“Quem ainda espera uma captação de IPOs como em 2007 está fora da realidade”

No final de agosto, a Camil alegou piora nas condições de mercado e cancelou seu IPO (Oferta Pública de Ações) previsto para este ano. Foi a mais recente desistência entre as onze acumuladas desde janeiro em ofertas primárias e as três em ofertas secundárias, segundo os dados publicados na CVM (Comissão de Valores Imobiliários). O ano começou repleto de otimismo, “mas quem ainda espera uma captação de IPOs como em 2007, está fora da realidade”.

A afirmação de Paulo Sérgio Dortas, sócio da Ernst & Young Terco, está relacionada a uma mudança de perspectivas no mercado acionário brasileiro, mas também global. Com a crise de dívida na Zona do Euro e a frágil recuperação da economia norte-americana, as projeções de crescimento mundial foram abaladas. E os investidores estrangeiros, que são peça-chave nas ofertas de ações na bolsa brasileira, diminuíram sua participação

A Ernst & Young projetava, no início do ano, 30 ofertas de ações na bolsa em 2011. No entanto, até setembro, foram registrados apenas 11 IPOs, sendo que seis deles (Magazine Luiza, Brasil Farma, Time for Fun, IMC, Auto Metal, Queiroz Galvão), continuam abaixo do intervalo de precificação estimado por bancos de investimento na data de estreia.

O resultado das captações de IPOs do Brasil no segundo trimestre deste ano foi de US$ 2 bilhões, 3,1% do valor captado na América Latina, segundo balanço divulgado pela Ernst & Young. O Brasil lidera o ranking a frente da Argentina (US$ 1,4 bilhão) e Chile (US$ 1,1 bilhão).

Apenas um terço das operações previstas pela E&Y para este ano já ocorreram, o mesmo número de captações realizadas no ano passado. Em janeiro, o presidente da BM&F Bovespa, Edemir Pinto, acreditava que se pudesse chegar a um volume financeiro bem próximo ao registrado em 2007, já que “havia uma demanda represada de ofertas públicas por causa da operação de capitalização da Petrobras (PETR3, PETR4), em setembro do ano passado”. “Ainda existe a esperança de que, no quarto trimestre, haja um retorno da bolsa, trazendo um bom número de novas operações ao mercado. Mas esperar um boom de empresas como o visto em 2007, acho difícil”, afirma o gerente executivo da diretoria de mercado de capitais do BB Investimentos, Bernardo Rothe.

“Em momentos anteriores, a mesma situação de mundo, revolta no mundo árabe, terremoto no Japão e problemas nucleares, teria fechado o mercado brasileiro. Ele não fechou, mas agora pende muito mais para o lado comprador do que vendedor”, afirma Rothe. O executivo explica que, como outros produtos, as ações são influenciadas pelas leis de oferta e demanda, e os desastres naturais levaram o mundo a poupar mais. Com isso, a participação estrangeira naturalmente caiu nos IPOs brasileros. “Apesar do Brasil ainda ser uma das melhores opções de investimento, o momento não é o melhor para IPOs e follow ons”, diz Rothe. Ele visualiza oportunidades mais interessantes na bolsa doméstica para ações “de empresas que já estão testadas”, ou seja, que não são estreantes no mercado, mas estão com um preço atrativo. “Não faz sentido sair de um ativo barato ou não se posicionar neste ativo conhecido para arriscar em uma coisa nova”,explica.

Se para o investidor o momento não é dos mais atraentes,tampouco é para as companhias. Mesmo que fazer uma oferta não seja tão arriscado para uma companhia de marca reconhecida, seguir um momento de depreciação na bolsa não é interessante. “A tendência é que, para o ano que vem, haja um retorno,mas semelhante ao de 2009”, afirma Rothe, apontando para uma melhora gradual.

Os estrangeiros representaram 58,1% do volume total das distribuições públicas de ações com anúncio de encerramento publicado até 2 de setembro de 2011, segundo dados da BM&F Bovespa, mas a crise externa ajudou a impulsionar a participação do investidor local nas ofertas nas ofertas de ações domésticas. Foi o caso da Abril Educação (ABRE11), em cuja captação os investidores brasileiros investiram 51,19% dos R$ 371,13 mi arrecadados.

M.A.C inaugura loja no Shopping VillaLobos

O Shopping VillaLobos, de São Paulo, oferece, desde o último sábado (17/09), mais uma opção de compras para os seus clientes: a nova unidade da M.A.C, que inaugura com 78 m². Esta é a 21ª loja da marca no país e segue o novo padrão global de design, com linhas arejadas e displays que convidam o consumidor a testar, conhecer e interagir com os produtos de maquiagem, skincare e acessórios.

Entre os serviços oferecidos pela loja, está o atendimento personalizado, por meio do qual os artistas M.A.C oferecem aplicações de maquiagem às clientes, revelando dicas, segredos e técnicas de maquiagem, como por exemplo demonstração dos produtos que podem destacar partes do rosto como olhos, lábios e contornos.

A nova unidade inaugura com um mix de mais de mil itens, entre eles, clássicos como base líquida Face and Body, as linhas Prep+Prime, Mineralize e Skincare e os famosos blushes e batons. Entre as novidades está a nova coleção M.A.C Semi Precious, inspirada na flora brasileira e que traz pedras semipreciosas do Brasil na composição, criando uma linha de maquiagem mineral.

Os produtos M.A.C são conhecidos por combinar cores ricas e criativas, looks irreverentes e acabamentos variados. Sua linha de produtos para a pele, como bases de maquiagem e corretivos, é uma das mais completas do mundo, com uma gama de cores, tons e texturas que cobre a ampla diversidade de tons de pele da brasileira.

Brasil atinge mais de 224 milhões de acessos a celulares em agosto

O Brasil superou a marca de 224 milhões de acessos de telefonia móvel, após mais de 3 milhões de adesões em agosto, de acordo com dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgados ontem (19/09). Dos 224.022.137 acessos, 81,75% são pré-pagos, o que totaliza mais de 180,1 milhões. O restante (40,9 milhões) é de números pós-pagos. Agora, a cada cem brasileiros, 114,88 têm um número de celular, ou seja, há mais de uma linha para cada habitante.

Considerando as regiões, somente o Nordeste tem menos de um celular por habitante, ao registrar 98,58 acessos para cada cem habitantes. Quanto às demais, a Centro-Oeste foi a que apresentou o maior número de linhas a cada cem habitantes (136,70), sendo que a região totaliza 19,58 milhões de acessos. O Sudeste vem em seguida, com 123,77 acessos a cada cem habitantes, lembrando que a região tem pouco mais de 101 milhões de linhas. Na região Sul, a teledensidade foi de 117,36 linhas em agosto, e no Norte, de 101,61.

Quanto à participação das operadoras no mercado de telefonia móvel, a Vivo continua liderando, com 29,54% do total dos acessos, chegando a 66,177 milhões de linhas no mês passado. Em segundo lugar, aparece a TIM, com 25,99% do mercado ou 58,215 milhões de números.

No ranking, ainda estão Claro e Oi, com 25,36% e 18,78% de participação, respectivamente. A Claro detém 56,803 milhões de linhas, ao passo que a Oi representa 42,081 milhões de acessos. CTBC e Sercomtel detêm 0,3% e 0,03% do mercado de telefonia móvel, nesta ordem. Considerando a tecnologia adotada, a maioria (84,89%) é GSM.

Uai Shopping investe R$ 20 mi na duplicação do primeiro empreendimento do grupo, no centro de BH

Um dos shoppings com maior fluxo de público no centro da capital mineira, o Uai Shopping, está com tudo pronto para dar início às obras que vão duplicar os atuais 6 mil m² de área. Os empreendedores do grupo Più Invest S/A, principal investidor do Uai Shopping, estimam investimento de R$ 20 milhões na obra que também deve dobrar o número lojas. Elias Tergilene, diretor de operações da Rede Uai de Shoppings Populares, destaca que o projeto já está pronto e com área comprada (um prédio ao lado, antes ocupado pelo Supermercado Epa).

A obra abrigará 150 novas lojas, cada uma delas com 20 a 40 m², distribuídas em três pavimentos. A unidade também terá estacionamento para 70 veículos. A expansão tem como meta dobrar o público do shopping, que recebe até 60 mil pessoas por dia. Outro objetivo a ser cumprido é aumentar e diversificar as lojas-âncoras do Uai Centro, que já possui Lojas Americanas, quiosque O Boticário, CVC, Água de Cheiro, Cazo, consórcios da Fiat, Volswagem, Moto Honda, além de Banco do Brasil, loteria e academia, entre outras. Uma das maiores apostas é levar para lá uma unidade das Lojas Marisa.

Segundo Tergilene, uma das características do Uai é oferecer cultura, lazer e comércio organizado em áreas nas quais esses serviços são deficientes. “Estamos investindo muito no setor de lazer, por isso, vamos construir cinemas e expandir nossa praça de alimentação, instalando no local uma unidade do Habib’s e uma do restaurante Girafas, operações que já se encontram nos shoppings de Manaus e compatíveis com o perfil de shopping popular”. Lojas dos segmentos de vestuário, calçados, cosméticos, alimentação, beleza e eletro-eletrônicos também são esperadas.

Loja Maria Dolores do Catuaí Shopping Maringá

No dia 22 de setembro, a loja Maria Dolores será inaugurada no Catuaí Shopping Maringá (PR) com um coquetel para clientes. A marca traz joias sofisticadas com design contemporâneo, compostas por metais, madeiras e pedras. Esta será a terceira loja no Paraná, as demais ficam em Curitiba. Em outubro, a quarta loja da Maria Dolores abre suas portas no Catuaí de Londrina. O estudo da arte e as viagens pela descoberta da perfeição estética fizeram Maria Dolores criar peças com magistratura.

Onde se não Itália para se buscar a perfeição estética? A designer curitibana Maria Dolores depois de se formar em Desenho Industrial na Universidade Federal do Paraná, se especializar em design de acessórios e trabalhar na Bergerson, conceituada joalheria Paranaense por quatro anos, fez as malas e partiu para um dos pólos da joalheria mundial – Florença.

As renomadas escolas de joalheria e ourivesaria, Le Arti Orafi e Metallo Nobile, lapidaram ainda mais o talento da designer. A trajetória italiana marcou sua forma de criar. E nessa jornada de busca pela beleza, Maria Dolores voltou com maturidade profissional e criatividade de sobra, para sorte de suas clientes.

As coleções Lusso, Metallo e Legno (do italiano, luxo, metal e madeira, respectivamente) traduzem àquilo que uma jóia precisa ser para completar o look da mulher. Sofisticada, sem ser over. Elegante, com toques de modernidade traçados pela desenvoltura do trabalho em metais. A madeira representa o frescor discreto e requintado. As pedras brasileiras, os maxi acessórios, a geometria e a qualidade da confecção são características presentes na sua nova coleção Primavera | Verão 2012.

Goiabeiras Shopping de cara nova

Após 22 anos de funcionamento, o Shopping Goiabeiras, de Cuiabá (MT), passa pela sua primeira grande expansão, saindo dos atuais 28.696 m² de área construída para 77.318 m², o que representa um crescimento físico de 170%. As obras estão sendo realizadas pela Inova TS Engenharia e administrada pela empresa Enginnering. “Todo o projeto prevê acessibilidade, conforme prevê norma ABNT”, adianta o engenheiro Rubenval Santos. “Trabalhamos com a revitalização de todo o espaço para que a parte nova seja harmoniosa com a reformada”, assegura.

Após essa fase de construção, o número de espaços comerciais aumentará das atuais 111 lojas para 200, abrindo 1.350 vagas para atuação nos espaços comerciais e na administração da nova ala. O empreendimento conta com aporte financeiro de R$ 85 milhões, valor que inclui investimentos próprios do Goiabeiras e de um fundo de investimento da instituição internacional Credit Suisse. Com esse investimento, os administradores esperam mais que dobrar o faturamento do shopping. “Hoje temos um fluxo de 5 mil por dia em dias normais, mas em datas festivas como Dia das Mães, dos pais e dos Namorados, esse fluxo chega a 10 mil por dia, gerando faturamento anual de cerca de R$ 12 milhões. Com a expansão prevemos um faturamento superior a R$ 30 milhões anualmente”, contabiliza o superintendente do Goiabeiras, Sérgio Chiarini.

No projeto de ampliação, de responsabilidade do escritório de arquitetura Insite, com planejamento da Lumine Soluções em Shopping Centers, está previsto cinco subsolos de estacionamento, comportando 1.099 vagas cobertas, ou seja, um incremento de 230% vagas para carros (hoje são 330), a instalação de dez escadas rolantes novas e outros cinco elevadores.

A ampliação também prevê a construção do quarto piso do Shopping para abrigar uma Bomboniere e sete salas de cinema, com 1,7 mil lugares, com tecnologia XD (Extreme Digital Experience), para projeção digital em 3D, operadas pela Cinemark. Outra novidade é a loja Renner que terá dois andares interligados por escadas rolantes internas, no segundo e terceiro pisos.

A expansão do Goiabeiras resultará em 12 megalojas (lojas com mais de 250 m² e marca forte), três âncoras (mais de 1 mil m² que tem vida própria), 158 lojas satélites e 27 fast-foods e/ou restaurantes. “Com a chegada da Copa do Mundo Cuiabá ganhará um espaço para atender os turistas, já que pesquisas demonstram que a procura deles é por alimentação e lazer”, explica o consultor e diretor da Lumine, Marcelo Sallum.

Na segunda fase da expansão será entregue uma torre de cerca de 5 mil m², com 12 andares com salas comerciais. Ainda está sendo analisado se para aluguel ou venda, mas voltadas para empresas, executivos e profissionais liberais.

De janeiro até hoje, a ampliação do Shopping Goiabeiras gerou cerca de 400 empregos no canteiro de obra. Até a conclusão da primeira fase do empreendimento, em abril de 2012, a previsão dos administradores é que cerca de 700 postos de trabalho diretos e outros 1,5 mil indiretos sejam abertos.

De acordo com Sallum o Goiabeiras investiu em 2011 cerca de R$ 300 mil a mais do que foi investido em 2010 em segurança. “Investimos forte em equipe e equipamentos de segurança, paralelo a isso nos aproximamos das autoridades responsáveis pela Segurança, afinal os shoppings não têm poder de polícia”, pondera. A expansão contemplará também a construção de torres de escritórios em anexo, disponibilizando espaços para empresas de serviço.

Empresários: 82% irão rever o faturamento para cima no quarto trimestre

Apesar da crise econômica internacional, os empresários brasileiros não se mostram pessimistas. Um levantamento realizado pela Serasa Experian, divulgado ontem (19/09), revelou que a parcela de empresários que vão rever o seu faturamento para cima passou de 79%, no terceiro trimestre de 2011, para 82% no quarto trimestre. No mesmo período do ano passado, 87% reviam para cima seu faturamento e 13% para baixo. s empresários do comércio são os mais otimista, com o indicador chegando a 88%. Em seguida estão serviços (82%) e a indústria (64%).

Na análise por porte, as pequenas empresas são as mais otimistas para o 4º trimestre, com 83% de seus entrevistados revendo para cima o seu faturamento para o período. Nas médias essa parcela é de 79% e nas grandes 65%.

Entre as regiões, o Nordeste apresenta o maior volume de empresários apostando em um faturamento superior nos últimos três meses do ano: 91%. A região Norte (86%) e a Centro-Oeste (85%) encontram-se praticamente empatadas nessa mesma opinião, seguidas pela Sudeste (82%) e a Sul (73%).

A expectativa positiva pode ser explicada pela sazonalidade nos próximos meses devido ao Dia das Crianças e Natal. Além disso, a redução da taxa Selic sinalizou aos empresários que o governo se empenhará para preservar o crescimento econômico, baseado no vigor do mercado interno, também entendido como uma blindagem aos impactos da crise global.

O estudo questionou ainda a previsão de faturamento este ano, no último trimestre de 2011, 65% apostam que seu faturamento será superior ao de 2010. Para 22%, será igual e para 13% será inferior.

Ao analisar os setores, 70% dos executivos de serviços acham que o seu faturamento em 2011 será superior ao de 2010. Compartilhando da mesma opinião estão 59% dos empresários do comércio e 55% dos da indústria. Na região Norte, 77% de seus empresários acreditam em um faturamento em 2011 superior ao do ano passado. No Nordeste essa parcela é de 70%, no Sudeste 69% e no Centro-Oeste e Sul, 55% cada uma.

Os dados revelaram ainda que, para o quarto trimestre, os investimentos, para compra de equipamentos, obras de ampliação, aquisições, modernização entre outros, praticamente repetirão as expectativas dos três meses anteriores. Assim, 29% dos entrevistados pretendem ampliar os investimentos, 57% vão mantê-los conforme planejado, 5% vão promover cortes e 9% irão postergá-los. Além disso, para 45% dos executivos entrevistados nas instituições financeiras, a oferta de crédito para as empresas aumentará no último trimestre, em relação ao anterior. Para 46% permanecerá igual e para 9% será reduzida.

Sobre a oferta de crédito aos consumidores, 64% dos executivos entrevistados nas instituições financeiras afirmam que a aumentará, em relação ao terceiro. Para 27%, ela será igual e para 9% será menor.

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o quarto trimestre de 2011 foi realizado entre os dias 29 de agosto a 2 de setembro, já dentro do novo ciclo de baixa dos juros básicos (Selic), estabelecido pelo Comitê de Política Monetária. Foram ouvidos 1.020 empresários de todos os setores econômicos, em todo o território nacional.

Ícones da música inspiram o Jardins Ambientes

Design, conforto e bom gosto. Até 2 de outubro, o Shopping Jardins, em Aracaju, realiza mais uma edição de sua já consagrada mostra de decoração. Embalados pela boa música brasileira, renomados profissionais do décor sergipano apresentam seis ambientes modernos projetados com móveis da Home Design. O Jardins Ambientes acontece na praça de eventos do Shopping Jardins e vai acolher a arte de Alan Gustavo, Gilvan Acciolli, Leila Duarte, Rodrigo Fonseca e Vera Carvalho, Thiago Moura e Wesley Lemos.

E inspirado pela musicalidade de Maria Rita, Alan Gustavo preparou o espaço “Chandon, Velas e Rosas”. A espontaneidade de Patrícia Polayne confere uma estética ímpar ao “Blue Lounge” assinado pelo arquiteto Gilvan Acciolli. Já o espaço “Chega Mais” projetado por Leila Duarte reflete a efervescência de Rita de Lee.

Para a concepção do lounge “Cotidiano de Chico, a dupla Rodrigo Fonseca e Vera Carvalho mergulharam na obra do ícone Chico Buarque. A musicalidade de Adriana Calcanhoto é o que inspira o “Jantar” de Thiago Moura. Já a diversidade de ritmos de Seu Jorge é a referência musical trabalhada pelo arquiteto Wesley Lemos na criação de sua Sala de Almoço. Sem dúvida, o resultado será um belo passeio pela musicalidade brasileira. Para apreciar e se encantar!

Óticas Carol terá loja no Shopping Cidade Sorocaba

Com mais de 340 unidades distribuídas em oito Estados do país, a rede Óticas Carol continua apostando no potencial de Sorocaba, no interior paulista, onde abriu sua primeira loja, em 1997. Ao longo desses 14 anos, os negócios da família Santana conquistaram um espaço privilegiado no segmento de óticas, fruto de muita dedicação e do trabalho ancorado na qualidade dos produtos e serviços. Somente em Sorocaba, há seis lojas da rede que prevê, ainda, em seu plano de expansão, uma nova loja de 70 m², que será inaugurada em 2013, no Shopping Cidade Sorocaba, em construção na Zona Norte da cidade.

Segundo a diretora da empresa, Ana Paula Alves Santana, a Óticas Carol pretende ficar mais próximo do público daquela região, uma vez que, hoje, esses clientes precisam se deslocar até o Centro da cidade para dispor dos serviços de uma das três lojas lá existentes. “Queremos levar os produtos até esses consumidores, além de alcançar novos clientes, para que passem a conhecer nossas marcas próprias e, também, as que revendemos”, explica Ana Paula.

Uma realização dos grupos PWF, Factual, Tacla Empreendimentos, AD Shopping, W3R e AG Empreendimentos, o Shopping Cidade Sorocaba soma um investimento total de R$ 300 milhões. A estrutura projetada terá 118,5 mil m² de área construída, com seis pavimentos e 36 mil m² de ABL (área bruta locável) para lojistas, onde se instalarão 11 lojas âncoras, 21 megalojas, 330 lojas médias, sete salas de cinema, lojas de fast food e um restaurante.
Grandes redes e lojas já estão confirmadas para compor as ofertas aos clientes, como Riachuelo, Magazine Luiza, Centauro, McDonalds, Marisa, Passarela Calçados, Lojas Avenida, Lojas Renner, O Boticário, Patroni Pizza, Prata Mil, Morato, Óticas Carol, Livrarias Curitiba, Criança Mania, Yck’s, Hering e Khelf.

Aproximadamente, 68% das lojas do Shopping Cidade Sorocaba já foram comercializadas. Na praça de alimentação, todos os 22 espaços disponibilizados foram negociados. Agora, os interessados estão sendo cadastrados em uma lista de espera. A praça de alimentação terá capacidade para atendimento simultâneo de 1,3 mil consumidores.

O empreendimento também oferecerá variadas opções de entretenimento, lazer e cultura, em um espaço bastante confortável. As crianças terão uma área exclusiva, o Espaço Criança, com brinquedos eletrônicos, educativos e de interação, como piscina de bolinhas, pula-pula, cabo aéreo e o play Safári Selva. No local, também serão promovidos eventos culturais para toda a família.

Com uma oferta de 2 mil vagas de estacionamento, sendo 80% delas cobertas, o público a ser atendido gira em torno de 1,5 milhão de pessoas por mês, que virão de Sorocaba e região. A expectativa é que, com o shopping em funcionamento, tenham sido gerados 11,5 mil empregos diretos e indiretos.