Depois de os franceses Casino e Carrefour e o chileno Cencosud explorarem com fusões e aquisições o varejo interno, chega a vez de a americana HEB, dona de atualmente 300 lojas nos EUA, se interessar pelo País. A marca parece seguir os passos do também concorrente Walmart e reforça a internacionalização no comércio varejista, seja de supermercados, seja automotivo ou do ramo de shopping centers, cujas líderes são dominadas por capital estrangeiro, está apenas começando, devido ao aumento da renda do brasileiro.
No caso do Magazine Luiza, a expectativa também é de entrada de estrangeiros, já que ontem foi o último dia de oferta de ações. “Para investidores estrangeiros, o Brasil tornou-se o local com uma das rentabilidades mais altas, e o casamento é recíproco. As empresas aqui notaram uma forma segura de captação de recursos”, diz o professor do MBA Empresarial da Faap, Mário Pascarelli Fo.

