Quase um quarto dos brasileiros sofre de depressão pós-férias, mostra estudo

Você acaba de voltar das férias e já sente uma falta de energia inexplicável, dores no corpo e um desânimo enorme ao cumprir suas obrigações? É bem provável que você esteja com depressão pós-férias, mal que aflige 23% dos brasileiros, segundo estudo realizado pela Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil), instituição voltada para a investigação e gerenciamento do estresse. A pesquisa contou com 540 profissionais de 25 a 60 anos de idade, residentes em São Paulo e em Porto Alegre, com uma média de tempo de trabalho de 12 anos.

Entre os participantes com diagnóstico de depressão pós-férias, os sintomas mais comuns foram dores musculares, incluindo cefaleia (comum a 87% deles), cansaço (83%), angústia (89%) e ansiedade (83%). Do total, 68% afirmaram usar medicamentos e 52% citaram o consumo de álcool como forma de aliviar o mal-estar.

A depressão pós-férias não deve ser confundida com o desconforto da segunda-feira, ou após um feriado prolongado, que produz sintomas menos intensos e duradouros, segundo a presidente da Isma-BR, Ana Maria Rossi. Os profissionais mais vulneráveis à depressão pós-férias, segundo o levantamento, foram os de finanças, saúde, informática e aqueles que estão fora de sua área de formação. De acordo com Rossi, o mal-estar na volta ao trabalho não costuma durar mais do que duas semanas, tempo que corpo e mente levam para se readaptar à velha rotina.

Mas os sintomas são um indicativo de descontentamento com o ambiente de trabalho ou com o próprio ofício. A pesquisa mostrou que 93% das vítimas de depressão pós-férias se sentem insatisfeitas profissionalmente; 86% não veem possibilidade de promoção ou desenvolvimento; 71% consideram o ambiente de trabalho hostil ou pouco confiável; e 49% têm conflitos interpessoais no local de serviço.

Outro ponto detectado é que, quanto mais tempo no mesmo emprego, maiores as chances de sofrer de depressão pós-férias. “Muita gente sabe que o trabalho lhe faz mal, mas não sai por causa do salário ou de algum outro tipo de benefício”, descreve. Essa relação de dualidade traz muita culpa e angústia, principalmente quando não há perspectivas de mudança: “Quando a pessoa sabe que o sofrimento é temporário, pois decide que vai ficar naquele trabalho só até cumprir determinada meta, fica mais fácil lidar com a insatisfação”, pondera.

A especialista ensina que, no mundo ideal, a solução mais adequada para o problema seria buscar um emprego que proporcionasse mais satisfação. “Mas a gente sabe que isso não é tão simples”, admite. A saída, então, é buscar compensações para a falta de motivação, procurando os amigos, dedicando-se a algum hobby prazeroso ou fazendo algum trabalho voluntário. “Sentir-se gratificado e saber que sua colaboração tem valor é importante até para manter a sanidade”, justifica.

Outra maneira de reduzir o risco de depressão pós-férias é fracionar o período de descanso. Rossi garante que os benefícios da medida já foram comprovados em pesquisas do Isma e de outras instituições. No entanto, a legislação brasileira só permite que a pessoa divida as férias em no máximo dois períodos de 15 dias.

A especialista acredita que pelo menos três pausas de dez dias são o ideal, pois exigem menor mobilização para deixar as coisas em ordem antes de sair e evitam o acúmulo de pressões e demandas. “Quando o efeito da pausa anterior passa, a pessoa já tem um novo período de descanso”, relata.

Se você é do tipo que ama o que faz ou é viciado em trabalho, as férias podem até ser motivo de estresse. Nesse caso, o conselho é conciliar o período de descanso com algum curso. Como ressalta Rossi, deixar de fazer pelo menos uma pausa ao longo do ano prejudica muito a produtividade. E isso é algo que nem você, nem a empresa para a qual trabalha, vão querer que aconteça.

Tempo de diversão no Pátio Brasil Shopping

As férias estão com tudo no Pátio Brasil Shopping, de Brasília. Agora, além da Ciranda da Ecologia, programa que visa conscientizar o público infantil sobre a importância da preservação da natureza, o centro de compras oferece diversas atrações gratuitas aos finais de semana.

Neste final de semana, acontecem os primeiros eventos. No sábado (15/01), das 11h00 às 12h00 e das 15h00 às 16h00, os atores do Instituto Zabilin de Arte e Cultura encenarão a peça “7 Pecados no Trânsito”. A apresentação faz parte da campanha educativa do Detran-DF que visa conscientizar a população acerca do comportamento no trânsito, seja como motorista ou pedestre, destacando as principais regras para que tenhamos um trânsito menos violento. No domingo (16/01), Tio Inácio, ex-maquiador da apresentadora Xuxa, toma conta da festa. As crianças que visitarem o shopping poderão passar pelas mãos do make up artist e saírem pintadas de borboleta, onça, entre outros temas. Essas atrações são gratuitas e acontecem no espaço montado em frente à loja Taco, no Piso 1, das 11h00 às 12h00 e das 14h30 às 17h00.

Além destas atividades, o Pátio Brasil Shopping recebe diariamente, até o dia 13 de fevereiro, a Ciranda da Ecologia. O evento oferece diversas oficinas, como “Coleta Seletiva de Produtos”. As crianças ainda poderão participar de atividades envolvendo desenho e brincar de quebra cabeça. O circuito tem duração de 30 minutos e a entrada custa R$ 10.

Expansão consolida Litoral Plaza Shopping como o maior do gênero na Baixada Santista

O Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande, no litoral paulista, vai se consolidar como o maior empreendimento do gênero na Baixada Santista. Com o plano de expansão que está em andamento, passará dos atuais 47 mil para 55 mil m² de ABL (área bruta locável), superando em 13 mil m² o segundo colocado. Na nova área, haverá mais quatro lojistas, sendo que dois já podem ser anunciados: o atacadista Assaí, com inauguração prevista para dia 5 de fevereiro, e a Preçolandia, que deve entrar em funcionamento ainda no primeiro trimestre deste ano. Os outros dois espaços, de 1,2 mil metros quadrados cada, estão em fase de negociação e em breve serão divulgados.

Empresa integrante do Grupo Pão de Açúcar, o Assaí, cujo as obras estão em fase final, ocupará uma área aproximada de 4.362 m² e deve gerar até 300 vagas de trabalho. A Preçolandia, especializada no mercado varejista, ficará em uma área de 1,2 mil m². Para atender essa nova demanda de público o estacionamento será ampliado e receberá cerca de 300 novas vagas, um aumento de aproximadamente 10%. Único gratuito na Baixada Santista, oferece atualmente 3,1 mil vagas.

“O Litoral Plaza Shopping passa não só por um aumento de espaço físico para os clientes, mas também por uma reformulação no mix de lojas. Hoje oferecemos opções para um público diferenciado e mais exigente, acompanhando a tendência da região, que vive um momento próspero de negócios e de atração de consumidores com alto poder aquisitivo”, destaca Fernando Rodriguez, gerente geral do shopping.

Um empreendimento do Grupo Peralta, o Litoral Plaza vem promovendo melhorias e fazendo investimentos desde o último trimestre de 2010. Cerca de R$ 500 mil foram aplicados, entre dezembro passado e janeiro deste ano, na praça de alimentação, que foi repaginada, está com visual novo, mais moderno e funcional. Além disso, dispõe de mais lugares, saindo de mil para 1152, um aumento de 15%.

O Shopping teve também os acessos ao estacionamento ampliados. O número de cancelas na entrada Sul do shopping, aquela mais usada pelos clientes que vêm de Praia Grande e do Litoral Sul passou de duas para quatro. Já no acesso Norte, mais utilizado por quem vem de São Vicente e Santos, entraram em operação quatro cancelas de entrada (antes eram três) e mais uma de saída (passando de duas para três).

Dilma deve propor salário mínimo maior só em fevereiro

A presidente Dilma Rousseff não deve apresentar já uma correção para a medida provisória que estipula o valor do salário mínimo, modificando o índice defasado usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reajustar o valor de R$ 510 para R$ 540. A decisão de não mandar um novo reajuste já, quando poderia arredondar o valor do salário mínimo para até R$ 550, como afirmou um ministro sob condição de anonimato, faz parte da estratégia de negociação com a base aliada no Congresso.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), revelou que as bancadas do partido no Congresso se reunirão com o governo para debater o mínimo na última semana de janeiro. “Até lá (o início dos trabalhos do Congresso) não devemos esperar por alterações”, afirmou Teixeira. Segundo o deputado, o ministro Guido Mantega (Fazenda) se reunirá com a base aliada para apresentar os motivos do governo para evitar um reajuste maior do salário mínimo depois da eleição da mesa diretora da Câmara e do Senado. “Tenho esse indicativo do governo”, contou.

O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), reconheceu que “é melhor esperar, porque se der um novo valor agora o Congresso vai dar mais”. O líder do PDT, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que preside a Força Sindical, tem a mesma avaliação. “Todo valor que ela divulgar agora fica queimado”, afirmou.

O reajuste do mínimo é visto por investidores como um sinal importante em relação aos gastos públicos. No discurso, a equipe econômica do novo governo tem dito que os gastos serão contidos e os recursos melhor utilizados. Para o mercado, o reajuste do mínimo, que tem impacto sobre as contas da Previdência, pode ser um sinal mais concreto sobre a determinação do governo quanto ao equilíbrio fiscal.

Em 30 de dezembro, a medida provisória assinada por Lula usava como reajuste 5,88% para o salário mínimo. Contudo, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2010, usado no cálculo para o aumento, ainda não estava completamente apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O INPC fechado ficou em 6,47%, o que elevaria o salário mínimo para R$ 543. Com isso, Dilma teria a possibilidade de arredondar o valor para R$ 545, ou até R$ 550 para ganhar fôlego na negociação com as centrais sindicais.

As centrais sindicais entregaram nesta quarta-feira (12/01) ao ministro Luiz Sérgio (Relações Institucionais), um manifesto em que reclamam da falta de negociação em torno do valor do salário mínimo e pedem uma audiência com a presidente para discutir o reajuste.

O silêncio de Dilma é que está irritando os sindicalistas. “Ninguém consegue falar com ela. Ela pode até não querer falar conosco, mas tem que indicar alguém para negociar”, reclamou Paulinho que levou o manifesto ao ministro. “Todas as centrais apoiaram a Dilma”, argumentou. O parlamentar descarta ainda qualquer negociação por R$ 550. “Nós queremos R$ 580, pode ser até menos, mas R$ 550 de jeito nenhum”, disse.

O debate sobre o salário mínimo também ficou contaminado na semana passada pela insatisfação do PMDB com o espaço e o tratamento que vinha recebendo dentro do governo. Foram necessárias várias reuniões entre Dilma, o ministro Antônio Palocci (Casa CiviL), Luiz Sérgio e o vice-presidente Michel Temer para que a relação se pacificasse.

Agora, o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves, suavizou o discurso. “Nós do governo temos que debater esse tema que sempre é explosivo. A equipe econômica deve ter números que mostram o impacto de um aumento maior no governo federal e nas prefeituras. Temos que conversar”, afirmou nesta quarta.

Na semana passada, em tom de ameaça, Alves dizia que o governo precisava “convencer a base aliada” do salário mínimo em R$ 540. Do lado do governo, Palocci e Luiz Sérgio entraram em campo para pedir que os partidos aliados se manifestassem publicamente em favor do valor oferecido pelo governo.

Bird adverte que América Latina pode pagar pela crise europeia

A América Latina pode pagar pela crise da dívida na zona euro, especialmente na Espanha, país que mantém fortes vínculos bancários e financeiros com a região, advertiu nesta quarta-feira (12/01) o Banco Mundial (Bird).

A política monetária na América Latina está sobrecarregada com a entrada em massa de capital estrangeiro, o que pode desequilibrar o robusto crescimento da região, de 5,7% em 2010, prevê o Bird. América Latina deverá crescer 4% em 2011, uma desaceleração em relação ao ano passado, acompanhando a queda no ritmo mundial, previsto para 3,3% em 2011, destaca o relatório.

Segundo o Bird, “a América Latina tem estreitos vínculos financeiros e comerciais com Espanha e Portugal, e poderá ser exposta a repercussões significativas se as condições nestes países se deteriorarem”. Caso os bancos de Espanha e Portugal sejam obrigados a reestruturar sua dívida ou buscar liquidez em suas filiais na América Latina, pode haver um endurecimento severo do crédito na região.

Bird destaca que 13% do volume de investimento estrangeiro direto recebido pela América Latina em 2010 procedeu da Espanha, e que os bancos espanhóis possuem 25% do mercado no México, Chile e Peru. O Banco Mundial destaca que 95% dos fluxos de capital privado e 78% da compra da dívida pública a curto prazo durante 2010 foram parar apenas em nove países: China, Brasil, Índia, Turquia, África do Sul, México, Indonésia, Tailândia e Malásia.

Como consequência, a América Latina, que mostrou uma destacada reação à crise financeira em 2009 e 2010, está suportando altos desequilíbrios. “Apesar dos esforços para controlar a expansão monetária com taxas de juros mais altas e controles administrativos (incluindo impostos sobre fluxos de capital a curto prazo), muitas moedas na região valorizaram abruptamente, o que prejudica a competitividade” de suas exportações.

O Bird reconhece que a América Latina se beneficia, de todas as formas, do firme aumento dos preços das matérias-primas nos mercados internacionais, exceto pelo impacto do petróleo. Em 2011, o banco prevê um crescimento de 4,4% para o Brasil, de 3,6% para México, 4,7% na Argentina, 4,4% para Colômbia, 5,5% no Peru e de 5,8% para Chile. Venezuela mostrará novamente os piores indicadores econômicos, com crescimento de 0,9%.

Venda de moradias novas em SP salta 25% em novembro

As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo cresceram 25% em novembro na comparação com o mesmo mês em 2009, para 3.270 unidades, informou nesta quarta-feira (12/01) o sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista, Secovi-SP. Em relação a outubro, as vendas foram 7,8% maiores e, no período de janeiro a novembro de 2010, a comercialização de imóveis soma 30,9 mil unidades, praticamente estável em relação a um ano antes, quando o número foi de 30,2 mil.

De acordo com o Secovi, o volume de vendas até novembro não foi maior porque as empresas não lançaram no mesmo ritmo novos empreendimentos. A entidade estima que no fechado do ano passado deve ser atingido volume de vendas aproximado de 36 mil unidades. Em 2009, foram comercializadas 35,8 mil imóveis residenciais. Já o volume de lançamentos de novembro seguiu sentido oposto das vendas, caindo 22,8% em relação a outubro e recuando 1,6% sobre novembro de 2009, para 3.970 unidades. No acumulado de janeiro a novembro, no entanto, foram lançadas 29,8 mil unidades, crescimento na comparação com as 25 mil de um ano antes.

Para os próximos anos, o Secovi aponta que “o setor terá de investir em melhoria dos processos burocráticos, inovação tecnológica e qualificação de mão de obra a fim de racionalizar o processo atual de incorporação e construção excessivamente demorado”, afirmou a entidade em nota.

Shopping Leblon divulga balanço de 2010 e lança campanha

O Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, inicia seu quinto ano de atuação com ótimas expectativas, com base na excelente performance de 2010. O balanço do ano, que acaba de ser divulgado, revela um crescimento total de 15% sobre as vendas de 2009. “Nosso consumidor fez com que nossas vendas acumuladas superassem a casa de meio bilhão de reais em apenas quatro anos”, conta Marta De Vitto, superintendente do mall.

A aposta em marcas de luxo foi decisiva. Entre os destaques de vendas estão as francesas Vilebrequin e Chanel, a londrina Accessorize, as joalherias Mont Blanc, Antonio Bernardo, Sara Jóias e H.Stern, além das brasileiras Carlos Miele e Maria Bonita, que tiveram crescimentos superiores a 30%. Aparecem, ainda, como destaque as cariocas Osklen, Richards e Salinas com mais de 18% de crescimento.

Em dezembro, o ticket médio do shopping foi de R$ 3.826 e os segmentos com melhor performance de vendas foram Jóias, Perfumaria & Cosméticos, Moda, Telefonia e Acessórios. “Os índices alcançados no Natal podem ser atribuídos à promoção exclusiva realizada em parceria com a H.Stern na troca de jóias. A ação foi um sucesso e incentivou o consumidor a concentrar suas compras no Shopping Leblon”, conta Marta.

Após o excelente desempenho no Natal, o Shopping Leblon começa o ano brindando seus clientes com a campanha Objetos de Desejo. O anúncio, criado pela Ogilvy para mídia impressa e PDV, comunica o período da venda especial de 13 a 16 de janeiro, quando produtos das grifes mais sofisticadas da cidade terão descontos de até 70%. Com a iniciativa, lojistas e consumidores saem ganhando. “O objetivo principal é aumentarmos o volume de vendas no período, aproveitando o alto fluxo de clientes por conta das férias e do grande número de turistas que visitam a cidade, principalmente a zona sul. Com esta ação, esperamos incentivar o consumidor a concentrar suas compras no Shopping Leblon, incrementando a performance dos nossos lojistas neste início de ano”, conta Marta.

Os itens participantes serão marcados com um TAG para facilitar os clientes na “caça” aos preços especiais. Roupas, calçados, jóias, perfumaria & cosméticos, telefonia e eletrônicos devem estar entre os segmentos mais procurados.

Diário Oficial traz MP com R$ 780 mi para ajudar municípios inundados

O governo federal liberou R$ 780 milhões para obras preventivas de desastres e ações de defesa civil. A medida provisária, n. 522, está publicada hoje (13/01) no Diário Oficial da União. O crédito extraordinário é em favor dos ministérios dos Transportes (R$ 80 milhões) e da Integração Nacional (R$ 700 milhões). Os recursos vão servir para minimizar os problemas em municípios afetados por secas ou enchentes.

Conforme a agenda fornecida pela secretaria de Imprensa da Presidência da República, a presidente Dilma Rousseff deixa a base aérea de Brasília ao redor de 10 horas e deve estar no Rio uma hora e meia depois. Lá, a presidente sobrevoa cidades da região serrana atingidas pelas chuvas, que deixaram mais de 280 mortos em Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo. A previsão é de a dirigente deixar o Rio por volta das 16h00.

Novo balanço do Corpo de Bombeiros, divulgado pela secretaria de Saúde do Estado do Rio e Defesa Civil, mostram que somam 146 as vítimas fatais em Teresópolis, 35 em Petrópolis e 107 em Nova Friburgo, um total de 288 mortos.

Duas novas lojas são inauguradas no Shopping PátioMix Costa Verde

No segmento do varejo, a Mirella Calçados, conhecida marca no interior do Estado do Rio de Janeiro, inaugurou no final de dezembro sua primeira loja da rede em shopping, no PátioMix Costa Verde, e terceira da região. A loja que trabalha com artigos esportivos e tênis das melhores marcas vê a abertura no shopping como estratégica. “Itaguaí mostra uma perspectiva de crescimento a longo prazo muito consistente, portanto não poderíamos ficar de fora de um grande empreendimento como o PátioMix”, diz Rafael Machado, proprietário da Rede Mirella Calçados.

E no dia 6 de janeiro, no setor de alimentação do centro de compras, foi inaugurado o Boteco do Manolo. O restaurante abriu sua quinta loja, com 411 m², com internet Wi-Fi e Música ao Vivo. O estabelecimento gerou 50 vagas de emprego e as vagas de garçon, copeiro e auxiliar de serviços gerais ainda estão abertas. Para concorrer a uma vaga o candidato deve deixar currículo atualizado na própria loja.