Shopping Barra ganha novos quiosques de perfumaria e bijoux

Mais opções de marcas e produtos chegam ao mall do Shopping Barra, de Salvador, neste mês de dezembro: a Morana e a Avatim acabam de inaugurar quiosques, no segundo e terceiro pisos, respectivamente.

A Morana está no mercado há mais de nove anos e é especializada em bijuterias banhadas a ouro e prata, algumas adornadas com pedras brasileiras. A marca traz uma maior diversidade de peças femininas, mas também disponibiliza acessórios para o público masculino. Já a Avatim, empresa baiana de Ilhéus (BA), vende produtos para ambiência e uso pessoal produzidos com ingredientes naturais. Perfumes, óleos, banhos e colônias são algumas das opções do novo ponto de venda.

Nexar inaugura mais duas lojas em dezembro e tem crescimento de 100%

A Nexar, rede especializada em informática e tecnologia digital, presente no mercado há 18 anos, inaugura neste mês mais duas unidades próprias, localizadas em Shopping Tamboré e Shopping Suzano, ambs na Grande São Paulo. Além dessas novas lojas, a rede abriu sua primeira franquia no começo do mês no Parque Shopping Barueri. “O final do ano está sendo muito produtivo para a rede”, afirma Airton Joaquim, diretor de expansão da Nexar.

Em 2011, a Nexar se consolidou no mercado de franchising e teve um crescimento de 100% nas unidades próprias. “Evoluímos muito no posicionamento e divulgação da nossa marca”, conta Joaquim. Segundo o diretor de expansão, a meta para o ano foi alcançada. “Planejamos dobrar as unidades próprias e iniciar no mercado de franquias, o que foi atingido”, completa.

Dando continuidade ao plano de expansão em 2012, a Nexar pretende inaugurar mais 13 unidades franqueadas, encerrando o próximo ano com 20 unidades da rede. Em São Paulo, as unidades em operação estão localizadas no Internacional Shopping Guarulhos, Shopping D, Hipermercado Bergamini Jaçanã, Shopping Campo Limpo, Parque Shopping Barueri e Shopping Suzano.

Crise não vai interferir me processos de fusão e aquisição, prevê Cade

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Fernando Furlan, avalia que a crise internacional não deve ter grande influência em processos de fusão e aquisição de empresas no Brasil.

Durante entrevista de balanço das atividades do órgão no ano, realizada hoje, Furlan disse que, embora a crise proporcione oportunidades de compras de empresas em situação financeira complicada, há também menos recursos disponíveis para este tipo de negócio. “Em momentos de crise há esse movimento, porque muitos quebram. Mas, por outro lado, há menos capital de investimento. Pode ser que um acabe contrabalançando o outro”, declarou.

Furlan também afirmou que a lei que cria o “Super Cade” deve ter influência isolada no planejamento dessas operações, mas ele não prevê nem “corrida” nem “postergação” destes processos. A lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no início deste mês, entra em vigor em 29 de maio. Até lá, todos os casos serão analisados sob as regras atuais. O presidente do Cade estima que após seis meses, o órgão já poderá trabalhar seguindo a nova metodologia. “A grande maioria dos casos analisados são de menor complexidade, levando em média 40 dias para serem julgados. Até o fim de 2012, o órgão deve limpar a pauta dos casos de análise posterior”, estimou.

A nova legislação estipula a análise prévia das compras e fusões e o enxugamento dos prazos de análise dos processos. A intenção é autorizar ou barrar a criação das empresas antes de sua efetivação. O texto estabelece ainda que só vão ser analisadas as operações em que uma das empresas tenha faturamento anual acima de R$ 400 milhões e a outra maior que R$ 30 milhões. Para fazer a transição, o presidente do Cade disse ainda que o órgão deve receber, além dos R$ 8 milhões já previstos em seu orçamento, mais R$ 15 milhões somente para o primeiro semestre de 2011.

Fernando Furlan ressaltou a necessidade de mais funcionários de nível superior para atender às novas atribuições do Conselho, senão seria dar “um tiro no pé”. O Cade negocia 200 novos gestores com o Ministério do Planejamento, mas a sinalização do governo não tem sido positiva. O órgão pediu que 30 funcionários especializados fossem nomeados ainda em dezembro, mas a demanda não foi atendida.

O presidente disse que há uma indicação de um concurso para o Cade no próximo ano. No entanto, como 2012 é ano eleitoral, os aprovados devem tomar posse até junho, prazo considerado curto por Furlan. “Mesmo que o processo seja iniciado até junho, (os funcionários) só vão ser contratados em 2013. Então, o novo Cade vai passar os primeiros seis meses de sua vida, inclusive a transição, sem nenhum novo servidor”, avaliou. “O Cade mais uma vez é levado a demostrar a sua capacidade e qualidade apesar da pouca estrutura que a gente para dar conta desse recado”, completou Fernando Furlan.

Campanha de liquidação “Decora Fácil Shopping ID”

Que tal começar o ano com sua casa totalmente renovada? Sofá, mesa, cadeiras, cortinas, etc? Pensando nisso, o Shopping ID, de Brasília, vai fazer o tradicional Decora Fácil 2012. De 5 de janeiro a 15 de fevereiro, todas as lojas estarão com produtos em liquidação, com descontos de até 60%. Para atrair o público, o ID vai investir cerca de 300 mil na campanha que será exibida em jornais, rádios e TVs.

A expectativa do superintendente do ID, Zoroastro Neto, é que o movimento aumente em torno de 23% e que as vendas sejam incrementadas em, pelo menos, 13%. Todos os anos o shopping realiza o Decora Fácil em janeiro, comprovando a tradição do mês como a melhor época do setor moveleiro. O Shopping ID funciona de segunda a sábado, das 10h00 as 22h00 e aos domingos das 14h00 as 20h00.

E o Shopping ID inicia o ano de 2012 com novidades no mix de lojas. O Café Martinica, um dos mais tradicionais cafés de Brasília, inaugura em janeiro um quiosque no térreo, próximo das lojas Etna e Líder Interiores. Referência na cidade, o Café Martinica inaugurou a primeira loja há 21 anos na 303 norte e há 15 anos no Brasília Shopping e sempre investiu na qualidade dos seus produtos e no ambiente descontraído e aconchegante. “Escolhemos abrir a terceira loja no ID principalmente pela localização do shopping, por estar em uma área em expansão que vai valorizar muito na Copa de 2014 e aumentar o fluxo de pessoas”, afirma um dos sócios do Café, Adeíldo Bezerra.

O Café Martinica é o lugar ideal para um lanche rápido, um almoço ou para encontrar os amigos depois do trabalho. O cardápio será bem variado com opções de bebidas: cafés, chocolates, sucos, chás, refrigerantes. E também sanduíches especiais e aperitivos como pães, salgados, tortas, quiches e tapiocas.

A outra novidade é a chegada de uma das mais inovadoras lojas de decoração e móveis do Brasil. A Dimys Bath & Home vem de Curitiba e a primeira franquia da loja em Brasília funcionará no primeiro subsolo do Shopping ID, trazendo linhas exclusivas para sala, cozinha, banheiro e escritório. As linhas Dimys tem o diferencial de não precisar de obras, o cliente tem a vantagem de poder transportar o bem adquirido quando fizer mudança. É um forte atrativo, principalmente para as linhas de banho como, cabines de banho, banheiras e ofurôs.

Viajante chinês é o cliente preferido do mundo do luxo

Ele dá importância à marca e gasta muito quando viaja: o cliente chinês vem sendo paparicado pelas grifes de luxo, que abrem filiais em seu país e só faltam estender o tapete vermelho quando vem à Europa. “A China representa, atualmente, 17% do mercado mundial do luxo e 23 bilhões de euros do total de negócios”, dos quais 60% são realizados fora do país, informa Bernard Malek, do escritório de consultoria Roland Berger.

O crescimento é fenomenal: segundo as previsões, a China será o primeiro mercado do luxo em 2015, gerando 57 bilhões de euros e representando 34% do mercado. Os fabricantes realizam, paralelamente, duas estratégias: a primeira, ancorar na China, e a segunda, explorar o maná dos 50 milhões de turistas chineses que sulcam o planeta e voltam para casa com os braços carregados de presentes.

Em Paris, os turistas chineses, desembarcados em ônibus, fazem a alegria de lojas como as “Galeries Lafayette”, que, como a maior parte das grandes casas de luxo, colocaram em prática uma recepção especializada, com vendedores falando o mandarim. “Para os chineses, o atendimento é muito importante”, comenta Alain Blanc, da ConnexConsulting.

Projetos tendo como alvo “os chineses” começam a aparecer do dia para a noite. As lojas suíças Richemont e Bucherer já preparam, também, a abertura, em Paris, de grandes magazines de relógios de luxo, voltados para os chineses, os maiores compradores do planeta. Eles gastam, em média, 1,4 mil euros por dia, segundo a Global Blue.

As lojas Cartier, Yves Saint Laurent, Chanel, Hermès e outras como Gucci começaram a florescer nos anos 1990 na China. Mas eram raras as que tinham uma ideia da importância real do empreendimento. “Quando trabalhava para a Hermès e abrimos uma filial na China, em 1997-1998, ainda não tínhamos compreendido o potencial disso, a China nada representava nos nossos radares”, contou, recentemente, Christian Blanckaert, ex-presidente da Hermès Sellier e atual da Petit Bateau. Hoje, a clientela chinesa garante 30% da cifra de negócios da Gucci, por exemplo.

Na China, o grupo de luxo mais solidamente implantado é o Dunhill, com 95 lojas. Mas o Burberry tem 50, Gucci e Louis Vutton, 40 cada. Conquistar a clientela chinesa é “uma aposta difícil”, mas “assim que os chineses passam a conhecer a marca, as vendas explodem”, segundo o escritório Roland Berger. “Para o chinês, um produto se define, primeiro, pela marca, o logotipo o conquista”, considera Emmanuelle Sidem, da ConnexConsulting. Daí o interesse por políticas agressivas de penetração no mercado chinês, como as realizadas pelas marcas Prada ou a americana Coach.

Mas atenção: “é preciso saber aproximar-se do chinês, como reza sua cultura, com respeito, e a imagem é formada em seu próprio país”, explica Patrick Albaladejo, vice-diretor geral da Hermès. Antes de abrir sua primeira loja na China, o vendedor organizou, em Pequim, uma exposição em torno do tema “o cavalo chinês nas coleções dos museus locais”.

Hoje, a Hermès conta com 40 lojas na “Grande China” e vai inaugurar, em 2013, em Xangai, uma “Maison Hermès” nos moldes das existentes em Paris, Nova York, Tóquio e Seul. A grife também lançou, em 2010, em Xangai, a marca Shang Xia, que deve inundar Paris e Pequim, em 2012.

Quase todos os clientes chineses do luxo são “jovens e ricos”; dois terços têm menos de 40 anos, dirigem empresas ou são filhos de oficiais. São os homens que gastam mais. “Muitos apertam o cinco para consumir o luxo, porque ter um produto de determinada marca é considerado, no país, um símbolo de sucesso”, destaca Christian Blanckaert. Além disso, mais de um quinto das compras são destinadas a presentes.

Pague Menos estuda fusão com Ultrafarma

A rede de farmácias Pague Menos, terceira maior do setor, com R$ 2,8 bilhões em vendas estimadas neste ano, e a Ultrafarma, varejista com forte atuação na venda online de medicamentos, estão em conversas iniciais para uma fusão das operações. Essa iniciativa faz parte do processo de consolidação do mercado, motivado pela união de rivais de peso das duas companhias nos últimos meses.

Sidney Oliveira, presidente da Ultrafarma, e Francisco Deusmar de Queiroz, presidente da Pague Menos, têm se encontrado freqüentemente nas últimas semanas, quando os dois começaram a trabalhar num plano de união dos negócios. No último dia 17, os empresários estiveram juntos em Fortaleza (CE), cidade sede da Pague Menos. Pessoas próximas às negociações contam que as conversas ainda são preliminares, “mas há grande interesse de ambas as partes que as conversas evoluam”, disse a fonte. “A Ultrafarma está buscando um novo caminho para a operações desde que o imbróglio da separação entre Oliveira e a ex-esposa foi resolvido”, conta a fonte. “Já a Pague Menos se movimenta porque sabe que precisa ganhar mais escala se quiser manter margem e ser competitiva”.

Se as negociações avançarem, o grupo criado se mantém na terceira posição do ranking geral do varejo de farmácias, mas se distancia da BR Pharma, do banco BTG. Juntas, Pague Menos e Ultrafarma são um negócio que deve vender R$ 3,2 bilhões neste ano, R$ 2,8 bilhões da Pague Menos e R$ 400 milhões da Ultrafarma, em valores estimados pelo mercado.

Somada, a participação de mercado das duas deve atingir 7,8% neste ano. A Drogarias DPSP deve faturar R$ 5 bilhões neste ano (12,2% de participação) e a Raia Drogasil, R$ 4,5 bilhões (11% do mercado), segundo estimativa de analistas.

Grife italiana Bottega Veneta chega ao Brasil

Mais uma grife internacional de luxo debuta no varejo brasileiro. Marca não sai das mãos, pés ou dos ombros de famosos de Hollywood. A italiana Bottega Veneta abriu ontem (20/12), em São Paulo, sua primeira loja na América no Sul. A boutique do Shopping Iguatemi da capital paulista traz ao mercado brasileiro bolsas masculinas e femininas, sapatos, acessórios, joias, óculos e perfume da grife.

Fundada em 1966, a empresa com sede em Vicenza, na região de Veneto (Itália), é referência mundial em produtos artesanais de couro. Em 2001, a empresa foi comprada por US$ 156,8 milhões pela Gucci, que hoje integra a gigante francesa PPR. Em 2004, a Bottega Veneta lançou sua primeira coleção de joias. E, em 2009, entrou no mercado de perfumes.

Um hit do grupo é o Intrecciato, o couro trançado, quase como uma cesta. A técnica aparece na bolsa Cabat, que é um dos ícones da marca, ao lado da bolsa de mão (knot).

Marisa espera um bom 2012, mas curto prazo deve seguir pressionando a ação

A Lojas Marisa sediou na última segunda-feira (19/12) o encontro anual de investidores. Durante a reunião, foi divulgado um plano de eficiência para reduzir as despesas em R$ 52 milhões em 2012 e reforçada a perspectiva otimista para o longo prazo. Ainda assim, a companhia deve continuar impactada negativamente no curto prazo.

Segundo os executivos da varejista, a demanda continua desacelerada desde outubro, mesmo a poucos dias do Natal. A companhia projeta baixas vendas nas mesmas lojas durante o quarto trimestre deste ano, provavelmente menores do que as reportadas no trimestre anterior. A tendência, entretanto, abarcaria todo o setor de varejo.

A Marisa pretende terminar 2011 com 336 lojas. Neste momento, são negociadas as construções de 19 lojas para o próximo ano, enquanto no ano anterior cerca de 30 lojas já estavam contratadas. “Pudemos detectar uma tendência de desaceleração no futuro, o que pode levar a uma redução maior do ritmo de vendas”, afirmam os analistas Luis Cesta, Marco Richieri e Paulo Prado, da Votorantim Corretora.

O diretor da divisão financeira da Marisa, Arquimedes Salles, não está desconfortável com o aumento de 7% nos índices de inadimplência. Segundo ele, os principais indicadores para novembro e dezembro estão bastante saudáveis, mesmo que bastante acima de 2010. Apesar do aumento da inadimplência neste ano, o executivo mostrou otimismo e disse esperar que as taxas de inadimplência permaneçam entre 30% e 33% das receitas da divisão financeira.

No próximo ano, a companhia mostra uma tendência otimista, principalmente por conta dos novos produtos que serão vendidos nas lojas, como sapatos, além do foco em produtos mais lucrativos e na venda cruzada. Ao mesmo tempo, as novas lojas estarão maturando e trazendo resultados melhores.

A empresa espera reduzir as despesas com vendas, gerais e administrativas por meio da reestruturação de pessoal e da análise e otimização de processos. “Dada a redução do consumo e das incertezas macroeconômicas, o foco no controle das despesas e a alavancagem pode se constituir em um novo drive de ganhos futuros”, diz a analista Juliana Rozembaum, da Itaú Corretora.

Sá Cavalcante inaugura maior shopping do Maranhão

O Shopping da Ilha, novo empreendimento do Grupo Sá Cavalcante, abriu suas portas ontem (20/12), no Maranhão, e já nasce alinhado em modernidade com os shoppings das maiores capitais do país. O projeto recebe R$ 344 milhões de investimentos e conta com 270 lojas distribuídas em quatro pisos. O empreendimento reúne 15 operações entre âncoras e mega lojas e tem seus pavimentos interligados por escadas rolantes e elevadores panorâmicos. A Área Bruta Locável (ABL) do shopping é de 43 mil m².

Foram contemplados ainda estacionamento coberto e descoberto com aproximadamente 2,5 mil vagas. Na área de alimentação, destaque para uma Praça com 30 lojas e 1,2 mil lugares. Para entretenimento, há um complexo com oito modernas salas de cinema stadium operado pela rede UCI-Kinoplex. O centro de compras também conta com área de lazer com jogos eletrônicos. Estima-se que, durante o primeiro ano de atividades, o Shopping da Ilha mantenha um fluxo anual de 13 milhões de pessoas, gerando R$ 500 milhões de vendas/ano. Além disso, vai gerar 3 mil empregos diretos e 9 mil indiretos.

Até o fim de 2015, a Sá Cavalcante contará com mais de 360 mil m² de Área Bruta Locável, 2,6 mil lojas, 4,3 bilhões de vendas/ano e um fluxo aproximado de 115,4 milhões de pessoas/ano em seus empreendimentos. A empresa planeja investir R$ 2,6 bilhões na construção de shoppings e alcançar, no mesmo período, um Valor Geral de Vendas potencial de lançamentos de R$ 3 bilhões. Além de construir, a Sá Cavalcante desenvolve, opera e administra, atuando nos empreendimentos lançados com a marca. Assim, firma-se como uma das principais empreendedoras do país em seu segmento e fechará esse ano com mais 12 milhões metros quadrados de área construída.

A Construtora Sá Cavalcante lançará posteriormente duas modernas torres comerciais com acesso direto ao interior do shopping. Serão 389 salas comerciais integráveis em cada torre, com sistema informatizado de acesso, proporcionando segurança e conforto para usuários e visitantes. Um investimento seguro para o usuário, locação ou revenda.

Construir edifícios corporativos e residenciais ao lado de um Shopping, não é apenas uma tendência internacional, mas um ótimo retorno de investimento imobiliário. Com uma visão empreendedora e inovadora, a Sá Cavalcante desenvolve empreendimentos em novos mercados e cria oportunidades de negócios.

O Shopping da Ilha já nascerá como o maior shopping center do Maranhão, e será âncora de um complexo com 2.880 apartamentos e 1.757 salas comerciais. O complexo residencial e comercial contará com mais de 248 mil m² de área privativa gerando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,146 bilhão.

Na qualidade de complexo multiuso, representará um novo conceito de utilização de espaços, revitalizando uma área de terreno de mais de 176 mil m². O projeto levará desenvolvimento para a região, contribuindo para o aumento da população nas imediações do shopping e possibilitando o incremento do tráfego de clientes, repercutindo diretamente no consumo. As unidades residenciais e comerciais valorizam a região e aproximam os consumidores do shopping, ampliando o potencial dos empreendimentos.