Boulevard Shopping comemora o dia do contador de histórias

Quem nunca se emocionou com uma história contada? Ou depois de ouvi-la, correu para conferir o roteiro em um livro? Esse é o objetivo dos contadores de história: despertar o interesse pela leitura através da emoção e sabedoria. Sem imagens ou fotos, a energia fica por conta da narrativa e o mais importante é conseguir fazer com que o público visualize o cenário em que a história se desenvolve. E para isso, só existe uma regra, o artista deve usar o coração e a intuição. Uma atividade tão importante para o universo infantil que até ganhou um dia especial, 20 de março.

O Boulevard Shopping, de Belo Horizonte, reconhece a importância desta arte e a incentiva por meio do Hora Animada, projeto cultural infantil que todo sábado proporciona à garotada teatrinho, oficinas de brinquedos e muita animação. Um dos grupos que participa desta proposta é o Matrakaberta, que encanta as crianças com os mais diferentes temas. A cada fim de semana a programação muda. Têm historinhas clássicas como Gato de Botas e Flicts; outras ganham roupagem nova como a da Chapeuzinho Vermelho, que estimula a alimentação saudável; e algumas ainda abordam temas sérios e atuais como a Menina Bonita do Laço de Fita, que trata da consciência negra, e O Casamento da Cumade Fulozinha e o Curupira, que discute a extinção da fauna e flora.

O dia do contador de histórias é 20 de março, mas para quem quiser conhecer um pouquinho mais de perto a arte de contar histórias, basta ir ao Boulevard Shopping no sábado dia 19 de fevereiro, às 16 horas, para ver de pertinho e se emocionar com o Matrakaberta.

Há sete anos, o grupo Matrakaberta encanta crianças e adultos com suas fábulas. Criado pelo casal Adriana Maciel e Marcelo Tibúrcio, o grupo usa a música e o teatro para envolver o público e garantir uma diversidade estratégica. “Durante o momento em que a história está sendo narrada, é importante estarmos atentos à expressão corporal, entonação da voz e principalmente ao ritmo, por isso a música é muito importante. O som, associado aos gestos do narrador, produz um efeito ainda maior de compreensão, fascínio e de envolvimento”, explica Marcelo.

Existe algumas diferenças entre contar, ler e representar histórias e, embora todas elas parecem sair do improviso, muitas das vezes envolvem preparação e performance ensaiada. “Falamos muito de despertar o hábito de leitura, mas aprendemos que o principal consiste em despertar o prazer pela leitura. Primeiro temos que nos apaixonar pela história para que depois isso se transforme em rotina”, completa Adriana.

Quem quiser conferir o espetáculo Contação de Histórias do Matrakaberta, o grupo está em cartaz no Boulevard Shopping no projeto Hora Animada. Sempre aos sábados, às 16h00, no segundo piso do mall.