Pátio Brasil Shopping apresenta a exposição Pessoas: Fragilidade Bruta

Para incentivar o trabalho de artistas brasilienses e levar ao público um olhar inusitado do cotidiano, o Pátio Brasil Shopping, na capital Federal, apresenta, até 17 de setembro, a exposição “Pessoas: Fragilidade Bruta”, do artista plástico Humberto de Castro. Durante um mês, quem passar pelo shopping pode conferir as 17 peças de arames em tamanho real produzidas especialmente para a mostra do Pátio Brasil. A exposição reúne criações de arames em formato de pessoas de todos os tipos e idades, como crianças, jovens e gestantes.

Conhecido como o Edward Mãos de Tesoura de Brasília, Humberto de Castro ficou famoso por seu trabalho como jardineiro, criando esculturas e monumentos da capital em cercas vivas e plantas da cidade. Agora o artista mostra que também sabe usar a habilidade manual com arames, criando peças humanas que primam pelos detalhes e perfeccionismo.

A exposição é gratuita e as peças ficarão espalhadas por todo o shopping. Entre as criações estão O Leitor, Senhor Felicidade, Menina do Balão, Paquerador e Jogador. Mais informações e pedidos de entrevista podem ser agendados diretamente com o artista pelo e-mail atelierhumberto@gmail.com ou pelo telefone (61) 9274-3139.

Perdas com fraudes eletrônicas chegam a R$ 685 milhões no semestre

No primeiro semestre do ano foram perdidos R$ 685 milhões por meio de fraudes eletrônicas, um aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2010. Os dados são da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).

De acordo com o Wilson Gutierrez, diretor técnico da entidade, um dos motivos para este aumento é o uso crescente dos meios eletrônicos como forma de pagamento. Segundo ele, a falta de uma legislação específica para este tipo de crime também é fator que proporciona o crescimento das fraudes. Gutierrez também considera que o descuido de alguns usuários em relação aos procedimentos de segurança pode facilitar a ação dos criminosos.

Segundo a Febraban, para garantir a segurança os bancos têm investido em infraestrutura, recursos tecnológicos e humanos para evitar possíveis tentativas de fraudes, garantir a confidencialidade dos clientes e a segurança dos canais eletrônicos. Não há registros de invasão ou fraudes eletrônicas a partir de sistemas internos dos bancos, observa Gutierrez, que acrescenta que a fraude quase sempre ocorre externamente, como a captura de informações deixadas por cartões nas operações de compra.

Muitos clientes, ao serem iludidos em transações pela internet, acabam passando informações como códigos e senhas para os estelionatários. A Febraban defende que, assim como nos países europeus, seja criada uma lei específica para os crimes de fraudes cometidas pela internet.

Vendas de micro e pequenas para o governo cresce 44,5%, diz governo

As micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 5,2 bilhões em bens e serviços para o governo federal apenas no primeiro semestre deste ano, 44,5% mais que no ano anterior, quando as vendas atingiram R$ 3,6 bilhões. O levantamento feito pelo governo foi divulgado pela Agência Sebrae de Notícias.

De acordo com o estudo, que também trata das compras da administração direta, autarquias e fundações, enquanto que em 2005 foram comprados do segmento R$ 25,7 milhões, neste ano os valores já alcançam R$ 3,6 bilhões. “Foi o melhor primeiro semestre para as micro e pequenas empresas desde quando iniciamos as estatísticas, em 2002”, afirma o secretário de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Delfino Natal de Souza.

Como a participação dos pequenos negócios nas compras federais, em 2002, foi de pouco mais de R$ 658,1 milhões, o governo acredita que os resultados positivos se devem à aplicação dos benefícios garantidos pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), que incentiva a participação dos micro e pequenos negócios nas compras governamentais. “Atualmente mais de 3,2 mil municípios no Brasil têm a lei regulamentada, o que representa grandes oportunidades de negócios para o segmento das micro e pequenas empresas”, diz o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2011, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 60% das compras até R$ 80 mil, equivalente a mais de R$ 1 bilhão, segundo o levantamento do governo. Em 2006, este número foi de R$ 515,7 milhões.

Outra vantagem que a lei garante para o pequeno empresário diz respeito aos empates. Segundo a Agência Sebrae de Notícias, quando o valor da menor oferta for até 5% acima da maior, a pequena empresa ganha direito a dar um novo lance. De acordo com os dados, ao usufruir do empate ficto, os pequenos negócios foram responsáveis por 99% das compras relativas a esse mecanismo em 2008, por 98% em 2009, por 99,6% em 2010, e, 99% em 2011.

As expectativas se mantém positivas para o segundo semestre deste ano. “Normalmente esse período é mais intenso na aplicação do orçamento”, explica o secretário.

Kopenhagen inaugura nova loja no Mogi Shopping

Em comemoração aos seus 20 anos de história, o Mogi Shopping, de Mogi das Cruzes (SP), traz novidades para somar ao seu mix de produtos e oferecer ao seu público frequentador mais opções de lazer e consumo. A Kopenhagen, por exemplo, acaba de duplicar seu espaço interno, ocupando agora 60 m², com execução realizada pelo arquiteto Roberto Kimura. Além de deliciosas opções de chocolates e café, a nova loja vai trazer mais conforto aos clientes em ocasiões de grande movimento, como é o caso da Páscoa e do Natal.

A ampliação também coincidiu com o lançamento da clássica Lajotinha Kopenhagen em quatro versões diferentes (veja em www.kopenhagen.com.br), uma ótima oportunidade para conhecer a nova loja Kopenhagen Mogi Shopping e se deliciar com os lançamentos. Além disso, com a nova loja, os clientes podem esperar um atendimento ainda mais personalizado. “Estamos investindo em treinamentos para nossos colaboradores com a intenção de atender as expectativas de nossos clientes”, diz Ana Lúcia de Almeida, uma das sócias da loja do Mogi Shopping. “O corredor de expansão tem toda aquela luz natural que é um diferencial, a luminosidade aliada ao charme de nossas mesas e ao nosso atendimento fazem da Kopenhagen o lugar ideal para esse público que é exigente e sedento por novidades”, observa.

Empreendedorismo social se consolida como alternativa de carreira para jovens

O empreendedorismo social, ou negócio social, está a cada dia se fortalecendo como uma alternativa de carreira para os jovens, sobretudo para aqueles que, além de trabalhar e crescer profissionalmente, têm como meta de vida contribuir de alguma forma com a sociedade.

De acordo com a diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais, Maure Pessanha, trabalhar com esse ramo de atividade exige que o jovem tenha comprometimento, espírito inovador e que seja movido pelo impacto social decorrente do seu trabalho. Maure ainda complementa que o setor, que é aberto a todas as áreas de formação, está sendo destino de diversos investimentos de fundos estrangeiros e nacionais, o que contribui para aumentar as oportunidades de atuação.

Os negócios voltados ao campo social encontram-se em um momento de “ebulição”, conforme avalia Maure, isso quer dizer que, na prática, diversas empresas estão nascendo e muitos profissionais estão direcionando suas carreiras para essa área. Nesse sentido, ao contrário das oportunidades no setor privado ou mesmo no público, que tradicionalmente oferecem estruturas já formadas e consolidadas, a realidade das empresas do terceiro setor é de estruturas enxutas, poucos recursos e necessidade de profissionais que tenham um espírito inovador o suficiente para que, com os poucos recursos disponíveis, consigam transformar o negócio em algo rentável.

É exatamente essa realidade que a designer Paola Bertoldi, de 25 anos, observou ao deixar o setor privado para se entregar ao negócio social. Após se formar em design de produto, na Universidade Federal do Paraná, Paola iniciou sua carreira profissional em uma empresa privada, mas logo trocou pela Aliança Empreendedora, aonde trabalhou em um projeto social no Vale do Ribeira com o objetivo de assessorar agricultores que têm como segunda fonte de renda o artesanato. Ao finalizar sua participação no projeto, seguiu para a Solidarium, empresa social criada a partir da Aliança Empreendedora que tem como objetivo, baseado nos princípios de um comércio justo, desenvolver o negócio praticado pelos agricultores artesão.

Paola conta que os desafios foram grandes, já que, apesar de trabalhar na sua área, a estrutura reduzida da empresa, que conta com uma equipe de poucas pessoas, exigiu que a profissional desenvolvesse trabalhos administrativos, comerciais e de recursos humanos. No entanto, Paola, atual responsável pela área de criação da Solidarium, sente-se realizada. “O trabalho no terceiro setor entrou na minha vida como uma nova oportunidade e o que mais me chamou a atenção é que além de atuar na minha área de formação, iria trabalhar com pessoas e contribuir diretamente com a sociedade”, lembra a designer.

Maure afirma que apesar de não possuir dados concretos sobre a remuneração no terceiro setor, é importante lembrar que o objetivo do negócio, além de contribuir com a sociedade, é ser rentável. “O negócio social não conta apenas com doações ou investimentos, a ideia é desenvolver um trabalho que gere um impacto social, mas que pague os funcionários”, pontua Maure, comentando que é exatamente por essa razão que é preciso que os profissionais do setor sejam inovadores, criativos e entendam que vão ter que conseguir retorno financeiro, mesmo com recursos escassos.

No caso de Paola, a remuneração que encontrou ao entrar para o terceiro setor acabou sendo superior, comparativamente com o que ganhava no setor privado. “Quando me formei ganhava pouco mais do que o salário de um estagiário, mas quando fui para a Aliança, também como efetiva, o salário foi bem mais interessante”, avalia.

Vale pontuar que está crescendo, também, o número de atividades, encontros e reuniões que possuem o objetivo de esclarecer e informar melhor as pessoas sobre o mercado de trabalho no terceiro setor.

Venda em hipermercado volta a crescer

Dados sobre o desempenho de formatos de lojas no país mostra que, finalmente, o segmento de hipermercados dá sinais de recuperação. Após três anos de quedas consecutivas no volume vendido, os números são positivos em 2011, revela levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a Nielsen. Foram três bimestres com expansão nas vendas neste ano, algo que não ocorria desde 2008.

Executivos e analistas afirmam que a reação resulta, em parte, do processo de renovação do modelo no Brasil. Também pode ser reflexo de uma busca por melhores preços num período de maior pressão inflacionária e aumento do endividamento da população.

Entre maio e junho, a expansão nas vendas foi de 4,5%, a segunda melhor taxa de crescimento entre os cinco formatos de pontos analisados, segundo a pesquisa da Abras. O resultado ficou acima do crescimento médio de 3,4% das vendas, no mesmo período. O modelo só perdeu para o desempenho das pequenas lojas com até quatro caixas, que acumulam recordes há anos.

No primeiro semestre, a alta acumulada nas vendas dos hipermercados foi de 3,5%, em linha com o desempenho médio dos cinco modelos de loja analisados. O indicador positivo acabou sendo destaque no balanço publicado. “Se não voltarmos a ter um crescimento consistente, no mínimo a perda passada deve ser atenuada”, disse Tiaraju Pires, superintendente da Abras.

Desde o segundo semestre de 2010, percebe-se uma desaceleração no ritmo de queda das vendas dos hipermercados, mostra o levantamento. A queda foi diminuindo ao longo na segunda metade do ano e os resultados positivos apareceram em 2011. Há um efeito estatístico nos números deste ano, visto que a base de comparação é baixa; de janeiro a junho de 2010 a retração foi de cerca de 7%. Mas varejistas e consultores confirmam uma melhora efetiva de resultados e a existência de espaço para uma retomada. “Há uma maior abertura desse modelo de loja no Nordeste e no Centro-Oeste, que ainda dispõem de terrenos de grande metragem. E são exatamente essas as regiões que mais têm crescido no país”, explica André Cywinski, sócio da consultoria Tecnovarejo, que cria projetos de lojas para varejistas.

Especialistas observam que as agressivas ações promocionais na mídia, com declarada guerra de preços entre líderes de mercado, teve efeito no desempenho dos últimos meses. “Essas lojas foram à TV defender a política do preço baixo num momento de maior pressão inflacionária. Isso também pode ter pesado no resultados dos hipermercados neste ano”, diz Antonio Coriolano Marques, sócio da RetailConsulting.

O diretor da rede de hipermercados Extra, Jorge Faiçal, lembra que há fatores macroeconômicos que ajudam os resultados. “Com alta na renda e crédito mais farto, a categoria de não-alimentos cresceu a taxas muito mais altas que os alimentos. Os hipermercados ampliaram a área para esses produtos e ganharam com isso”.

Na avaliação do executivo, é provável que a operação de hipemercados mantenha um bom desempenho dentro do grupo, mesmo com uma eventual desaceleração do crédito na economia. “Se um segmento se retrai, outro compensa uma desaceleração eventual. E ampliamos o espaço para outros setores, como têxteis e utilidades domésticas, menos dependentes de crédito”.

Outras mudanças estruturais recentes podem explicar a boa fase das megalojas. Esses pontos mudaram e o cliente percebeu. A criação do modelo de “minihiper” ou “hiper compacto”, com espaços de 4 mil a 5 mil m², 30% a 40% menor que o tamanho dos pontos nos anos 1990, foi crucial nesse processo. “O consumidor ganhou muito porque parou de perder tempo nos hipermercados”, diz Eugenio Foganholo, sócio da Mixxer Consultoria.

E esse encolhimento foi determinante na remodelagem do formato. Gôndolas foram reposicionadas para que, em lojas menores, o cliente pudesse ver quase tudo de qualquer lugar. Foi feita uma “limpeza” nas prateleiras, com redução do mix. A área externa perdeu tamanho e os estoques diminuíram.

Cresce a procura por diretores de governança

A governança corporativa está conquistando mais espaço nos organogramas das empresas. Antes restritos às salas de reuniões do conselho de administração, temas como gestão de processos e controle de riscos passaram a ser responsabilidade também da estrutura interna das corporações. O resultado desse movimento tem sido o surgimento, nos últimos anos, de gerências e diretorias dedicadas ao assunto, além do aumento da demanda por executivos na área.

“A valorização de profissionais especializados em governança corporativa hoje pode ser comparada ao boom dos executivos de relações com investidores (RI) antes da crise”, afirma João Marco Adamo, headhunter da consultoria Michael Page. A remuneração de um gerente da área varia entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e já chegou a patamares similares aos dos seus pares de RI.

Segundo ele, o fato de o Brasil ser um destino de investimentos globais fez com que as companhias se preocupassem com a organização de suas políticas internas e processos. “A criação de áreas de governança é uma resposta a demandas do conselho de administração ou da matriz, no caso das multinacionais. Ter uma estrutura como essa aumenta o valor da empresa e atrai investimentos”, explica Adamo.

Luiz Martha, coordenador de pesquisas do centro de conhecimento do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), afirma que encontrar empresas com áreas específicas para cuidar da governança era uma tarefa difícil há cinco anos. “Nessa época, havia apenas uma, que foi a única durante muito tempo”. Nos últimos dois anos, porém, as companhias começaram a criar seus departamentos. “É uma tendência recente. As empresas ainda não sabem como estruturar essa área, estão em processo de aprendizado”, analisa.

Martha explica que as novas diretorias de governança não seguem um padrão e podem agregar áreas diversas de acordo com sua estratégia. Segundo ele, cada companhia dá uma atribuição diferente para o departamento e muitas o usam apenas para secretariar o conselho. Já outras têm um papel mais amplo de avaliação, implementação e fiscalização de políticas corporativas. “É comum que a estrutura de governança englobe profissionais de áreas como auditoria, gestão de risco e sustentabilidade”, afirma Marcelo Coimbra, coordenador do curso sobre governança corporativa da Fipecafi.

Esse é o caso da Icatu Seguros que, em 2009, reuniu as estruturas de compliance, auditoria interna e ouvidoria para montar sua diretoria de governança corporativa. No ano passado, Márcio Câmara, até então superintendente do grupo Icatu e presidente do comitê de auditoria da seguradora, foi convidado para assumir o cargo, que passou a incorporar também a equipe jurídica e a de segurança da informação. “Elas continuam se reportando ao conselho e à diretoria de TI, mas funcionalmente estão sob a estrutura de governança corporativa”, explica Câmara.

Hoje, a diretoria tem 40 profissionais, parte deles contratados recentemente. “O objetivo é evitar que erros aconteçam e garantir que todas as operações da empresa respeitem as regulações do mercado, as normas internas e as boas práticas”, diz, justificando a reunião de profissionais de diferentes procedências dentro da estrutura de governança. “Somos uma equipe de especialistas que trabalha em conjunto. Temos cinco departamentos jurídicos diferentes e dois de compliance.”

A formação dos profissionais que atuam dentro das áreas de governança também é diversa. Segundo Adamo, da Michael Page, é mais comum encontrar advogados, economistas e administradores. “A graduação acadêmica não é o mais importante, mas sim a experiência”, afirma. Os mais valorizados são aqueles com passagens por áreas como auditoria, gestão de processos e de pessoas. “Competências como liderança, senso de análise e urgência e multidisciplinaridade têm sido muito demandadas pelas empresas”, explica.

Dia do Artista é atração de oficina infantil no Shopping Frei Caneca

O mês de agosto continua agitado e com diversão garantida no Shopping Frei Caneca, de São Paulo. Para celebrar a data daqueles que adotam a arte como um estilo de vida, o empreendimento promove a “Oficina dos Pequenos Artistas”. As atividades envolvem pinturas em telas e em quadros de madeira. Além disso, a garotada ainda pode abusar da criatividade com a confecção de dobraduras em papel. O tema foi escolhido em comemoração ao Dia do Artista, que acontece oficialmente no dia 24 de agosto. Localizada no Espaço Kids, a oficina está à disposição dos pequenos durante a segunda quinzena, nos dias 27 e 28 deste mês.

Segundo Andreia Perini, gerente de Marketing do Shopping Frei Caneca, a “Oficina dos Pequenos Artistas” é uma oportunidade de estimular ainda mais as habilidades manuais em desenvolvimento na infância. “Resolvemos oferecer essa atividade com o objetivo de dar às crianças a chance de explorar seu lado artístico. Além do acesso à arte em uma oficina lúdica, os pequenos levam para a casa os objetos confeccionados por eles mesmos”. Os pais também saem ganhando, pois podem se divertir com seus filhos e estimulá-los com ideias e sugestões.

Durante a oficina, as crianças ainda tem a oportunidade de brincar em uma grande brinquedoteca, desenvolvida em parceria com a Estrela. O espaço é composto por casa de bonecas, piscina de bolinhas e teatro de fantoches. Algumas gincanas de aventura também prometem alegrar os finais de semana das crianças entre 3 e 12 anos, principalmente pela diversidade de jogos variados. O Shopping Frei Caneca fica na Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César.

Tip Top inaugura segunda loja em Salvador

Referência nacional em vestuário infantil, com foco em roupa para bebês, a Tip Top inaugurou no último sábado (20/08), a segunda loja na Bahia, agora no Shopping Iguatemi Salvador. A outra unidade no Estado está localizada no Salvador Shopping.

A loja será comandada pelas irmãs e sócias, Rafaella Travi e Camilla Travi, que também são franqueadas da loja no Salvador Shopping. “Acreditamos muito no modelo da franquia Tip Top, tanto em relação ao custo e benefício, quanto ao suporte que recebemos, por isso estamos indo para nossa segunda e pretendemos abrir outras”, diz a franqueada Rafaella.

A Tip Top vai completar 60 anos em 2012 e está passando por profundas transformações. A principal delas é o fortalecimento do canal loja própria, projeto iniciado em 2008 com a adoção do modelo de franquias. “Começamos como uma empresa industrial, porém, entendemos que marcar presença no varejo de forma estruturada será a chave para o sucesso dos próximos anos”, afirma David Bobrow, presidente da companhia.

Hoje são 42 lojas abertas, com previsão de encerrar 2011 com 55 pontos nos principais shoppings do País. E a meta é chegar a cem até o final de 2013. O projeto arquitetônico das lojas é assinado pelo escritório Falzoni & Alves Lima, especializado em varejo, e o objetivo foi valorizar conceitos da marca como conforto e alegria.