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Parceria prevê R$ 500 milhões em recursos para o setor e condições diferenciadas para os associados
Anunciada em novembro passado, a parceria entre a CAIXA e a Alshop ainda está em vigor. O aporte financeiro disponibilizado pela instituição financeira é de R$ 500 milhões. Os recuros podem ser solicitados pelos associados Alshop para inestimento em operações de crédito, capital de giro, antecipação de recebíveis e linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos, em condições e prazos especiais.
Assim, os associados poderão contar com a rede de atendimento da CAIXA em todo o país para ter acesso às condições diferenciadas, como maior prazo para quitação e taxas de juro mais acessíveis. Para tal, basta acessar o site e fazer uma simulação ou solicitar mais informações.
Para o Gerente Nacional de Estratégia de Clientes da CAIXA, Daniel José Ferraz dos Santos, o acordo assinado entre o banco e a Alshop representa um esforço conjunto entre as duas instituições com o objetivo de incentivar o mercado varejista do país. “Essa parceria representa a junção de esforços, da CAIXA e da Alshop, para propiciar melhores condições ao setor de lojistas de shopping, com oferta de condições especiais em produtos e serviços bancários, além de um atendimento diferenciado aos associados da entidade.”
O convênio também permitirá aos associados Alshop o ajuste de fluxo de caixa, com prazos e taxas diferenciados aliados à possibilidade de obtenção de recursos de longo prazo com carência. “Esse é um importante benefício para os associados Alshop, pois ele terá taxas diferenciais que possibilitam conforto financeiro”, afirma o Diretor de Internacionalização e Franquias da Alshop, Ricardo Camargo.
Benefício exclusivo para Associado Alshop
Camargo ressalta outros ganhos aos associados, como a agilização dos processos, que terá acompanhamento direto do consultor financeiro Walter Batista. Ele teve participação importante durante a negociação entre a Associação e o Banco. Parceiro da Alshop desde agosto, Batista já palestrou para um grupo de associados, esclarecendo dúvidas sobre fontes de financiamentos. Agora, acompanhará cada uma das solicitações feitas à CAIXA, garantindo o sucesso das negociações.
“A presente parceria chega num momento importante de retomada de crescimento da economia”, avalia Batista. “Não podemos deixar de considerar que as soluções apresentadas aos associados possibilitarão a modernização de seu negócio, a expansão da sua atuação e a implantação de novas unidades / operações”, declara.
O convênio também permitirá aos associados Alshop o ajuste de fluxo de caixa, com prazos e taxas diferenciados aliados à possibilidade de obtenção de recursos de longo prazo com carência. “Isso proporciona reais possibilidades de crescimento”, avalia o consultor financeiro.
Faça agora sua simulação de crédito.
Road Show no Rio de Janeiro
Durante a Copa do Mundo de Futebol, os shoppings adotarão um horário especial de atendimento quando houver jogos da seleção Brasileira. A tendência geral é fecharem para o público 15 minutos antes da partida e reabrirem as portas 15 minutos após o encerramento do jogo.
Assim, nos jogos realizados às 9h da manhã – como na sexta-feira, 22 – a abertura dos empreendimentos será às 11h15.
Na quarta-feira, 27, a partida será às 15h. Na ocasião, os shoppings permanecerão fechados das 14h45 às 17h15.
Oportunidade de novos negócios
Para não perder vendas e nem deixar de atender aos clientes, os shoppings do Grupo CCP criaram uma promoção especial. Até 15 de julho, data de encerramento da Copa do Mundo, consumidores que gastarem mais de 50 reais em produtos ou serviços no portal ON Stores poderão ganhar kits de cerveja.
Alshop realiza mais uma edição do Brasilshop Road Show em Brasília
O varejo de shopping e o setor de franquias são os temas do Brasilshop Road Show, evento organizado pela Alshop nas principais capitais do país. Em 21 de junho, o congresso itinerante chega à Brasília, com destaque para a apresentação de grandes marcas franqueadoras e palestras de importantes profissionais do varejo brasileiro.
Água Doce, Megamatte, Casa do Pão de Queijo, Chicken In, Detroit Steak House, Fábrica de Bolo Vó Alzira, Cuor di Crema e Sterna Café são as empresas do ramo alimentício presentes. Seus representantes falarão sobre as oportunidades do mercado e apresentaram modelos de negócios, cases de sucesso e ações usadas para contornar os obstáculos do setor. Petland também terá uma apresentação, abordado o setor de serviços e outras oportunidades reveladas pelo universo de franquias.
Residente em Brasília, o CEO do Brazuca Group, Angelo Whosoever, puxa o time de consultores e profissionais especializados que farão palestras. O tema inicial é o marketing digital e Whosoever apresentará estratégias de comunicação indispensáveis para conquistar e fidelizar os clientes no varejo físico mesmo em tempos de comércio cada dia mais digital.
Especialista em pesquisa de mercado, Márcia Sola abordará as mudanças no perfil de consumo dos brasileiros. Com mais de 25 anos de atuação na área de pesquisa de comportamento de consumo, Márcia mostrará como diversas situações interferem no consumo e apresentará as tendências para os próximos anos.
Pedro Mello, da Reset, apresentará a “disrupção” no varejo e a importância de estar à frente do mercado, tendo a ousadia e a criatividade como partes do DNA de cada marca. Ana Vecchi, consultora do mercado de franquias, mostrará as oportunidades de desafios desse setor que segue em constante crescimento no país.
O Brasilshop Road Show é voltado para investidores e empreendedores. O objetivo do evento é criar interação entre as marcas e aqueles que pretendem investir em um novo negócio – e buscam as melhores oportunidades do mercado. Para participar do evento, basta se inscrever no site. A participação é gratuita.
Credenciamento de imprensa deve ser feito por email: daniela.santos@localhost ou pelo telefone (11) 96013-4424.
Sobre a Alshop
A Alshop nasceu há mais de duas décadas a partir da necessidade de conciliar os interesses dos lojistas com os empreendedores de shopping center. No decorrer dos anos, além desse trabalho, a entidade agregou diversos serviços e produtos ao seu escopo, tendo sempre em vista atender às necessidades dos varejistas. Atualmente, a Alshop conta com 54 mil lojistas de shopping filiados por intermédio das associações, em um universo total de 100 mil* lojistas.
Além da atuação política, a Alshop tem como foco a fomentação e o desenvolvimento do mercado varejistas, responsável pela geração de mais de 1,2 milhões de empregos diretos e pelo recolhimento de centenas de milhões de reais em tributos.
Por isso, desenvolve (e distribui) treinamentos para equipes de vendas; criou o Portal de Franquias, Oportunidades e Negócios, com foco específico nas marcas de franquias; e realiza eventos de diversos portes e finalidades, como o Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, o Congresso Brasilshop e os Road Show, entre outros, sempre com o intuito de gerar bons relacionamentos e novos negócios para os associados e parceiros.
A Alshop:
• Realizou mais de 600 eventos nacionais e internacionais.
• Capacitou mais de 300 mil funcionários do setor.
• Reuniu mais de 7 mil empresários e executivos em seus eventos.
Atendimento Jurídico gratuito na Alshop
A partir da segunda quinzena de junho, o advogado Fred Zürcher, da Gescon, atenderá os associados Alshop gratuitamente. O atendimento será realizado na sede da Alshop, às quintas-feiras, das 14h às 17h. Para ter acesso à consulta sobre documentos, contratos, legislação e outras dúvidas, basta agendar o horário com antecedência. O telefone é (11) 3284-8493 ou pelo e-mail comercial@localhost.
Sergio Zimerman, CEO da Petz, fala sobre a carga tributária brasileira e explica as sugestões apresentadas no Congresso Brasilshop 2018
Homenageado com o prêmio Empresário do Ano, no Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, Sérgio Zimerman foi convidado para o painel de abertura do Congresso Brasilshop 2018. Após a fala do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que abordou questões como Reforma Tributária, Reforma da Previdência e redução de custos, Zimerman falou sobre a carga tributária no Brasil.
Ao contrário de muitos dos empresários presentes, ele afirmou que os tributos brasileiros estão na média mundial; porém, são mal utilizados. E a população pobre é a maior prejudicada pois além de pagar, proporcionalmente, mais taxas do que os mais ricos, também recebe muito menos contrapartidas do Governo.
“Quero dizer que concordo com a análise da esquerda: o povo brasileiro é um povo explorado”, provocou.
Na entrevista a seguir, ele fala sobre tributos, corrupção e eleições presidenciais.
Poderia fazer um resumo da sua apresentação na abertura do Congresso Brasilshop 2018?
Eu estava esclarecendo que o Brasil tem 34% de carga tributária. E, ao contrário do que alguns acham, não é a taxa mais alta do mundo, é exatamente a média do que se tributa no mundo todo. Tem países que tributam 46, 47% enquanto outros tributam 15 ou 20%. O problema não é o tamanho da carga tributária: é a contrapartida que recebemos por ela. O Brasil é, com certeza, o pior país do mundo em contrapartida. Pagamos tudo isso e não temos saúde, educação e nem segurança. Acabamos pagando em duplicidade essas coisas quando usamos.
O segundo problema é a estrutura da carga tributária. No resto do mundo ela é formada, basicamente, 40% na renda e 20% em cima do consumo. Aqui no Brasil é 50% no consumo e 20% na renda. Então, isso provoca uma distorção gigante onde o mais rico paga menos imposto, proporcionalmente, do que o mais pobre. O mundo inteiro tem um sistema progressivo de renda, onde quanto mais rico você é mais você paga imposto. Aqui, quanto mais rico você é menos você paga.
O Brasil não tributa dividendos de empresas quando é distribuído lucro para pessoa física, só aqui e na Estônia que isso acontece. Então, o Brasil tem distorções que favorece muito quem mais ganha. E o maior problema de todos é que esse imposto sobre o consumo está embutido no preço. Nos EUA, quando você vê um produto na vitrine por US$ 100, no caixa você paga US$ 110 – 100 do produto e mais 10 dos impostos.
O que aconteceria se o Brasil adotasse o mesmo sistema dos EUA?
Se o Brasil adotasse o mesmo princípio, teria que ter uma etiqueta de preço de R$ 100 e no caixa você pagaria R$ 200 – 100 do produto e 100 de imposto. E isso provocaria uma guerra civil no país, uma revolução. Hoje, o imposto aparece na nota fiscal, mas ninguém presta atenção.
O grande problema é que quem ganha R$ 1000, R$ 1500 por mês acredita que não paga imposto, porque é isento do imposto de renda. Mas o imposto que ele paga sobre o consumo é brutal.
Então, com todas essas premissas, quero dizer que concordo com a análise da esquerda, que o povo brasileiro é um povo explorado. Aqui existe muita injustiça social e muitas desigualdades. O remédio é que eu discordo, porque o remédio da esquerda é falar contra o empresário, contra o empreendedor, contra o rico e a favor de um Estado mais “grande” e “protetor”. Para mim, o remédio adequado, é: ricos, empresários, empreendedores, assalariados e pobres estão do mesmo lado. O nosso inimigo comum se chama “Estado”. O Estado que é opressor, que massacra todo mundo com uma carga tributária gigante e uma ineficiência naquilo que retribui.
Na medida em que a gente tivesse mais consciência disso, teríamos que exigir Reforma Política, Reforma Tributária, para que a Sociedade carregasse menos o Estado.
O que o senhor pensa sobre a privatização da Petrobrás, mencionada pelo pré-candidato Flávio Rocha no Café da Manhã?
Qualquer coisa que não seja ligada intimamente à Saúde, Educação e Segurança e, assim mesmo, pode ser que existam coisas que mereçam ser privatizadas, o Governo deveria abrir mão. Porque o Governo pode ter agências reguladoras que controlem bem as privatizações, pode ter receitas de impostos extraordinárias em cima das empresas, e deixar isso para a iniciativa privada – que geralmente faz isso melhor e não se torna um antro de corrupção.
Porque aquele slogan “A Petrobrás é Nossa”… o “nosso” é do político de plantão. Veja que o PT, durante 13 anos, usou a Petrobrás para fazer todo tipo de financiamento equivocado que pode se fazer numa sociedade. Aos políticos populistas interessa manter essas grandes empresas nas mãos do Estado para que eles façam uso dela.
O que mudaria na hora do voto se o cidadão brasileiro tivesse consciência de todos os impostos que paga?
Mudaria muita coisa. A primeira coisa é que eles votariam em deputados, senadores, governadores, prefeitos que defendessem um Estado menor, mais eficiente. O que seria a contrapartida mais justa? Educação, saúde e segurança.Educação principalmente em nível básico. Um dos exemplos de como se beneficiam os mais ricos é a educação no Estado de São Paulo, que gasta 30% do que arrecada com educação; só que 20% é para o Ensino Básico, que atente 17 milhões de criança e 10% para o Ensino Superior é para atender 131 mil universitários. Então, se você pegar o gasto por criança x o gasto por universitário evidencia a desproporção. O correto é pegar essa verba do Ensino Superior e aplicar no Ensino Básico, porque isso criaria oportunidades.
Houve uma época em que só não estudava em escola pública quem tinha dificuldade em acompanhar o ensino. Hoje em dia, quem tem dinheiro paga escola particular até o Ensino Médio e faz vestibular para entrar na USP. Já quem estudou em escola pública tem poucas chances de entrar na USP. Meu filho está se preparando para entrar na USP e eu me sinto envergonhado em pensar que, se ele for aprovado, quem vai pagar a formação dele é o povo.
CONFIRA A COBERTURA COMPLETA DO EVENTO
De 11 a 15 de junho a Abrasel – Associação Brasileira de Braes e Restaurantes promove a Semana da Alimentação fora do Lar. É a segunda edição do Encontro Nacional Abrasel, que conta com uma séria de eventos para profissionais e empresários ligados à área. Uma das ações é o Lounge Abrasel na Fispal Food Service; também promove o Fórum Gestão à Mesa e o Louge do Vinho, todos em parceria com a Fispal. O evento tem patrocínio da Ambev, Sodexo, Stone, Souza Cruz e Ibravin.
O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, avalia que a Semana da Alimentação Fora do Lar é um momento ímpar na agena de empreendedores de bares e restaurantes.
“Em uma semana na cidade com a economia mais pujante do país, o empresário pode compartilhar conhecimento e inteligência, acessar as últimas inovações para o setor, fazer bons negócios e estreitar relacionamentos com empresários de todo o País. Há também uma valiosa oportunidade de aproximação com grandes líderes políticos e empresariais na abertura do Encontro Abrasel, em que serão apresentadas as principais pautas desse setor”, afirma.
Feira de alimentação
A 34ª edição da Fispal Food Service, maior feira do setor de alimentação fora do lar realizada na América Latina, acontecerá entre os dias 12 a 15 de junho, no Expo Center Norte. No local, estarão reunidos cerca de 400 expositores que apresentarão soluções, lançamentos e inovações para restaurantes, pizzarias, lanchonetes, bares, hotéis, distribuidores, sorveterias, cafeteria profissional e demais estabelecimentos do mercado de food service. As novidades desta edição são: o exclusivo espaço Alimentos e Bebidas, que vai ligar empresas fornecedoras de produtos regionais, laticínios, cafés gourmets e especiais, chocolates, entre outros; e o Lounge do Vinho apresentando vinhos nacionais e internacionais.
Segundo Clélia Iwaki, diretora da Informa Exhibitions, empresa organizadora do evento, a partir deste ano os participantes só terão direito à entrada gratuita se realizarem o cadastro previamente. “Mudamos a forma de credenciamento das feiras do setor de food service para qualificar ainda mais o público e agilizar o acesso ao pavilhão, evitando a formação de longas filas. Por isso é muito importante acessar o website da Fispal Food Service (www.fispalfoodservice.com.br) para garantir a sua participação sem nenhum custo”, comenta.
A feira é restrita a profissionais dos setores e o ingresso sem o credenciamento para o complexo de feiras Fispal Food Service, Fispal Café e Fispal Sorvetes custará R$ 50 no local.

