Pátio Paulista sorteia joias em promoção de primavera

~

Em parceria com a joalheria The Graces, Shopping dá continuidade à estratégia de promoções fora do calendário oficial do varejo.

Dando continuidade à sua estratégia promocional focada em vendas, o Shopping Pátio Paulista lança no próximo dia 25 a promoção de Primavera “Flores que encantam”. Em parceria com a joalheria The Graces, serão sorteados um par de brincos e um anel em ouro amarelo 18k, com pedras brasileiras, no dia 24 de setembro, às 12h. Cada R$ 300 em compras nas lojas participantes dá direito a um cupom para concorrer ao prêmio.

Para a Young Kim, diretor da The Graces, que está no empreendimento há 25 anos, essa é a hora de somar forças e uma excelente oportunidade para se destacar, aproveitando o novo momento da marca no Shopping, que acaba de inaugurar seu novo conceito de loja, em nova localização.

Essa é a terceira promoção fora do calendário oficial do varejo, feita em parceria com lojistas. No mês da mulher, com a Maxior Joias, foram sorteados um par de brincos e um anel com diamantes, nos meses de junho e julho, em parceria com a Pandora, foram sorteadas três pulseiras e uma festa com a presença da atriz Larissa Manoela e, de acordo com a gerente de marketing do Shopping, Cláudia Lima, até o final do ano, o público e os lojistas ainda podem esperar mais ações promocionais.

Segundo Cláudia, a estratégia agressiva adotada no ano faz parte da divulgação da expansão do empreendimento, inaugurada em outubro, que ampliou em 50% a área de lojas, com diversas novas operações, inclusive, marcas inéditas, como a rede de cosméticos italiana Kiko Milano, o restaurante tailandês Wok Paradise, além da chegada do Empório Gourmet Varanda, uma academia e outras novidades que estão por vir.

Mercado revisou expectativas para taxa de juros e crescimento do PIB neste ano

~

O mercado revisou para cima suas projeções para o crescimento do PIB e para baixo a mediana das expectativas em relação à taxa de juros neste ano, segundo as estimativas coletadas até o dia 25 de agosto e divulgadas há pouco pelo Relatório Focus do Banco Central. A mediana das projeções para o crescimento do PIB passou de 0,34% para 0,39% neste ano e permaneceu em 2,00% para o ano que vem. Já a mediana da taxa Selic caiu de 7,50% para 7,25% para o final de 2017 e ficou em 7,50% no final de 2018. As expectativas para o IPCA de 2017 foram ajustadas para baixo, de uma alta de 3,51% para outra de 3,45%, e permaneceram em 4,20% para 2018. Por fim, a mediana das expectativas para a taxa de câmbio se manteve em R$/US$ 3,23 para o final deste ano e passou de R$/US$ 3,39 para R$/US$ 3,38 para o final de 2018.

4 preocupações do varejo físico na era do e-commerce

~

Além do foco na experiência do consumidor e integração entre canais, PDVs precisam começar a ler seu comprador para gerar dados

Segundo estimativa da Ebit, o e-commerce brasileiro deve crescer até 15% e faturar perto de R$ 50 bilhões em 2017. Mesmo que em uma avaliação do varejo nacional as vendas pela internet estejam longe de representar 10% do total movimentado, é impossível negar que o comércio virtual mudou em definitivo a forma como se compra e vende mercadorias hoje em dia – e vai mudar ainda mais no futuro.

Esta é a avaliação de Claudio Correra, sócio-fundador da MPP Marketing, consultoria de inovação em negócios com 30 anos de experiência. Nunca foi tão urgente analisar o comportamento do consumidor e investir para que ele tenha uma experiência agradável. Na maior parte dos casos, ele poderia comprar pela internet, então, se decidiu sair de casa, é obrigação da marca garantir que seja inesquecível”, diz o especialista, que enumera quatro preocupações-chave para o varejo físico se manter relevante na era do e-commerce:

1 – Ler o consumidor

É essencial trazer para o comércio tradicional a facilidade com que o mundo on-line conversa com a indústria e gera informações que permitem aprimorar produtos. “O e-commerce tem acesso direto aos dados de consumo dos clientes. A tendência é que as lojas físicas comecem a fazer isso também, com dispositivos que fazem o foot tracking e permitem entender e analisar o caminho que os consumidores fazem dentro de uma loja”, explica Correra, que completa: “Num futuro próximo, os PDVs farão sugestões de produtos para seus clientes de maneira semelhante à que a internet mostra anúncios segmentados. Para isso, também serão utilizadas etiquetas RFID, espelhos inteligentes, apps sincronizados, cadastro universal, entre outras estratégias”.

2 – Experiência é mais que consumo

Experiências relevantes são o futuro do varejo físico. Nesse contexto, lojas segmentadas se tornam hubs de encontro para consumidores de determinados nichos, pop-up stores oferecem coleções exclusivas e experimentação de produtos, e shoppings podem ser reconfigurados para acentuar ainda mais o seu atrativo como destino de lazer, com o comércio como complemento.

3 – Integração entre canais

Todos os canais de venda precisam estar conectados e complementarem um ao outro, com a possibilidade de trocas nas unidades físicas de compras feitas no e-commerce, por exemplo, ou a implementação de conceitos como “click and collect” e “pick-up in store”, que permitem recolher na loja uma mercadoria adquirida na internet.

4 – Tecnologia é só um suporte

Varejistas bem-sucedidos usam a tecnologia para potencializar o elemento humano central do varejo, e não substituí-lo. Inovações devem ajudar os vendedores e gerentes no dia a dia, mas o essencial é ter apenas o suficiente para incentivar os clientes a olharem, tocarem, experimentarem e comprarem mais. “A tecnologia deve ser um facilitador e nunca uma distração da experiência da loja física”, explica o sócio da MPP.

Orquestra Sinfônica celera os 10 anos do Bangu Shopping

~

Apresentação terá regência do maestro Isaac Karabtchevsky

A Série Aliansce, ação promovida pela Aliansce Shopping Centers em parceria com a Orquestra Petrobras Sinfônica, realiza uma edição especial no próximo dia 17 de setembro para celebrar os 10 anos do Bangu Shopping. O concerto acontece no Theatro Bangu, espaço com quase 600 lugares e concebido em padrão premium inédito na região. A comemoração será marcada ainda pela regência do maestro Isaac Karabtchevsky, que se apresenta pela primeira vez em Bangu.

Em sua 4ª edição, a série já levou música clássica gratuita para mais de 8 mil pessoas. A Série Aliansce segue até novembro com mais cinco apresentações em shoppings do Rio de Janeiro, Maceió e, pela primeira vez, chega a Feira de Santana. Com programação renovada, o repertório inclui os clássicos “Bachianas brasileiras nº 9” e “Sonata-fantasia nº 1 ‘Désespérance’ para violino e piano”, de Heitor Villa-Lobos, que completaria 130 anos em 2017.

Para Isaac Karabtchevsky, a ação é uma maneira de expandir os horizontes e levar a música clássica para fora das casas de concerto, fazendo parte do dia a dia da população. “É um prazer mais uma vez participar da Série Aliansce e aproximar novos públicos da música de concerto”, afirma.

Renato Rique, presidente da Aliansce, lembra que o shopping é um espaço democrático e a parceria com a Orquestra Petrobras Sinfônica possibilita que o público tenha acesso à música clássica da melhor qualidade. “Acreditamos que os investimentos em cultura devem ser perenes. É sempre gratificante tornar nossos shoppings palcos de celebração da cultura brasileira”, pontua.

Programação Série Aliansce:

Datas Maestro Isaac Karabtchevsky

17 de setembro –11h – Bangu Shopping (RJ)

23 de setembro –19h – Parque Shopping Maceió (AL)

10 de novembro –19h – Boulevard Shopping Feira de Santana (BA)

Datas Maestro Sammy Fuks (Rio de Janeiro)

03 de setembro –17h – Caxias Shopping (RJ)

10 de setembro –17h – Carioca Shopping (RJ)

Exclusão do ICMS da base de cálculo do IRPJ e CSLL

~

O Plenário do STF, no julgamento do Recurso Extraordinário 574.706, com repercussão geral reconhecida, entendeu que o valor arrecadado a título de ICMS não se incorpora ao patrimônio do contribuinte, representando apenas ingresso de caixa ou trânsito contábil a ser totalmente repassado ao fisco estadual.

Trata-se do histórico julgamento que excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS!

A partir desse precedente, várias teses semelhantes ganharam força no judiciário. Em nosso blog, abordamos o assunto em alguns artigos, sendo destaque a exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS.

  • OPORTUNIDADE PARA EMPRESAS NO LUCRO PRESUMIDO

A exemplo do precedente citado, entendemos que o ICMS não deve compor a base de cálculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), quando a Empresa for tributada pelo regime do Lucro Presumido.

Neste regime a base de cálculo, tanto do IRPJ quanto da CSLL, é a receita bruta, entendida como “receita proveniente de toda a atividade ou objeto principal da pessoa jurídica, o produto na venda de bens, nas operações de conta própria, o preço da prestação de serviços em geral, bem como o resultado auferido nas operações de conta alheia”, nos termos da Lei 12.973/2014.

Ocorre que o entendimento que restou firmado é que o ICMS é repassado integralmente aos Estados e ao Distrito Federal, não havendo ingresso financeiro em favor do contribuinte. Por não compor o patrimônio da empresa, não poderia servir de base de cálculo para impostos que incidem sobre a receita bruta.

Portanto, os valores de ICMS, recolhidos, não compõem o conceito de receita e devem ser excluídos da base de cálculo do IRPJ e CSLL.

PETZ INAUGURA LOJA NO CENTER NORTE

~

A marca atuará no Shopping como um centro de estética para pets e seu mix de produtos será especialmente voltado para cães e gatos

A Petz, uma das maiores redes de pet shop do Brasil, inaugura hoje, no Shopping Center Norte, em São Paulo, a sua 57ª loja. Trata-se de um modelo de negócio customizado para atender às necessidades imediatas de tutores de cães e gatos.

Alinhada à estratégia da marca, cujo objetivo é ser a maior rede de pet shops da América Latina e figurar entre as 5 maiores operações mundiais até 2020, a loja atuará principalmente como um centro de estética para os pets e o mix de produtos será especialmente voltado para cães e gatos. Também haverá um espaço reservado para vendas de filhotes.

Com 57 unidades distribuídas em todo o Brasil, a Petz possui uma linha de produtos de alta qualidade, composta por alimentos, itens de farmácia, higiene e beleza, e acessórios, reunindo as maiores marcas para oferecer o que há de melhor no mercado pet.

A Petz é uma marca do segmento de pet shop já consolidada no Brasil e para nós é uma grande satisfação recebê-los em nosso empreendimento. A inauguração reforça ainda mais o nosso compromisso com os consumidores em oferecer novidades e experiências positivas”, afirma Ricardo Afonso, diretor superintendente do shopping.

BOM DIA ALSHOP ABORDA FONTES DE FINANCIAMENTO

~

A Alshop realizou hoje, 24, a primeira edição do Bom Dia Alshop. O evento surgiu da necessidade dos associados em solucionarem dúvidas sobre diversos processos e metodologias internas e mostra, mais uma vez, o compromisso da Entidade em dar suporte aos filiados. Nessa primeira edição, foram abordadas as linhas de crédito e financiamento disponíveis nos mercados, com os prós e contras de cada uma das opções.

Quem abordou o tema foi Walter Batista, Diretor da Prime Franquias e negócios, profissional com mais de 30 anos de atuação no setor financeiro, com passagens pelo Banco do Brasil e Bradesco e vasta experiência no setor de Franquias. “Esse tipo de evento é muito importante e demonstra a preocupação da Diretoria da Alshop em buscar soluções para facilitar o fortalecimento e a expansão das redes”, diz.

Batista apresentou, para uma plateia de mais de 30 empresários do varejo, franquias e empresas fornecedoras, as opções de linhas de crédito, apontando prós e contras de cada uma delas. “Além de optar pelo melhor, o empresário ou executivo ganha poder de barganha para negociar com bancos e com outras instituições financeiras”, defende o consultor.

“Esse encontro foi bem interessante e trouxe insights”, acredita Roberta Gomez, da Inglês S.A. Ela conta que não estava buscando uma linha de crédito, pois busca expansão por franquias. Porém, após a palestra, passou a considerar a possibilidade de abrir mais algumas operações próprias. “Também pudemos sanar dúvidas que aparecem no dia a dia e não temos com quem conversar. O empreendedor tem vida solitária e esse tipo de evento nos permite ter contato com outros e compartilhar desafios e dificuldades que todos enfrentamos”, resume.

BNDES, Fintechs e Desenvolve SP

O especialista dissecou a atuação do BNDES em relação ao pequeno e micro empresários e informou que as liberações para esse nicho de marcado saltaram de 27% em 2015 para 40% do total praticado em 2017. Baseado nessa abertura, Batista sugeriu aos participantes fazerem uma simulação de liberação de crédito no canal online, o Canal de Desenvolvimento MPME. Segundo ele, ao indicar a necessidade no cadastro online, o empreendedor recebe, quase automaticamente, as linhas de créditos mais indicadas para ele. O usuário também pode relacionar um ou mais bancos para avaliarem sua solicitação e recebe a resposta em até cinco dias.

Um dos destaques da palestra de Batista foi a apresentação das Fintechs, sua metodologia e todos os benefícios que elas podem oferecer, com soluções mais personalizadas e assertivas que os bancos tradicionais.

Batista solucionou as dúvidas levantadas pelos participantes, inclusive em relação ao Desenvolve SP: explicou que o órgão “recebe muitas demandas de solicitação de crédito porém, além de serem mais burocráticos na análise de dados também privilegiam projetos de inovação e aquelas com foco em tecnologia”, situações que não atendem à maior parte do varejo.

Informação e relacionamento

O Bom Dia Alshop é, também, um espaço para relacionamento. Antes da palestra, os participantes puderam degustar o café da manhã e fazer contatos. “O horário do evento foi muito bem escolhido, a palestra foi interessante porque o Walter Batista é um profissional experimentado e pudemos fazer um bom relacionamento corporativo com todos os presentes”, declara Carlos Magno, da Gescon.

“O evento foi bastante interativo, com todos fazendo perguntas e recebendo respostas claras imediatamente. Foi bem dinâmico”, descreve Paula Loewenstein, da GrandVision by Fototica.

Uggo Angioletti, Imaginarium, afirmou já estar a par do conteúdo compartilhado, porém avaliou o evento como positivo por “mostrar que a Alshop pode ser esse ponto de interseção que irá nos ajudar a superar a burocracia que envolve esses processos de crédito. Essa iniciativa irá impactar o mercado e trazer uma boa dinâmica para o setor”, acredita ele, que sugeriu que os próximos encontros tragam “ideias de inovação e tecnologia para o ponto de venda”, pondera.

“Iniciamos mais uma etapa de eventos criados para integrar o setor varejista e encontrar soluções para os problemas cotidianos. Uma vez por mês, o Bom Dia Alshop reunirá empresários, autoridades e especialistas em diversas áreas em busca de novas ideias, oportunidades e resoluções para todo o setor”, avalia o Diretor de Internacionalização e Franquias da Alshop, Ricardo Camargo.

Acesse a “Cartilha Financeira – Fontes de Financiamento” disponibilizada por Batista. Confira a galeria de fotos em nossa página no Facebook.

O Bom Dia Alshop será realizado uma vez por mês, das 8h30 às 11h. A próxima edição acontece em 21 de setembro e abordará as IPO com apresentação da consultora Ana Vecchi, da Vecchi Ancona.

Financiamentos da Desenvolve SP crescem 20% no 1º semestre

~

Bom resultado foi puxado pelo crédito para capital de giro para pequenas empresas e investimentos em inovação

A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista desembolsou R$ 168,5 milhões em financiamentos para pequenas e médias empresas e prefeituras paulistas no primeiro semestre de 2017, alta de 20% em comparação ao mesmo período de 2016. De acordo com o balanço, o aumento foi puxado principalmente pelos investimentos dos setores da indústria e serviços. Tanto os desembolsos para projetos de investimento como para capital de giro também registram alta.

Desempenho Setorial

A indústria foi responsável por tomar 49% dos R$ 168,5 milhões desembolsados pela Agência¬ neste primeiro semestre. Foram R$ 83 milhões investidos pelo setor entre janeiro e junho deste ano ante R$ 39,7 em igual período em 2016. A participação do setor de serviços no montante geral cresceu 10 pontos percentuais e chegou a 35% do total financiado, com R$ 69,4 milhões. Os setores do comércio e agronegócio, que também registraram aumento, demandaram 6% e 1% dos financiamentos, respectivamente. Os 9% restantes foram desembolsados para o setor público.

Porte x Tipo de Investimento

Para incentivar a economia, as agências de desenvolvimento, diferente dos bancos de varejo, oferecem juros mais baixos e prazos mais longos, facilitando o acesso das pequenas e médias empresas ao crédito sustentável. No primeiro semestre de 2017, 93,5% dos financiamentos realizados pela Desenvolve SP foram demandados pelos negócios de pequeno e médio porte.

A maior parte dos recursos foi destinada ao investimento fixo, como a implantação, expansão e a modernização de empresas. Esse tipo de investimento registrou alta de 12%, saltando de R$ 112,8 milhões em 2016 para R$ 126,7 milhões em 2017. Nas operações de capital de giro, o aumento foi de 54%, chegando a R$ 41,8 milhões desembolsados nesse primeiro semestre contra R$ 27,2 milhões de 2016.

“Ficamos otimistas com resultados alcançados no primeiro semestre de 2017. Crescemos mais que o mercado de crédito como um todo e temos perspectiva positiva para o segundo semestre”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. “O Crédito Digital, de capital de giro, e os financiamentos para inovação foram os que mais tiveram destaque, temos confiança que vamos fechar este ano melhor que o ano passado”, acrescenta.

Inovação

Outro destaque foram os financiamentos para inovação. A Desenvolve SP, única agência de fomento do País a oferecer seis linhas de crédito voltadas ao tema, desembolsou R$ 20,5 milhões para projetos inovadores (disruptivos e incrementais), valor 22% superior aos R$ 16,7 milhões registrados em igual período de 2016.

“Além do momento econômico, que exige das empresas a inovação para que se mantenham no mercado, os esforços e estratégias da Desenvolve SP para incentivar uma economia cada vez mais inovadora refletiram diretamente no aumento dos desembolsos e na qualidade dos projetos inovadores que estão sendo financiados em todo o Estado de São Paulo”, diz Santos.

Regiões que mais investem

No ranking das regiões que mais investiram ao longo do primeiro semestre figuram a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), a Região Metropolitana de Campinas (RMC), a região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, e a Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), nesta ordem. Juntas, elas totalizaram R$ 95,7 milhões em investimentos por meio de suas pequenas e médias empresas, ou seja, 57% dos investimentos realizados em todo o estado durante o período.

Financiamentos da Desenvolve SP crescem 20% no 1º semestre

~

Bom resultado foi puxado pelo crédito para capital de giro para pequenas empresas e investimentos em inovação

A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista desembolsou R$ 168,5 milhões em financiamentos para pequenas e médias empresas e prefeituras paulistas no primeiro semestre de 2017, alta de 20% em comparação ao mesmo período de 2016. De acordo com o balanço, o aumento foi puxado principalmente pelos investimentos dos setores da indústria e serviços. Tanto os desembolsos para projetos de investimento como para capital de giro também registram alta.

Desempenho Setorial

A indústria foi responsável por tomar 49% dos R$ 168,5 milhões desembolsados pela Agência¬ neste primeiro semestre. Foram R$ 83 milhões investidos pelo setor entre janeiro e junho deste ano ante R$ 39,7 em igual período em 2016. A participação do setor de serviços no montante geral cresceu 10 pontos percentuais e chegou a 35% do total financiado, com R$ 69,4 milhões. Os setores do comércio e agronegócio, que também registraram aumento, demandaram 6% e 1% dos financiamentos, respectivamente. Os 9% restantes foram desembolsados para o setor público.

Porte x Tipo de Investimento

Para incentivar a economia, as agências de desenvolvimento, diferente dos bancos de varejo, oferecem juros mais baixos e prazos mais longos, facilitando o acesso das pequenas e médias empresas ao crédito sustentável. No primeiro semestre de 2017, 93,5% dos financiamentos realizados pela Desenvolve SP foram demandados pelos negócios de pequeno e médio porte.

A maior parte dos recursos foi destinada ao investimento fixo, como a implantação, expansão e a modernização de empresas. Esse tipo de investimento registrou alta de 12%, saltando de R$ 112,8 milhões em 2016 para R$ 126,7 milhões em 2017. Nas operações de capital de giro, o aumento foi de 54%, chegando a R$ 41,8 milhões desembolsados nesse primeiro semestre contra R$ 27,2 milhões de 2016.

“Ficamos otimistas com resultados alcançados no primeiro semestre de 2017. Crescemos mais que o mercado de crédito como um todo e temos perspectiva positiva para o segundo semestre”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. “O Crédito Digital, de capital de giro, e os financiamentos para inovação foram os que mais tiveram destaque, temos confiança que vamos fechar este ano melhor que o ano passado”, acrescenta.

Inovação

Outro destaque foram os financiamentos para inovação. A Desenvolve SP, única agência de fomento do País a oferecer seis linhas de crédito voltadas ao tema, desembolsou R$ 20,5 milhões para projetos inovadores (disruptivos e incrementais), valor 22% superior aos R$ 16,7 milhões registrados em igual período de 2016.

“Além do momento econômico, que exige das empresas a inovação para que se mantenham no mercado, os esforços e estratégias da Desenvolve SP para incentivar uma economia cada vez mais inovadora refletiram diretamente no aumento dos desembolsos e na qualidade dos projetos inovadores que estão sendo financiados em todo o Estado de São Paulo”, diz Santos.

Regiões que mais investem

No ranking das regiões que mais investiram ao longo do primeiro semestre figuram a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), a Região Metropolitana de Campinas (RMC), a região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, e a Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), nesta ordem. Juntas, elas totalizaram R$ 95,7 milhões em investimentos por meio de suas pequenas e médias empresas, ou seja, 57% dos investimentos realizados em todo o estado durante o período.