Workshopping Moinhos promove palestras para lojistas, gerentes e vendedores

O Moinhos Shopping, de Porto Alegre, dá início ao projeto Workshopping Moinhos no dia 22 de junho, com a abertura de um ciclo de palestras para as equipes das lojas do empreendimento: lojistas, gerentes e vendedores, além de colaboradores do shopping. As atividades serão desenvolvidas por consultores da empresa Ponto de Referência a partir das 08h15, com uma hora e meia de duração, no GNC Moinhos.

O primeiro encontro será com Elisa Oca Bertaso e tratará do Atendimento, um dos fatores fundamentais para garantir a satisfação do cliente e o fechamento da venda. Elisa vai abordar o conceito AIDDU – Atendimento Incrivelmente Diferente do Usual que vem de uma Atitude Incrivelmente Diferente do Usual. “Mudanças de atendimento ocorrem apenas quando as pessoas mudam suas atitudes”, ressalta a especialista.

A segunda palestra acontecerá no dia 18 de agosto, quando o consultor Edmour Saiani vai abordar o tema O Futuro do Varejo Passo a Passo. E, no dia 26 de outubro, Elisa Bertaso vai falar sobre o tema Shopping Colmeia. Em cada palestra, os participantes concorrerão ao sorteio de uma estadia no Sheraton Porto Alegre Hotel.

O projeto Workshopping Moinhos tem entre os seus objetivos apresentar e discutir novos conceitos e premissas em Gestão de Atendimento e Serviço, a fim de criar as bases para elevar o patamar de atendimento nas lojas do Shopping. A proposta é sensibilizar os participantes sobre a importância do seu trabalho, reforçando o papel de cada um no processo.

Mulheres são mais responsáveis com o pagamento de suas dívidas

Um levantamento feito pelo Banco do Brasil, a partir dos dados de sua carteira de crédito de março de 2011, demonstra que as mulheres costumam pagar mais em dia do que os homens, quando se trata de obrigações bancárias. Em um grupo de 1 mil clientes, elas são 26 contra 29 homens a levar mais de 90 dias para quitar uma dívida atrasada.

O principal produto adquirido por ambos é o crédito pessoal para pessoa física. “O CDC para pessoa física tem uma taxa de inadimplência menor e vai melhorar com o cadastro positivo”, acredita o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do BB, Ewerton Gonçalves Chaves. “Ele é feito para beneficiar o melhor pagador, e como as mulheres têm essa característica, elas serão muito beneficiadas”.

O segundo produto mais popular entre as mulheres, em compensação, é o rotativo cartão de crédito. Entre os homens, por sua vez, o tipo de crédito ao consumo mais frequente, depois do CDC, é o financiamento. “Ainda é importante dizer que o saldo que temos com as mulheres também é muito expressivo”, lembra Chaves. Isso porque a carteira de crédito para pessoa física (excluindo o financiamento rural) para homens era de R$ 46,5 bilhões, enquanto que, para as mulheres, ficou em R$ 39,9 bilhões, em março de 2011.

A tendência de a mulher ser menos inadimplente não se repete ao longo de todo o ciclo de vida. Distribuindo a amostra por faixa etária, nota-se que a inadimplência é maior entre as mulheres com até 40 anos, quando elas passam o bastão para os homens, que lideram os índices de não pagamento daí em diante. Se pegarmos os percentuais de inadimplência de acordo com o estado civil, temos os homens solteiros e viúvos com níveis mais altos, e os casados com os mais baixos.

Para Chaves, esses números mostram que as mulheres cumprem um papel importante na vida dos homens, no sentido de orientá-los a administrar melhor seu orçamento. “A mulher tem necessidade de controle melhor das finanças da casa. E a mulher mais madura tem ainda mais consciência disso”, diz.

O primeiro passo para controlar as finanças, de acordo com o levantamento do Banco do Brasil, é entender por que as contas estão sempre no vermelho – e isso vale para homens e mulheres. Um dos principais motivos é que as pessoas não enxergam o cartão e o cheque especial como instrumentos de crédito e, assim, usam o limite como se fosse extensão da própria renda.

Assim, nem todos os consumidores têm certeza onde termina o próprio dinheiro e onde começa o crédito oferecido pelo banco. Por isso, além de conhecer bem e saber usar as soluções, é preciso organizar o dinheiro no tempo. E é isso que as mulheres demonstram fazer, de acordo com a pesquisa.

A relação de amor e ódio que as mulheres mantêm com o cartão de crédito se tornou senso comum. Quantas já cogitaram tirá-lo da bolsa para evitar compras por impulso? Pode parecer radical, mas muitas recorrem a atitudes assim para controlar as finanças.

Porém, o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do BB destaca outro ponto essencial para os consumidores pensarem. “Achamos importante casar os débitos com a entrada de dinheiro. Adiar em dez ou 15 dias as compras não vai fazer grande diferença, mas pode ajudar a pagar em dia os financiamentos e a fatura do cartão de crédito”, indica. Ele ainda lembra que existe mais de uma possibilidade de data para a fatura do cartão de crédito e também da cobrança da parcela do financiamento. “Procure ajustar as datas já no momento de fechar o negócio, para evitar problemas futuros”, complementa.

Quadros retratam a natureza e o outono em exposição do Shopping Mueller Joinville

O outono é o tema da exposição de quadros que está colorindo o piso térreo do Shopping Mueller Joinville (SC). Até 22 de junho, 11 telas da exposição “Em Tempo de Outono”, da artista Rosemarie Borgmann, ficarão disponíveis para visitação gratuita das 08h00 às 22h00.

A artista escolheu o outono por ser a estação que mais traz inspiração para a arte. “Particularmente é minha estação preferida e um tema que não se esgota. As cores, as rápidas mudanças, folhas caindo, árvores revelando cores e texturas em seus troncos e galhos. É a natureza revelando a beleza oculta. Essa transformação é como a vida, nos induz a reflexão”, explica Rosemarie. O público que tiver interesse também poderá fazer contato direto com a pintora para adquirir quadros.

Rosemarie Borgmann nasceu em 1947, no interior do Rio Grande do Sul. Atualmente, ela reside em Jaraguá do Sul. A paixão pela pintura foi descoberta quando era criança, mas só tomou forma quando Rosemarie fez um curso de Atelier Livre, em 1996. Desde então ela se dedica à produção artística. Seu estilo de arte é essencialmente figurativo e a inspiração é a natureza.

Grandes atrações no São João do Center Lapa

O arraiá do Shopping Center Lapa, de Salvador, já começou. Na Praça de Eventos, foi montada uma grande estrutura para a festa junina com barracas de comidas típicas e um coreto, além de uma decoração bastante colorida, composta por bandeirolas e balões. A animação fica por conta dos tradicionais trios nordestinos, que agitam a galera todas as tardes, a partir das 16h00.

Neste ano, o São João do Center Lapa ganhou um toque a mais. Todas as terças-feiras, atrações especiais se apresentam na Praça, às 16h00. As bandas Cangaia de Jegue e Seu Maxixe já passaram por lá. As apresentações acontecerão até o dia 30 de junho.

West Shopping apresenta teatro de bonecos no mês do Meio Ambiente

O West Shopping, do Rio de Janeiro, realizará no dia 26 de junho, assim como fez em todos os domingos de junho, atividades infantis em comemoração ao mês do Meio Ambiente.

Entre 15h00 e 17h00, as crianças que visitarem o shopping poderão assistir a teatro de bonecos e fazer pintura facial antes e após o espetáculo.

Pequenas empresas trazem mais retorno na Bolsa

Neste mês, as ações da fabricante de alicates Mundial avançaram 40% num só dia, recuaram mais de 10% por dois pregões seguidos para depois se valorizarem em 30%, na segunda passada. No mesmo período, as ações da siderúrgica Gerdau não caíram mais de 2,3% nem subiram mais de 2,16%.

A montanha-russa desses papeis revela um pouco dos riscos e das oportunidades contidos no universo das “small caps”, as ações de empresas com menor capitalização de mercado e que têm atraído a atenção dos investidores. Os números explicam esse interesse: enquanto o Ibovespa, que reflete as ações mais “populares” da Bolsa, recuou 6,8% entre janeiro e maio, o índice da Bovespa específico para as “small caps” caiu somente 2%. Em 2010, o contraste foi ainda maior: enquanto o Ibovespa subiu apenas 1%, o “termômetro” das “small caps” avançou 22,8%.

Para esses interessados, analistas indicam três conselhos fundamentais: olho na liquidez (facilidade para vender as ações), diversificação com mira no longo prazo e ajuda especializada.

“O investidor tem de tomar cuidado para não correr o risco de ir para as micocaps, como nós brincamos por aqui, que são aquelas empresas que não têm liquidez (dificuldade para vender as ações) nenhuma”, diz Raphael Cordeiro, analista da corretora Omar Camargo especializado nesse universo.

Cordeiro, bem como outros profissionais do setor financeiro, sugere que o investidor pince suas escolhas numa amostra já selecionada: a cesta de ações que compõem o Índice Smalls Caps, da BM&FBovespa. Esse índice faz um recorte desses papeis tendo em vista um volume mínimo de negócios por ano (95% dos pregões da Bolsa). O índice é “democrático” e contempla desde as ações da nem tão conhecida fabricante cearense de biscoitos e massas Moinho Dias Branco até as da empresa aérea Gol.

Por abranger um universo tão díspar, alguns analistas dizem que esse tipo de papel exige um perfil diferenciado. “Precisa ser um investidor com uma carteira de longo prazo e com um volume (de capital) um pouco maior, que possibilite fazer a diversificação dos investimentos”, diz Richard Wahba, estrategista de investimentos da Fator Corretora. “Diversificando, você consegue diminuir bastante o risco.”

Profissionais de mercado têm opiniões distintas sobre um ponto controverso no universo das “small caps”: o fluxo de informações para o mercado. Embora alguns analistas elogiem a facilidade em ter acesso a executivos de “primeiro escalão” (o que ajuda a melhorar a qualidade dos relatórios) numa empresa nem tão gigantesca, outros reclamam da ausência do RI (o departamento de relações com investidores) em momentos decisivos. “É importante a empresa estar sempre presente no mercado”, diz Clodoir Viera, analista de investimentos da corretora Souza Barros.

“O empresário, ou o RI da empresa, tem de estar muito atento: qualquer rumor que sair (…), se for publicado, ele tem de se pronunciar. Nesse caso, você passa a dar credibilidade para a small cap. Se o executivo não faz nada, deixa a ação (dessa empresa) à mercê do mercado, à mercê dos formadores de boato.”

Shopping RioMar promete revitalizar área do Papicu

Novas marcas no varejo de Fortaleza, opções de lazer em um só lugar e revitalização de parte do bairro Papicu. Esses são os principais diferencias do RioMar Shopping, de Fortaleza, cujo projeto foi apresentado ontem pelo grupo investidor, o pernambucano JCPM, para a prefeita Luizianne Lins.

Com investimento de R$ 600 milhões, o centro de compras terá 445 lojas, sendo 15 âncoras, 17 megalojas, 348 lojas satélites, cinema com 12 salas, diversões eletrônicas, uma academia de ginástica, teatro com 500 lugares, oito restaurantes, 50 operações de fast food. Para beneficiar a comunidade, o grupo se comprometeu a revitalizar e manter a Lagoa do Papicu, a construir 75 casas para as famílias que serão removidas da área e capacitar moradores da região e do Serviluz.

O presidente do grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, garante que a concepção do projeto leva em consideração as características físico-geográficas do entorno, associadas às modernas tecnologias. “A forte característica será o espaço de lazer”, acrescentou. “E as novas marcas que vão chegar para o mercado de Fortaleza”. De acordo com ele, o foco de atuação do shopping será atrair o público das classes socioeconômicas A, B, C e D.

O novo equipamento promete ser um dos maiores shoppings do Nordeste e do País, fazendo parte de uma nova geração de centros de compras do grupo JCPM, com proposta semelhante ao Salvador Shopping, na Bahia, e ao RioMar no Recife, que está em construção. A entrada do JCPM em Fortaleza reforça o portfólio do grupo no setor, que já atua também nos segmentos imobiliário e de comunicação.

O projeto do RioMar no Papicu é de caráter definitivo, de acordo com Mendonça, o que descarta futuras expansões. “O projeto é grande e atende ao dinamismo do setor de serviços, que é uma das vocações econômicas de Fortaleza”, afirmou.

A apresentação do projeto ontem significa o primeiro passo para a aprovação do empreendimento nos órgãos municipais, que deverão avaliar os impactos ambientais e no trânsito, entre outros processos. Segundo Mendonça, quando estas etapas forem superadas, as obras começam em até 120 dias e devem se estender por 24 a 30 meses. Considerando este cronograma, ainda não há previsão para início do funcionamento nem qualquer acordo comercial fechado para futuras lojas.

O RioMar Shopping ocupará uma área total de terreno de 114 mil m², com área construída de 281 mil m² e área bruta locável de 90 mil m². A previsão é de gerar anualmente R$ 150 milhões de impostos federais, estaduais e municipais. O projeto prevê um estacionamento coberto para 6,2 mil veículos, com possibilidade para ampliação de mais 914 vagas.

As 75 famílias que serão removidas do local já têm a construção de novas casas garantidas. Segundo a prefeita, a orientação é que sejam levadas para um terreno próximo à região, mas que ainda será indicado.

O empreendimento será erguido pela JCPM Incorporações e Construções. A obra prevê medidas de sustentabilidade, como o uso de estrutura pré-moldada ou metálica, que elimina a necessidade de forma de madeira e escoramento, reduz perdas e produz uma estrutura limpa. Possibilitará aos cearenses uma nova experiência de shopping, com mall amplo, de fácil circulação e iluminação natural durante o dia. Utilizará a água da chuva, filtrada para sistemas de cargas de sanitários. Outra fonte de redução de consumo é o sistema de esgoto a vácuo, que reduzirá em 90% a necessidade para descargas e eliminará, na mesma proporção, o impacto de esgotamento sanitário de Fortaleza. A economia é de mais de 18 milhões de litros de água/ano. Automação predial controlará sistemas de refrigeração, iluminação e segurança.

Shoppings do Rio participam da Campanha de Inverno da ONG Viva Rio 2011

Shoppings do Rio participam da Campanha Inverno Quente da ONG Viva Rio, até 17 de julho. Center Shopping Rio, Ilha Plaza Shopping e Recreio Shopping receberão arrecadações de agasalhos, cobertores e roupas de frio para doar aos moradores de comunidades de baixa renda do Rio e Grande Rio. As doações podem ser feitas de segunda a sábado, das 10h00 às 22h00, domingos e feriados, das 15h00 às 21h00. A Campanha Inverno Quente conta com o apoio de shoppings da zona oeste à zona sul.

No Center Shopping Rio o ponto de coleta ficará localizado no SAC no terceiro piso do shopping, as doações podem ser feitas durante o horário de funcionamento do shopping. Já no Recreio Shopping as pessoas poderão fazer doações em uma urna na entrada principal do empreendimento. O Ilha Plaza Shopping vai recolher os donativos no Espaço Família, no terceiro piso.

Coleções de moda do RioSul entram no Clube da Primeira Fila

O RioSul Shopping, da capital fluminense, acaba de se lançar no e-Commerce em parceria com o Clube da Primeira Fila, portal de compras exclusivas, da jornalista Heloisa Marra.

Se antes só era possível comprar as novidades de marcas importantes lançadas em showrooms ou fashion-show três meses depois da temporada de moda, agora, as coleções da estação chegam até o cliente muito antes de chegar à loja. A compra acontece num clique: basta entrar no site do Clube (www.clubedaprimeirafila.com), procurar os lançamentos das lojas do RioSul, que estarão em 3D, e quando chegar à loja, buscar direto no mall! Esta é a primeira vez que um Shopping se lança neste mercado. Já estão confirmadas 30 lojas com seus lançamentos para o Verão 2012.