Shopping West Plaza participa do Dia do Desafio

Na próxima quarta-feira (26/05), o Shopping West Plaza, em São Paulo, participa, em parceria com o Sesc Pompéia, do Dia do Desafio. A programação começará às 09h30 com ginástica integrativa para os funcionários do Shopping. A partir do meio-dia começam as atividades para o público no Boulevard West Plaza com apresentação de dança do Grupo Móbile; Tai Chi Chuan (arte marcial chinesa); a divertida Inverse Run (corrida de bananeira, em que o praticante usa as mãos em vez dos pés); e Estação de Ginástica Multi Funcional, em que professores vão informar sobre os aparelhos e os exercícios que ajudarão na melhora da condição física. As atividades são gratuitas.

O Dia do Desafio é uma campanha de incentivo à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde e foi criada pelo prefeito de uma pequena cidade do Canadá, em 1983. Realizada anualmente na última quarta-feira do mês de maio em diversas partes do mundo, a ação promove uma competição amigável entre cidades de porte parecido de diferentes países na busca de mobilizar o maior percentual de pessoas, tendo como referência o número oficial de habitantes do município. Segundo o site do Sesc SP, este ano no Brasil mais de 1,7 mil cidades irão participar do Dia do Desafio.

Os interessados em aderir à campanha podem comparecer ao Shopping West Plaza e participar das atividades.

Economia brasileira pode estar “voando alto demais”, diz “Economist”

A revista britânica The Economist alertou em um artigo na edição desta semana que o nível de crescimento da economia brasileira pode se tornar insustentável. Para a publicação, o fato de a economia brasileira pode estar crescendo em uma velocidade comparada ao crescimento chinês é um problema, pois “o Brasil não é a China”. “Pelo fato de (o Brasil) economizar e investir pouco, a maioria dos economistas acredita que a velocidade de crescimento deve ser limitada a 5% no máximo, para não entrar em colapso”, diz a revista.

A Economist afirma que o problema, segundo os críticos, é que grande parte dos gastos adicionais do governo está se transformando em gasto permanente, e a economia está começando a “ficar parecida com um carro com o acelerador preso ao chão”.

Segundo o artigo, as autoridades estão começando a se preocupar. No mês de abril o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual, o primeiro aumento em quase dois anos, que fez com que os juros no país cheguem a 9,5% por ano.

Críticos do governo afirmam que a política fiscal frouxa faz com que a tarefa do Banco Central seja ainda mais difícil, aumentando o risco de que este crescimento acabe no próximo ano, com uma desaceleração acentuada. Segundo a The Economist, as autoridades também tem esta preocupação.

O artigo diz que governo acabou com quase todas as isenções de impostos que tinha introduzido durante a recessão. “No dia 13 de maio os ministros declararam que iriam cortar R$ 10 bilhões dos custos do governo federal em 2010. (…) Mas isto não significa pisar no freio. Os cortes são em um generoso orçamento aprovado pelo Congresso”, afirma o artigo.

A The Economist cita o secretário de Política Econômica da Fazenda, Nelson Barbosa, ao afirmar que mesmo se o corte for implementado em sua totalidade, ele vai apenas diminuir a taxa de crescimento nos gastos do governo, mantendo-o constante ou um pouco menor como uma fatia do PIB (Produto Interno Bruto).

Compensações para o trânsito

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, depois de três anos de tramitação, projeto de lei que fixa compensações que empreendimentos geradores de grande tráfego de veículos e pessoas, shoppings, universidades, hospitais, igrejas, entre outros estabelecimentos, devem pagar à Prefeitura. Nos últimos 20 anos, surgiram mais de 1,5 mil estabelecimentos com essas características, criando congestionamentos numa malha viária que permaneceu estagnada. O projeto facilita a definição das compensações, por parte da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), para o impacto causado pelas obras, e torna mais objetiva a resposta aos problemas causados pelos novos empreendimentos.

A Prefeitura poderá exigir que os construtores apliquem, em melhorias no tráfego circunvizinho, até 5% do valor total de uma obra, conforme análise do impacto produzido na malha viária. Todos os empreendimentos qualificados como polos geradores de tráfego recolherão pelo menos 1% do custo total da construção ao Fundo Municipal de Trânsito. As regras valem até mesmo para os empreendedores que adquiriram Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) e, com eles, o direito de construir acima do permitido pela Lei de Zoneamento e Uso do Solo. As melhorias recomendadas pela CET deverão ser executadas no prazo de 240 dias, a partir da apresentação do projeto viário.

Terão de cumprir essas novas regras as edificações residenciais com mais de 500 vagas de estacionamento, prédios comerciais com mais de 120 vagas, serviços culturais com mais de 2,5 mil m², serviços de saúde com área superior a 7,5 mil m², centros de eventos ou serviços públicos com capacidade para mais de 500 pessoas.

A nova lei cobre lacunas da legislação em vigor desde a gestão Jânio Quadros (1985-1988): a demora na aprovação de projetos pela CET chega a dois anos, as exigências de contrapartida não são claras e, na maior parte das vezes, as obras de compensações são realizadas em locais distantes da vizinhança do empreendimento, onde os custos são menores.

Quando essa lei foi aprovada, há 22 anos, a frota de veículos na capital não chegava à metade da que roda hoje pelas ruas e havia menos de um terço dos 50 shoppings que hoje funcionam em São Paulo. Hoje, 30% dos centros de compras estão em obras de expansão. Outros três shoppings estão em construção e devem abrir no ano que vem: o JK Iguatemi, na zona sul, o Mooca, na zona leste, e o Metrô Tucuruvi, na zona norte.

Há exemplos claros por toda a cidade do quanto a falta de planejamento urbano e de competente análise dos impactos trazidos pelos novos empreendimentos ao trânsito podem afetar a vida da população. Os eixos das Avenidas Faria Lima e Juscelino Kubitschek são exemplos típicos: no fim do ano passado foi inaugurado, no triângulo formado pelas Ruas Fidêncio Ramos, Gomes de Carvalho e Olimpíadas, na Vila Olímpia, o 50º shopping da cidade, o Vila Olímpia, um empreendimento de R$ 310 milhões com 187 lojas, 32 restaurantes, sete salas de cinema e um teatro que deverá ser inaugurado em breve.

A menos de um quilômetro de distância está em construção o shopping JK Iguatemi, vizinho do empreendimento WTorre JK, complexo de 402 mil m², entre a Marginal do Pinheiros e as Avenidas Juscelino Kubitschek e Chedid Jafet. Naquele quarteirão já funciona a Daslu e um edifício de escritórios. É esperada para 2011 a abertura do shopping, de um hotel novo, uma torre comercial e seis pisos de garagem com 7.858 vagas.

Diante desse avanço da construção civil na cidade, ao qual deve ser somada ainda a multiplicação dos templos religiosos, universidades, casas de shows, a legislação permanecia a mesma. Com a nova lei, se as obras exigidas pela CET não forem aprovadas e realizadas, o empreendimento não poderá receber o “Habite-se” e, consequentemente, não poderá ser inaugurado. Um passo há muito necessário para melhor ordenamento urbano.

Campanha nacional de vacinação contra gripe suína termina nesta sexta

Hoje (21/05) é o último dia da campanha nacional de vacinação contra a gripe suína, ou Influenza A (H1N1). O Ministério da Saúde informou, na quinta-feira (20/05), que ainda não trabalha com a possibilidade de prorrogar o prazo, mesmo que a meta de imunização de 80% das pessoas ainda não tenha sido atingida para quatro dos sete públicos definidos pelo governo. Entretanto, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou na noite de ontem que prorrogará até 2 de junho a vacinação para gestantes e adultos de 30 a 39 anos. A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul também anunciou que vai prorrogar a vacinação para adultos de 30 a 39 anos. No Estado gaúcho a campanha vai até o dia 28 de maio.

A recomendação do Ministério aos Estados e municípios que ainda não atingiram as metas é que montem estratégias para alcançar o objetivo até o prazo estipulado. Além disso, o governo alerta os responsáveis por crianças entre seis meses e dois anos de idade a aplicar a segunda meia dose da vacina, trinta dias depois da aplicação da primeira.

Segundo último balanço do Ministério da Saúde, até o dia 14, já haviam sido aplicadas 57 milhões de doses –a meta é chegar a 72 milhões. O levantamento ainda indica que a última fase da campanha, com foco nos adultos de 30 a 39 anos, foi a que teve, até o momento, o menor índice de adesão. Dos 30 milhões de brasileiros nesta faixa etária, o ministério pretende vacinar pelo menos 24 milhões. Até a semana passada, somente 8 milhões de doses foram aplicadas nesse grupo –o que representa apenas 27% da meta proposta pelo governo.

Os profissionais de saúde, as crianças menores de dois anos e os indígenas já superaram a meta e vacinaram 100% do público-alvo. Nos demais grupos, o ministério contabiliza a vacinação de 86% dos portadores de doenças crônicas (18,1 milhões), 66% das gestantes (dois milhões) e 75% de adultos de 20 a 29 anos (26,4 milhões).

Nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste também está em curso a vacinação contra gripe comum para idosos. Eles também têm até hoje para procurar os postos de saúde e receber a dose, antes da chegada do inverno. A etapa, que começou mais tarde nessas regiões devido ao atraso na entrega das vacinas pelo Instituto Butantan, já vacinou quase 9 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Os idosos portadores de doenças crônicas também devem ser imunizados contra a gripe H1N1.

Foram registradas neste ano, até o dia 8 de maio, 540 internações pelo H1N1 no país. Desse total, 60,5% apresentavam pelo menos uma condição de risco para gravidade, e 17,5% eram mulheres grávidas. Em relação às mortes, houve um total de 64. As mulheres correspondem a 75% do total e as gestantes, a 30%.

No ano passado, de 2.051 mortes registradas, 75% ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas, a letalidade nos casos graves foi 50% maior do que na população geral. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos. Os adultos entre 30 e 39 anos representam 22% do total. Por fim, as crianças menores de dois anos tiveram a maior taxa de incidência de complicações no ano passado (154 casos por 100 mil habitantes).

Farol Shopping na Feincos 2010

Com o objetivo de mostrar as mais de 80 oportunidades de mídia que oferece, o Farol Shopping, em Tubarão (SC), participa da sétima edição da Feira da Indústria e Comércio, Feincos. No estante preparado para feira, os visitantes podem conhecer os espaços que o Farol Shopping disponibiliza para o mercado publicitário. Entre eles a verTV. Inaugurado no mês de abril, o sistema de mídia indoor vertical funciona através de seis monitores de 42’’, de LCD, de alta definição distribuídas pelos corredores do Farol Shopping.

Na estrutura montada para a Feincos 2010, o público pode visualizar os pontos oferecidos com mídias exclusivas e dados sobre o Farol Shopping, mostrando assim as vantagens de investir em merchandising mall.. Ainda no estande, os visitantes poderão acompanhar de perto o processo de divulgação do verTV, através de um monitor instalado no local, apresentando as marcas que já são anunciantes e produtos, como: patrocínio de vinhetas, informes e divulgação de eventos. “Nosso objetivo é interagir com as pessoas, apresentar nossos espaços e fomentar negócios. Queremos mostrar para os empresários e mercado publicitário que o shopping é um excelente espaço para divulgação”, conta o coordenador de Merchandising do Farol Shopping, Luciano Camargo.

A Feincos segue até domingo, 23, e o estande do Farol Shopping pode ser visitado das 14h00 às 22h00 na quinta e sexta-feira, das 10h00 às 22h00 no sábado, e das 10h00 às 22h00 no domingo.

Escolas rurais ainda têm estrutura deficiente; 70% não contam com biblioteca

Pesquisa divulgada ontem (20/05) pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta para uma realidade preocupante nas escolas rurais, especialmente em termos de infraestrutura. Entre as 50 escolas de dez estados que participaram da pesquisa, 70% não tinham biblioteca, 66% não contavam com computador e 92% não tinha acesso à internet. A única ferramenta pedagógica que foi encontrada em todas unidades e em boas condições de uso foi o quadro negro. Mais de 70% ainda utiliza o mimeógrafo para reproduzir materiais como provas e exercícios.

A pesquisa foi desenvolvida pelo Instituto Paulo Montenegro, braço do Ibope. O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Carlos Eduardo Sanches, defendeu que os resultados apontados pela pesquisa são consequência do descaso com a educação a partir da priorização das escolas urbanas. “Na década de 90 a educação no campo foi pensada de maneira equivocada. Priorizou-se o transporte escolar dessas crianças para a cidade e muitas escolas foram fechadas”, afirmou. Segundo Sanches, muitos municípios fazem essa opção porque os custos para manter uma escola aberta são altos já que geralmente são unidades com poucos alunos. “Hoje os municípios têm um gasto enorme com transporte escolar quando esses recursos poderiam ser investidos em capacitação desses professores, equipamentos e infraestrutura”, comparou.

Rosa Neide de Almeida, representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), apontou que a situação precária das escolas do campo é consequência da priorização, por parte dos gestores, das escolas da cidade. “A própria linguagem nessas escolas é distanciada da realidade do campo”, disse.

A pesquisa traz também alguns dados sobre a organização da escola. Metade delas não possui diretor e em 44% delas todos os alunos estavam em classes multisseriadas. Nesse formato, alunos de diferentes idades estudam em uma mesma classe, aprendendo conteúdos diferentes de acordo com a série em que estão. Esse modelo é muito comum nas escolas rurais, já que elas contam com poucos alunos e há dificuldade de acesso de professores em grande número.

Dos professores que fazem parte da pesquisa, mais de 60% tinham curso superior. Ao mesmo tempo, 66% deles recebiam de um a dois salários mínimos por mês. Com raras exceções, as redes de ensino declararam que os seus educadores não tinham recebido uma capacitação diferenciada para trabalhar com classes multisseriadas.

Para a senadora Kátia Abreu, presidente da CNA, os dados são reflexos do descaso do governo com o campo, que atinge todas as áreas. “Se observarmos a execução orçamentária dos principais ministérios nos últimos dez anos, percebemos que, fora o crédito rural, houve uma redução dos investimentos. As dificuldades do campo não são consideradas quando as políticas públicas são formatas e como tem menos gente no campo as políticas públicas se concentram onde há mais eleitores”, afirmou.

A senadora reclamou que apenas em 2009 a Prova Brasil, principal avaliação do Ministério da Educação (MEC), chegou às escolas rurais. É por meio desse exame que o MEC calcula o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de cada escola. “Ainda assim, a Prova Brasil só é aplicada nas classes seriadas, que são a minoria nas escolas”, defendeu. Segundo o MEC, os critérios técnicos do exame exigem um mínimo de 20 alunos por turma para que a prova seja aplicada. A baixa participação das escolas rurais ocorre porque na maioria delas as turmas têm um número reduzido de estudantes por série.

O diretor de Concepções e Orientações Curriculares para a Educação Básica do MEC, Carlos Artexes, afirmou, durante o lançamento da pesquisa, que a pasta tem uma estrutura dentro da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) para pensar as questões do campo. “Não existe uma solução pronta para a educação rural”, destacou.

Balneário Camboriú Shopping no cenário de moda

O Balneário Camboriú Shopping, em Santa Catarina, se consolida no segmento de moda pela realização do Balneário Fashion Show. O evento, que é uma vitrine vip de moda, acontece duas vezes por ano dando um preview dos lançamentos para as estações de inverno e verão. A última edição, realizada no período de 13 a 15 de maio, apresentou as coleções de Outono/Inverno 2010. Mais de cinco mil pessoas foram conferir as últimas tendências da moda no Shopping. A parceria entre o Balneário Camboriú Shopping e o Balneário Fashion Show nasceu ainda em 2008. Desde então, o BFS é considerado um dos eventos mais importantes no calendário do BC Shopping.

A gerente de marketing do empreendimento, Aline Righi, destaca a importância da parceira por serem ambos referências em moda no estado.”O empreendimento é hoje ícone de estilo e tendências, reforçado ainda mais pelo conceito do BFS, que já integra o calendário da moda catarinense”, comenta. A nova assinatura do empreendimento, Shopping & Charme, ressalta mais uma vez a presença do shopping como referência no segmento.

Além de apresentar as tendências da estação, o BFS tem o objetivo de valorizar o comércio local e a preocupação de gerar uma cultura de moda. “Eventos como este têm uma postura mais responsável em suas ações, pelo próprio desenvolvimento da cultura, valorização do mercado e da rede de relações e processos que se fortalece”, destaca o produtor do Balneário Fashion Show, Alexandre Padilha. “O universo da moda e suas fontes de inspiração retratam não somente o que as pessoas poderão encontrar em nossas vitrines, mas influencia comportamentos, design e amplia iniciativas culturais”, completa a gerente de marketing.

No line-up oficial destacaram-se as marcas/lojas Arezzo, Beagle, Marta Maria, Urban Man, Lez a Lez, Ellus & Fórum by Spazio, Colcci e Mormaii, entre outras grifes de peso. Na passarela, a ex-BBB Cláudia Colluci, a Cacau, virou foco da imprensa na sexta-feira (dia 14 de maio), quando desfilou pela marca Planet Girls. O modelo Fausto Saez, que está na nova campanha da Gilette; Aline Zermiani, Miss Santa Catarina 2010, Piero Rechia, Amanda Grisa e Bruna Tiedt, vencedores do Super Model Brasil foram alguns dos 50 modelos do eixo Rio/São Paulo selecionados para o desfile.

Falta de mão-de-obra qualificada atinge 2/3 dos empregadores no Brasil, diz pesquisa

Quase dois terços dos empregadores brasileiros encontram dificuldades de encontrar pessoas qualificadas para preencher cargos disponíveis, segundo indica uma pesquisa realizada pela consultoria internacional de recursos humanos Manpower. Segundo a pesquisa, que ouviu mais de 35 mil empregadores em 36 países, a escassez de mão-de-obra qualificada no Brasil só não é maior do que a no Japão.

Entre os empresários brasileiros, 64% disseram ter dificuldades para preencher suas vagas com profissionais qualificados. No Japão, esse percentual foi de 76%. Na média dos 36 países pesquisados, 31% dos empregadores disseram ter dificuldades em encontrar profissionais qualificados.

A crise econômica mundial a partir de 2008 ajudou a reduzir o problema na maioria dos países. Em 2006, a média de empregadores que não conseguia encontrar profissionais qualificados em quantidade suficiente era de 40% nos países pesquisados.

Nos Estados Unidos, esse percentual caiu de 44% para 14% entre 2006 e 2010. Na Irlanda, país com menor escassez declarada de mão-de-obra qualificada, com 4%, tinha 32% em 2006. Na Grã-Bretanha, o percentual caiu de 42% em 2006 para 9% em 2010. A Espanha, outro país fortemente atingido pela crise, teve o percentual reduzido de 57% em 2006 para 15% neste ano.

Em movimento inverso, muitos países em desenvolvimento, que foram menos atingidos pela crise mundial, viram a escassez de mão-de-obra qualificada aumentar. Na Argentina, 41% dos empregadores diziam ter dificuldade de preencher seus cargos com gente qualificada em 2007, primeiro ano em que o país aparece na pesquisa. Neste ano, esse percentual aumentou para 53%.

Na China, o percentual era de 24% em 2006, caiu para 15% em 2008, mas subiu a 40% em 2010. Na Índia, houve um aumento menos acentuado: de 13% em 2006 para 16%, depois de chegar a 20% em 2009.

Últimos dias da pista de patinação no gelo do Natal Shopping

Segue até o dia 23 de maio, na praça de eventos do Natal Shopping (RN), a pista de patinação no gelo. Com capacidade para receber até 60 pessoas simultaneamente, a pista de 200m² diverte o público de todas as idades e é uma excelente e exclusiva opção de lazer nos ensolarados dias de Natal.

O custo da brincadeira é R$ 20 para dias de semana e finais de semana. O que muda é o tempo da patinação: 45 minutos de segunda a sexta-feira e 30 minutos aos sábados e domingos. A oista funciona das 10h00 às 22h00 (segunda a sábado), e das 11h00 às 22h00 (domingo). A idade mínima permitida para participar é cinco anos.