Baby Zoo agita as férias do Madureira Shopping

No mês de janeiro, as férias podem ficar mais divertidas com o camarim de fotografias Baby Zoo do Madureira Shopping, no Rio de Janeiro. Crianças entre seis meses e oito anos de idade podem se fantasiar de bichinhos e personagens infantis para tirar fotografias no mini estúdio, que está conquistando principalmente as mamães que passam por lá.

São fantasias de leão, tigre, coelhinho, ovelhinha, cãozinho, cachorrinha rosa, zebrinha, boneco de neve, sininho, onça, entre outras. A garotada pode fotografar cinco poses e escolher uma foto, no valor de R$ 20. Quem quiser levar para casa quatro fotografias o preço é R$ 35. As mamães estão aproveitando a oportunidade para montar um mini book com o pacote promocional de cinco fotos por R$ 55.

O estande Baby Zoo (21 2113-9331) fica no terceiro piso e funciona das 10h00 às 22h00. O endereço é Estrada do Portela, 222, Madureira.

Em parceria com Unimed, Shopping Jaraguá Araraquara amplia serviços para bebês

Através de uma parceria com a Unimed Araraquara, o Shopping Jaraguá Araraquara, no interior paulista, está oferecendo maior comodidade aos pais com filhos pequenos. O número de carrinhos exclusivos para transporte de bebês pelo empreendimento passou de cinco para 13, atendendo ao crescimento da demanda registrado nos últimos meses.

Segundo o superintendente do shopping, Telmo Mendes, esta iniciativa conjunta com a empresa de saúde tem como objetivo atender às necessidades dos pais que freqüentam o Jaraguá Araraquara, trazendo maior conforto durante o período que eles passam nos passeios e compras pelo empreendimento.

O shopping dispõe ainda do fraldário Unimed, um espaço especial para pais com bebês, agora localizado em uma nova área localizada no novo mall. Amplo e funcional, o ambiente de trocas possui bancada acolchoada, microondas e geladeira, além de fraldas e lenços umedecidos para utilização nos pequeninos.

Brasil continua com a maior taxa real de juros do mundo

Com a decisão tomada ontem (18/01) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de baixar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, o Brasil continua com os maiores juros reais do mundo. Para que o país deixasse o topo do ranking, o corte na Selic teria de ser de 2,75 pontos percentuais. Os juros reais descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses. Fazendo essa conta, os juros básicos no Brasil ficam em 4,9% ao ano.

Em segundo, vem a Hungria, com taxa real de 2,8%. Em terceiro e quarto está a China, com 2,4%, seguida pela Indonésia, com 2,1%. Na outra ponta da tabela está a Venezuela, que tem a menor taxa real de juros do mundo, com -8,3% ao ano.

No entanto, falando de juros nominais (que não descontam a inflação), a Venezuela tem a maior taxa do mundo, com 18,30%. O Brasil vem em segundo no ranking dos juros nominais. A Argentina está em terceiro, com 9%.

O ranking foi elaborado pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, com a colaboração do analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. A pesquisa de juros reais não inclui todos os países do mundo, mas 40 economias relevantes.

Aprenda brincando no Shopping Conjunto Nacional

Aprenda brincando que é brincando que se aprende. Este é o mote do evento infantil Aventura do Saber, que o Shopping Conjunto Nacional, de Brasília, recebe até o dia 12 de fevereiro. A atração promete estimular a criançada a brincar e aprender ao mesmo tempo, com brinquedos e jogos lúdicos e interativos. O evento ocorre no período das férias escolares, na Praça das Gaivotas, térreo.

O evento conta com divertidas atrações. Tem o xadrez gigante; a área de games; labirintos feito com espelhos distorcidos; caleidoscópio que passam a sensação de espaço infinito com efeitos inacreditáveis; ilusões ópticas; dinossauro gigante de montar com mais de 1,60 m de altura; bancada de experimentações com brinquedos que estimulam a criatividade; o divertido Orbital, que transmite sensação de antigravidade, como se o participante estivesse flutuando e muito mais.

Para participar, basta trocar notas no valor de R$ 50, no balcão localizado no evento. A diversão tem duração de 20 minutos e é exclusiva para crianças de 5 até 12 anos. De acordo com a gerente de Marketing do shopping, Claudia Durães, o investimento na ação foi de R$ 150 mil, e espera-se um aumento de 8% nas vendas e 10% no fluxo de pessoas.

Nova classe média responde por quase 50% dos gastos com roupas em 2011

De tudo que foi gasto com roupas no Brasil em 2011, 48,4% saiu do bolso da nova classe média brasileira, ou seja, a classe C. Esses indivíduos foram os que mais gastaram com vestuário no ano passado, superando a elite e os emergentes.

De acordo com dados do Data Popular, divulgados ontem (18/01), a classe C gastou R$ 35,3 bilhões nesta categoria no ano passado. As classes A e B, juntas, gastaram R$ 24,5 bilhões, ou 33,6% do total gasto no setor, e as classes D e E desembolsaram R$ 13,1 bilhões, ou 18% do total.

O estudo ainda mostrou que 52,1% da nova classe média se preocupa em estar na moda. “Ao contrário da elite, a nova classe média brasileira tem um pensamento funcional quanto à moda. Essa mulher pensa que, para alcançar melhores postos no mercado de trabalho, precisa estar bem apresentável, e aí entra a necessidade da moda em suas vidas”, explica o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles.

Para fazer suas compras, a nova classe média prefere os shopping centers e deixa as lojas de rua em segundo plano, estas sim preferidas pelas classes D e E. Além disso, seis de dez pessoas da classe média gostam de usar roupas de marca.

Usar uma roupa de marca é uma forma de se incluir, acredita a classe C. Já a elite vê as marcas como forma de obter exclusividade. “Ou seja, se o jovem da classe C adquire um tênis de marca renomada, ele visa apenas fazer parte do meio em que vive e ser aceito socialmente, enquanto o jovem da elite quer ser o diferente, ele quer aquele tênis que ninguém tem e, por isso, vai comprar no exterior”, diz Meirelles.

No ano passado os brasileiros gastaram R$ 72,9 bilhões com roupas. Desse volume, o Sudeste respondeu por 48%, o Nordeste, por 21%, e o Sul, por 17%. O Centro-Oeste e o Norte contribuíram com 7% dos gastos cada um.

Liquidação Ponto Mix começa hoje no Catuaí Shopping Maringá

A partir de hoje (19/01) os clientes do Catuaí Shopping Maringá (PR) poderão aproveitar as promoções de verão da tradicional campanha Ponto Mix, da rede BRMALLS. Os preços estarão com até 70% de descontos em todas as lojas do Shopping. As ofertas estarão distribuídas por lojas de diversos segmentos, que vão desde marcas de roupas femininas, masculinas e infantis até calçados, acessórios, produtos para casa, brinquedos e itens de perfumaria. Os setores de alimentação terão algumas promoções especiais durante os quatro dias da campanha.

No Catuaí Maringá, o consumidor poderá encontrar ofertas como as da TNG, onde as calças jeans, masculinas e femininas, que custavam R$ 159,90, sairão por R$ 99. Mais de 60% de desconto.

As peças na Bobstore já estão com 50% de desconto, mas ficarão com preços ainda mais atrativos durante o Ponto Mix: calça de laise tijolo de R$ 349 é anunciada por R$ 139. Nas Casas Ajita, tênis da Reebok que era vendido a R$ 206,90 sairá por R$ 89,90.

E as ofertas não são apenas no segmento de vestuário. Na Livrarias Curitiba, além das promoções de volta às aulas, clientes com cartão fidelidade ganham mais desconto para suas leituras. “Por que os homens preferem as divas” de R$ 19,90, será vendido por R$ 15,90 ou R$ 14,90 (cliente com cartão fidelidade). Depois, para descansar de todas as compras, é só dar uma passadinha na Tutti Frutti Frozen Yogurt, que também tem desconto. A nova sensação é o sabor Wafer.

O Catuaí Shopping Maringá passou a fazer parte do portfólio da BRMALLS em agosto de 2010 e essa é a primeira vez em que participará do Ponto Mix, tradicional campanha de liquidação da BRMALLS.

Esta será a primeira vez em que todos os shoppings participantes da campanha terão quatro dias para promover seus estoques. Além do Catuaí Shopping Maringá, outros 28 empreendimentos da rede BR Malls localizados em 21 cidades brasileiras estarão na liquidação Ponto Mix. A tradicional promoção da rede acontece duas vezes por ano e está em sua 14ª edição, com toda comunicação visual reformulada pela agência Loducca. Os novos layouts serão mais modernos e adequados ao conceito proposto.

Emergentes serão maioria em comércio virtual até 2015

Os principais mercados atuais para o comércio eletrônico mundial, Estados Unidos e países da Europa Ocidental, devem perder espaço para economias emergentes até 2015. A conclusão é do levantamento da consultoria Forrester Research, apresentado essa semana no evento do varejo americano, em Nova York. Hoje essas nações representam mais de 50% das vendas virtuais de R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões, mas vão perder espaço para transações feitas na China, Brasil, México, Índia e também em economias como Japão e Coreia do Sul. “A mudança significativa no perfil das vendas on-line no mundo está relacionada principalmente ao avanço da internet nesses países entre os consumidores e às novas formas de interação, como o comércio social”, disse Zia Wigder, diretora de pesquisas da Forrester Research.

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões. O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais. A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial, ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão, nos próximos três anos, segundo a consultoria.

Apesar de o número parecer pouco expressivo, principalmente ante os 22% que devem ser conquistados pela China no mesmo período, com R$ 285,3 bilhões, o Brasil é considerado um dos países com maior potencial para as vendas on-line. Isso porque registrará expansão do alcance do número de consumidores na internet, diversificação dos produtos comercializados e a chegada de grupos internacionais, que impulsionarão o setor. Hoje são cerca de 30 milhões de brasileiros que compram pela internet entre 91 milhões de usuários da rede.

Brasil e China foram apontados durantes do evento como os principais mercados on-line a serem explorados, embora tenham perfis e maturidade diferentes para as vendas virtuais. Enquanto na China o comércio virtual é extremamente pulverizado com os 20 maiores varejistas representando apenas 8,4% das vendas na internet, no Brasil essa mesma quantidade de empresas tem 70% de participação, puxadas pela B2W, que controla Submarino e Americanas.com.

Outra diferença significativa é o tipo de produto consumido. “Os chineses já têm cultura de compra de praticamente de tudo na internet, de roupas a eletrônicos. A próxima fronteira prevê a chegada de marcas internacionais e de luxo para a venda virtual”, diz Angela Kapp, consultora especializada em vendas no mercado chinês e vice-presidente do clube on-line de vendas de luxo Hui She Shang.

Já no Brasil, eletrônicos e livros estão entre os campeões de vendas e a etapa atual é o amadurecimento de outras categorias. “Gradualmente vemos a evolução de outros tipos de produto sendo explorados pelas vendas on-line brasileiras e também os sites de nicho ganhando espaço”, diz Gastão Mattos, presidente da Braspag, de sistemas de pagamento e serviços financeiros pertencente à Cielo.

As vendas on-line na China estão concentradas em quatro cidades principais, de acordo com Kapp, Pequim, Xangai, Guandong e Jiangsu, enquanto no Brasil os internautas crescem praticamente em todas as regiões do país.

Para os estrangeiros que querem investir em comércio eletrônico nos dois países, os desafios também são bem diferentes. “Hoje, a principal questão para as empresas internacionais que querem operar comercialmente na China, entre elas a de comércio eletrônico, é lidar com questões relativas a proteção de propriedade intelectual, ainda com pontos muito frágeis no país”, afirma a executiva. “Entender a cultura de controle da internet no país também é desafiador”, diz.

De acordo com Mattos, no Brasil um dos desafios é combater as fraudes com cartões de crédito nas vendas on-line. Hoje 1% das transações envolvendo o meio de pagamento são fraudulentas. Outra questão a ser superada tanto pelas novas empresas de comércio eletrônico no país quanto por aquelas que já existem é o gargalo na distribuição logística.

Praia Shopping ganha a magia do Magic Up

Nesse período de férias, o Praia Shopping, de Natal (RN), conta com o quiosque Magic Up. Localizado próximo a Bag Store, o ambiente oferece uma gama completa de acessórios especialmente estudados e adaptados, para realizar mágicas similares as feitas por profissionais. Os produtos vão desde caixinhas individuais até kits completos com manuais e DVDs que ensinam, detalhadamente, a qualquer pessoa como fazer magia. Vale a pena conferir!

Brasil e Reino Unido pedem diminuição das barreiras comerciais entre países

Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e do Reino Unido, William Hague, pediram nesta quarta-feira que o comércio internacional tenha menos barreiras para incentivar as transações entre os países e o fim da crise financeira global. “Todos os países têm que contribuir” para superar a crise e “expandir o comércio global” é uma das melhores maneiras para isso, afirmou Hague em Brasília. O ministro britânico está em visita ao Brasil.

Hague também se manifestou a favor de “mais acordos de livre-comércio”, e se referiu concretamente ao que a União Europeia (UE) e o Mercosul (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai) negociam sem sucesso há mais de dez anos. “É preciso abrir e não fechar mercados”, assegurou o chanceler britânico, que afirmou ainda que os países mais ricos devem aumentar sua ajuda às nações em desenvolvimento. Segundo ele, o Reino Unido utiliza 0,7% de seu produto interno bruto (PIB) para isso.

Patriota concordou com Hague e explicou que o Brasil e o Reino Unido decidiram aumentar sua cooperação a outros países, principalmente na África, onde já colaboram conjuntamente com o Quênia. O ministro brasileiro também pediu a colaboração do Reino Unido na difusão da economia verde e na divulgação da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que será realizada em junho no Rio de Janeiro.

Além disso, agradeceu a Hague a ajuda no programa que facilitou a entrada de 10 mil universitários brasileiros nas 50 melhores universidades do mundo. A visita do chanceler britânico terminará nesta quarta-feira, quando Hague visitará o Rio de Janeiro.