Shopping Plaza Macaé promove liquidação de verão nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro

O Shopping Plaza Macaé (RJ) promove sua tradicional liquidação de verão – a Liquida Total – nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro com descontos de até 70%. A promoção abrange praticamente todo o mix de lojas do shopping que conta com marcas como Hering, Lápis de Cor, Enjoy, Chilibeans, Dress To, Andarella, Ortobom, Datelli, Lupo, Toulon, Checklist, Mahogany, entre outras. “Estamos otimistas no aumento de público em relação ao mesmo período do ano passado e esperamos um acréscimo em torno de 22% nas vendas, diz Ricardo Barreto, superintendente do Shopping Plaza Macaé.

O Shopping Plaza Macaé possui um leque de opções diversificado de vestuário feminino, masculino, infantil e até utensílios para a casa.

Bancos aguardam corte fiscal para definir cenário econômico

As instituições financeiras apostam que a divulgação do plano fiscal, que inclui o corte orçamentário, deve evitar a adoção de mais medidas macroprudenciais neste ano e esperam “ansiosamente” a divulgação do plano a fim de redefinir suas previsões para o cenário macroeconômico deste ano. Esta é a conclusão do economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, com base em pesquisa feita pela entidade e divulgada ontem.

De acordo com o estudo, ao serem questionados se o início do movimento de alta dos juros e os dados de crédito divulgados serão suficientes para ancorar as expectativas de inflação no curto prazo, 50% dos bancos associados à Febraban responderam que “não”, pois a ancoragem das previsões depende da revelação do plano fiscal do governo. O anúncio do corte orçamentário deste ano deve sair no próximo dia 10. “A mensagem que passa é que o plano fiscal será de grande importância para as predificações sobre a adoção ou não de medidas para conter a pressão inflacionária”, explica Sardenberg.

Nesse mesmo tópico, 36% disseram que as perspectivas dos seus respectivos bancos dependem mais da trajetória recente dos preços das commodities (em alta) agrícolas. Por conta deste cenário, ao mesmo tempo que as instituições financeiras revisam a cada pesquisa a previsão para a inflação, assim como acontece a cada semana com o relatório Focus do Banco Central, o mercado mantém a expectativa para a taxa básica de juros (Selic). Nesse estudo da Federação, os bancos projetam fechamento da taxa a 12,25%, de modo a recuar somente em 2012, quando é aguardada Selic a 11%.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação, a expectativa é de encerrar o ano em 5,5%, portanto, acima do centro da meta (4,5%). Na pesquisa anterior, divulgada em dezembro, a estimativa para a inflação era de 5,2%. “Houve piora das previsões, assim como vem ocorrendo no relatório Focus [os analistas entrevistados pelo Banco Central esperam IPCA a 5,64% neste ano]”, reconhece o economista-chefe. Para 2012, as estimativas passaram de 4,5% para 4,6%.

Questionado pelo DCI, se o governo pode adotar medidas para controlar a inflação que apresenta avanço nas expectativas, já que o objetivo do BC é alcançar a meta, Sardenberg reafirma que “o cenário internacional e a questão fiscal vêm à frente” e que depende disto para que a inflação não suba muito acima dos 4,5%, assim como é desnecessária a pressão para que o governo tenha uma política monetária mais rígida.

Por acreditar que medidas como a restrição do crédito não sejam tomadas neste ano, a pesquisa da federação aponta que as operações devem crescer 18% em 2011, ante expectativa de dezembro de 17,8%. Para o próximo ano, as projeções dos entrevistados passaram de 17,2% para 17,5%.

Com relação ao crescimento econômico brasileiro, os bancos elevaram um pouco a expectativa para 2011, comparada a última leitura da pesquisa do ano passado, ao passar de 4,5% para 4,6%. “O cenário projetado segue favorável para este ano, com a expectativa do mercado de que a questão fiscal seja eficiente”, diz Sardenberg. Para 2012, os bancos aguardam avanço menor do Produto Interno Bruto (PIB), de 4,5%.

Mesmo com previsão de um cenário favorável para a economia brasileira neste ano, para 61% das instituições financeiras entrevistadas pela Febraban, “tendo em vista a evolução recente”, o cenário internacional terá peso ainda mais negativo no quadro de inflação no Brasil. Para o Banco Central, o quadro externo tem uma influência ambígua. Porém, 39% esperam que o quadro internacional não mudará a trajetória da inflação doméstica. “Ninguém acredita que as medidas de restrição adotadas por diversos países serão suficientes para reduzir a contribuição negativa do cenário externo sobre a inflação”, acrescenta o economista-chefe.

No entanto, a expectativa para a balança comercial brasileira deste ano subiu de US$ 7,8 bilhões para US$ 9,3 bilhões.

“Volta às Aulas” é tema de campanha criada pela Rae,MP para o Shopping Interlagos

Fevereiro é o mês de iniciar o ano letivo nas escolas e o tema “Volta às Aulas” está presente na campanha criada pela agência Rae,MP para o Shopping Interlagos, de São Paulo, que conta com muitas vantagens e diversão.

A campanha intitulada “Volta às aulas co alegria é no Interlagos. O shopping que põe tudo em suas mãos”, criada pela Rae,MP, divulga aos clientes associados do Programa de Fidelidade Interlagos Card o “Kit Volta às Aulas”, composto por Bolsa contendo Caderno, Caneta e Lápis, como presente, que será distribuído durante todo o mês de fevereiro.

Para ganhar o kit, basta ser membro do Programa de Fidelidade Interlagos Card e registrar as notas de compras efetuadas nos pontos de atendimento. Os presentes serão concedidos de acordo com critérios pré-estabelecidos levando-se em conta o grau de relacionamento do cliente com o shopping. Os consumidores do mall também poderão participar da “Oficina Volta às Aulas”,até 20 de fevereiro, evento destinado a crianças entre 4 e 12 anos.

Taguatinga Shopping diverte a criançada com teatro de fantoches

No próximo domingo (06/02), às 16h00, os clientes do Taguatinga Shopping (DF) poderão curtir gratuitamente o teatro de fantoches. A diversão é intimista e lúdica, e tem por objetivo brincar com a imaginação das crianças por meio de bonecos e da música de violão.

A animação é livre e aberta a todo o público. Esse projeto do Taguatinga Shopping faz parte da programação de férias que inclui shows e atrações gratuitas nas tardes de todos os domingos até 27 de fevereiro de 2011.

67% das empresas nacionais perdem mercado para China

Os mercados interno e externo brasileiros registram perdas pela concorrência chinesa, segundo a pesquisa da Confederação Nacional das Indústrias (CNI). De acordo com os números, 67% das companhias exportadoras do País perderam clientes e 45% das empresas que competem com grupos chineses perderam participações no mercado doméstico.

O gerente executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, defendeu que o governo deve tomar todos os caminhos possíveis para proteger, mesmo que temporariamente, os setores mais afetados pela concorrência chinesa. Ele citou o aumento de tarifa de importação, a maior integração nos trabalhos da Secretaria de Comércio Exterior e da Receita Federal de valoração aduaneira e comparação de preços para evitar fraudes no desembaraço das mercadorias, além da intensificação de medidas para combater a concorrência desleal. “Se perdemos mercados para a China, geramos menos empregos e menos renda. As empresas brasileiras têm suas estratégias próprias, mas o País tem que ser mais competitivo e buscar melhores condições para atrair a abertura de novas empresas, tanto brasileiras quanto estrangeiras”, afirmou o gerente executivo.

Das mais de 1,5 mil empresas consultadas, uma em cada quatro alega que a concorrência chinesa afeta a participação na economia do País. Na divisão por porte empresarial, as grandes empresas são as que mais sofrem com a entrada de produtos provenientes do outro lado do mundo, com 41% de competitividade; seguido pelas de porte médio, com 32%; e das pequenas empresas, com 24%. Embora as pequenas empresas estivessem menos expostas à concorrência com produtos chineses foi esse grupo de companhias que mais sofreram impacto da concorrência.

Segundo a CNI, dentre os setores mais afetados internamente estão: material eletrônico e comunicação, têxteis, equipamentos hospitalares e de precisão, indústrias diversas, calçados e máquinas e equipamentos.

No caso das indústrias de material eletrônico e de comunicação e têxteis, a competição é mais intensa: mais de 70% das empresas dos setores concorrem com produtos chineses. “Como o iuane tem sua cotação atrelada ao dólar, a valorização do real em relação à moeda norte-americana tem sido o fator determinante para que produtos brasileiros percam mercado para os chineses tanto no mercado internacional quanto no Brasil”, afirma Castelo Branco.

A competição com produtos chineses é ainda mais acirrada no mercado internacional. Das empresas que concorrem com os produtos chineses, 67% registram perda de clientes para a China e 27% mantiveram ou até aumentaram o número de clientes, mesmo com a presença chinesa.

Como no mercado doméstico, as grandes empresas exportadoras estão mais expostas à concorrência chinesa do que as médias e pequenas empresas, mas são as últimas a perderem mercado para produtos chineses. Frente a este resultado, 4,3% das médias e 9,2% das pequenas empresas deixaram de vender ao exterior.

A perda de mercado no exterior para produtos chineses é significativa para os setores têxteis, máquinas e equipamentos e produtos de metal. Nesses setores, 80% ou mais das empresas exportadoras registraram perda de clientes externos para a China. No setor calçados, 21% das empresas deixaram de exportar.

Metade das empresas industriais brasileiras já definiu uma estratégia para enfrentar a competição com produtos chineses. Algumas empresas (20%), sobretudo as grandes, têm disposição em transferir ao menos parte de sua produção para a China. Quase metade (48%) vai investir em qualidade e/ou design de produtos e outros 45% assinalaram a redução de custos e/ou ganhos de produtividade.

Castelo Branco lembrou que os custos de produção na China são menores do que no Brasil, dentre as razões estão os salários baixos e encargos sobre a folha de pagamentos, a menor tributação e burocracia para exportação, a melhor eficiência de infraestrutura e a maior escala de produção.

Liquidação Coisa de Louco será no final de semana no Catuaí Shopping Londrina

A tradicional Liquidação Coisa de Louco, do Catuaí Shopping Londrina (PR), acontece neste final de semana, dias 5 e 6. Os descontos, no período, chegam a 70%. A grande promoção envolve as cerca de 300 lojas do empreendimento. “São descontos realmente consideráveis e nossos clientes aguardam este momento, pois sabem que vão poder fazer boas compras”, comenta a gerente de marketing do Catuaí Shopping, Jéssica Ross.

O número de pessoas que passaram pelo shopping em edições anteriores mostra a força da “Coisa de Louco”. De acordo com dados do Catuaí, por dia da liquidação, mais de 40 mil clientes passam pelo shopping.

Caxias Shopping ganha agência do Itaú, restaurante Beluga e novas lojas

O Caxias Shopping, em Duque de Caxias (RJ), inicia 2011 com novas operações. Até o final de março o shopping passará a contar com uma agência do Banco Itaú. A unidade vai atender contas corporativas e de pessoa física e terá, ainda, caixas eletrônicos que funcionarão no horário do shopping. Postos de auto-atendimento também estarão disponíveis para o público. A agência era um dos serviços mais pedido pelos clientes. No mesmo período o shopping também ganhará um Restaurante Beluga na praça de alimentação. A operação vai incrementar o segmento de gastronomia do shopping e terá um projeto inovador com varanda externa. Será o primeiro restaurante com varanda aberta no shopping.

Também passaram a fazer parte do mix no último mês as lojas Favela Hype, de moda feminina, Chinelato, especializada em calçados de borracha e chinelos, a Bag Shoes de bolsas e malas e a FlaShop com produtos temáticos do Flamengo. Segundo Marcelo Arruda, Superintendente do Caxias Shopping, outras operações devem fechar contrato com o shopping ainda no primeiro trimestre, já que os resultados dos primeiros dois anos de funcionamento do empreendimento estão atraindo novos lojistas. “A consolidação do Caxias Shopping tem sido mais rápida do que o esperado”, comemora.

Em fevereiro, “Oficina de Volta às Aulas” diverte a garotada no Shopping Interlagos

A temporada de férias acabou, mas a diversão continua no Shopping Interlagos, de São Paulo. De hoje (02/02) a 20 de fevereiro as crianças (de 4 a 12 anos) vão soltar a imaginação em um espaço gratuito dedicado à criatividade, chamado de “Oficina de Volta às Aulas”.

A atração tem como objetivo conduzir a garotada a uma forma divertida e lúdica de voltar ao cotidiano das salas de aula. Num cenário ricamente ornamentado, no mall do shopping, próximo aos elevadores, as crianças irão participar de oficinas de customização de porta-lápis, bolsinhas e estojos escolares em juta, enfeites para lápis e pinturas em toalhinhas de lancheira com a utilização de diversos materiais. Depois de prontos os ornamentos, que a criançada poderá levar para casa, é só começar o ano letivo com muita dedicação.

Ainda no local, espaço para leitura, contadores de histórias e atividades interativas com brinquedos inteligentes preparam os pequeninos para a volta às aulas

Lei do ponto eletrônico faz Dimep acelerar produção

A menos de um mês da adoção do registro eletrônico na entrada e na saída de funcionários, a líder de mercado, Dimep Sistemas, aumentou em 300 % a produção de seus relógios de ponto e investiu R$ 3 milhões na preparação das linhas de montagem, máquinas, desenvolvimento tecnológico e pesquisas. “Por conta da portaria 1.510, houve um boom no mercado de relógios de ponto”, declarou o vice-presidente da Dimep e atual presidente da Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Registros Eletrônicos de Ponto (Abrep), Dimas de Melo Pimenta III.

Desde 2009, a Dimep se reestruturou para fabricar até 15 mil peças ao longo de cada mês para atender a todos os pedidos, e ampliou o ritmo de produção, criando um terceiro turno. Depois da prorrogação de seis meses da data de implantação do novo sistema, concedida pelo Ministério do Trabalho no último mês de agosto, a lei passará a vigorar em 1º de março e a Dimep prevê aumento expressivo da demanda. “Acreditamos que deve haver correria por parte das empresas que não se adaptaram porque tinham convicção de que a regra não iria vingar”, afirma o executivo.

Faltando apenas um mês para que as mudanças trazidas pela Portaria 1.510 sejam obrigatórias, algumas companhias e sindicatos estão à espera de que o Congresso analise dois projetos que tratam da revogação da norma. A advogada Mayra Palópoli, do Palópoli Advogados Associados, diz que neste mês deve ocorrer uma enxurrada de ações pedindo liminares para suspender as exigências da portaria. “As empresas esperam para tomar providências e deixam para a última hora.”