Maringá Park Shopping inaugura novas lojas

Duas inaugurações movimentaram o último dia 17 de março no Maringá Park Shopping (PR). Às 11h30, a Le Lis Blanc, especializada em moda feminina, reabriu a loja com um coquetel que marcou o lançamento da coleção outono/inverno 2011. Outra loja inaugurada é a Bossa Nova, voltada para a moda festa e balada, além de jeans Calvin Klein e Carmim. As novidades para o inverno em couro, malha e tricot são outra atração da Bossa Nova.

E em 18 de março teve mais inauguração. Começa a operar no Maringá Park a primeira loja da cidade com o conceito quiosque luxo da franquia Contém 1g, com linha completa de maquiagem. A franquia tem 18 lojas com este conceito no país.

Na coleção outono/inverno Le Lis Blanc, a delicadeza feminina é vista nas propostas mais leves e suaves presentes nos vestidos com babados e estampas que remetem ao romantismo. Em contrapartida, o tricot de formas amplas e maxi cardigãs, sobrepostos a essas peças, remetem ao boho-chic. As estampas de bichos, como a onça, sempre fizeram parte das coleções da marca e chegam imponentes em tecidos nobres como crepe georgete, seda pura e jacquards. Para um estilo mais despojado, basta fazer a combinação da onça na malha e cambraia de algodão com calças secas, de bocas largas, skinny e jeans.

O estilo à La Chanel fica evidente nos vestidos estruturados, nos modelos tubinhos com texturas, nas rendas e na alfaiataria. Entram também os casaquetos de bouclê, casacos de lã e casaquinhos de malha bloqueada. O toque final fica por conta dos sapatos com mix de verniz e tweed. Casacos de couro e coletes de pele de coelho são apostas ousadas quando usados com saias longas e botas pesadas. A cor preta chega forte e ganha produções leves, associadas às rendas, guipures e tecidos fluidos fazendo o contraponto com sobreposições texturizadas e mais pesadas. As botas e coturnos complementam os looks.

Os acessórios são presença forte na estação e chegam com uma infinidade de lenços, echarpes, tiaras com elástico, de cetim e rebordadas. Os abotinados aliados às meias de jacquard e rendadas em diversas cores se destacam na produção. Oxfords e mocassins com salto, ampliam as opções de sapatos da coleção.

A Le Lis Blanc empresa varejista de moda feminina no Brasil, foi criada em 1988, direcionada a mulheres modernas e contemporâneas que buscam produtos de luxo e sofisticação.
Além da linha com produtos de moda e acessórios, as lojas contam com as linhas de aromas, decoração e infantil.

Em julho de 2007, a Le Lis Blanc abriu capital e iniciou um plano de expansão por meio do aumento de lojas próprias. A empresa fechou o ano de 2010 com 47 lojas, além de dois outlets e com projeção de 100 lojas para 2013.

Facebook deve comprar empresa especializada em telefonia móvel

Para aumentar sua penetração no mercado global de telefonia móvel, o Facebook planeja comprar a Snaptu, uma companhia britânico-israelense especializada em aplicativos de redes sociais para celulares que não sejam smartphones.

Montada há quatro anos e com sede em Londres, a Snaptu oferece um serviço que torna redes como Facebook, Twitter e LinkedIn mais rapidamente disponíveis nesses celulares “não inteligentes”, que correspondem a mais de 80% dos aparelhos vendidos globalmente. Em fevereiro, a empresa já havia feito colaboração com duas fabricantes para produzir celulares com aplicativos especiais do Facebook.

Segundo a empresa informou no seu blog, o acordo deve ser fechado em algumas semanas. A nota não indica valores, mas jornais israelenses afirmam que o negócio é avaliado entre US$ 40 milhões e US$ 70 milhões. O Facebook já havia dito que mobilidade era sua maior prioridade para 2011. A incorporação da Snaptu vai ajudar a rede a se expandir em países em desenvolvimento, onde o celular costuma ser o computador do usuário, e os smartphones são menos acessíveis.

Se concluída, a compra da Snaptu é a quarta aquisição de uma start-up feita pelo Facebook neste ano. A rede de 500 milhões de usuários já comprou um grupo de serviço de mensagens, um de publicidade móvel e outro de recrutamento. Em janeiro, a empresa anunciou ter levantado US$ 1,5 bilhão e, na ocasião, afirmou que continuaria investindo na sua expansão.

Mais de um milhão de ovos de chocolate na Páscoa da Havan

As 23 lojas da Havan, no Paraná e Santa Catarina, já entraram no clima de Páscoa. Um setor especial para a data foi montado em cada loja, recheado de ovos e outras variedades de chocolate. Em 2011, a rede espera um aumento de vendas de 60%, em relação ao mesmo período do ano passado.

O objetivo da Havan é alcançar a venda de mais de um milhão de unidades de ovos de chocolate, além de outros formatos da guloseima. A novidade deste ano é o ovo de Páscoa Havan, estratégia da rede para esquentar as vendas, oferecendo um produto diferenciado. O ovo é fabricado em parceria com a Do Parke, de Gramado (RS), e conta com meio quilo de chocolate ao leite e preço menor do que o praticado no mercado.

Outros destaques nas prateleiras da Havan são os ovos de chocolate da Jolie, Batom, Max Steel (Garoto), Barbie, Hello Kitty, Hot Wheels, Spider Man (Lacta), Moranguinho, Toy Story, Carros (Nestlé) e Kinder Ovo. Variedade de marcas e personagens que torna o setor de Páscoa na Havan ainda mais colorido.

Conforme o diretor-presidente da Havan, Luciano Hang, o fato de o feriado de Páscoa em 2011 acontecer somente na última semana de abril, dia 24, ajudará a alavancar as vendas. “Nesta época a maioria das pessoas já conseguiu quitar suas dívidas com as festas de final de ano e outros compromissos como o IPTU”, observa. “O clima mais fresco também ajudará nas vendas e logística de transporte do chocolate”, completa Hang.

O aumento no número de lojas também deve influenciar no resultado de vendas de Páscoa na Havan. Nos últimos 12 meses, a rede inaugurou sete filiais.

BM: PIB japonês voltará a crescer no segundo semestre de 2011

O terremoto e posterior tsunami que castigou o Japão este mês provocará uma contração de sua economia, mas a desaceleração será temporária e o país voltará a crescer no segundo semestre deste ano, previu hoje (21/03) o Banco Mundial (BM).

O organismo, que divulgou neste domingo seu relatório atualizado sobre as economias do leste asiático e do Pacífico, não deu uma projeção numérica da potencial contração ao sustentar que “é muito cedo” para uma avaliação completa. As estimativas ventiladas neste momento indicam que o custo do terremoto de 9 graus de magnitude na escala Richter poderia oscilar entre US$ 122 bilhões e US$ 235 bilhões. Esse montante equivaleria a entre 2,5% e 4% do Produto Interno Bruto (PIB) japonês.

O BM ressalta em seu estudo que ainda há dúvidas, devido sobretudo à situação na usina nuclear de Fukushima, mas indicou que o mais provável é que os esforços de reconstrução impulsionem a economia japonesa, conforme afirmou em comunicado Vikram Nehru, economista-chefe do BM para a região do leste asiático e do Pacífico. Nehru disse crer que no futuro imediato o impacto se deixará sentir sobretudo no comércio e nas finanças.

O estudo assinala que se o terremoto de 6,9 graus de magnitude que sacudiu a cidade de Kobe em 1995 servir de referência, os fluxos comerciais japoneses se desacelerarão só durante alguns trimestres. O BM especificou, de todo modo, que as interrupções nas redes de produção, sobretudo na indústria eletrônica e na automotiva que aconteceram desta vez poderiam continuar causando problemas.

No setor financeiro, o relatório lembra que uma quarta parte da dívida asiática a longo prazo é denominada em ienes, que oscila de 8% no caso da China até 60% na Tailândia. O BM lembra que uma valorização de 1% no iene se traduziria em cerca de US$ 250 milhões de aumento no serviço anual da dívida nos ativos denominados em ienes das nações em desenvolvimento do leste asiático. Além disso, o relatório prevê que o PIB regional em seu conjunto cresça 8% este ano e no próximo. Está previsto que a China, o gigante da região, cresça 9% este ano e 8,5% em 2012, contra 10,3% que se calcula que cresceu no ano passado.

Mr. Beer Cervejas abre 17º quiosque em dois anos de atuação

A venda em quiosques localizados em shopping tem sido a aposta da rede Mr. Beer Cervejas para explorar um mercado que se diferencia pela qualidade dos produtos. Especializada em revenda de cervejas artesanais, a empresa inaugurou na última sexta-feira (18/03) sua 17ª unidade em apenas dois anos de atuação. A nova loja está localizada no Santana Parque Shopping, na zona norte de São Paulo. O objetivo é alcançar 25 unidades até o final de 2011.

Rodolfo Alves, proprietário da marcaAtualmente, quase todas as lojas da Mr. Beer estão localizadas em shoppings, com excessão do estabelecimento que fica no aeroporto de Congonhas e da primeira loja de rua que será inaugurada em Londrina, no Paraná. De acordo com o proprietário da marca, Rodolfo Alves, atuar nos centros de compra possibilita minimizar os riscos de um novo negócio. “A presença da loja no shopping, apesar de ser mais cara, menos rentável, garante fluxo de pessoas”, afirma.

O foco da Mr. Beer Cervejas está voltado para uma clientela acostumada a transitar no mundo gourmet, que consome azeites e vinhos de qualidade, por exemplo. “Há também os curiosos, para quem o produto está acessível”, diz Alves. “O negócio de cervejas especiais cresce mais do que o de cerveja comum, coincidindo com o bom momento do país”.

Além do mercado em expansão que garante o fluxo de clientes nos estabelecimentos, a rede de cervejas conta com a procura de um maior número de produtores nacionais. “No Brasil, tem crescido o negócio de microcervejarias artesanais. Além de vender, acabamos fazendo a propaganda da cerveja nacional, expondo-a na gôndola”, afirma Alves. Dos cem rótulos diferentes presentes nos quiosques Mr. Beer, 25% são nacionais e 75% importados.

A compra de cervejas é centralizada na franqueadora, o que permite ganho de escala e poder de barganha pela rede. “Conseguimos preços melhores do que o que conseguiria um vendedor sozinho que fosse comprar diretamente com o fabricante”, diz o empresário.

As cervejas especiais comercializadas pela Mr. Beer diferenciam-se das cervejas industriais mais populares por serem feitas sem a adição de produtos químicos e apenas com cereais maltados, como cevada, trigo, aveia e centeio. “A matéria prima é 100% importada, inclusive pelos nacionais artesanais, que importam os insumos”, diz Rodolfo Alves.

O processo de fabricação artesanal e suas peculiaridades interferem diretamente no custo final. Segundo a Mr. Beer Cervejas, alguns dos rótulos apresentam custos que se assemelham ao de um Champagne. A Cerveja Deus, por exemplo, tem valor semelhante ao Veúve Clicquot.

Cada brasileiro irá pagar R$ 572,88 em tributos até esta segunda-feira (21/03)

O Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) registrará a marca de R$ 300 bilhões de tributos pagos nesta segunda-feira (21/03). Isso significa, segundo o presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), João Eloi Olenike, que cada brasileiro irá pagar R$ 572,88 em tributos. “Infelizmente, a carga tributária continua num crescimento anual significativo e tende a aumentar ainda mais neste ano. Prevemos que até 31 de dezembro os brasileiros pagarão R$ 1,45 trilhão em impostos, 11% a mais do que em 2010, quando atingiu R$ 1,27 trilhão”, afirmou Olenike.

Em 2010, a marca de R$ 300 bilhões de tributos foi atingida oito dias depois, em 29 de março. Em 2009, o montante foi alcançado no dia 13 de abril e, em 2008, dia 14 de abril. Com esse valor, é possível construir mais de 13,9 milhões de casas populares de 40 m², pagar mais de 550,4 milhões de salários mínimos ou comprar mais de 1,3 bilhões de cestas básicas.

O impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005 e está instalado no prédio da sede da ACSP. Além disso, pela internet (www.impostometro.com.br), qualquer cidadão pode acompanhar o total de impostos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal, de acordo com os estados e municípios. O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até dezembro deste ano.

Fórmula 1 invade a Barra da Tijuca

A Mobil, em parceria com o Downtown Shopping, traz, pela primeira vez ao Rio de Janeiro, uma réplica do carro da equipe Vodafone McLaren Mercedes. Os amantes de velocidade poderão ver essa super maquina até o dia 21 de março, na Barra da Tijuca. No local haverá uma simulação de pit stop, com troca de pneus e distribuição de brindes para quem fizer em menor tempo.

O Show Car é um evento gratuito e pode ser visto no stand Mobil 1, marca líder mundial em lubrificantes sintéticos e patrocinadora da McLaren desde 1995, na Praça Central. A exposição já esteve no Estado de São Paulo e Minas Gerais.

Novo mobiliário do Pantanal Shopping é feito com material plástico e madeira de reflorestamento

Em um shopping não são só os projetos arquitetônicos das lojas que fazem a diferença. Cada vez mais, as administrações dos espaços de consumo vêm valorizando o aconchego do ambiente interno como forma de se destacarem em um mercado competitivo. Neste sentido, o Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), estreia mobiliário interno inédito, assinado pelo conceituado Escritório de Design e Arquitetura, Índio da Costa. Ao todo são 20 bancos exclusivos, distribuídos por todo o shopping, que atendem as questões de sustentabilidade por terem em suas bases o plástico (material reciclável) e o acabamento feito com madeira de reflorestamento (eucalipto rosa).

Para chegar ao desenho final, foram necessários dois anos de pesquisas e estudos do escritório Índio da Costa. O resultado é um projeto inovador e exclusivo, que privilegia o polietileno rotomoldado, um tipo de plástico muito utilizado na Europa, especialmente pela indústria italiana de móveis, famosa pelas formas inovadoras. “O desenho é muito limpo, integra-se facilmente nos corredores do shopping e é composto de vários módulos que podem fazer composições com bancos, lixeiras, cachepots, entre outros. O polietileno rotomoldado é uma tecnologia pouco comum em mobiliário no Brasil, ele permite peças grandes, de diversas cores”, explica o designer Guto Índio da Costa.

Guto ressalta que o projeto se diferencia ainda pela possibilidade de personalização das peças. “O conjunto pode ainda, opcionalmente, ser incrementado com uma série de tampos de materiais diversos, como madeira ou couro, criando assim uma customização especifica para combinar com os diversos shoppings do grupo”.

Além do Pantanal Shopping, outros shoppings do grupo Ancar Ivanhoe, como o Botafogo Praia e o Nova América, ambos no Rio de Janeiro (RJ); Center Vale, em São José dos Campos (SP); e o Conjunto Nacional, em Brasília (DF), também estão recebendo os novos mobiliários corporativos. “O maior desafio para equipe foi concluir um projeto para ambientes e regiões tão diferentes. Tivemos uma visão de longo prazo aliada a inovação, versatilidade e na ideia de construir para durar”, comemora Lila Parisi, arquiteta do Pantanal Shopping e coordenadora do projeto. Segundo Lila, o mais importante é manter a harmonia dos ambientes e oferecer ao cliente uma experiência prazerosa.

Mais informações pelo telefone (65) 3617-4001. Saiba mais sobre o Pantanal Shopping no site www.pantanalshopping.com.br e no www.twitter.com/pantanalshop.

Poupança volta a bater inflação em março

Após perder três meses seguidos para a inflação, as principais aplicações financeiras conservadoras líquidas (poupança, CDBs, fundos DI e fundos de renda fixa) deverão superar ou pelo menos empatar com os índices de preço em março. A previsão é que o IPCA, índice que é referência para a meta de inflação, fique em 0,57% em março, após subir 0,8% em fevereiro, e que o IGP-M (índice calculado pela Fundação Getulio Vargas) recue de 1% para 0,75%. Confirmada a projeção, será a primeira vez desde outubro do ano passado que a poupança deverá ficar acima da inflação pelo IPCA.

A poupança com vencimento no dia 1º de abril terá retorno líquido de 0,62%. Os fundos de renda fixa e os fundos DI, que foram beneficiados pelo aumento de 0,5 ponto nos juros em março, também devem superar o IPCA pela primeira vez desde novembro do ano passado. Os fundos DI com taxa de administração de 2% devem ter ganho líquido de 0,68% a 0,75% em março; em fevereiro, renderam de 0,72% a 0,79% -abaixo do IPCA de 0,8%.

Neste mês, os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) deverão render 0,85% -descontado o IR, o ganho cai para de 0,66% a 0,72%. “Existe um pequeno recuo da inflação e os juros dos fundos têm aumentado. Vai ficar melhor e o investidor vai ganhar alguma coisa, dependendo da taxa de administração e do imposto de renda”, disse Fabio Colombo, administrador de investimentos.

Para se proteger dos solavancos da inflação, o investidor pessoa física tem poucas alternativas. A principal delas é adquirir fundos de investimento -ou comprar diretamente títulos do Tesouro Direto, que tenham garantida a correção pelo IPCA e mais uma taxa de juros. O problema é que, a exemplo do que acontece com as ações muito procuradas, quem adquiri-los agora corre um risco grande de “comprar na alta” e amargar prejuízo.

Quem compra “proteção tardia” contra inflação vai perder duas vezes. A primeira será quando o Banco Central elevar mais os juros para controlar a inflação. Esse movimento costuma ser um choque no valor dos papéis prefixados com taxas menores, que ficam defasados em relação às taxas mais recentes dos novos títulos.

O segundo choque ocorre quando a inflação começa a recuar, reduzindo o retorno final desses papeis. “Eu posso apostar na alta da inflação e comprar um título atrelado a um índice de preços para vender, mais para a frente, a um preço maior. Mas pode acontecer de o governo tomar medidas na direção certa e a inflação baixar”, afirma George Ohanian, professor do Insper. “Comprar papel corrigido pela inflação só protege em longo prazo”, diz Colombo.

Para ele, a tendência desses papéis é compensar ao longo do tempo. A expectativa é que a inflação recue e o rendimento seja mais favorável para os fundos DI e de renda fixa, ao contrário do que vinha ocorrendo com papéis corrigidos pela inflação.