A disputa no comando do Pão de Açúcar, intensificada no ano passado com a tentativa frustrada de fusão com a unidade brasileira do Carrefour, abriu uma oportunidade para investidores estrangeiros ganharem dinheiro, informou reportagem de Julio Wiziack e Toni Sciarretta na Folha de ontem (13/03). Fundos estrangeiros de perfil agressivo e investidores globais passaram a comprar ações preferenciais (sem voto) do Grupo Pão de Açúcar apostando em um desfecho favorável à empresa e aos acionistas com o fim da crise.
No último domingo (11/03), a Folha revelou que o Casino planeja dar início a uma reestruturação na América Latina, reunindo em uma só empresa as subsidiárias da Argentina, do Uruguai, da Colômbia e do Brasil (Grupo Pão de Açúcar).

