso ficar para o próximo ano, haverá grandes dificuldades para votação.”

Do total de empresas ameaçadas de sair do Super Simples, segundo o parlamentar, a maior parte está ameaçada por inadimplência no pagamento do tributo por causa dos efeitos da crise econômica internacional no ano de 2009. Por isso, um dos itens do projeto de ajuste é o programa de parcelamento das dívidas.

Os integrantes insistem na votação da matéria na próxima terça-feira (14/12). Mas o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que uma matéria dessa importância não pode ser aprovada a toque de caixa. “Nós pedimos para retirar de pauta porque precisamos fazer pequenos ajustes no texto”, explicou, sem dar detalhes.

Para o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, a exclusão do Super Simples não é imediata. Ele defendeu que a criação do sistema, cuja vigência começou em julho de 2007, tem mais um caráter de formalização das empresas e registro de empregados do que de arrecadação. “A arrecadação do Super Simples corresponde a apenas 3,7% da arrecadação de tributos federal”, disse Silas ao DCI.

Segundo o gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, cerca de 5 mil empresas estão impedidas de crescer e podem sair do Super Simples porque atingiram a última faixa de faturamento anual para inclusão no benefício, que é R$ 2,4 milhões. O teto da receita anual passará para R$ 3,6 milhões, segundo o projeto. Hoje 4,3 milhões de micro e pequenas pagam oito tributos pelo Simples Nacional (ou Super Simples). São seis federais, o estadual ICMS e o municipal ISS. Representam aproximadamente 80% das empresas registradas no País. Migraram do antigo Simples Federal cerca de 1,3 milhão de empresas e outras 3 milhões aderiram ao novo regime.

Uma das novidades no projeto em andamento no Congresso é a inclusão de todas as empresas prestadoras de serviços no Super Simples. Durante o evento promovido pelo Fórum Permanente, Vignatti recebeu manifestações de apoio para se tornar o futuro ministro da Micro e Pequena Empresa. “Não queremos é um paraquedista”, reclamou o presidente da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas (Comicro), José Tarciso da Silva.

Líderes sindicais atribuíram o adiamento da votação do Super Simples ao lobby das casas de jogos de bingo. O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, é um dos principais defensores da legalização dos bingos. A matéria do Super Simples deveria ter sido votada na terça-feira, mas foi adiada por causa da não aprovação da urgência do projeto que legaliza os bingos.

Campanha Natal Tech aposta na facilidade e praticidade de se fazer compras no Shopping Curitiba

Já está no ar a nova campanha “Natal Tech” do Shopping Curitiba (PR), produzida pela agência paulistana PeraltaStrawberryFrog. O vídeo de 30 segundos, exibido em horários nobres das emissoras Globo, Record, Band e TVA, está alinhado com o posicionamento do shopping que busca transmitir a seguinte mensagem: “Você com mais tempo para você”.

Segundo Izabella Zuanazzi, que trabalha no atendimento da agência em São Paulo, o filme traduz a facilidade e a praticidade em se fazer as compras no Shopping Curitiba, e como o local está preocupado com que sobre mais tempo para as pessoas aproveitarem o que realmente lhes dá prazer, incluindo as opções de lazer dentro do shopping mesmo, como o Largo Curitiba e os cinemas.

“Quanto ao filme, buscamos mostrar como os prêmios que o shopping oferece são apropriados para o novo dia-a-dia do consumidor, que é agitado com pouco tempo” explica Izabella. Além do vídeo, a campanha de Natal do Shopping Curitiba conta com mobiliário urbano e peças de shopping, como cartaz de elevador, adesivos nos banheiros e totens, e a tematização do posto de trocas da promoção.

Para a campanha Natal Tech, foram escolhidos prêmios com os quais o cliente do shopping se identifica: dois Smarts (carro prático e compacto, e fácil de dirigir nas grandes cidades), e dez Ipads, objeto de desejo do momento e acessório de última geração que virou sensação entre os consumidores que valorizam modernidade e tempo.

PIB perde o fôlego e cresce 0,5% no período

A economia brasileira perdeu fôlego e cresceu 0,5% no terceiro trimestre frente ao segundo, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor foi puxado pela taxa de investimento da economia brasileira ou Formação Bruta de Capital Fixo que alcançou 19,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reconheceu que a taxa de investimento ainda não está em patamar adequado para as necessidades da economia.

No segundo trimestre o IBGE apurou uma taxa de 17,9% do PIB, segundo a divulgação realizada em setembro. O número, porém, está sendo revisado. Entre abril a junho, a economia tinha registrado crescimento de 1,8% (dado revisado) frente aos três primeiros meses deste ano.

Já em relação ao mesmo período do ano passado, o PIB (conjunto de bens e serviços finais produzidos no país) apresentou crescimento de 6,7%, inferior ao registrado no segundo trimestre, na mesma base de comparação (9,2%). Em valores, o PIB brasileiro totalizou R$ 937,216 bilhões no terceiro trimestre.

“Os dados divulgados do PIB para o terceiro trimestre de 2010 provocam uma reflexão não somente sobre a atualidade da economia brasileira, mas, sobretudo, acerca de seu futuro. O que os dados do IBGE mostram é que, no trimestre, o crescimento do PIB foi diminuto quando comparado com o segundo trimestre deste ano, na série com ajuste sazonal. Os 0,5% são muito pouco, seja na comparação com a evolução dos trimestres anteriores (2,1% no quarto trimestre de 2009 e 1,3% e 1,8%, respectivamente, no primeiro e no segundo trimestres deste ano), seja no cotejo com o período pré-crise, quando o PIB crescia entre 1,6% e 1,8%”, analisou o Iedi.

Os investimentos dispararam 21,2% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, foi o destaque do PIB nesta comparação.Segundo o IBGE, as importações e a produção elevada de máquinas e equipamentos explicam o salto, juntamente com a “baixa base de comparação do terceiro trimestre de 2009”,que ainda se ressentia da crise internacional.

O dólar baixo favoreceu as importações no terceiro trimestre deste ano, que registraram a maior expansão desde 1996, quando a atual série histórica do Produto Interno Bruto (PIB) começou a ser medida. As compras do mercado internacional tiveram um incremento de 40,9%, no confronto com o mesmo período de 2009.

O consumo das famílias avançou 5,9% no terceiro trimestre,a 28ª alta consecutiva nesta base de comparação. O IBGE justifica a continuidade das compras pelas famílias brasileiras devido ao aumento da massa salarial, que foi 10,3% no terceiro trimestre. Além disso, o IBGE cita um empurrão de 17,1% nas operações de crédito para as pessoas físicas. Já o consumo do governo aumentou 4,1% no mesmo período. Segundo Roberto Olinto, coordenador de Contas Nacionais do IBGE, o crescimento das importações está atendendo a uma demanda por bens de capital, que está aumentando a capacidade da economia.

A alta do consumo se dá por relativo crescimento da renda familiar, aliada a grande facilidade de obtenção de crédito, em relação ao qual a atual equipe econômica manifesta preocupação face às medidas de restrição recentemente anunciadas. Registre-se ainda a taxa de inflação apurada no acumulado ano, de 5,25%, acima do centro da meta estipulada pelo governo”, disse o professor da Universidade Anhembi Morumbi, Osmar Visibelli.

“O crescimento do PIB, conforme dados das Contas Nacionais, confirma o diagnóstico do Banco Central de que a economia brasileira se desloca para uma trajetória mais condizente com o equilíbrio de longo prazo. O crescimento indica que está sendo superado ligeiro período de arrefecimento mais intenso, conforme sinalizado pela estabilidade do IBC-Br nos meses de abril a agosto. O fato de o investimento seguir apresentando desempenho bastante positivo indica que o bom momento da economia deve prosseguir ao longo dos próximos trimestres”, divulgou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Campeonato Brasileiro Sub 20 tem apoio do Caxias do Sul Convention & Visitors Bureau

Caxias do Sul (RS) recebe, até 21 de dezembro, um dos mais importantes campeonatos do futebol nacional. A cidade será sede, juntamente com Canoas, Erechim, Porto Alegre, Santa Maria e Santa Rosa do Campeonato Brasileiro Sub 20 – 2010. O evento, apoiado pelo Caxias do Sul Convention & Visitors Bureau, é realizado pela Federação Gaúcha de Futebol.

Além disso, o Campeonato conta com a chancela da CBF, com apoio do Clube dos 13 e da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer de Caxias do Sul. Em Caxias, os jogos acontecem nos estádios Alfredo Jaconi e Centenário, com transmissão, ao vivo, pelo SPORTV 2.

Luiza terá sua “Super Casas Bahia” e prevê giro de R$ 5,3 bi

Tudo o que era temporário das Super Casas Bahia, a megaloja sazonal de fim de ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, torna-se fixo com a inauguração da megaloja do Magazine Luiza na Marginal do Tietê, em São Paulo. Lá a empresa fixa sua presença no mercado paulistano, ao montar um espaço que se assemelha em quase tudo à superloja de uma das suas principais concorrentes. O local possui um Espaço Beleza, para que clientes e funcionários possam cuidar da aparência; Espaço Brinque, voltado para a diversão das crianças que visitam a loja, e Espaço Sabor, onde quem pensa em trocar utensílios da cozinha poderá experimentá-los antes de levar para casa. Outra atração importada da concorrência é o show da Turma da Mônica, que mudou do Anhembi, lugar do Super Casas, para a Marginal do Tietê.

A estratégia da empresa deve-se à guerra setorial, já que a área de eletroeletrônicos tem sido a menina-dos-olhos do varejo, tanto que resultou na maior movimentação do setor até hoje, com a união de forças do Grupo Pão de Açúcar com Casas Bahia e Ponto Frio, além da fusão da Ricardo Eletro com a Insinuante, para criar a segunda maior do ramo, a Máquina de Vendas.

Apesar de ter perdido a aquisição nesses dois grandes negócios, a rede paulista Magazine Luiza mantém planos de não perder mercado; ao contrário, a empresa informou que prevê fechar o ano com faturamento de R$ 5,3 bilhões. O valor representa quase oito vezes o valor registrado em 2002, de R$ 700 milhões. Sendo que apenas a parte de eletrônicos representa 50% das vendas da rede. O comércio eletrônico (e-commerce) já perfaz 15% das vendas e a empresa tem meta de triplicar esse número até 2015, ao faturar cerca de R$ 15 bilhões por ano.

Na briga por consumidores, a marca, que veio de Franca, interior de São Paulo, afirma que no primeiro semestre de 2011 o processo de integração entre a rede as Lojas Maia estará pronta e assim a varejista vai estar pronta para a abertura de capital. ” Estamos cada vez mais perto do IPO (abrir o capital). É mais provável que isso ocorra mais em 2011 do que em 2012. O projeto servirá de suporte para os próximos cinco anos de expansão da empresa, quando a rede deverá alcançar mil lojas em todo o Brasil”, explicou o superintendente da rede varejista, Marcelo Silva.

Há seis anos a rede varejista vem sendo auditada para se preparar para uma abertura de capital, segundo afirmou Luiza Trajano recente para imprensa. Para alcançar a liderança a magazine não descarta ir às compras no próximo ano. “A aquisição de redes é uma questão de oportunidade. Hoje, por exemplo, não estamos presentes em regiões como norte e centro-oeste no País e são lugares a que desejamos chegar com o nosso estilo de atendimento para contribuir cada vez mais para o crescimento do País”, explicou Silva.

Nestes oito anos, o número de lojas da varejista passou de 127 para 611. Hoje a rede está presente em 16 Estados. Neste mês, inaugurou quatro pontos de venda na Grande São Paulo: Raposo Shopping, Shopping Largo 13, Piraporinha e Ermelino Matarazzo, chegando a 63 lojas na região. A empresa entrou no mercado da Grande São Paulo há dois anos, quando estourava a crise global. “Nosso foco prioritário é São Paulo, por isso, temos um cuidado muito grande no planejamento e na análise de cada ponto de venda, sempre pensando na melhor logística e no acesso para os clientes”, explicou Luiza.

A previsão da empresa é fechar o ano com faturamento de R$ 860 milhões em 2010, só na Grande SP – e R$ 1,25 bilhões em 2011. A rede tem 17 mil funcionários, 20 milhões de clientes e 3,4 milhões de cartões Magazine Luiza. A empresa possui ainda 17 mil funcionários, 20 milhões de clientes e 3,4 milhões de cartões Magazine Luiza. Sobre a atuação na cidade, o superintendente afirmou que o faturamento obtido na capital paulista em dois anos foi o mesmo que o grupo demorou 46 anos para somar nos outros locais.

Casa do Pão de Queijo chega a São Gonçalo (RJ)

Os moradores de São Gonçalo (RJ) vão ganhar a primeira loja da Casa do Pão de Queijo da cidade. Localizada no novíssimo Boulevard Shopping São Gonçalo, o local é uma ótima opção para o consumidor relaxar, dar uma pausa durante as compras e apreciar as delícias que a rede oferece.

À frente do empreendimento estão Thiago dos Santos e Renata dos Santos, franqueados que estão abrindo sua primeira loja da rede, mas já têm planos de expandir para outras cidades próximas à capital carioca. Eles contam que optaram pela Casa do Pão de Queijo por ser uma marca conhecida e respeitada pelos consumidores. “A Casa do Pão de Queijo é sinônimo de qualidade e conta com um variado cardápio com produtos que atingem vários públicos em diferentes momentos do dia”, explica Renata. A loja, com uma área de 36m², acomoda confortavelmente 16 pessoas e está localizada no primeiro piso do shopping, em frente às lojas da C&A, Cacau Show e Boticário e ao lado do Banco Itaú.

Já o Boulevard Shopping São Gonçalo, que está situado no município com a segunda maior população do Estado do Rio de Janeiro, encontra-se ao lado do Hipermercado Extra, na Avenida Presidente Kennedy, próximo ao maior polo comercial da cidade. A estimativa é que o shopping atraia mais de 30 mil consumidores por dia.

No local será servido todo o mix de produtos oferecidos pela Casa do Pão de Queijo, como o macio e delicioso pão de queijo, carro-chefe da casa, bebidas quentes e frias, sanduíches, folheados, além da última novidade da rede, o Pastel de Forno da Vovó, elaborado especialmente para quem deseja fazer uma alimentação rápida e saudável.