A administradora de shoppings Aliansce ampliou sua participação no Super Shopping Osasco, localizado na Grande São Paulo, em 2,06%, para 33,58% do total do empreendimento. O valor pago pela fatia extra foi R$ 1,728 milhão. O shopping foi inaugurado em 2005 e possui 17.641 m² de área bruta locável, com 150 lojas.
O volume de crédito para pessoas jurídicas cresceu 2,8% em junho e atingiu R$ 836,44 bilhões. Os dados constam do último relatório divulgado pelo Banco Central (BC), ontem (27/07). De acordo com o relatório da autoridade monetária, dos R$ 836,44 bilhões concedidos a empresas, R$ 511,63 bilhões ou 61,16% foram créditos de recursos livres. A diferença de R$ 324,81 bilhões ou 38,84% veio de recursos direcionados, com destaque para a forte atuação dos bancos estatais, como o BNDES.
Para efeito de comparação, o crédito para pessoas físicas avançou 1% no mesmo período, de R$ 685,4 bilhões em maio para R$ 692,56 bilhões em junho. E é fato que os recursos para pessoas físicas são originados na iniciativa privada. O montante de crédito proveniente de recursos livres do sistema financeiro para pessoas físicas atingiu R$ 505,73 bilhões ou 73% desse total.
Os recursos direcionados para pessoas físicas, predominantemente ao crédito imobiliário, alcançaram R$ 186,83 bilhões, com crescimento de 1,83% sobre maio. “Tirando a pujança do crédito imobiliário, não existe uma bolha de crescimento do crédito para consumo, e a inadimplência continua caindo mês a mês”, avalia Alexandre Chaia, do Insper. “O crédito deve continuar crescendo, mas deve crescer a um ritmo menor”, avaliou o professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.
O professor apontou o ritmo menor do crescimento do crédito. “A tendência de alta das taxas de juros já está influenciando o crescimento da economia”, constata Leite. Mas no longo prazo ele está mais otimista. “A tendência futura é de baixa das taxas praticadas. Os spreads podem sofrer alguma alteração com o aumento da concorrência no sistema financeiro”, afirma o economista.
Essa visão é compartilhada por outro economista. “Os bancos devem acirrar um pouco a competição no segundo semestre, pois há um excesso de recursos”, prevê Alexandre Chaia, do Insper. “O governo precisa avaliar as vantagens dessa política de incentivar créditos subsidiados às empresas”, considera Leite. “Se, por um lado, permite que o setor privado cresça, é evidente que essa política tem um limite. A partir desse patamar pode comprometer as finanças do Tesouro”, alerta Alcides Leite.
Entre as modalidades de crédito para pessoas jurídicas, o financiamento de capital de giro manteve-se na liderança de volume de recursos. Essa modalidade cresceu 2,3% de maio para junho e atingiu R$ 235,85 bilhões. “Esse crescimento de capital de giro aponta o financiamento de estoques e compras de insumo para atender à demanda do segundo semestre”, explica Chaia. Mas o economista do Insper acredita que o crescimento do crédito para pessoa jurídico foi tímido. “Ainda é um número modesto. Há alguns gargalos de crédito em infraestrutura mantidos pela incerteza dos bancos em emprestar com as devidas garantias”, considera Chaia.
Com performance semelhante veio a modalidade de conta garantida, que avançou 2,6% no período apurado pelo BC. O volume de financiamento da conta garantida elevou-se de R$ 50,24 bilhões em maio para R$ 51,57 bilhões em junho.
De acordo com o relatório do BC, o estoque total de crédito do sistema financeiro, incluídas as operações com recursos livres e direcionados, atingiu R$ 1,529 trilhão em junho, elevando-se 2% no mês e 19,7% em doze meses. Esse volume passou a representar 45,7 % do PIB, comparativamente a 45,2% em maio e 41,8% em junho de 2009.
Com a explosão de abertura de novos shoppings nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste, as empresas que comercializam marcas de franquias começam a correr atrás de empreendedores que queiram investir seu dinheiro em um negócio rentável, e percebem forte demanda nessas regiões.
A procura é tanta este ano na gestora de franquias Franchise Store que ela acredita ser capaz de quase triplicar as vendas em 2010, se comparado ao ano passado. A empresa detém em seu negócio marcas regionais, nacionais e estrangeiras nos segmentos de alimentos, entretenimento, beleza, vestuário etc. “Este período do ano está sendo o nosso Natal. As pessoas querem abrir lojas para já obter um faturamento inclusive nessas datas comemorativas”, explicou o diretor-geral da Franchise Store, Marcos Hirai.
A empresa está no mercado há dois anos e meio. Em 2009 teve faturamento de R$ 72 milhões e este ano aguarda receita de R$ 200 milhões. Atualmente, a Franchise Store atua em todos estados brasileiros, porém destaca o nordeste como a região que mais cresce. “O lojista do nordeste é muito aberto a franquias. Ele gosta muito de marcas de São Paulo e do Rio de Janeiro”, enfatizou o diretor-geral da Franchise Store.
Paralelamente, o sul ainda não se abriu para este mercado, segundo o porta-voz. ” O sul é uma região mais fechada e mais provinciana”, explicou. Na Franchise Store, o preço de uma franquia vai de R$ 20 mil a R$ 2 milhões. Na última semana, a empresa esteve presente em uma Feira de Franquias em Parauapebas, interior do Pará, e tinha como objetivo apresentar as seguintes marcas que devem fomentar a região: Gendai, Barbara Strauss, Seletti, Mahogany, City Shoes, Empório Bijux, OG, Star Point, Pastelândia, MMartan, Empório Body Store, Tacontento, Elementais, Andarella, Bobs e Doggs. “Estamos com o foco no norte do Pará, para incentivar o mercado local e alavancar marcas regionais, nacionais e internacionais”, disse Hirai.
Outra que comercializa o franchising e que mantém a ideia de expandir nas cidades em que já atua com suas unidades franqueadas é a Shopping de Franquias, que segue com uma perspectiva semelhante de crescimento. Criada há seis anos, a empresa tem 44 marcas em todo o o País e se prepara para assumir 600 lojas no Brasil. Suas unidades de franquia estão presentes em diversos estados, como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Espírito Santo, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Goiás.
“Todos os que desejam abrir uma franquia passam pelo crivo de outros franqueados. Isso é essencial para que o candidato tenha a exata noção do trabalho envolvido e das dificuldades do dia-a-dia da loja”, declara o fundador do Shopping das Franquias, Luís Renato Bischoff. Segundo ele, o Shopping de Franquias também prevê para o segundo semestre deste ano uma filial no Rio de Janeiro, e uma no México, além de marcar sua entrada em Portugal, também por meio de lojas. A primeira unidade internacional da Click Sushi em Portugal deve ser inaugurada em novembro próximo.
A empresa, que vende de R$ 6 a R$ 8 milhões ao ano, segue otimista e prevê fechar 2010 com um crescimento de 15% em relação ao ano passado também de olho no aumento de oferta de crédito dos bancos aos investidores em franchising. A previsão é fechar 2010 com R$ 9,5 milhões. O investimento na abertura de uma franquia vai de R$ 90 mil a R$ 200 mil, sem contar valores de aluguel, luvas, taxas de shopping e adendos.
Quem apoia a iniciativa nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste é o Banco da Amazônia, que hoje chega a financiar até 70% do negócio selecionado pelo investidor caso o empreendimento esteja localizado nas regiões citadas. Com taxas de juros que variam de 6,75% a 10% ao ano, segundo as empresas que vendem pelo intermédio do benefício a liberação do crédito deve fomentar os negócios em 15% este ano.
A 2ª edição do KM do Varejo (Knowledge Management), realizada na tarde de ontem (27/07), reuniu palestrantes de diversas regiões do país para discutir um mesmo tema: a Gestão do Conhecimento na área do varejo. Promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), o seminário busca a atualização e a qualificação do público. O evento é voltado para executivos e gestores varejistas, consultores, estudantes e professores.
Entre os palestrantes estava a gestora da UOL PagSeguro, Daniela Melo, falando sobre o presente, o futuro e as peculiaridades do e-commerce. Em seguida, o sócio-diretor da True Consultoria apresentou pequenas mudanças que podem ser trabalhados “na cara e no coração” da loja para melhorar as vendas, com cases de aumento de até 400%. A palestra magna ficou por conta da diretora da Inova 360º e Vice-Presidente de Informações da Retail Marketing Association, Martha Terenzzo. Todos os palestrantes vieram gratuitamente, oferecendo trabalho voluntário à SBGC.
O KM do Varejo faz parte do Programa Agenda Brasil Conhecimento (ABC) que visa contribuir para a efetiva inserção do Brasil no contexto da Sociedade do Conhecimento. Para isso, cada estado com representação da SBGC estuda um tema relevante para o país e ao RS coube desenvolver o tema ‘Comércio Varejista’. “O objetivo (do KM do Varejo) atende, em partes, os resultados da pesquisa e instiga novos estudos, posturas e ações necessárias para que o Brasil pratique a gestão do conhecimento como forma de resolver seus problemas”. Relata Lourdes Ritt, diretora do Projeto ABC/RS.
A edição nacional do programa, o KM Brasil 2010, acontece entre os dia 3 e 5 de novembro em Gramado (RS) e tem como tema “Gestão do Conhecimento como estratégia para o mundo sustentável”. As inscrições já podem ser feitas pelo site www.kmdobrasil.com.
O Grupo Pão de Açúcar apresentou nesta quarta-feira (28/07) lucro líquido de R$ 62,3 milhões entre abril e junho, incluindo as operações da rede Ponto Frio, ante resultado consolidado um ano antes de R$ 131,7 milhões, quando os números das lojas da cadeia de eletrodomésticos não fizeram parte do balanço.
Em termos comparáveis, o lucro do grupo foi de R$ 82,5 milhões no segundo trimestre, uma queda de 37,4% na comparação anual. No demonstrativo de resultados, a companhia afirma que o resultado foi “impactado pelo efeito extraordinário da adesão ao parcelamento de impostos no valor líquido de R$ 40,8 milhões. Desconsiderando este efeito, o lucro líquido ajustado teria sido de R$ 103,1 milhões”.
O lucro da maior varejista do País ficou abaixo da média das previsões de cinco analistas consultados pela Reuters, que apontava para ganho líquido de R$ 147 milhões no segundo trimestre. No primeiro semestre, os ganhos do Pão de Açúcar somaram R$ 188,5 milhões com Ponto Frio e de R$ 212,4 milhões sem a rede, uma queda de 6,3% em relação à primeira metade do ano passado. Desconsiderando os efeitos mencionados pela empresa, o lucro líquido ajustado nos seis primeiros meses do ano seria de R$ 229,3 milhões.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do grupo atingiu R$ 394,9 milhões no segundo trimestre, com margem de 5,7%. Já a receita líquida da companhia totalizou R$ 6,98 bilhões no trimestre encerrado em junho, aumento de 39,6% na comparação anual, e atingiu R$ 13,9 bilhões nos seis primeiros meses do ano. As vendas brutas da varejista, em bases comparáveis, cresceram em 11,5%, para R$ 6,3 bilhões no segundo quarto de 2010, enquanto as líquidas alcançaram R$ 5,64 bilhões, aumento de 12,7% ano a ano.
Pelo conceito “mesmas lojas”, que considera aquelas com no mínimo 12 meses de operação e por isso exclui também as operações do Ponto Frio, as vendas brutas cresceram 9,9%, afetadas “negativamente pelo efeito sazonal da Páscoa no mês de abril e pelo forte crescimento, de 13,2%, registrado nas vendas brutas mesmas lojas no segundo trimestre de 2009”, ressalta a companhia.
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) levará algumas das redes associadas para a Feira do Empreendedor do Sebrae, realizada de 4 a 7 de agosto, na cidade de Aracajú (SE).
O Salão de Franquias contará com 23 estandes reservados para as marcas apresentarem seus produtos e serviços para os empreendedores do nordeste interessados em abrir seu próprio negócio. Além disso, a ABF participará com um estande institucional onde uma equipe estará à disposição para tirar as dúvidas dos visitantes sobre o funcionamento do sistema.
O MorumbiShopping, Shopping Anália Franco e Shopping Vila Olímpia, shoppings da Multiplan localizados na capital paulista, promovem de 29 de julho a 1º de agosto a edição de inverno da Liquidação do Lápis Vermelho, que dá descontos de até 70% nos produtos das lojas participantes.
Desde 2008, a ação promocional acontece simultaneamente em todos os shoppings da rede (desta vez, são 12 participantes) em seis Estados brasileiros, o que potencializa a força do evento. Os quatro dias de ofertas especiais representam uma oportunidade única para colocar em dia o guarda-roupa e comprar presentes. Para a decoração das lojas, serão distribuídos kits com camisetas, tag e balões temáticos da Liquidação.
Com o slogan “Descontos difíceis de resistir”, a campanha assinada pela agência Leo Burnett prevê filme de 15 segundos nos canais da Globosat: Multishow, GNT, Rede Telecine, Universal Channel, SporTV, Viva e MegaPix, além de mídia impressa, rádio, internet e comunicação nos malls. A criação das peças gráficas remete ao trevo que faz parte da logomarca da Multiplan e dos shoppings. A veiculação vai até 31 de julho.
O site oficial da promoção (www.liquidacaolapisvermelho.com.br) estará disponível a partir de 22 de julho indicando as principais ofertas de cada shopping e disponibilizando a formação de uma wishlist, onde o usuário poderá separar em uma lista as imagens dos produtos que mais gosta, criando looks diferentes. O investimento total dos shoppings na campanha é de R$ 1,7 milhão.
A exemplo da última edição do Lápis Vermelho, desta vez também haverá ações de divulgação nas mídias sociais como Orkut, Facebook e Twitter, além de blogs, Boo-box e Adwords. A criação é da agência de mídias sociais Ideia S/A.
A Nike Store inaugurou nesta terça (27/07) a segunda loja em São Paulo. Administrada pelo Grupo SBF, a nova unidade está instalada no Shopping Villa-Lobos, na Zona Oeste da capital. Com 163 m² de área de vendas, a loja oferece produtos masculinos e femininos divididos em categorias como running, sportswear e futebol.
A nova unidade da Nike Store conta com quatro mil itens para vendas, entre roupas, acessórios e calçados de alta performance para a prática de esportes, principalmente o running. “A loja tem opções de compras das três principais categorias esportivas. Mas o foco é o running pela proximidade com o Parque Villa-Lobos. Temos opções para iniciantes, profissionais e frequentadores do parque. Há uma grande variedade de produtos”, explica Marcos Maltez, gerente nacional Nike Store.
A loja é a primeira do Grupo SBF no Shopping Villa-Lobos. “Esta loja é especial, pois é a primeira em operação neste shopping. Por isso, a responsabilidade é muito grande. O objetivo é mostrar o potencial de vendas que este estabelecimento tem”, comenta Maltez. Essa é a segunda loja da rede na capital paulista. A outra unidade está localizada no Shopping Anália Franco, na Zona Leste da cidade.
Desde maio de 2009, o Grupo SBF assinou parceria inédita com a Nike do Brasil para abertura e operação das novas unidades da Nike Store, nos próximos dez anos, nos principais centros comerciais do Brasil. Em todo o país, já são seis lojas Nike Store em funcionamento sob administração do Grupo SBF, nos seguintes shoppings: Norte Shopping, no Rio de Janeiro; Manauara Shopping, em Manaus; Boulevard Shopping Belém, capital do Pará; Shoppings Anália Franco e Villa-Lobos, em São Paulo; e Shopping Iguatemi, em Salvador.
Os consumidores parecem estar satisfeitos com o fim da exclusividade na indústria dos cartões de crédito. Na enquete realizada pelo Portal Infomoney, quase 80% dos respondentes deram nota 10 às mudanças.
No dia 1º de julho, foi encerrada no Brasil a exclusividade entre credenciadores e bandeiras. Até então, havia a credenciadora Cielo (ex-Visanet) como única a oferecer transações dos cartões Visa, enquanto apenas a Redecard credenciava estabelecimentos que quisessem aceitar os cartões da bandeira Mastercard. Hoje, os credenciadores podem trabalhar com quantas bandeiras quiser.
Além de facilitar o uso das maquininhas que realizam as transações – permitindo ao comerciante reduzir a quantidade de máquinas e reduzir os gastos com aluguel, as mudanças abrem o setor para a atuação de novos credenciadores, como o Santander, que estreou na mesma data.
Dos 2.188 leitores que responderam à pesquisa, 1.750 deram nota dez ao fim da exclusividade entre credenciadora e bandeira no setor de cartões, exatos 79,94% do total. Outros 94 usuários (4,30%) deram nota nove, enquanto 110 leitores (5,03%) deram nota oito. Apenas 3,47% (76 pessoas) deram nota zero às novas regras.

