Pechincha na estrada

O mercado de shoppings se movimentou nos últimos anos com a expansão de algumas bandeiras já consolidadas e também com a abertura de centros comerciais mais segmentados. Agora o setor aponta para outra direção: os outlets de grifes. A experiência considerada bem-sucedida no Outlet Premium São Paulo, em Itupeva, no interior paulista, chamou a atenção dos investidores.

A consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle, em parceria com a construtora SuccesPar Real Estate e a consultoria GC2000, vai erguer um outlet no quilômetro 46 da Castelo Branco, entre Alphaville e Sorocaba (SP). Serão 20 mil m² de área e 130 lojas de marcas nacionais e internacionais na primeira fase. “Pesquisamos eixos que saem de São Paulo e vão até cidades importantes economicamente no interior”, afirma André Costa, diretor de Locação da Jones Lang LaSalle. O empreendimento deve atrair consumidores da capital paulista, Alphaville, Granja Viana, Osasco, além de São Roque, Sorocaba, Itu, Indaiatuba e Salto, municípios do interior do Estado. “Assim como a Castelo, há outros trechos viáveis na Dutra, Ayrton Senna e Imigrantes”.

Expansão no varejo

A Globalbrás, dona das marcas Água de Cheiro e Akákia, abrirá 200 lojas até o fim do ano. Já a rede de fast foos Giraffas inaugurará cerca de 60 novos pontos de venda em todo o País neste ano de 2011.

No Dia Mundial da Água, shoppings ressaltam ações diferenciadas para seu uso adequado

Segundo dados do Conselho Mundial de Água (CMA), mais de 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo não dispõem de água potável em estado satisfatório para consumo. E a estimativa das Nações Unidas é ainda mais alarmante, indicando que, até 2025, aproximadamente 2,7 bilhões de indivíduos estarão sem acesso à água, ou seja, 45% da população mundial. Entre as causas, a demanda crescente por usuários, secas, contaminação, desperdício e a dependência de fornecimento único, sem o desenvolvimento de práticas que possibilitem seu melhor aproveitamento.

O varejo de shoppings têm feito a sua parte, criando projetos que incorporam em sua concepção formas de consumo sustentável de recursos naturais. E pelas tarifas cobradas pelos estados, o consumo de água tratada e seu reuso tornaram-se estratégicos para a competitividade do setor.

Por exemplo, nos dez shoppings do grupo Sonae Sierra, espalhados pelos estados de São Paulo e Amazonas, além do Distrito Federal, entre as ações para diminuir o consumo nos shoppings estão mictórios sem água, produzidos com materiais recicláveis como policarbonato e polipropileno, não utilizando mais produtos químicos nem energia; descarga a vácuo; além de descargas econômicas nos sanitários, torneiras temporizadas e com arejadores no boca, peça hidráulica que possibilita a diminuição da vazão de água.

Assim, no Shopping Campo Limpo e no Boavista, ambos em São Paulo, o mecanismo reduziu a vazão em 3,5 vezes em relação ao sistema anterior. Nove, desses dez empreendimentos, são certificados com a ISO 14001, uma conquista pioneira no setor de shoppings no país. Conhecida por ISO Verde, a certificação é o aval de institutos internacionais dado às empresas que adotam rigorosos princípios de gestão ambiental. E além de equipamentos, os centros de compras investem em treinamentos e em campanhas de conscientização, envolvendo lojistas, colaboradores e prestadores de serviços.

Apesar do grande apelo ambiental e da economia proveniente do reuso de água e outras formas racionais de utilização, muitos empreendedores ficam receosos quanto ao investimento necessário. Atualmente, existem empresas com experiência na criação de estratégias e soluções que permitem a shoppings e lojas quase nenhum investimento, sendo todas as medidas tomadas pela detentora do processo, como modificações hidráulicas e civis.

Mesmo sendo um item cada vez mais presente na fase de planejamento dos centros de compras, um problema comum a muitos no momento de sua concepção é a ausência de preparação da rede hidráulica, fundamental para o estabelecimento que almeja um sistema de reutilização de efluentes, pois refazê-lo após a obra já concluída torna-se uma tarefa muito mais difícil.

“Atualmente, a maioria, entre empresários do setor e freqüentadores comuns dos centros de compras, está preocupada em praticar medidas que contribuam para a preservação do meio ambiente. E os shoppings, com o auxílio de seus lojistas, por receberem um número cada vez maior de pessoas, vêm buscando formas de estarem inseridos nesta questão do cuidado com a natureza, sendo o uso responsável da água um dos principais pontos verificados pelos empreendimentos”, destaca o presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun.

Ministro da Defesa britânico insinua que Gaddafi pode ser alvo militar

O ministro da Defesa do Reino Unido, Liam Fox, insinuou em declarações à “BBC” que o chefe do Estado líbio, Muammar Gaddafi, poderia ser um dos alvos militares da coalizão. Entrevistado pela emissora pública, Fox explicou que “há uma diferença entre o fato de que alguém seja um alvo legítimo e a decisão de passar ao ataque” porque para isto último “seria preciso levar em conta o que pode acontecer aos civis na área”.

Dada a sensitividade dos países da região à operação contra as forças de Kadafi, os ajudantes de Fox apressaram-se a minimizar as declarações, explicando que o ministro quis dizer que aquele poderia ser eliminado por equívoco se estivesse perto de um alvo militar.

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse repetidamente que “Kadafi tem que ir embora”, mas outros membros do Governo de coalizão britânico esclareceram no domingo que a saída do ditador líbio não é o objetivo último da operação contra seu regime.

No domingo (20/03), um prédio administrativo do complexo residencial de Gaddafi foi atingido por um míssil e destruído no bairro de Bab el Aziziya, em Trípoli. A informação é da agência de notícias AFP, segundo a qual as forças britânicas atacaram os sistemas líbios de defesa antiaérea, revelou o ministério britânico da Defesa em Londres. “Posso confirmar que as forças armadas britânicas participaram de outro raid coordenado contra os sistemas líbios de defesa antiaérea”, declarou o general John Lorimer, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas”.

Pela segunda vez, o Reino Unido lança do Mediterrâneo mísseis (de cruzeiro) Tomahawk de um submarino da classe Trafalgar, como parte do plano coordenado da coalizão para aplicar a resolução do Conselho de Segurança da ONU autorizando o uso da força contra o regime de Gaddafi.

Os bombardeios acontecem horas depois de o governo líbio, por meio de um porta-voz do Exército, ter declarado hoje que o país está enfrentando “bárbara agressão armada”. Ele pediu que as forças da coalizão internacional que estão intervindo no país interrompam os ataques. É o segundo anúncio de cessar-fogo feito pelas forças do regime do ditador. “As Forças Armadas da Líbia foram instruídas a seguir um cessar-fogo a partir das 19h00 GMT (16h00, em Brasília), em resposta ao apelo da União Africana pelo fim imediato das hostilidades”, declarou um porta-voz do Exército.

O cessar-fogo foi ordenado devido ao número de civis mortos e aos edifícios destruídos devido aos confrontos entre forças leais do ditador Muammar Gaddafi e seus opositores, e também dos ataques das forças de coalizão. Segundo o porta-voz, as Forças Armadas estão convocando todos os cidadãos líbios a participar de uma marcha pacífica entre as cidades de Trípoli e Benghazi, reduto de opositores do regime.

Mais de 8 mil líbios alinhados com o movimento rebelde que se levantou contra Gaddafi foram mortos na revolta contra o líder, informou no domingo um porta-voz do grupo à emissora Al Jazeera. “Nosso número de mortos e mártires ultrapassa 8 mil”, afirmou Abdel Hafiz Ghoga. Ele criticou o secretário-geral da Liga Árabe, Amr Moussa, pelos comentários aparentemente críticos às ações dos Estados Unidos e aliados contra a Líbia.

A Liga Árabe pediu a imposição de uma zona de restrição aérea sobre a Líbia para proteger os civis das forças de Gaddafi, mas Moussa condenou no domingo o “bombardeio de civis”. “O que está acontecendo na Líbia difere do objetivo de impor uma zona de restrição aérea, e o que queremos é a proteção de civis e não o bombardeamento de mais civis”, afirmou Moussa à agência de notícias estatal egípcia.

Festival do Chocolate 2011 do Lecadô comemora antecipadamente o Dia do Cacau

Quem gosta de chocolate não precisa esperar a Páscoa para degustar delícias com cacau. Começa esta semana e vai até o final de abril, o Festival do Chocolate 2011 do Lecadô. O evento, que já é tradicional na rede carioca de docerias, antecipa as comemorações do Dia do Cacau (26 de março) com um cardápio de oito tortas especiais. Além das tortas inteiras, a doceria vende a fatia (R$ 4,50) para consumo na loja. Quem quiser, pode pedir calda de chocolate meio amargo para incrementar. “Nessa época do ano, produzimos 50% a mais de calda de chocolate para colocar nas fatias dos “chocólatras” de plantão”, conta Michele França, Gerente de Marketing da rede.

No cardápio deste ano, o destaque do Festival é a torta Cassata de Mousse (R$ 49,90), que leva bolo de chocolate, recheio de mousse de chocolate e cobertura de mousse com canudos de chocolate. Mas o ingrediente também é a estrela de outras receitas, todas com massa de chocolate.

Confira as receitas: Torta Renata (R$ 49,90), recheio de chocolate ao leite e morangos, com cobertura de raspas de chocolate e morangos; Torta de Brigadeiro com Morango”(R$ 49,90), recheio com creme de chocolate meio amargo e morangos e cobertura de brigadeiro, morangos, calda e lasquinhas de chocolate; Torta Mousse de Chocolate Branco (R$ 49,90), recheio de creme de chocolate branco, cobertura de mousse de chocolate e profiteroles com lascas de chocolate ao leite e chocolate branco; Torta Bombom”(R$ 46,90), recheada com brigadeiro e coberta com muitos bombons, fios de ovos e brigadeiro; Torta de Brigadeiro com Chantilly”(R$ 42,90), recheada com chantilly e brigadeiro com cobertura de brigadeiro e uma camada generosa de chantilly; Torta de Brigadeiro com Coco”(R$ 42,90), recheada com doce de coco, coberta com brigadeiro, marshmallow e flocos de coco; e”Torta de Brigadeiro Crocante”(R$ 42,90), recheada de brigadeiro e amendoins crocantes, coberta de brigadeiro, amendoins crocantes e fios de ovos.

A Lecadô está presente em diversos shoppings da região metropolitana do Rio de Janeiro.

Brasil se despede de Obama sem garantir reforma na ONU e ofuscado pela Líbia

O governo brasileiro esperava holofotes de todo o mundo durante a primeira visita à América do Sul do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Esperava que o americano apontasse o país como futuro membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Esperava anunciar o fim dos longos processos de visto para entrada na nação mais poderosa do planeta. Acabou ficando com afagos genéricos, acordos modestos e todo o Ocidente bem mais interessado na intervenção na Líbia, deflagrada nesse sábado (19/03).

Quando Obama decolar nesta segunda-feira (21/03) da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, o foco de suas preocupações será o mesmo de sexta-feira (18/03), dia em que deixou Washington com a mulher, Michelle, as filhas, Sasha e Malia, e uma comitiva de mais de mil pessoas, rumo a Brasil, Chile e El Salvador: como impedir o ditador Muammar Gaddafi de continuar com o massacre de civis sem que isso pareça uma ação unilateral do país que nos últimos anos conduziu com ajuda de poucos as polêmicas guerras no Iraque e no Afeganistão.

Esse foi um dos temas de sua primeira agenda pública no país, poucas horas depois de aterrissar em Brasília. Embora os dez acordos assinados com o Brasil também estivessem na pauta da conversa com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, Obama usou grande parte de seu tempo para falar sobre a ação na Líbia, que seria desencadeada pouco depois. Do local onde conversava com a colega brasileira, deu seu ok ao início das operações. Voltou a falar sobre o assunto várias vezes ao longo de sua passagem.

Alguns dos principais veículos da mídia americana notaram desconforto em Obama por estar fora dos EUA ao anunciar a primeira intervenção de seu governo no exterior; ele aumentou o contingente de soldados no Afeganistão, mas a iniciativa já estava prevista pela gestão do antecessor, George W.Bush. Adversários do Partido Republicano já criticam o presidente por ter vindo à América Latina, permitindo que a França tomasse a liderança nos ataques à ditadura líbia, embora os americanos controlem a maioria das operações.

No Palácio do Planalto, apesar de expectativas frustradas, havia otimismo pelo sinal: o homem mais poderoso do mundo visitou Dilma antes mesmo de ela ir a Washington e em seu primeiro semestre no cargo. No mês que vem ela irá à China, país que os EUA já tratam como principal rival geopolítico. Aos EUA, ela só deve viajar em setembro, mês em que também abrirá a Assembléia-Geral da ONU, em Nova York, no dia 14. Até lá, espera-se um acordo sobre a extensão dos vistos, ou até o fim deles. Além de queda de tarifas.

Sobre a entrada no Conselho de Segurança, composto por EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha e França, a manifestação de “apreço” pela entrada do Brasil no clube foi vista pelo Itamaraty como “um bom primeiro sinal”, nas palavras de um diplomata. Embora insuficiente, disse ele, foi melhor do que o esperado, já que o Departamento de Estado americano não desejava sequer essa menção. A secretária, Hillary Clinton, mantém nos bastidores uma disputa com Obama pelos rumos da política externa.

“Essa visita é importante não pelos acordos, mas sim pelos sinais”, disse Luciano Dias, do IBEP (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos). “É verdade que o conflito na Líbia é o foco do Ocidente hoje e que a vinda do Obama não se compara à de outros momentos, como a do presidente Franklin Delano Roosevelt em 1943, durante a 2ª Guerra Mundial. Mas é a primeira visita de um presidente americano com o Brasil em posição de destaque no cenário internacional com base na economia e nas políticas sociais.”

Feira de Artesanato no Cascavel JL Shopping

Daqui uns dias a Feira de Artesanato do Cascavel JL Shopping (PR) estará com artesanato para a Páscoa. A feira abre todos os dias de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 22h00, sábado, das 10h00 às 22h00, e aos domingos e feriados, das 14h00 às 20h00, no piso L1 do Cascavel JL Shopping.

Aproveite e vá conferir as peças produzidas pelos artesãos cascavelenses, que aceitam encomendas. A Feira de Artesanato é uma parceria do Cascavel JL Shopping com a Secretaria de Cultura.

Japão proíbe venda de leite e verduras de quatro municípios

O Japão proibiu a venda de leite e de dois tipos de verduras produzidos em quatro municípios próximos da central nuclear de Fukushima, nordeste do país, em consequência da radioatividade acima do normal. A suspensão afeta o espinafre e a kakina, uma verdura japonesa, produzidos em Fukushima, Ibaraki, Tochigi e Gunma, assim como leite de Fukushima, anunciou o porta-voz do governo, Yukio Edano. “Foram detectados níveis de radioatividade anormais em amostras de leite, espinafre e kakina”, afirmou Edano. “Mas os níveis não são perigosos para a saúde humana”, completou o porta-voz do governo.

O período de tempo em que a proibição ficará em vigor dependerá do controle dos níveis de radiação: “Primeiro teremos que solucionar a situação na usina nuclear”, disse. O porta-voz do governo reiterou que o nível de contaminação detectado até agora em leite e espinafre não representa um risco imediato para a saúde, exceto se os alimentos forem consumidos por um período prolongado de tempo, e destacou que a proibição de sua venda é “uma medida de precaução”.

Edano também disse que o Ministério de Agricultura aplicará medidas para evitar que os preços desses produtos disparem e serão estudadas compensações para os agricultores afetados. As indenizações “dependerão do quanto durar a restrição de venda. Dado que a medida se deve ao acidente (em Fukushima), assumimos que a Tepco será a principal responsável”, assinalou.

O governo japonês assegurou nesta segunda-feira (21/03) que a radiação em torno do reator 3 da central de Fukushima não aumentou, apesar da fumaça detectada nessa unidade. Edano explicou que está sendo investigada a origem da fumaça acinzentada vista às 15h55 do horário local (03h55 de Brasília) na unidade 3 e insistiu que as medições não mostram um aumento significativo da radiação desde essa hora.

Anteriormente, um porta-voz da empresa Tepco, operadora da central, havia assinalado que também não há mudanças na pressão do reator, embora por segurança tenha sido determinada a retirada dos trabalhadores nessa área da usina, enquanto se investiga a situação. A fumaça sai do local onde se encontra a piscina de combustível nuclear, mas não se sabe se provém do interior, segundo a Tepco, que acrescentou que não foi registrada nenhuma explosão e descartou um curto-circuito como causa.

Saraiva Mega Store traz atrações imperdíveis para o Shopping Iguatemi Caxias

No mês de março, a diversão e a cultura se encontram na Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS). No dia 26, a Hora da Criança Especial Dia do Circo traz a educadora Marta Pulita e a alegria do circo para dentro da Saraiva. O evento promete encantar a garotada com histórias e brincadeiras.