Público feminino ganha novas opções no Shopping Total

O Shopping Total, de Porto Alegre, conta com seis novas operações para o público feminino em seu tenat mix. As Lojas Joaquina, Alicia, Inaiê, Vixe Maria e Flor da Lua oferecem diversas opções de moda e confecção feminina. Já a Loja Pentefino, que está inaugurando a sua quinta operação, é especializada em artigos para cabelo e acessórios.

As novas lojas agregarão o tenat mix de mais de 500 lojas do Shopping TOTAL, que oferece a maior variedade de opções de compra, com infra-estrutura completa: cinemas, academia, museu, gastronomia diferenciada, compras e cultura, que estão reunidos num ambiente único, no conjunto de prédios históricos no coração do Bairro Floresta.

Mais informações estão disponíveis no site www.shoppingtotal.com.br. Acompanhe também as novidades do TOTAL no www.twitter.com/Shopping_TOTAL e facebook.com/shoppingtotal.portoalegre

Rendimento da poupança no ano é o pior desde 1967, diz consultoria

Mais popular aplicação do país, a caderneta de poupança registrou rendimento de 6,9% ao longo de 2010, o que representa o pior resultado desde 1967. Até então, o menor rendimento foi o registrado no ano passado, quando o poupador obteve ganho de 7,05%. Os dados são da consultoria Economatica, que realizou um levantamento sobre o desempenho da poupança desde 1967.

A queda do rendimento da aplicação vem ocorrendo nos últimos anos. Dos cinco piores resultados, além dos de 2010 e 2009, estão: 2007 (7,77%), 2008 (7,9%) e 2004 (8,1%). Considerando o ganho real da poupança (aquele que desconta a inflação acumulada no ano), 2010 tem valorização de 1,57%. Esse dado, porém, ainda não leva em conta a inflação de dezembro, que será divulgada no começo do próximo ano.

Para realizar o levantamento, a Economatica utilizou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a chamada “inflação oficial”. Observando o ganho real da poupança, o pior resultado registrado no período analisado foi em 2002, quando o poupador perdeu 2,9% de seu poder aquisitivo.

O rendimento nominal (sem descontar a inflação) acumulado pela poupança durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) foi de 218,6% contra 89,4% do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Já o ganho real (descontada a inflação) foi de 58,8% no governo FHC contra 21,6% no governo Lula. Lembrando que a cálculo não leva em conta a inflação de dezembro deste ano.

Numa situação hipotética, se um poupador tivesse depositado R$ 1 mil em dezembro de 1995, no final do governo FHC ele teria R$ 3.186. Do mesmo modo, uma cesta básica que no final de dezembro de 1995 valia R$ 1 mil, no final do governo FHC valeria R$ 2.007. Nessa hipótese, o poupador compraria a mesma cesta básica no final do governo FHC e teria ainda R$ 1.179 de ganho.

Aplicando o mesmo raciocínio para o governo Lula, o poupador que no final de dezembro de 2002 depositou R$ 1 mil no final deste ano teria R$ 1.894.

A cesta básica, no mesmo período, passaria de R$ 1 mil para R$ 1.557 (sem a inflação do mês de dezembro de 2010). Nessa hipótese, o poupador compraria a mesma cesta básica no final do governo Lula e teria ainda R$ 337de ganho.

Férias do Central Plaza Shopping traz a diversão do Ice Bumper para toda a família

A partir de 11 de janeiro, até o dia 28 de fevereiro, o Central Plaza Shopping, de São Paulo, traz, para sua praça de eventos, o Ice Bumper que promete ser atração das férias da garotada, seus amigos e sua família. A novidade, vinda dos Estados Unidos e que está se tornando a mais nova sensação do entretenimento no Brasil, proporciona um passeio muito seguro e divertido, para adultos e crianças, a partir dos cinco anos de idade.

Para brincar é muito fácil e não requer aulas ou treinamento. Basta subir a bordo do carrinho em formato de um grande anel de borracha inflável, movido a bateria, e escorregar sobre uma pista de gelo sintético. O sistema de direção sensível com joysticks futuristas faz com que o piloto vá pra frente e para trás e, até mesmo gire 360°, permitindo manobras emocionantes e ágeis, sem o risco de ficar preso no canto da pista.

O brinquedo atende aos padrões internacionais de conforto e segurança, incluindo assentos especiais, encosto de cabeça, baixo centro de gravidade (garantindo estabilidade) e para-choques infláveis com tubos de vinil para absorção de choque. O ingresso para os carrinhos, que são individuais, custa R$ 10 por cinco minutos de brincadeira.

E aí, vai ficar em casa nestas férias? Não? Então convide os amigos ou venha com toda a família curtir essa deliciosa brincadeira no Central Plaza Shopping. Mais informações pelo site www.centralplazashopping.com.br ou siga @Central_Plaza via twitter para saber as novidades e ainda ganhar muitos prêmios.

Citi volta ao ramo dois anos após vender Redecard

Fundador da Redecard, a segunda maior empresa de cartões, o Citibank brasileiro saiu e retornou ao mercado de credenciamento de cartões em menos de dois anos. Nesse período, o setor mudou completamente: deixou de ser um duopólio e abriu-se à entrada de novos competidores.

Segundo Gustavo Marin, presidente do Citi, o banco vendeu a participação enquanto a Redecard ainda gozava da posição duopolista. O banco obteve R$ 2,213 bilhões em março de 2009 com a venda de 17% das ações da empresa na Bolsa. No início do mês, o Citi anunciou a volta ao setor por meio de parceria com a americana Elavon, maior credenciadora de empresas aéreas do mundo. “Nós achamos naquele momento (venda da Redecard) que tínhamos uma oportunidade de capturar um valor muito grande no negócio. Um valor determinado por condições de mercado que não iriam durar muito tempo. Era muito diferente do que acontecia no resto do mundo.”

Com a Elavon, o Citi pretende conquistar 15% do mercado de credenciamento em cinco anos. A nova empresa deve entrar em funcionamento no segundo semestre de 2011. O banco quer aproveitar a especialização no setor de turismo e a posição de mercado da Elavon para atender estrangeiros em viagens ao Brasil. O Citi está de olho, particularmente, nos negócios que virão ao país com a Copa do Mundo de 2014 e com a Olimpíada de 2016. “O que mudou foi o marco regulatório. Foi liberalizado esse mercado e as exclusividades foram eliminadas. Isso permitiu novamente a nossa entrada em um negócio que a gente já conhecia bem.”

Shopping Bonsucesso inaugura mais quatro lojas

O Shopping Bonsucesso, de Guarulhos, na Grande São Paulo, dando continuidade à sua expansão realizou no mês de dezembro a inauguração de mais quatro lojas, que vieram para compor o seu mix de variedades.

Na modalidade de vestuário o shopping trouxe para o empreendimento a Fatto a Mano, de moda masculina casual e social e Tennis One; rede de lojas especializadas em tênis de marcas de vários países.

No segmento casa, o shopping inaugurou a Vest Casa; loja de varejo que oferece produtos de decoração a necessidade especifica de cada ambiente de um lar, entre eles, cama, mesa e banho.

Na modalidade refeição, o empreendimento conta agora com o Spoleto, restaurante líder no segmento de culinária rápida italiana. A rede Spoleto presente no Shopping Bonsucesso conta agora com 261 restaurantes, no Brasil e exterior.

O Shopping Bonsucesso depois da expansão passou a contar com mais de 130 lojas, tornando-se o melhor local para opção de compras em Guarulhos e região, por oferecer variedades em vestuários, calçados, acessórios, bancos, perfumaria, centro de estética, salão de beleza, redes de farmácias, serviços financeiros, automotivos, eletroeletrônicos, praça de alimentação, parque indoor e circuito cinemas.

Além do seu mix de lojas, o empreendimento tem investido em cultura e lazer, proporcionando para o seu público decorações temáticas e eventos gratuitos com celebridades.

Concorrência maior reduz custos de lojista com cartões

O setor de cartões manteve em 2010 a média de crescimento de 20% dos últimos anos. O fim da exclusividade entre bandeiras e credenciadoras em julho, no entanto, tornou o ano bem diferente. Com a possibilidade de os cartões das principais bandeiras (Visa e MasterCard) passarem nas maquininhas das maiores credenciadoras (Cielo e Redecard), a disputa pelos lojistas aumentou.

A taxa média cobrada dos varejistas nas operações de cartão de crédito caiu em um ano de 1,46% para 1,33% na Redecard e de 1,50% para 1,46% na Cielo, segundo balanços do terceiro trimestre. Já o aluguel médio da maquininha recuou de R$ 66,60 para R$ 63,24 na Redecard e de R$ 63,12 para R$ 59,49 na Cielo, entre o segundo trimestre de 2010 e o terceiro.

A expectativa da Alshop (Associação de Lojistas de Shopping) é que as taxas continuem caindo depois do Natal, quando mais varejistas devem optar por apenas uma credenciadora. Segundo o diretor de relações institucionais da Alshop, Luís Ildefonso, muitos não optaram ainda por apenas uma credenciadora por medo de ficar dependentes de apenas um sistema.

Ele lembra que, no ano passado, a rede da Redecard sofreu uma pane e ficou parcialmente fora de operação na véspera do Natal. “Alguns lojistas têm mais de uma máquina por precaução, mas o sistema está numa velocidade sensacional neste ano, e a avaliação é que, mesmo com uma só, não haveria problema.”

As próprias empresas admitem que as taxas podem cair mais. Segundo o presidente da Cielo, Rômulo Dias, a concorrência deve continuar pressionando as margens de lucro líquido da companhia, que tiveram leve queda no terceiro trimestre.

O diretor de finanças da Redecard, Marcelo Kopel, afirma que a empresa continuará reduzindo preços: “Se o estabelecimento trouxer volume (mais transações), se beneficiará da redução”.

O novo cenário teve impacto nas credenciadoras. A Redecard, que registrou queda de receita no terceiro trimestre, sofreu mais. Suas ações caem 24% em 2010. As da Cielo recuam 7%. Segundo o analista Daniel Malheiros, da Spinelli, como a Redecard tem mercado mais concentrado em grandes varejistas do que a Cielo, foi mais prejudicada. “As grandes têm mais conhecimento das mudanças e, por transacionarem grandes volumes, têm mais poder para negociar taxas”, afirmou.

Para o presidente da Abecs (associação do setor), Paulo Cafarelli, a concorrência vai se manter concentrada nas duas maiores credenciadoras, pois leva tempo para as novas ganharem espaço. Redecard e Cielo têm hoje quase 100% do mercado.

A GetNet, credenciadora que começou a operar neste ano, é a que tem mais condições de ganhar escala, devido à associação com um grande banco, o Santander.

Para Kopel, a tendência é que as novas credenciadoras atuem em nichos de negócios ou regionais. O Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) já anunciou planos para 2011, assim como o Citibank, que pretende atuar no setor de turismo.

Lojas do Porto Velho Shopping trocam produtos mesmo sem obrigatoriedade em lei

Natal é uma data marcada por presentes. Mas existem aqueles que não acertaram na hora da escolha e a opção é a troca. As lojas não têm obrigação legal para realizar trocas em caso de erro de tamanho ou por questões de gosto pessoal. Porém, muitos lojistas oferecem o serviço para fidelizar e agradar o cliente. É o caso das lojas do Porto Velho Shopping, na capital de Rondônia, que dão prazo de até 30 dias após as compras.

Segundo a gerente da loja de roupas infantis One Store Caramelo, Lisiane Xavier, o cliente deve ter atenção aos cuidados na hora da troca. Confira algumas dicas:

-O produto deve estar com a etiqueta da loja;
-No caso das roupas, devem estar limpas e bem conservadas;
-A troca deve ser feita dentro do prazo estipulado pela loja;
-O cliente deve guardar e apresentar nota fiscal em estabelecimentos onde é exigido o documento.

Para a gerente da loja de moda feminina Zinzane, Edilaine Marques, as trocas de Natal representam mais oportunidades de vendas. Segundo Edilaine, muitos clientes acabam comprando outras peças durante a troca ou escolhem produtos mais caros e pagam a diferença.

A maioria das trocas no shopping ocorre em lojas de calçados e vestuário. O principal erro está no tamanho das roupas.

O gerente regional do Procon/RO, Carlos Rodrigo Pereira da Silva ressalta que é importante o consumidor sempre exigir a nota fiscal do produto, pois é o comprovante da relação de compra.

Cinema 6D é atração das férias em Caruaru

O Polo Caruaru está oferecendo diversas atrações para fazer a alegria de adultos e crianças. A principal delas é o Cine 6D, da PK Net Play Entretenimento. Trata-se de um cinema onde os sentidos da visão, audição e olfato são aguçados por meio das produções exibidas na tela. Sensações de movimento, vento e água também são experimentadas pelo público a cada sessão. Todas as imagens são projetadas em 3D, aliadas a um sistema sonoro de 1250 watts RMS de potência.

Ao todo, seis filmes podem ser escolhidos pelos espectadores antes de cada exibição. E eles viajam por diferentes mundos virtuais. Trem Fantasma, Mina de Ouro, Ilha dos Dinossauros, Fábrica de Chocolate, Guerra nas Estrelas e Fundo do Mar são os temas disponíveis.

Além do Cine 6D, a PK Net Play está operacionalizando outras três atrações no Polo Caruaru. Uma delas é o Slot Car, um mega-autorama onde os carrinhos podem chegar a até 60 quilômetros/hora. Tem ainda o Inflável, câmara na qual a criança pode praticar cinco diferentes tipos de esportes (futebol, vôlei, basquete, jogo de argolas e badminton); e a Cama elástica (com quatro metros de diâmetro, suporta pessoas com até 100kg).

O Polo Caruaru está investindo ainda na futura instalação de um parque de diversões fixo para adultos e crianças. A unidade contará com área de recreação, labirinto, piscina de bolas, jogos eletrônicos, cama elástica e air games (jogo de disco realizado em uma mesa, com disputa de gols), entre outros. O espaço deve entrar em operação em 2011.

TV paga acumula crescimento de 27,5% no ano e atinge 31 milhões de pessoas

O Brasil chegou a novembro de 2010 com 9,531 milhões de domicílios com TV por assinatura, segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Apenas em novembro foram 134.509 novos assinantes.

O crescimento representa uma evolução de 1,4% em relação à base de assinantes do mês anterior. No ano, o setor acumulou crescimento de 27,5%. Considerando-se o número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE (3,3 pessoas), os serviços de TV por assinatura são distribuídos, atualmente, para mais de 31,4 milhões de brasileiros. Os serviços de são prestados através de sinais codificados por meio de diferentes tecnologias: por meios físicos (cabo – TVC), por micro-ondas (MMDS) e por satélite (DTH).

Em novembro de 2010, os serviços prestados via satélite cresceram 2% ante uma evolução de 6,5% no mês anterior. O número de assinantes que recebe os serviços via cabo cresceu 1,1% em novembro. Em outubro, o crescimento dos serviços prestados via cabo havia sido de 1,5%. As prestadoras de MMDS, por sua vez, perderam 1,5% de sua base de assinantes em novembro, após perderem 1,3% em outubro.

Os serviços DTH somaram 44,9% de market share em novembro e os via cabo, 51,8%. Em janeiro, a participação das duas tecnologias eram de 37,4% e 57,9%, respectivamente. O serviço MMDS representou 3,3% em novembro, contra 4,7% em janeiro.