Americanos e europeus buscam emprego na China

Há dois anos trabalhando na China, o norte-americano Mike Shaw, 34, é o primeiro de sua família a deixar a região de Boston desde meados do século 19. “Até vir para a China, nunca tinha conseguido um trabalho “das 09h00 às 17h00″ na área em que estudei. Isso diz muito sobre os Estados Unidos de hoje”, diz Shaw, formado em comunicação social e hoje editor de uma empresa de relações públicas. “É estimulante estar aqui.”

Ao contrário de funcionários de multinacionais que, em geral, chegam por um tempo mais ou menos determinado, um crescente número de trabalhadores ocidentais está conseguindo trabalho em empresas chinesas, onde pretendem ficar sem um prazo definido. Antes uma opção exótica, o mercado chinês, com taxa de desemprego urbano de 4,2% e economia aquecida, é cada vez mais atraente para profissionais de países como Estados Unidos (9,5%) e Espanha (19,9%).

“Em posições de alto escalão, as empresas chinesas preferem locais, mas, para níveis de gerência ou posições técnicas onde não há mão de obra chinesa, eles importam pessoas e não olham para a sua nacionalidade, apenas se você pode fazer o trabalho”, disse à Folha Chloe Shou, consultora em Pequim da Antal, multinacional de “headhunting”. Segundo Chloe, há um número cada vez maior de recém-formados estrangeiros que vêm à China para aprender mandarim ou fazer pós-graduação e acabam entrando no mercado de trabalho. De fato, dados do Ministério da Educação mostram que, no ano passado, havia 230 mil estudantes de 190 países na China, um número recorde e 6,6% maior do que no ano anterior. A meta do governo é chegar a 500 mil alunos estrangeiros em 2020.

Amiga de Shaw, a arquiteta espanhola Cristina Bermejo passou uma temporada na China antes de se graduar. Voltou à Espanha, obteve o diploma e voltou para trabalhar em Pequim. Segundo Shaw, o grupo de estrangeiros que querem se estabelecer é bem menor do que a quantidade de temporários. Mas ele crê que o número cresce desde 2008, sobretudo de europeus. A impressão de Shaw pode estar correta. Uma pesquisa mundial de mercado de trabalho da Antal mostra que 72% das empresas chinesas estão contratando no nível gerencial e profissional, ante 63% dos EUA e 45% da Europa Ocidental. O Brasil aparece com 65%.

Para Huang Xiaoping, consultor da empresa de recrutamento Risfond Executive, o interesse estrangeiro ainda é pequeno e concentrado em descendentes de imigrantes chineses. Os principais motivos, diz, são a barreira cultural e a falta de benefícios para os funcionários, como um plano de aposentadoria. Huang acredita que o crescimento chinês e a internacionalização de empresas deixarão o país mais atraente para quem vem de fora. “Nos próximos cinco anos, a China terá muitas vagas para estrangeiros”, prevê.

Importados estão mais sofisticados neste Natal

A quatro meses do Natal, as redes supermercadistas estão finalizando as estratégias de compra de importados para a época mais lucrativa para o varejo. Neste ano, as companhias vão trazer itens mais sofisticados, apostando no maior poder de compra e exigência do consumidor. Brinquedos, decoração natalina, bebidas, artigos de cama, mesa e banho com valor agregado mais alto vão estar nas prateleiras dos estabelecimentos em volume maior frente ao ano passado. Em uma grande rede supermercadista, por exemplo, a importação de produtos não-alimentares será 30% maior para a data.

O diretor de importações e exportações da rede, Sandro Benelli, diz que entre os itens de destaque estão carrinhos de controle remoto com outras funções e bonecas com mais opções de roupa. “Em outubro mandaremos um gerente à China para ver as novidades para o Natal de 2011”, revela. Benelli avalia que, com as condições econômicas mais favoráveis neste ano, muitos produtos ficaram mais acessíveis. Pratos com acabamento diferenciado também estão entre os itens que terão maior variedade.

Cada vez mais os consumidores estão comprando itens diferenciados nas lojas. No grupo, a variedade de queijos e frutas secas antes importadas principalmente da França, Itália e Espanha dividem espaço na prateleira com itens de nacionalidade belga e holandesa. O volume de bacalhau, azeite, frutas secas e frescas e vinhos trazidos do Exterior para o fim deste ano crescerá de 15% a 20%, afirma o diretor. A expectativa é de que, neste ano, seja registrada quantidade recorde de importados.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, o setor verificou que houve incremento na venda de itens considerados premium. “Vem ocorrendo migração de produtos mais baratos para os mais caros. Depois dos alimentos, a venda de utensílios domésticos têm crescido bastante.” Honda, que também é sócio de uma rede de supermercados, avalia que a valorização do real frente ao dólar é um dos motivos para que as redes comprem mais itens da Ásia, Europa e América do Sul. “Importamos mais artigos têxteis indianos e chineses para o setor de cama, mesa e banho. Quanto aos alimentos, compramos bacalhau e azeitona”, conta. Ele destaca que as classes C e D estão entre as que mais impulsionam a venda de produtos sofisticados.

Além dos tradicionais vinhos franceses, espanhóis e portugueses, os estabelecimentos que comercializam a bebida apontam que o brasileiro está diversificando seu gosto ao adquirir também rótulos importados da Austrália, África do Sul e Nova Zelândia, entre outros. Segundo o proprietário de uma adega em Santo André, Alexandre Gonçalves, produtores que não tinham grande espaço no mercado nacional agora estão sendo procurados pelos clientes. “A receptividade para marcas não tradicionais aumentou. Por isso, elevamos o sortimento de bebidas no fim de ano para atender às exigências dos clientes.”

Além dos vinhos, queijos e cervejas importados também registram boa procura. O empresário diz que para o Natal e Ano Novo encomendará em maior quantidade a cerveja belga Deus, cuja garrafa custa entre R$ 250 e R$ 300. O diretor de importações e exportações de uma grande rede supermercadista, Sandro Benelli, endossa que vinhos fabricados na Oceania e África estão na mira da rede para as próximas compras

Conta de luz sobe 8,91% para 2 milhões no interior de SP e MS a partir de sexta

A tarifa da distribuidora Elektro, que atende cerca de 2 milhões de unidades de consumo no interior de São Paulo e em cinco municípios do Mato Grosso do Sul, ficará mais cara a partir da próxima sexta-feira (27/08). O reajuste médio de 8,91% foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Para consumidores residenciais, o reajuste será de 8,48%. Para consumidores de alta tensão, como indústrias, vai variar de 7,69% a 11,78%. A agência aprovou também reajuste médio de 6,56% da tarifa da Companhia Energética de Alagoas (Ceal), a partir de 24 de agosto, e de 0,08% para a Companhia Energética do Maranhão (Cemae), a partir de 28 de agosto.

A inflação no período, medida pelo IGP-M, custos com aquisição de energia e o aumento da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo que custeia a geração de energia nos Sistemas Isolados, são os principais motivos dos reajustes, diz a Aneel.

Estrelas internacionais em shoppings nacionais

Primeiro foi Kate Moss a foi escolhida para ser a estrela do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A top foi fotografada em Londres e aparece linda na campanha do badalado shopping.

E tudo indica que a onda é mesmo trazer belas internacionais, afinal a boa nova vem com a atriz Nicole Kidman. Nicole gravou para o shopping de luxo Village Mall, que está sendo construído pelo grupo Multiplan na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ou seja, as estrelas são internacionais, mas quem agradece é mesmo o consumidor nacional.

Via celular, varejista dos EUA premia cliente que entra na loja

A Best Buy, uma das maiores redes de eletrônicos dos Estados Unidos, é a primeira grande loja americana a usar a tecnologia para enviar ofertas e prêmios aos consumidores quando esses colocam os pés no estabelecimento. A ferramenta é mais uma das recentes tentativas de unir a internet às formas de comércio tradicionais, premiando aqueles que se dirigirem às lojas “reais”.

O cliente em potencial precisa concordar. Ele baixa um aplicativo gratuito para smartphone, e a Best Buy detecta a sua localização assim que passar pela porta. O consumidor receberá então créditos em compras, ofertas de download de música e avisos de promoção, que, no futuro, deverão ser customizados de acordo com o comportamento daqueles que participam do programa de fidelidade da rede. O aplicativo, desenvolvido pela Shopkick, será testado em San Francisco, para depois chegar a Los Angeles, Nova York e Chicago, segundo a Best Buy, que tem mais de mil lojas nos EUA.

A Shopkick, empresa de tecnologia do vale do Silício fundada há um ano, promete precisão absoluta quanto à localização do usuário. Em lugar de confiar no sinal do GPS do telefone, o sistema usa um sinal de áudio transmitido dentro da loja e garante não mandar ofertas a quem passa, por exemplo, pelo estacionamento. “Se o movimento de pedestres é o desafio das lojas físicas, por que ninguém premia os clientes por entrar nas lojas?”, questionou Cyriac Roeding, presidente-executivo da Shopkick. “A Best Buy foi a primeira rede a compartilhar conosco a visão de que o futuro do varejo está no celular. Agora, os consumidores podem ser recompensados simplesmente por entrar em uma loja”, afirmou Roeding.

De acordo com a Shopkick, a Macys será a próxima rede a adotar o sistema.

Gigantes dominam shoppings de Belo Horizonte

Verdadeiros templos de consumo, os shoppings têm poucos reis na atualidade. Os chamados sócios minoritários estão em número cada vez mais reduzido, depois da entrada dos grandes conglomerados no setor. Segundo contam eles próprios, o fenômeno começou há cerca de cinco anos, com a melhoria da economia brasileira atraindo o interesse dos maiores grupos estrangeiros ao país.

Em Belo Horizonte, a última movimentação no segmento ocorreu no Pátio Savassi. O shopping anunciou, na quarta-feira (18/08), sua expansão em cem lojas, integrada com a revitalização da Região da Savassi, dias após o Grupo Multiplan aumentar sua participação de 80,9% para 96,5%. Em BH, a Multiplan já controla 90% do Diamond Mall e 80% do BH Shopping. Nos dois casos, os percentuais restantes estão nas mãos da Caixa dos Empregados da Usiminas.

A cota de 15,6% era de Helder Mendonça, dono da Forno de Minas e um dos idealizadores do empreendimento. O nome de Helder Mendonça esconde-se atrás das siglas da empresa MK Empreendimentos, que também esteve presente nos bastidores do ItaúPower Shopping e mantém parte do Plaza Anchieta, que será inaugurado no bairro da Zona Sul que inspirou seu nome, além de participações no Cariri Shopping, do interior do Ceará, e no Plaza Macaé, no Rio de Janeiro. Ele recusa, porém, o título de rei dos shoppings. “Meu berço é a Forno de Minas, que retomei no ano passado. Sou mais ligado à indústria do que ao comércio. O shopping surgiu mais como necessidade de investimento”, afirma.

Ele esclarece que o negócio dos shoppings exige disponibilidade de capital e de tempo para dar lucro. “A máxima dos shopping é que são necessários três Natais para pegar. O Pátio foi uma surpresa e já nasceu maduro. O Itaú inaugurou com dificuldades e com apenas 27 lojas. Como era bem-ancorado, tornou-se um dos melhores do ramo, com quase 300 lojas”, compara.

Como os bons vinhos, os shoppings amadurecem com o tempo. Vide o exemplo do Shopping Cidade, que será reinaugurado em 30 de abril de 2011, no dia em que completa 20 anos de fundação. Antes disso, já começaram a funcionar o espaço gourmet e novas salas de cinema. “O setor de shoppings está cada vez mais concentrado nos grandes conglomerados, que estão fugindo da Europa e dos Estados Unidos em crise, e descobrindo o potencial do Brasil”, observa a superintendente Luciane Starling.

O Shopping Cidade ainda mantém 25% da participação com a Castor Participações, de Ítalo Gaetani, e outros 25% com a Itamaraty de Minas, empresa formada por pessoas físicas que preferem não revelar a identidade. Mas a metade do empreendimento está com a Brookfield Incorporações (não confundir com a loja de roupas), fundo canadense que era chamado de Brascan.

Já o mais novo centro de compras de BH, o Boulevard Shopping, com inauguração prevista para 26 de outubro, marca a entrada, em Minas Gerais, da Aliansce Shopping Centers (70% do total). A empresa é constituída por uma joint venture entre a pioneira Nacional Iguatemi, do empresário Renato Rique, de São Paulo; a americana General Growth Properties (GGP), segunda maior empresa de shopping centers no mundo; e a Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga. Os outros 30% pertencem à NRG Empreendimentos Ltda, sigla formada pelo minoritário Nelson Rigotto de Gouvêa, empresário do setor imobiliário.

Para o dono da Forno de Minas, um dos grandes empreendedores do segmento é Eduardo Gribel, da Tenco Realty. Desde 1990, a empresa deixou de ser uma construtora convencional, passando a atuar no desenvolvimento e na administração de shoppings. Eduardo faz dobradinha com sua mulher, Adriana Gribel, da Batur Empreendimentos e Participações e especialista em shopping centers pela Fundação Getulio Vargas. A atuação do casal se confunde nos projetos do ItaúPower Shopping, Ponteio Lar Shopping, Pátio Savassi, Plaza Anchieta e Villaggio Gutierrez, só para citar a Região Metropolitana de BH.

TAM manda voos regionais para Cumbica a partir desta segunda

Começa a valer nesta segunda-feira (23/08) a mudança de voos que a TAM fará de Congonhas para Guarulhos. A alteração envolve ao menos 17 voos que partem ou chegam do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná operados pela Pantanal.

A mudança pode afetar 24 mil pessoas por ano, total de lugares nos voos alterados. A medida tem causado protestos de empresários, que terão de descer em Guarulhos e se deslocar de carro ou ônibus para chegar ao centro de São Paulo ou fazer conexões em Congonhas. Em alguns casos, o viajante pode levar mais tempo de carro para chegar ao centro de São Paulo do que de voo.

A empresa vai utilizar esses horários que liberou em Congonhas para rotas mais lucrativas, como a ponte aérea Rio-São Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, entre outros. Insatisfeitos, empresários e políticos do interior pressionaram a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a vetar as mudanças. “Compensa ir para São Paulo de carro. Levo pouco mais de quatro horas”, diz o empresário Sérgio Lopes Sobrinho, presidente da associação comercial de Marília, a cerca de 450 km da capital.

Diretor do Centro das Indústrias do Estado de SP (Ciesp), Samir Nakad diz que a falta de opções de companhias deixa o interior de São Paulo refém das aéreas. “Somos cidadãos de segunda classe. Um absurdo.” Porém, a agência diz que as empresas aéreas têm permissão legal para utilizar “slots” (horários de voos) como programarem.

Para a TAM, a mudança terá impacto econômico. O número de passageiros da empresa em Congonhas pode triplicar, pois as aeronaves dos voos regionais levam apenas 45 passageiros, enquanto as novas têm capacidade para até 174 assentos.

Os horários em Congonhas estão esgotados, o que faz com que a única alternativa para aumentar voos ao aeroporto mais atraente seja comprar companhias que já tenham slots ou remanejar seus voos menos lucrativos para outros aeroportos.

Serão transferidos para Guarulhos os voos de Araçatuba, Marília, Presidente Prudente (todas no interior de São Paulo), Maringá (PR) e Juiz de Fora, em Minas Gerais. A empresa irá manter um voo para Bauru (SP) por Congonhas e transferir os outros três atualmente em operação para Cumbica, em Guarulhos.

A TAM/Pantanal alega que a transferência foi feita por “motivos estratégicos e operacionais” e que vai oferecer ônibus de graça “como cortesia” entre Congonhas e Guarulhos. A Pantanal atenderá 17 localidades.

Lojistas devem economizar R$ 1 bi com novas máquinas de cartão

Em vigor desde o dia 1º de julho, a universalização das maquininhas de cartão deve gerar uma economia aos lojistas de, aproximadamente, R$ 1 bilhão ao ano, segundo o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior. O cálculo leva em conta o número de 1,7 milhão de lojistas que usam as maquininhas de cartão no Brasil. Atualmente elas precisam pagar o aluguel das duas máquinas das grandes operadoras (Cielo e Redecard), o que custa em média R$ 120 mensais. Com a universalização, todas as máquinas terão de aceitar qualquer cartão, o que permitirá ao comerciante ter apenas um equipamento e reduzir seu custo pela metade.

Apesar do benefício, ele afirma que muitos lojistas ainda desconhecem a medida e não procuram adotá-la. O presidente explica que grandes e pequenos empreendimentos ganham com a mudança. “Os pequenos estabelecimentos serão beneficiados primeiro, pois o impacto do custo do aluguel dos equipamentos é mais forte nos seus custos. Depois, até o consumidor ganhará, com o repasse do benefício que o lojista terá”, afirma.

Segundo ele, a concorrência deve provocar a queda de 35% nas taxas que as credenciadoras cobram dos lojistas a cada transação efetuada. A porcentagem que até agora está em torno de 3%, por operação, antes de julho, deve ficar em torno de 2%. “Agora o lojista pode escolher a operadora e ganha quem oferecer mais benefícios. Algumas já deixam o aluguel a custo zero para os comerciantes que faturam mais alto”, explica. A mudança é fruto de uma luta antiga dos lojistas, no entanto, não é obrigatória. Pellizzaro classifica a medida como um acordo, firmado entre a Indústria de Cartões e o Ministério da Justiça que oferece esta opção aos comerciantes.

De acordo com o presidente, mais de 95% do mercado de cartões no Brasil é composto das bandeiras Visa ou Mastercard, aceitas pelas principais credenciadoras que são Cielo, Redecard e Santander/Getnet. Então, o comerciante pode ter uma máquina e atender quase a totalidade de seus clientes.

Segundo informações da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), no mês de julho foram registradas mais de 146 milhões de transações com cartões de crédito e 242 milhões com o de débito. Os números aumentaram cerca de 2 milhões, cada um, em relação a junho. O faturamento com operações que utilizam cartões no País está na marca de, aproximadamente, R$ 535 milhões, de janeiro a julho deste ano, aumento de 20% em relação ao ano anterior.

Auto Shopping Aricanduva surge de cara nova

A Rae,MP é a agência responsável pela criação da nova fachada do Auto Shopping Aricanduva, o maior shopping de concessionários do Brasil, inaugurada neste mês em São Paulo.

O novo design apresenta o Auto Shopping muito mais dinâmico, com modelos de veículos de todas as marcas presentes no shopping. Carros e motos convivem em harmonia no mesmo espaço, tornando o ambiente ao redor do prédio mais agradável e convidativo aos visitantes.