Máquinas emitem dinheiro de graça em shoppings

Uma ação de marketing de guerrilha para divulgar o vestibular 2010 da Veris Faculdades está instalando máquinas que emitem dinheiro em shoppings de quatro cidades do estado de São Paulo. Na capital paulista, a campanha começou ontem (01/06), oferecendo cópias de notas sem valor monetário nos valores de 100, 50, 20, 10 e 5 reais no Shopping Metrô Santa Cruz.

De acordo com Daniel Pedrino, gerente de marketing da Veris Faculdades, a ideia é oferecer uma experiência de choque com a realidade utilizando uma máquina que faz parte do imaginário popular. O objetivo seria confrontar um mundo de expectativas irreais com o “mundo de verdade” e fazer com que as pessoas entendam que elas precisam se preparar de verdade para os desafios da vida.

As máquinas, semelhantes às de salgadinho, também estão expostas nos shoppings Esplanada, em Sorocaba; Parque Dom Pedro, em Campinas; e Center Vale, em São José dos Campos. Com o slogan “Se a vida fosse assim, seria fácil. Na vida real a história é outra”, a ação distribuirá em um mês R$ 3,7 milhões em cem mil notas.

Para que as cédulas não sejam confundidas com notas verdadeiras, todas têm um tamanho 25% maior e são 25% mais escuras do que as originais. Em São Paulo, a ação vai até o dia dia 7 de junho.

Ações de empresas de telecomunicação lideram Ibovespa em maio

Se maio foi marcado por fortes perdas no Ibovespa (principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo), para quem aplicou em ações de algumas empresas do setor de telecomunicações, o resultado foi positivo. Dos seis melhores papeis negociados no Ibovespa, cinco pertencem a empresas que atuam nessa área, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica.

Em maio, o Ibovespa terminou com queda de 6,64%. Essa foi a maior baixa mensal desde outubro de 2008, no auge da crise provocada pelo colapso do banco Lehman Brothers, quando o prejuízo foi de 24,8%. No ano, a perda acumulada é de 8,08%.

As ações que mais se valorizaram no mês foram as da Telemar Participações (TNLP4), com alta de 13,5%. Em seguida, vêm as da Telemar Norte Leste (TMAR5) com subida de 11,6%. Em terceiro lugar aparecem os papéis da TIM (9,1%), que ficaram à frente dos da Vivo (8,2%).

Na quinta posição ficou a Bovespa, a única entre as seis primeiras que não atua no setor de telecomunicações, com alta de 7,3%. Na manhã desta terça-feira, porém, as ações da empresa caíam fortemente, em meio ao temor de que a companhia receba multa bilionária da Receita Federal. Os papéis da Brasil Telecom (6,5%) vêm em sexto lugar no ranking do mês.

Na outra ponta da lista, as ações que mais se desvalorizaram ao longo de maio foram as da Brasil Ecodiesel, com perdas de 27,8%. Depois vêm as da B2W, a Companhia Global do Varejo (Americanas.com e Submarino), que recuou 20,3%. Em seguida,estão as da Usiminas (18,2%) e TAM (17,4%)

Segundo a Economatica, no acumulado de 2010, as ações que mais subiram são as de Souza Cruz (18,8%) e Lojas Renner (12,8%). Já as que mais caíram pertencem foram as de B2W (35,8%) e TAM (33,1%).

Importações superam exportação da indústria pela primeira vez em 11 anos

O volume de importações superou a produção brasileira exportada pela primeira vez desde 1999, mostra pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgada nesta terça-feira (01/06).

De acordo com os dados, o Coeficiente de Importações –que mede o percentual da demanda interna suprido por produtos vindos do exterior– atingiu 20,7% no primeiro trimestre, enquanto a parcela da produção industrial brasileira direcionada ao mercado externo, que é medida pelo Coeficiente de Exportações, ficou em 19,3%. O CI não ultrapassava o CE desde a adoção do regime de câmbio flexível no país, há 11 anos. Nos três primeiros meses de 2010, o Coeficiente de Exportações sofreu a terceira queda consecutiva, atingindo patamar semelhante aos níveis de 2004.

Na tendência oposta, o índice de importações subiu pela terceira vez, chegando ao terceiro maior valor da série histórica. “Uma elevação no coeficiente de importação demonstra que a competição com os importados no mercado interno está cada vez mais acirrada”, afirma a Fiesp. A entidade afirma que os dados da pesquisa confirmam as previsões para o comércio exterior brasileiro em 2010, que apontam para um cenário em que o total exportado não retornaria aos níveis pré-crise, ao contrário da expectativa para as importações.

“A combinação entre o baixo crescimento externo, câmbio valorizado e acúmulo de créditos tributários relativos às exportações, explicam a perda de mercado externo e o desvio das vendas para o aquecido mercado interno”, disse o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, em nota.

Na evolução por categorias de uso, os coeficientes de bens de consumo e de capital atingiram, respectivamente 16,4% e 15,4%, os menores níveis da série histórica, iniciada em 2003. A queda foi a principal influência na redução do índice de exportações. Na direção oposta, os coeficientes de importação dos bens intermediários e dos bens de consumo apresentaram a terceira alta seguida, chegando a 20,5% e 15,1%, respectivamente.

Por outro lado, a o CI de bens de capital registrou alta de 1,9 ponto percentual, para 32,1%, interrompendo uma sequência de cinco quedas. De acordo com a Fiesp, a elevação pode ser vista como o retorno dos investimentos no país, “o que causou, portanto, um aquecimento do consumo no setor.”

Prataviera Shopping lança campanha de Dia dos Namorados

Namorados Prataviera Shopping sonham acordados e dormem juntinhos. Esse é o slogan da campanha para o Dia dos Namorados que o Prataviera Shopping, de Caxias do Sul (RS), lançou nesta nesta terça-feira (01/06). A proposta é, a partir de um brinde criativo, inusitado e exclusivo, inspirar e atrair os apaixonados para realizarem suas compras nas lojas do shopping nesta que é considerada uma das principais datas do calendário anual do varejo.

A administração do Prataviera Shopping trabalha com a expectativa de incrementar as vendas em 15% em relação à mesma data de 2009. Vestuário, calçados, perfumaria e acessórios são os segmentos que devem concentrar a maior parte da procura dos enamorados para presentear a cara-metade.

A campanha “Namorados Prataviera Shopping sonham acordados e dormem juntinhos” acontece até 12 de junho e está ancorada na ação promocional “comprou, ganhou”. Ou seja, os consumidores irão trocar suas notas ou cupons fiscais das compras realizadas nas mais de 40 lojas do shopping por uma fronha dupla exclusiva, com ilustração da diretora de arte Mari Ângela Costella a partir de motivos criados especialmente para encantar e aconchegar os enamorados. Compras acima de R$ 120 darão direito a trocar as notas e cupons fiscais por uma fronha, sendo permitido acumular valores para a troca.

A troca das notas e cupons fiscais será feita no quiosque da promoção, instalado no mall térreo do shopping, num espaço ambientado com o apoio da loja Casa&Cia. A campanha leva a assinatura da StudioDesign e será divulgada em pontos estratégicos no interior e fachada do shopping, materiais de ponto de venda nas lojas, mídia externa e um hotsite criado exclusivamente para a promoção no site www.prataviera.com.

Consumo de classes C, D e E crescerá 7% ao ano até 2012

O consumo de produtos e serviços nas classes C, D e E deve crescer em um ritmo que é o dobro do esperado para as classes A e B, segundo estudo feito pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio).

A projeção considera que o crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013. Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013. Os cálculos levam em conta previsões de crescimento do PIB. A dinâmica do consumo na classe média tem passado por mudanças nos últimos anos e deve se sofisticar cada vez mais, avalia Fabio Pina, economista da Fecomercio.

A alimentação representa 17% nas despesas de todas as famílias, que chegaram a R$ 93,2 bilhões, segundo dados do IBGE atualizados para 2006. Nas classes C e D, esse peso é maior -chega a 23% e 27%, respectivamente. Cerca de 30% das despesas totais das famílias foram destinadas para a habitação -os gastos com esse item em todas as faixas de renda chegaram a R$ 27,8 bilhões.

“Esses padrões devem mudar nos próximos anos, tanto por região como por itens de consumo. O consumo nas regiões Norte e Nordeste deve crescer mais proporcionalmente do que no Sul e no Sudeste. Mas haverá uma mudança significativa no que se consome”, diz Pina.

“O consumo de arroz e feijão não vai mudar. Mas itens como habitação devem ter ganho de espaço entre as famílias, especialmente as de menor renda, que têm mais acesso a crédito e podem se beneficiar de empreendimentos mais econômicos.”

Para a Fecomercio, mantido o ritmo de expansão de consumo das famílias, a questão que deve ser debatida é como se pretende sustentar esse crescimento. O estudo projeta que o consumo das famílias pode atingir R$ 2,42 trilhões até 2013 e R$ 3,29 trilhões em 2020.

“Como a tendência é de os gastos do governo e os investimentos privados crescerem acima do PIB, pode haver deficit internacional, já que o país terá de recorrer a financiamento externo para se financiar ou haverá aumento da inflação.”

Shopping Total divulga pesquisa inédita sobre perfil do seu consumidor

Os clientes do Shopping Total, em Porto Alegre, estão amadurecendo. É o que aponta a mais recente pesquisa feita com os consumidores do Empreendimento em meio às comemorações dos seus sete anos na antiga Cervejaria Brahma do Bairro Floresta. Segundo o estudo, 27,8% dos Clientes do TOTAL tem idade acima de 49 anos. Em 2008, este índice era de 10%. A pesquisa, realizada entre os dias 04 e 10/03, também apontou outras mudanças, como o aumento da presença feminina, somando 74,6%, contra 68,4 % em 2008.

Com o amadurecimento do seu consumidor, o estudo para o Total identificou outras mudanças. Uma das suas consequências é a diminuição do público solteiro que caiu para 47%, ante os 64% registrados em 2008. O aumento da renda dos frequentadores do Total também foi um reflexo do aumento da faixa etária. Em 2010, 51,6% do consumidor do Empreendimento é representado pelas classes e A e B. Em 2008, este índice era de 36%.

O estudo foi realizado pela Key Jump e traça um perfil completo do consumidor do Shopping Total. Ela deverá servir de comparativo com um estudo semelhante realizado em 2008, com o intuito de identificar as mudanças no perfil e comportamento do consumidor gaúcho.

River Shopping moderniza marca e apresenta novo slogan

O River Shopping, em Petrolina (PE), comemora o aniversário de 15 anos do empreendimento com muitas novidades. Responsável pela chegada do conceito de shopping center na Região do Vale do São Francisco, o River aproveita o momento para promover uma série de melhorias e se renova para acompanhar o processo de evolução e progresso que vem vivendo a região.

As primeiras mudanças começam com a modernização da marca e a adoção de um novo slogan. Modernizar uma marca significa redesenhá-la, dando novos traços e cores. Com ampla experiência do segmento de redesign, a Módulo Design, que remodelou a marca do Shopping Recife e do Bompreço, foi a empresa responsável pela implantação do novo conceito visual do River.

De acordo com o designer Roberto Varela, a nova marca ficou mais versátil. “Demos mais destaque ao nome do River, que ganhou maior peso na marca. As ondas, que dão idéia do movimento do Rio São Francisco, ficaram mais encorpadas e estão com as formas levemente arredondadas nas extremidades, o que as deixou mais modernas”, detalha Varela.

A logomarca está com quatro versões, sendo duas no formato horizontal e duas na vertical. As cores foram sutilmente alteradas. “O padrão cromático está mais harmônico. Optamos também por uma troca de posição nas ondas. Para dar mais equilíbrio, o roxo trocou de posição com o verde, que também ficou num tom mais claro, mais próximo da tonalidade da uva verde.”

O novo slogan foi desenvolvido pela Urbana Comunicação. A escolha do mote tem tudo a ver com a história do empreendimento. “O River foi o primeiro shopping da região a atender as duas principais cidades do Vale do São Francisco. Por ser um estabelecimento maduro e consolidado, nada melhor para traduzir este momento como o slogan: O shopping do Vale”, explica o publicitário Gustavo Tigre.

As ondas da marca do River Shopping representam o Rio São Francisco, devido a sua importância histórica, econômica e social para a população do Vale. As cores também foram escolhidas a dedo: elas traduzem as principais frutas produzidas na região. O verde remete à uva Itália e ao coco verde. O lilás representa as uvas de tonalidade arroxeada. Já o magenta representa a manga.

Alimentos diminuem alta e inflação em SP desacelera

A inflação ao consumidor de São Paulo desacelerou em maio, no piso das expectativas do mercado, em razão sobretudo de uma diminuição da alta de preços dos alimentos. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu para 0,22% em maio, após 0,39% em abril, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quarta-feira (02/06).

Os preços do grupo alimentação avançaram 0,11% em maio, seguindo a elevação de 1,36% em abril. O item foi pressionado desde o começo do ano por problemas de oferta interna, devido ao clima quente e chuvoso, e também por questões externas, como alta de commodities. Em maio, os custos dos alimentos in natura, os mais prejudicados pelo clima, arrefeceram.

Os grupos despesas pessoais e vestuário também amenizaram o ritmo da alta, em menor magnitude, para 0,25% e 0,45% em maio, ante, respectivamente, 0,31% e 0,74% em abril. Já os preços de habitação subiram mais, em 0,21% no mês passado, após variação positiva de 0,03% no anterior. Os de transportes reduziram o ritmo de queda, para 0,07% em maio, ante 0,48% em abril. Os custos de saúde subiram 1,15%, refletindo o reajuste recente dos remédios, ante alta anterior de 0,98%.

Consumidor terá de ser ressarcido de débitos indevidos em até dez dias

Os consumidores que foram alvo de cobranças indevidas terão até dez dias para serem ressarcidos pelos pagamentos. O prazo, de acordo com projeto aprovado nesta terça-feira (01/06) na Câmara dos Deputados, será contado a partir da data da entrega da reclamação pelo consumidor ao fornecedor.

A proposta, que ainda precisa ser aprovada pelo Senado, altera o Código de Defesa do Consumidor, que já obriga o ressarcimento de valor igual ao dobro (mais juros e correção monetária) do que o consumidor tenha pago em excesso. Hoje, porém, não há determinação de prazo para que isso ocorra.

Pela proposta original, o consumidor teria de ser ressarcido em até 24 horas por meio de depósito na conta bancária ou cheque nominal emitido em seu nome. Esses aspectos foram retirados durante a discussão na Comissão de Defesa do Consumidor e ratificados pela Comissão de Constituição e Justiça.