Metade dos brasileiros admite comprar produto pirata

Todos os dados que envolvem combate à pirataria são nebulosos, mas estimativas apontam que o Brasil perdeu US$ 20 bilhões com pirataria no ano passado, em impostos não arrecadados e prejuízos para as empresas, conforme a Associação Brasileira de Combate à Falsificação. Pesquisa da Federação do Comércio do Rio apontou que quase metade (46%) dos brasileiros admite que comprou produtos falsos em 2009. A maior parte sabe que pirataria causa desemprego (63%) e financia o crime (69%). Ainda assim, o preço é decisivo: 94% compram porque é mais barato.

Se for incluído o contrabando e demais atividades que cercam o comércio ilegal, a economia informal movimenta R$ 850 bilhões por ano, ou 30% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas de um país), segundo o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial.

A pirataria foi definida pela Interpol (organização internacional de polícia) como o crime do século. Segundo a Câmara de Comércio Internacional, a pirataria movimenta cerca de 7% do comércio mundial, ou US$ 600 bilhões, superando os US$ 360 bilhões do narcotráfico.

O presisente do instituto de ética, André Franco Montoro Filho, o ambulante é o elo mais fraco de “uma máfia poderosíssima”. Na sua avaliação, todos são afetados: empresas têm prejuízo, postos de trabalho são fechados e o consumidor fica sem garantia e proteção. Apesar disso, é difícil combater a pirataria no Brasil. O primeiro motivo é a corrupção. O segundo é a extensão das fronteiras e a falta de fiscalização. O contingente da Receita Federal em todos os portos brasileiros é parecido com o número de fiscais do Porto de Hamburgo, na Alemanha, onde há 3 mil funcionários.

Outros fatores que prejudicam o combate à falsificação são o baixo poder aquisitivo dos consumidores, cultura e até inovação tecnológica. A internet facilita a vida das pessoas, mas também a dos piratas.

Luiz Claudio Garé, consultor jurídico do Grupo de Proteção à Marca, que reúne empresas como Bic, Nike e Chanel, diz que o ideal é barrar os produtos no porto. “Uma vez que entra, fica mais difícil”. Para piorar a situação do combate a esse crime, o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr, foi afastado da presidência do Conselho Nacional de Combate a Pirataria apenas 19 dias depois de assumir suas funções. O jornal Estado de S. Paulo revelou seu relacionamento com Li Kwok Kwen, um dos líderes da máfia chinesa. O “amigo” do mafioso comandava o órgão responsável por resolver um dos problemas mais complicados do país.

Consumidor deverá substituir comida para conter alta de preço dos alimentos

Nas últimas semanas, a dona de casa sentiu altas consideráveis nos preços dos alimentos básicos quando foi às compras. Na última sexta-feira (14/05), o indicador da inflação oficial (IPCA) apontou que o feijão-carioca ficou 43% mais caro em abril, enquanto que a batata subiu quase 20%. Para conter a escalada dos preços em geral, o Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros (Selic) no mês passado.

Na segunda-feira (10/05), o presidente da Associação Paulista dos Supermercados (Apas), João Sanzovo Neto, afirmou que o aumento no valor dos alimentos básicos é temporário e que o próprio consumidor fará os preços voltarem ao normal. Ele afirmou que a inflação dos alimentos reflete os problemas climáticos e descartou novos impactos nos preços em razão do aumento da Selic de 8,75% para 9,5% ao ano.

“Não há preocupação do setor em relação a essa alta de juros. Esses preços vão recuar porque tem tudo a ver com as chuvas. Se tem problema no pasto, influencia o preço do leite, da carne, do tomate, do feijão. Então, não serão os juros que farão esses preços voltarem. O consumidor vai substituir [os alimentos]. Essa é a melhor forma de conter preços e fazê-los retornar à patamares inferiores. Come-se mais soja em vez de feijão. Come-se mais macarrão ao invés do arroz. A gente percebe que o consumidor tem essa sabedoria”.

A Apas aposta também que os dias específicos para compras estão com os dias contados. Para o vice-presidente de comunicação da associação, Martinho Paiva, comprar carne mais barata na terça-feira ou frutas e legumes na quarta já é uma prática em desuso “porque o consumidor quer comprar barato todos os dias”.

Segundo Paiva, o crédito para compras nos supermercados deve ficar mais escasso no médio prazo. Isso porque o brasileiro está com poder aquisitivo cada vez maior e, assim como ocorre em países desenvolvidos, usará o crédito para comprar bens duráveis, como carros e residências. “Nos próximos dois anos, esperamos até um aumento nas vendas a prazo, mas a tendência é de queda”.

Datas comemorativas: 10% dos temporários foram efetivados em 2010

Balanço divulgado pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) mostra que, entre a Páscoa e o Dia das Mães, 10% dos 65 mil profissionais temporários contratados foram efetivados. Somente para o Dia das Mães, 26 mil vagas temporárias foram abertas, o que representa crescimento de 11%, ante o mesmo período do ano passado.

A entidade revela também que 23% das vagas foram ocupadas por jovens em situação de primeiro emprego. Em 2009, esse percentual era de 19%. “O retorno das linhas de crédito aos níveis pré-crise, as taxas menores de juros e a ampliação dos prazos para pagamento elevaram o otimismo do consumidor” disse o presidente da Asserttem, Vander Morales. Ele acrescentou ainda que a soma destes fatores favoreceu o comércio e, como consequência, houve aumento na demanda por mais trabalhadores temporários.

Em relação aos setores que mais se destacaram nas vendas do Dia das Mães, segundo um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), aparecem vestuário, acessórios, perfumaria e eletroeletrônicos.

Usuários pensam em sair do Facebook devido aos problemas com privacidade

Um número cada vez maior de internautas tem pesquisado o que fazer para abandonar a rede, revela Google Insights. É inegável como o Facebook tem atraído cada vez mais internautas à sua rede. Em fevereiro desse ano, por exemplo, a empresa anunciou a marca de 400 milhões de usuários ativos, ou seja, mais que o dobro se comparado ao mesmo período do ano passado.

Isso significa que a maior rede social do mundo continua se expandindo, apesar dos escândalos com privacidade que surgiram recentemente. Dentre eles, exposição de chats privados e invasões de contas – além da contratação de profissionais duvidosos para resolver estes mesmos problemas. Nos últimos dias, no entanto, um fato, aparentemente insignificante, foi revelado por vários veículos de comunicação dos Estados Unidos. Cada vez mais pessoas estão se informando do procedimento para deletar suas contas no Facebook.

A constatação foi feita a partir de um dado simples. Ao se digitar, no Google americano, o termo “delete”, a primeira recomendação de pesquisa é “delete facebook account” (deletar conta no facebook). Não é nenhuma manobra do gigante das buscas, basta ver que a segunda recomendação que surge é a de como apagar o histórico de pesquisa do próprio Google. Essas sugestões são construídas a partir de algoritmos complexos, mas, em linhas gerais, quanto mais os termos são buscados, maior a probabilidade de eles aparecerem na tela antes que se termine a digitação. Em resumo, muitos internautas fizeram a mesma busca: “delete facebook account”.

Isso não é um indício de que o Facebook começará a sofrer com uma debandada de usuários, mas significa que mais pessoas estão pensando na possibilidade de deixar de usar o serviço, provavelmente, devido à inabilidade da empresa em solucionar suas falhas de segurança. Um argumento válido seria o de relacionar esse número ao aumento de popularidade do Facebook. Por isso, a seguir, mostraremos um gráfico que se restringe aos Estados Unidos, país no qual a base de usuários do serviço está mais estável.

O quadro mostra os últimos 12 e os números estão normalizados e representados em uma escala de zero a cem. Observa-se claramente como a curva se acentua a partir da semana de 02/05, exatamente o período em que surgiram as maiores polêmicas a respeito da privacidade no Facebook. É provável que tais temores sejam pontuais, e que a curva volte a ter valores menores em um futuro próximo. No entanto, se os problemas persistirem, é possível que a intenção dos usuários de deletar suas contas deixe de ser apenas um plano.

População poderá opinar sobre proposta de mudança na numeração de celulares

De acordo com as alterações em estudo na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as linhas em São Paulo terão mais dois dígitos a partir de 2011. A proposta de mudança dos regulamentos de numeração na região metropolitana de São Paulo será colocada em consulta pública, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

De acordo com as alterações em estudo, os celulares em São Paulo terão mais dois dígitos a partir de 2011. A mudança é a maneira encontrada de suportar o ritmo de crescimento do mercado. A preposta sob consulta pública ficará disponível por 45 dias no Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública da Agência no portal da Anatel a partir da terça-feira (18/05). As audiências públicas serão realizadas em São Paulo e em Brasília. Datas e locais dos encontros ainda não foram definidos.

Dentre as demais medidas estudadas pela agência reguladora estão a criação de um código de área 10, sobreposto à área 11. Assim, depois de esgotados os atuais números dos celulares na área 11, as novas linhas utilizariam o 10. Além disso, a tarifação das chamadas entre os dois códigos seria local, ou seja, sem custo adicional.

Seletti participa da ABF Franchising Expo e entra no segmento de franquias

O Seletti, que atua há três anos no segmento de gastronomia e é considerado um grande potencial no sistema fast food -, participa da ABF Franchising Expo, que acontece de 9 a 12 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo.

O Seletti inicia neste ano a expansão via sistema de franchising e a previsão é finalizar o ano com 20 lojas, entre próprias e franqueadas, com faturamento projetado na ordem de R$ 10 milhões. “Nosso objetivo sempre foi atuar, principalmente, com lojas próprias em São Paulo e Rio de Janeiro e iniciar o crescimento através de franquias pelas regiões de Campinas, Vale do Paraíba, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Goiânia”, adianta o proprietário do Seletti, Luís Felipe Campos.

O empresário conta que optou pelas franquias porque, com um maior número de lojas, é possível fazer melhores negociações com fornecedores em geral e ganhar forçar com a indústria de shoppings. “Além disso, com o fundo de marketing é possível investir mais no fortalecimento da marca”, afirma. Ele está otimista com a participação do Seletti no evento e espera fechar negócios com investidores de todo o Brasil, mais especificamente do ABC, cidades do interior de São Paulo, como Campinas e Vale do Paraíba; e Rio de Janeiro, considerados focos principais receber a bandeira Seletti.

Atualmente, o Seletti está com projetos concretizados de três franquias em shoppings em algumas regiões do país e já conta com previsão de inauguração de mais cinco lojas este ano. “Esperamos crescer com mais força na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, assim como Campinas e inteiror do Estado, que são as grandes apostas para expansão da marca”, conclui Campos, que durante o evento estima fechar cinco novas franquias durante a ABF.

Especialmente para a ABF, o Seletti, através da agência Fracta, preparou material com as principais informações sobre a franquia. A ideia é oferecer praticidade e agilidade para aqueles que não disponibilizam de tem tempo hábil para conversar durante a feira, mas que tem interesse na rede e, desta maneira, ter acesso ao material para conhecer um pouco sobre o negócio e estabelecer o contato com o Seletti pós-evento.

No último ano, a rede registrou crescimento de 40% no último ano, em comparação com 2008, baseado no faturamento das mesmas lojas, – mesmo com a crise econômica mundial, e estima um aumento de 100% para 2010, o que promete dobrar em número de unidades para este ano por conta da expansão da rede para outros estados a partir deste ano, com lojas próprias e franquias. De acordo com o proprietário da rede, a intenção é levar o conceito da marca e seu cardápio variado e saboroso para regiões como o interior do estado de São Paulo, centro-oeste, norte e nordeste do Brasil, além claro, de ampliar ainda mais a atuação no sul e sudeste.

O executivo conta que a entrada no franchising foi bastante estudada, e a decisão final veio após o estudo minucioso do mercado e com a procura de investidores por abrir unidades do negócio. A rede inicia suas atividades no segmento como associada à ABF – Associação Brasileira de Franchising – que confere ao investidor a segurança a mais na hora de procurar por um negócio, já que para conquistar espaço junto ao órgão é necessário atender a uma série de pré-requisitos.

Chilli Beans chega ao Shopping Plaza Macaé

A partir do dia 18 de maio, os clientes do Shopping Plaza Macaé, no estado do Rio de Janeiro, terão mais uma opção na hora de realizar suas compras. Trata-se da maior rede brasileira especializada em óculos escuros: a Chilli Beans.

De acordo com Andréa Paúra, diretora comercial da marca, a Chilli Beans está em processo de expansão no estado do Rio de Janeiro. “A cidade de Macaé foi escolhida por estar em franco crescimento econômico. A escolha do Shopping Plaza Macaé para a inauguração do novo quiosque se deu por ser um lugar perfeito para atrair um público qualificado e com identificação com nossa marca”, disse.

“Para nós é muito importante a chegada de uma marca forte como a Chilli Beans, que está presente em todo o Brasil e em outros países como Estados Unidos, Portugal e Panamá. Isso reforça a identidade do shopping e diversifica ainda mais o nosso mix de lojas”, afirma Ricardo Barretto, superintendente do Shopping Plaza Macaé. “Este será o nosso primeiro ponto de venda na cidade de Macaé. Com isso, esperamos conquistar novos clientes, expandir nossa marca e trazer para o mercado desta cidade os produtos diferenciados oferecidos pela Chilli Beans”, conclui Andréa.

Vendas de imóveis em SP retomam patamar pré-crise

As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista no primeiro trimestre dispararam em relação ao mesmo período de 2009, retomando patamar pré-crise, divulgou nesta segunda-feira (17/05) o sindicato do setor imobiliário da cidade, Secovi-SP.

O setor apurou alta de 75,1% nas vendas de moradias em relação ao primeiro trimestre de 2009, num total de 8.461 unidades. O resultado é próximo das vendas de 8.478 unidades registradas no mesmo período de 2008, quando o setor atravessou forte aquecimento.

“No ano passado, havia um temor generalizado com a crise globalizada, o que reduziu de forma atípica a movimentação do mercado”, afirma o Secovi-SP em nota.

Em relação ao último trimestre de 2009, porém, as vendas de imóveis residenciais caíram 21,3%. No acumulado de outubro a dezembro do ano passado, as vendas foram de 10.745 unidades. O movimento representa uma queda sazonal que já era esperada pelo setor. No primeiro trimestre foram lançadas 6.193 unidades residenciais na capital paulista, um aumento de 96,4% em relação ao verificado um ano antes.

O Secovi-SP reiterou previsão de vendas para 2010, que devem ficar entre 37 mil e 38 mil unidades, 5% acima do comercializado em 2009. Para lançamentos, a previsão é de alta de 10%, somando cerca de 35 mil moradias.

Lupalupa amplia e moderniza ponto de venda no Shopping Estação

O quiosque da marca de óculos Lupalupa do Shopping Estação, em Curitiba, está maior, com novo local e ainda mais funcional para os clientes. Agora, quem passa pela praça de alimentação do empreendimento logo vê o novo layout do quiosque – mais atraente e com a mesma diversidade e qualidade de produtos já conhecida. “A marca Lupalupa está implementando nacionalmente um novo conceito em seus pontos de venda. E a franquia de Curitiba é a primeira a cumprir com o objetivo”, destaca Christina Jacob, franqueada.

Com renovação contínua de suas coleções, a Lupalupa oferece óculos de sol e acessórios em acetato nobre e em alumínio, com lentes polarizadas e anti reflexo. “São materiais de alta qualidade e resistência que, além de proporcionarem grande conforto aos clientes, possuem proteção UVA e UVB no máximo grau”, completa Christina.

A Lupalupa conta atualmente com 53 pontos de venda em 14 estados brasileiros e continua em franca expansão por todo o país. São mais de 120 modelos com diversas variações de cores e acessórios, que constantemente se renovam acompanhando a tendência mundial. As linhas são divididas em Premium, Casual, Esportivo, Infantil e Exótico. Mais informações www.lupalupa.com.br.