Governo aumenta capital social do BNDES em R$ 2 bi

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o aval do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, autorizou o aumento em R$ 2,096 bilhões do capital social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com decreto presidencial publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União, o capital social do BNDES, agora, supera os R$ 22 bilhões com o novo aporte. O decreto, assinado pelo presidente, informa que a expansão será realizada “mediante a capitalização de reserva de capital e reservas de lucros”.

Em setembro de 2009, o governo autorizou aumento do capital social do BNDES para R$ 20,279 bilhões. O aumento de capital é uma demanda antiga do presidente da instituição, Luciano Coutinho. Ao se manifestar sobre a divulgação de ontem, o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que o novo recurso faz parte de pedido da instituição que resultou em acordo com o Tesouro Nacional a fim de ampliar a capacidade de empréstimos do banco. A assessoria não teceu maiores detalhes.

O coordenador do curso de Gestão Financeira da Veris Faculdades (Grupo Ibmec Educacional), Estevão Garcia de Oliveira Alexandre, tem uma opinião positiva sobre o aporte ao BNDES. Para ele, o recurso deve ajudar no crescimento do País, neste ano. “É uma atitude [do governo] coesa e conservadora”, diz o professor. “Será possível injetar mais recursos na indústria, na logística e na infraestrutura, que o Brasil precisa. Como, por exemplo, empréstimos com taxas competitivas para compra de caminhões que deve ajudar o transporte e logística do Brasil. Ou, no caso da indústria, principalmente, aumentar o emprego e renda e o consumo. Resumindo, novos recursos ao BNDES contribuem ao crescimento mais estruturado, podendo alcançar 6% [em 2010]”, explica. Ele não acredita, porém, que o crescimento do consumo possa gerar uma forte pressão inflacionária, com índice superior ao da banda da meta da inflação, ou seja, dois pontos percentuais acima ou abaixo de 4,5%. Todavia, Alexandre prevê que o índice deve ficar acima do centro da meta.

O professor da Veris Faculdades comenta também que os R$ 2 bilhões concedidos ao BNDES fazem parte da demanda da instituição, já que houve maior procura pelos financiamentos desde o ano passado. “O PSI [Programa de Sustentação de Investimento] teve prazo prorrogada por causa desta forte pressão por liberação de recursos do BNDES”, exemplifica. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia anunciado em março a prorrogação do PSI até dezembro deste ano. O programa foi criado em 2009 como medida para combater a crise financeira e liberava recursos a longo prazo e taxas baixas de juros no BNDES. Foram R$ 80 bilhões em liberações por meio do programa. Oliveira considera como outro ponto positivo do aumento do capital o incentivo dado para as micro, pequenas e médias empresas. Ele ressalta, no entanto, “que o fato é bom se for bem aplicado pelo banco”.

Já o professor do curso de Administração das Faculdades Integradas Rio Branco, Carlos Eduardo Stempniewski, pensa de forma contrária ao professor da Veris Faculdades. Ele afirma que R$ 2 bilhões são “uma montanha de dinheiro para pessoas comuns, mas é muito pouco para ajudar no desenvolvimento do País”. “Se considerarmos que só para a capitalização da Petrobras irão R$ 80 bilhões ou, com relação ao PAC 2 [segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento], os projetos de linhas de transmissão do Madeira demandarão R$ 100 bilhões, o dinheiro é muito pouco”, analisa.

Além disso, Stempniewski considera o aporte inferior ao que realmente o BNDES pede. “Para auxiliar micro, pequenos e médios empresários o aumento de capital é importante. Mas não é para a infraestrutura que o País precisa no momento. Algumas vezes, um único projeto exige de cinco a seis vezes mais capital do que o autorizado”, critica.

Sesc e Shopping JL promovem o Domingo Alegria

Foi lançado no último domingo (11/04) o projeto Domingo Alegria do Sesc Cascavel em parceria com o Cascavel JL Shopping (PR). O local reuniu diversas crianças de diversas faixas etárias e os pais também acompanharam a apresentação e se divertiram. A próxima será no dia 18 com o Instituto Opus em Cena com a peça Os Bischows, e dia 25, é a vez do Grupo Sério de Teatro com o espetáculo Halley Hoop. O evento começa sempre às 13h30, no Espaço Rústico do piso L1. A entrada é franca.

A estreia do Domingo Alegria foi com o Grupo Circo e Teatro Éramos Três, que apresentou o espetáculo Apapurias e Pirapuacas. “Trouxe as crianças especialmente para assistir o espetáculo. É um momento de lazer, se divertiram e até eu acabei rindo junto. No próximo domingo venho novamente”, revela a mãe Barbara Zanini, 27 anos. A mãe Louvane Pedralli, 40 anos, acrescenta: “Normalmente nos domingos não tem o que fazer. Além de vir passear e assistir ao espetáculo é cultura”.

O projeto tem como objetivo promover a difusão das Artes Cênicas, abrir espaço para apresentações de artistas, grupos e cias locais e regionais e oferecer novas possibilidades gratuitas de cultura e entretenimento para os visitantes do Cascavel JL Shopping. A ação deste projeto visa desenvolver apresentações artísticas nas modalidades de teatro, circo e dança em um espaço especialmente ambientado no shopping para a realização destas atividades. Após o espetáculo, a CNA – Inglês e Espanhol oferece até as 17h brincadeiras e desenhos para as crianças colorir.

Confira a sinopse dos próximos espetáculos:

18/04: Os Bishows, do Instituto Opus em Cena
A peça conta a história de quatro animais muito diferentes entre si que buscam um só ideal para suas vidas: escapar da opressão de seus donos. O jumento, a galinha, o gato e o cão representam, poeticamente, cada qual com sua personalidade, o sonho comum a todo ser humano: derrotar toda a forma de tirania e apresentam uma divertida reflexão sobre a diversidade cultural do nosso país. Na trajetória desses animados bichos, um ladrão, arrependido dos seus atos após ser preso por eles, se junta à trupe.

A trilha sonora do musical Os Bishows, encanta a todas as idades, criada exclusivamente para essa montagem, tem características específicas para cada personagem, com estilos bem diferenciados. Desde uma moda de viola da galinha caipira, o rap do cão, o forró cantado pelo jumento, e a melodia do gato de Madame com estilo requintado dos franceses. Em um momento mágico os bichos dão um show apresentando uma canção que revela na letra uma reflexão ao planeta terra e ao comportamento dos seus habitantes. E finalizam o espetáculo numa apresentação circense com uma musica vibrante.

25/04: Halley Hoop, do Grupo Sério de Teatro
Criado em 2007, com estréia da peça halley hoop – que trata de maneira cômica sobre o emprego, sua rotina, monotonia, dificuldades e necessidades. E simboliza com a figura do palhaço dentro de cada um, uma maneira de suavizar tudo isso – o “Grupo Sério” vem participando também com intervenções em muitos eventos do Sesc-Cascavel, que muito contribuiu para formação e desenvolvimento do grupo, que também conta com o apoio da Baiacu (Bando Independente Associação Cultural).

Senado deve votar nesta terça projeto que muda remuneração do FGTS

O Senado deve votar nesta terça-feira (13/04) uma proposta que pretende mudar a forma de remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) da taxa referencial (TR) pela inflação, além de permitir a renegociação de contratos de imóveis.

O Projeto de Lei 193/08, do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que prevê a remuneração pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já foi aprovado pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) e está em análise na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos). A proposta estava na pauta da semana passada, mas não foi analisada por falta de quorum. Por isso, entrará na pauta desta semana. Se aprovada pela comissão, será encaminhada à Câmara dos Deputados.

O relator na CAE é o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), que já deu parecer favorável ao projeto e sugeriu que a remuneração do fundo dos trabalhadores seja feita pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), também do IBGE, e ainda por parte da Selic, variando segundo a manutenção do trabalhador no emprego.

Funcionaria da seguinte maneira: a capitalização do fundo seria de 15% da diferença entre a taxa de juros equivalente à Selic e o INPC, limitado a 3% ao ano, durante os dois primeiros anos de permanência do trabalhador na empresa, a até 40% da diferença entre Selic e INPC, limitado a 6% ao ano, a partir do 11º ano no mesmo emprego. De acordo com o senador, a mudança seria necessária porque a TR não tem sentido econômico, seja como indicador de correção monetária, seja como taxa de rentabilidade do mercado financeiro.

Como os recursos do fundo são usados em financiamento imobiliário, o relator propôs que, caso seja alterada a remuneração do FGTS, os contratos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) que foram firmados na data anterior à aprovação do PL possam ser renegociados, o que permitirá mais segurança jurídica para as instituições financiadoras, desde que não incorra em prejuízo aos mutuários.

Aniversário do Shopping Uberaba

O Shopping Uberaba (MG) entra no seu décimo segundo ano de sucesso. A comemoração foi interna, com exibição de VT mostrando alguns dos mais antigos colaboradores que fazem parte desta história, valorizando os talentos humanos. Houve parabéns a você, um caprichadíssimo coffee-break no Terraço, e sorteio de presentes entre os colaboradores. Agora o shopping entrará na segunda fase da terceira expansão com alto astral e muita disposição!

Indústria de SP mostra recuperação e gera 79 mil empregos no primeiro trimestre

O aquecimento na atividade no início do ano elevou as contratações na indústria paulista no primeiro trimestre. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o setor registrou saldo positivo de 79 mil vagas, alta de 3,66% na comparação com dezembro de 2009. Trata-se do melhor trimestre da atual série da pesquisa, iniciada em 2006.

Apenas no mês de março, a alta no nível de emprego foi de 1,37%, nos dados com ajuste sazonal. O número representa a criação de 45 mil postos. Em fevereiro, a indústria havia registrado a criação de 23 mil postos –dado revisado. Considerando os dados sem ajuste sazonal, houve aumento no nível de emprego de 2,05% em março. Ante o mesmo mês de 2009, alta de 1,64%. No mês passado, dos 22 setores pesquisados, 20 tiveram desempenho positivo e dois ficaram estáveis.

O setor com maior saldo de contratação em março, com relação a fevereiro, foi o de fabricação de coque e de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis (20,7%), seguido de produtos alimentícios (9,4%), e depois couro, fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados (2,6%).

No fim de março, a Fiesp divulgou que a atividade da indústria paulista subiu 1,1% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, a maior variação desde outubro de 2008. Na comparação com fevereiro de 2009, o indicador apresentou alta de 16,2%. No acumulado do ano, o indicador de atividade do setor teve alta de 15,4%. Nos últimos 12 meses, o nível de atividade teve variação negativa de 3,6%. Segundo os dados, a atividade da indústria se aproxima dos níveis pré-crise e deve atingir o patamar em maio.

O Boticário fala com homens no Metrô de São Paulo

Disposto a atingir o público masculino, O Boticário lança campanha publicitária nos trens do Metrô paulistano para divulgar as linhas Quasar e Uomini. Veiculado pela TV Minuto, mídia que atinge mais de 3,3 milhões de pessoas diariamente em 5.232 telas nos vagões, o filme demonstra que os homens também são vaidosos e querem, cada vez mais, ser protagonistas de sua vida – e não simples espectadores.

Desenvolvida pela agência Opus Múltipla, a peça publicitária apresenta o slogan “O homem com atitude não vê apenas essa promoção. Ele vai até a loja mais próxima do Boticário”. O filme será veiculado na TV Minuto até o dia 12 de abril em todas as linhas do Metrô de São Paulo (vermelha, azul e verde).

Brasil é o quarto maior mercado para trabalho temporário no mundo

O Brasil é o quarto maior empregador de mão de obra temporária no mundo, com 875 mil contratações diárias, a frente da Alemanha (760 mil) e França (604 mil), segundo a International Confederation of Private Employment Agencies (CIETT), instituição que realizará pela primeira vez no país o Congresso Mundial de Terceirização e Trabalho Temporário, nos dias 27 e 28 de maio, em São Paulo. As três primeiras colocações são ocupadas, respectivamente, por Estados Unidos (2,66 milhões); Japão (1,4 milhão) e Reino Unido (1,22 milhão).

De 1998 a 2008, o número de trabalhadores temporários no mundo praticamente dobrou. Em 2008, ano de referência para o estudo, aproximadamente 9,5 milhões de pessoas (base diária) foram empregadas pelo setor, contra 4,8 milhões em 1998.

Para Vander Morales, presidente do Sindicato das Empresas de Terceirização de Serviços e Trabalho Temporário no Estado de São Paulo (Sindeprestem), entidade responsável pela organização do Congresso Mundial (CIETT 2010) em São Paulo, os números dimensionam a importância do setor para as empresas que buscam dar maior competitividade e qualidade aos seus produtos. “O Brasil ocupar o quarto lugar num ranking com 33 países é a constatação de uma realidade: a Terceirização e o Trabalho Temporário se firmam cada vez mais como atividades modernas, que ampliam a geração de empregos formais, aumentam a competitividade dos países e abrem as portas para os milhões de jovens que necessitam alcançar o mercado de trabalho”, diz Morales.

Montana Grill chega ao Maranhão

O Grupo Montana Grill inaugura sua primeira loja express, no estado do Maranhão. A nova loja da rede abrirá suas portas no Shopping Rio Anil, em São Luís. Com sua inauguração marcada para o meio-dia de 15 de abril, deve contar com mais de 24,5 mil m² de ABL, com seis lojas-âncoras, quatro mega-lojas e 154 lojas-satélites, além de completa área de alimentação.

A nova Montana Grill Express traz as inovadoras concepções de layout, com as telas em LCD e com o novo cardápio, que trará pratos diferenciados, como o Super Ribeye, o Parmegiana de carne e de frango e a Picanha Premium, carro chefe da casa. Com o intuito de levar o Grupo Montana Grill a outras camadas e faixas etárias da população, além da idealização de pratos rápidos, foi criado o Montana Grill Express, com a concepção de fast-food. Foram feitas inúmeras pesquisas nas melhores casas dos EUA e Brasil que atuam na área de grelhados, buscando o perfil adequado do negócio: pratos rápidos, baratos e saudáveis (lights).

O Montana Grill Express conta hoje com uma unidade própria, no Shopping Iguatemi, em Campinas, com grande aceitação do público, destacando-se o layout e a qualidade. As franquias estão localizadas em todo o Brasil e hoje somam 80 lojas, algumas a inaugurar, nos melhores shoppings do País. Sinônimo de padrão, agilidade e bom gosto, o Montana Grill Express se destaca das demais redes de fast food pela individualidade dos seus produtos, de sua marca e principalmente pela credibilidade transmitida ao público consumidor.

Infraestrutura saturada pode brecar crescimento brasileiro

Economistas são comedidos na hora de prever qual será o peso dos países do BRIC, formado pelos emergentes Brasil, Rússia, Índia e China, nos próximos anos. Dentre problemas como corrupção e falta de investimento em infraestrutura, especialistas questionam a capacidade destes emergentes de sustentar um avanço econômico acima da média mundial.

O professor de economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP) Carlos Eduardo Soares Gonçalves, acredita que, mais importante do que em quanto tempo os países do Bric superarão os países ricos, são as perspectivas para esse crescimento. A pergunta essencial para ele é: “será que esses países conseguirão continuar crescendo mais rapidamente durante muito tempo”? Para Gonçalves, a questão da infraestrutura e o capital humano (não qualificado) são claros entraves ao crescimento do Brasil, por exemplo. “Se o País continuar com crescimento de 5% a 6% ao ano, entre 2013 e 2016, a infraestrutura vai pedir arrego. Precisamos de uma reforma na política fiscal que priorize o investimento em infraestrutura”, afirmou o professor da USP.

O professor Maurício de Paula Pinto, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), acredita que a presença desses países no cenário mundial continuará sendo menor do que a de países desenvolvidos. “Naturalmente, o peso potencial dos países do Bric no mundo continuará sendo forte, devido ao tamanho de suas populações e a sua extensão territorial, mas seus problemas internos também são grandes, e por isso sua presença no cenário mundial continuará sendo menor que o potencial desses grandes países, e o centro da economia internacional permanecerá mais ou menos onde está hoje”, disse professor. Para o economista, os países do Bric crescem rapidamente, mas há ainda muito espaço a percorrer antes de eles aproveitarem plenamente o potencial oferecido por suas extensões físicas, e antes de tudo é necessário observar que há amplas diferenças entre os países desse grupo.

“A renda per capita mais alta do grupo, a da Rússia, é aproximadamente cinco vezes a renda do mais pobre, a Índia, enquanto as rendas per capita do Brasil e da China correspondem, ainda aproximadamente, à metade da renda russa. Por outro lado, lembramos a famosa declaração de um político russo afirmando que se a Rússia tiver sorte nas próximas décadas, ela pode chegar ao nível de renda per capita de Portugal, um dos menores da Europa Ocidental”, afirmou o professor da UnB.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o crescimento global para 2010 será de 3,9%. A China, segundo estimativa do fundo, crescerá 10%, seguida da Índia, com 7,7%, do Brasil, com 4,7% e da Rússia, com 3,6%. Já o crescimento dos Estados Unidos deverá ficar em 2,7%.

No caso da economia brasileira, a grande necessidade de commodities (mercadorias), principalmente minerais e de gêneros agrícolas, por parte da China e da Índia, impulsonará este avanço, já que o Brasil é um grande produtor de alimentos. Já a situação da China e da Índia são bastante parecidas. Por serem relativamente pobres, a rentabilidade dos investimentos é alta, pois os dois países ainda são descapitalizados e têm muito espaço para crescer.

Para Gonçalves, a situação mais complicada é a da Rússia, por ser um país, mesmo que rico devido à produção do petróleo, povoado pela corrupção e com mercados que não funcionam direito. “A questão institucional é tão frágil, o governo é tão ineficiente e o judiciário é tão corrupto, que nem mesmo com a riqueza natural consegue se beneficiar rmuito”, disse o professor da FEA-USP.