Comer fora de casa está 7,77% mais caro este ano, segundo IPCA

Passados 11 meses do ano, a alimentação fora de casa já está 7,77% mais cara, sem superar, porém, a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral no período, que foi de 8,17%, de acordo com os dados do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada no ano de 8,66%. A maior elevação, no entanto, foi verificada no cafezinho: 10,30%. O menor aumento, de 5,51%, foi verificado nos preços do café da manhã. Já em 12 meses terminados em novembro, o consumidor que se alimenta fora de casa já está desembolsando 8,96% mais que no período anterior.

Neste caso, o destaque ficou com a refeição, que pesou 10,25% a mais no bolso, seguida pelo chope, 10,11% mais caro no período. Depois, aparecem as outras bebidas alcoólicas (8,66%) e refrigerante e água mineral (8,56%). Considerando apenas novembro, os preços dos itens que compõem o grupo alimentação fora de casa aumentaram 1,04%, com destaque para o cafezinho, com alta de 1,65%.

No acumulado do ano até novembro, consumidores de Curitiba foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa. Em 12 meses, são os cariocas que mais sofreram com a alta.

No domicílio, Goiânia é a capital onde os preços mais subiram, com alta acumulada no ano de 11,34%, frente à média nacional de 8,37%. Em 12 meses, a alimentação feita em casa ficou 8,03% mais cara, com maior alta também em Goiânia, de 10,91%