Fornecimento de produtos da Páscoa deve crescer

Neste ano, a Cooperativa de Consumo (Coop) prevê crescimento entre 10% e 16% no fornecimento de produtos relacionados à Páscoa em comparação ao mesmo período de 2009.

Segundo Valdomiro Sanches Bardini, gerente geral de operações da Coop, serão 85 toneladas de ovos de chocolate e somente de marca própria Coop Plus, fabricados pela Cacau Show, estão previstas 85 mil unidades nas versões de 160 gramas e 80 gramas ao leite.

O maior diferencial dos ovos de marca própria é o preço, que é mais acessível que os similares da mesma categoria.

A Coop também disponibilizará em suas gôndolas o bolo pascal da fabricação própria Delícias da Coop, oferecido nas versões gotas de chocolate e frutas cristalizadas e uva passa, embalado em caixa de 500 gramas e com preço menor em relação aos seus concorrentes.

Para este ano, a Coop deverá produzir 22 toneladas, correspondendo a um crescimento de 20% no volume.

Quanto ao bacalhau, serão 50 toneladas, volume 16% maior que o ano anterior, e outras 50 toneladas de pescados congelados.

Na Coop estarão disponíveis cinco tipos diferentes de peixes sal­gados secos – Gadus morhua (Cod), Gadus ma­crocephalus, Saithe, Ling e Zarbo.

Graças à parceria com a Rede Brasil de Supermercados (RBSM), o cooperado terá também neste ano mais opções de produtos importados, como azeite extra-virgem, de diversos países, massas de trigo grano duro, tomate pelado, passata de tomate e vinhos importados.

No período de 19 de fevereiro a 4 de abril, os ovos de chocolate, bacalhau, azeite, vinho, bolo pascal e bombons poderão ser pagos com o cartão Coop Fácil (Private Label em parceria com o Banco Bradesco) em seis vezes sem juros ou em quatro vezes nos demais cartões de crédito.

TeleCheque prevê queda do risco das operações de crédito no varejo em 2010

O início do ano já mostra sinais que o primeiro semestre terá indicadores bem favoráveis para o varejo.

Prova disso foi a queda da inadimplência no mês de janeiro e, consequentemente, o crescimento dos cheques honrados no país.

De acordo com a TeleCheque, empresa especializada em verificação de crédito em compras com cheques, do total de cheques emitidos neste mês, 97,22% foram honrados, um crescimento de 0,56% frente o mesmo período do ano anterior.

Os índices de inadimplência nos anos anteriores estavam em patamares bem acima do atual, com 4,91% (jan/08) e 3,32% (jan/09), refletindo em um mercado inseguro para ampliação do crédito e realização de ações para alavancar as vendas.

“O perfil de consumo nacional passou por uma evolução comportamental, ou seja, temos consumidores mais adimplentes e conscientes no ato da compra.

Com isso, o varejo está mais confiante e os comerciantes vão aproveitar este ano para investir no crescimento de seus negócios e ampliação do crédito”, explica José Antônio Praxedes Neto, vice-presidente da TeleCheque.

Nesse sentido, as regiões Sudeste e Centro-Oeste, que registraram índices de cheques honrados acima da média nacional, 97,60% e 97,50% respectivamente, sentiram mais o impacto do novo perfil de consumo.

“Essas regiões têm um grande potencial e esse é o momento dos varejistas aproveitarem.

Estamos com a economia estável, cheia de perspectivas positivas e, mais do que isso, temos um consumidor maduro quanto a sua capacidade de endividamento, mantendo suas linhas de crédito abertas no mercado”, detalha o vice-presidente.

Por outro lado, o índice de cheques honrados sofreu queda de 1,01% quando comparado com dezembro de 2009 (98,21%).

“Esse declínio é normal, pois reflete a sazonalidade do Natal”, resume.

No ranking por Estado, a liderança ficou com os consumidores de Sergipe (98,33%) que saltaram da décima sétima colocação para o topo da lista, um crescimento equivalente a 0,81%.

Na sequência estão Espírito Santo (98,08%), Minas Gerais (97,93%), São Paulo Interior (97,85%), Pernambuco (97,81%) e Goiás (97,63%).

Vale ressaltar que os critérios de pesquisa da TeleCheque levam em conta os valores em reais das transações com cheques – e não a quantidade de folhas de cheques emitidas – metodologia considerada mais adequada à realidade e às necessidades do varejo.

Fran?s Café acompanha crescimento do setor de franquias

O setor de franquias é um dos que mais cresce no país.

Nos últimos três anos, segundo a Associação Brasileira de Franchising, cresceu cerca de 50%.

Para 2010, a expectativa é de um aumento de 15% no faturamento, passando de R$ 63 bilhões para R$ 72,5 bilhões.

Prova desse crescimento são os números do Fran?s Café.

Demonstrando ótimo desempenho no setor, o Fran?s Café conseguiu atingir todas as metas traçadas para o ano de 2009.

Os saldos são positivos, mesmo em meio à turbulências do mercado, o Fran?s Café se consolida como umas das melhores opções para aqueles que desejam ter seu próprio negócio.

A cafeicultura tornou-se um dos melhores setores na área para investimento, pois durante a crise econômica o produto apresentou um aumento de 3,21% no consumo interno em 2008, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

Em 2007, foram comercializadas 17,45 milhões de sacas, contra as 16,87 milhões do ano anterior.

O Fran?s é exemplo desse crescimento.

Em 2009 abriu mais de 20 lojas em diversas cidades do país, e para 2010 já têm em vista novas inaugurações.

De acordo com Henrique Ribeiro, sócio-diretor da rede, ?mesmo com as incertezas econômicas obtivemos faturamento de R$ 40 milhões em 2008, um crescimento de 19% sobre 2007.

Em 2009 o resultado também apresenta números muito positivo?.

A rede está entre as maiores no segmento de Cafeterias, no setor de franchising, sendo uma ótima opção para quem deseja ter um negócio próprio, mas não tem muita experiência na área, uma vez que oferece todo o suporte e consultoria a seus investidores, desde a escolha do ponto até a padronização e administração da loja.

A previsão de retorno do investimento inicial nas lojas Fran?s Café é de 12 a 36 meses.

Griletto chega à Zona Norte da Capital Paulista

O Griletto, rede de restaurantes especializada em grelhados e parmegianas, abriu ontem (12/02) mais uma unidade na capital paulista, desta vez no Shopping D.

Conhecido em boa parte dos principais shopping centers do interior paulista, o Griletto conquista agora os consumidores da capital e Grande São Paulo.

Unindo variedade e a qualidade do cardápio com preços atraentes, a rede se tornou um sucesso entre os freqüentadores de praças de alimentação.

Outras 11 inaugurações já estão confirmadas para os próximos meses e a expectativa é avançar e manter o ritmo de crescimento alcançado em 2009.

A meta para 2010 é atingir 50 unidades entre próprias e franqueadas.

Entre as regiões que terão destaque estão os Estados do Paraná e Minas Gerais, além de São Paulo.

Lula adia decisão sobre Plano Nacional de Banda Larga

Em encontro realizado na tarde desta quarta-feira (10/02), o presidente ouviu as propostas dos ministros e solicitou mais tempo para analisar o caso.

Depois de duas horas reunido com ministros e técnicos do governo federal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu mais estudos antes de definir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Durante o encontro no gabinete provisório da Presidência da República no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, foram apresentados vários cenários para implantação do PNBL no País.

Os trabalhos foram coordenados pelo assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, e a secretária da Casa Civil, Erenice Guerra.

O presidente Lula gostou do que viu, mas segundo o Blog do Planalto decidiu dar mais tempo para que os ministérios e órgãos envolvidos possam discutir melhor as propostas para o programa, que terá a missão de massificar a banda larga no Brasil.

A equipe deve apresentar novas propostas em uma reunião agendada para março.

?O trabalho foi muito bem feito, mas como ele é complexo, obviamente vai precisar de um tempo para que os ministérios e a Anatel possam discuti-lo?, afirmou o presidente ao Blog do Planalto.

Segundo informação publicada em seu Twitter, logo após a reunião, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que os debates continuam.

“Estamos de acordo sobre a estrutura geral e objetivos.

” Participaram do encontro de hoje 11 ministros e mais representantes Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Advocacia Geral da União.

BB, Bradesco e Santander vão partilhar caixas eletrônicos

Depois de mais de dez anos de discussões, alguns dos principais bancos brasileiros –Banco do Brasil, Bradesco e Santander– decidiram, finalmente, compartilhar a rede de caixas eletrônicos existente no país, informa Toni Sciarretta na edição de hoje da Folha.

O anúncio do que os bancos chamam de “estudos preliminares” neste sentido começou a ser feito ontem (10/02) em São Paulo.

No primeiro momento, serão partilhados os caixas que estão fora das agências.

Entre as grandes instituições financeiras, só ficou fora o Itaú Unibanco, o maior banco privado brasileiro e que, segundo fontes do mercado, era o que mais resistia à proposta.

O Bradesco tem 30.657 terminais de autoatendimento.

Já o Santander tem cerca de 7,6 mil, e o Banco Real (comprado pelo Santander), 11 mil.

O Banco do Brasil tem 40 mil caixas eletrônicos.

O Brasil é um dos poucos países em que os caixas eletrônicos não são universais.

Isso porque os bancos viam na abrangência da rede eletrônica de atendimento um ativo importante para se diferenciar das instituições de menor porte e alcance geográfico.

As discussões evoluíram bastante nos últimos meses com a iniciativa do governo de apertar a regulação junto às empresas de cartões de crédito, cujo mercado é ainda dominado por Cielo (antiga VisaNet) e Redecard, empresas que tinham exclusividade, respectivamente, das bandeiras Visa e MasterCard.

A exclusividade da MasterCard com a Redecard terminou no ano passado e a da Cielo com a Visa acabará neste ano.

Coca-Cola Brasil lança Leão Ice Tea

A Coca-Cola Brasil amplia ainda mais o seu portfólio de bebidas ao lançar, com a marca Leão, uma linha de chás prontos para beber.

Leão Ice Tea chega aos mercados nos próximos dias nos sabores limão e pêssego e nas versões regular e zero açúcar.

A nova bebida, que equilibra os sabores do chá preto e das frutas, chega sob a chancela e a qualidade da marca Leão, maior conhecedora de chás do Brasil desde 1901.

A Coca-Cola Brasil já atuava no segmento de chás prontos para beber com Nestea, uma marca Nestlé licenciada para a BPW (Beverage Partners Worldwide).

Em 2009, o CADE aprovou a compra da Leão pela Coca-Cola Brasil, com a condição de que esta deixasse de comercializar o chá Nestea.

Para celebrar a introdução da Leão no grupo Coca-Cola Brasil e ocupar o espaço deixado por Nestea, a empresa optou por lançar um produto completamente novo: o Leão Ice Tea, com novas fórmula e identidade visual.

?A chegada da Leão no grupo Coca-Cola Brasil trouxe novas perspectivas.

A Leão é líder absoluta no mercado de chás seco e prontos para beber, com a marca Matte Leão.

Sendo a empresa que mais entende de chás no país, desde 1901, traz toda sua experiência do mercado de chás gelados e agrega em tradição, confiança e qualidade de produto.

Agora que a Leão faz parte do grupo Coca-Cola Brasil, não poderia haver melhor opção de atuação neste mercado, senão com o respaldo da marca Leão?, diz Renato Fukuhara, diretor de marketing da Leão Junior.

O Brasil é um dos mercados com maior potencial de crescimento de chás prontos para beber no mundo.

De acordo com o Instituto AC Nielsen, em 2009 foram consumidos 60 milhões de litros, no País.

O mercado de chás prontos para consumo cresceu 5,1% entre 2004 e 2009.

Apesar do crescimento constante, os números deste mercado, inclusive o consumo per capita, ainda são modestos se comparados aos de países onde a categoria existe há mais tempo, como os Estados Unidos, por exemplo.

?Enquanto em alguns países este mercado já está bastante estabelecido, no Brasil ainda estamos engatinhando.

Para muitos brasileiros, os chás prontos para beber ainda são uma descoberta recente.

O Leão Ice Tea vem ao encontro dos desejos dos consumidores, que podem usufruir de uma bebida deliciosamente leve e refrescante?, explica Fukuhara.

Leão Ice Tea pode ser encontrado nos principais pontos de venda do país, nas versões lata, de 340 ml, e PET, de 1,5 litro.

As demais marcas da Leão, como Matte Leão, Chá Leão, Green Tea e Leão Guaraná Power, continuam sendo fabricadas e distribuídas pela empresa, de forma independente.

Vivo contrata 2,1 mil colaboradores para ampliar qualidade no atendimento de lojas próprias

Em continuidade ao processo iniciado em setembro do ano passado, que incorporou 2,5 mil profissionais para atuar nos pontos de venda dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sendo 247 contratações somente neste estado.

A Vivo anuncia a segunda etapa do projeto, integrando 2,1 mil profissionais de lojas próprias em seu time de funcionários efetivos.

Desta vez, as contratações abrangem os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Acre, Rondônia, Roraima, Maranhão, Amazonas, Pará e Amapá.

Com isso, o efetivo de colaboradores diretos da operadora sobe para 12,6 mil.

O objetivo, com a ação, é fazer com que a qualidade no relacionamento com o cliente seja cada vez mais um diferencial competitivo, reforçando o atendimento de mais 130 lojas próprias.

Empresa brasileira é a que mais vigia uso de mídia social

As empresas brasileiras são as que exercem mais controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho, segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos, com 34 mil empregadores de 35 países.

De acordo com o estudo, 55% das companhias no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global.

A pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor que no Brasil.

As Américas apresentam uma média de 29% de instituições dizendo controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25% e Estados Unidos, 24%.

Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Singapura, 14% e Índia 11%.

Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%.

Na Polônia, apenas 1% das empresas têm políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%.

Dos quase mil empregadores brasileiros entrevistados, 77% afirma que evitam a perda de produtividade com suas políticas de uso de mídias sociais.

Para 32%, a regulamentação protege informações confidenciais das companhias.

Outras razões citadas foram proteger a reputação da empresa (19%), e ajudar no recrutamento de pessoal (11%).

?Podemos notar que as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as organizações podem aproveitar essas ferramentas em benefício dos empregados e do negócio?, afirma Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil.

Para ele, uma política proibitiva pode ser prejudicial às empresas, já que ignora todo o potencial das mídias sociais ? especialmente em um cenário em que colaboradores mostram-se desmotivados com suas funções atuais ou em que os talentos estão muitas vezes deslocados.

?Mais do que nunca, empregadores devem aproveitar as mídias sociais para fortalecer sua imagem junto a colaboradores, ajudando a atrair candidatos e a manter os empregados motivados?, aponta.

O crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle.

No entanto, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais, pode haver benefícios consideráveis.

?Redes sociais são uma boa oportunidade para construir uma empresa vencedora.

Elas podem ajudar a manter os colaboradores intelectualmente e emocionalmente engajados, alinhados a missão e valores de uma organização?, finaliza Guimarães.

Algumas dicas para o uso produtivo das mídias sociais nas empresas: · Desafie os colaboradores a inovar, estimulando-os a desenvolver maneiras de usar essas ferramentas para melhorar seu trabalho.

Incentive o compartilhamento das boas práticas, como por exemplo, o uso das mídias sociais para gerar acessos ou atender melhor aos consumidores ou clientes.

· Fique de olho nos especialistas que tem dentro da empresa, e estimule-os a demonstrar o uso de mídias sociais para os colegas.

Preste atenção às ideias que surgem dessa interação.

· Deixe que os colaboradores assumam a tarefa.

A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários.

Estimule os empregados a ajudar no desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos no fim do processo.