Projeto social leva a arte em cerâmica ao Maringá Park Shopping

Artesãs do projeto social Maria do Ingá vão expor esculturas em cerâmica, vasos vidrados e peças em arte francesa, que são feitas com sobreposições de papel, a partir deste domingo (26/02) no Maringá Park Shopping (PR). Será exposto o trabalho de 12 artesãs, que encontraram na arte uma maneira de aumentar a renda.

O projeto, criado em 2004 pelas artistas plásticas Angelita Schimitt e Joseane Bornelli, já ensinou a arte da cerâmica para 400 pessoas. Angelita acredita que a exposição é uma oportunidade importante para divulgar o trabalho. “O Maringá Park é um grande parceiro do projeto e colabora para a valorização da arte na cidade”.

Os cursos de artesanato em cerâmica Maria do Ingá são viabilizados pela Prefeitura de Maringá por meio da Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc) e beneficiam especialmente famílias cadastradas no Centro de Referência da Assistência Social (Cras), mas está aberto à população. Hoje são ministrados dez cursos de artesanato na Escola Laura Rebouças. A produção é vendida na feira da Seresta e em feiras de artesanatos pelas próprias artesãs. A exposição terminará em 11 de março.

Empresa pode consultar SPC, Serasa e órgãos de polícia antes de contratar, decide TST

A 2ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) rejeitou apelo do MPT (Ministério Público do Trabalho da 20ª Região), em Sergipe, para impedir que uma rede de lojas de Aracaju consultasse SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), Serasa (Centralização dos Serviços Bancários S/A), órgãos policiais e do Poder Judiciário antes de contratar funcionários. Em decisão unânime, os minitros da 2ª turma consideram que as consultas não são fatores discriminatórios, e sim critérios de seleção de pessoal que levam em conta a conduta individual.

No recurso ao TST, o MPT alegou que a decisão regional violou os artigos 1º, inciso III, 3º, inciso IV, 5º, inciso X, da Constituição da República, e 1º da Lei 9.029/1995, sustentando que a conduta da empresa é discriminatória. Ao examinar o caso no TST, o relator do recurso de revista, ministro Renato de Lacerda Paiva, frisou que os cadastros de pesquisas analisados pela G. Barbosa são públicos, de acesso irrestrito, e não há como admitir que a conduta tenha violado a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Destacou também que, se não há proibição legal à existência de serviços de proteção ao crédito, de registros policiais e judiciais, menos ainda à possibilidade de algum interessado pesquisar esses dados.

Nesse sentido, o ministro salientou que, “se a Administração Pública, em praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos, além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta e reputação, não há como vedar ao empregador o acesso a cadastros públicos como mais um mecanismo de melhor selecionar candidatos às suas vagas de emprego”.

Preocupado com a questão de que, quanto à análise de pendências judiciais pela G. Barbosa, houvesse alguma restrição quanto à contratação de candidatos que tivessem proposto ações na Justiça do Trabalho, o ministro José Roberto Freire Pimenta levantou o problema, mas verificou que não havia nada nesse sentido contra a empresa. O empregador, segundo o ministro, tem todo o direito de, no momento de contratar, apurar a conduta do candidato, porque depois, questionou, “como é que faz para rescindir”?

Tudo começou com uma denúncia anônima em 13/09/2002, informando que a empresa adotava a prática discriminatória de não contratar pessoas que, mesmo satisfazendo os requisitos para admissão, tivessem alguma pendência no SPC. Um inquérito foi aberto e, na audiência, a empresa se recusou a assinar TAC (Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta) para se abster de fazer a pesquisa. O MPT, então, ajuizou a ação civil pública. Na primeira instância, a empresa foi condenada à obrigação de não fazer a pesquisa, sob pena de multa de R$ 10 mil por cada consulta realizada e, ainda, a pagar indenização de R$ 200 mil por dano moral coletivo.

A empregadora, conhecida pelo Supermercado GBarbosa, recorreu então ao TRT-20 (Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região) (SE), alegando que o critério utilizado leva em consideração a conduta do indivíduo e se justifica pela natureza do cargo a ser ocupado, não se caracterizando discriminação de cunho pessoal, que é vedada pela lei.

Além disso, a empresa afirmou que, apesar de atuar no ramo de varejo, com concessão de crédito, não coloca obstáculo à contratação de empregados que tenham seu nome inscrito no SPC, mas evita destiná-los a funções que lidem com dinheiro, para evitar delitos.

O TRT–SE julgou improcedente a ação civil pública, destacando que, na administração pública e no próprio processo seletivo do Ministério Público, são feitas exigências para verificar a conduta do candidato. Nesse sentido, ressaltou que a discriminação proibida pela Constituição é a decorrente de condição pessoal – sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade-, que teria origem no preconceito. Ao contrário, a discriminação por conduta individual, relativa à maneira de proceder do indivíduo em suas relações interpessoais, não é vedada por lei.

Criação de emprego com carteira assinada tem pior janeiro desde 2009

A economia brasileira criou 118.895 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro, informou o Ministério do Trabalho ontem (23/02). Esse é o pior resultado para o mês desde 2009, quando foram fechadas 101.748 vagas formais. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em relação a janeiro do ano passado (152.091), houve uma queda de 21,83% na criação de empregos formais. O resultado do mês passado, por outro lado, representa um crescimento de 0,31% em relação ao estoque de emprego de dezembro, quando o país fechou 408.172 postos de trabalho.

Em 2011 todo, a desaceleração da atividade econômica teve impacto direto na geração de emprego, que foi 25% menor do que em 2010 e ficou abaixo da expectativa do próprio governo. O ano passado terminou com a abertura acumulada de pouco mais de 1,9 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. No auge do otimismo, o Ministério do Trabalho chegou a falar que poderiam ser criados 3 milhões de empregos. O resultado final ficou aquém mesmo da última previsão, que era de 2,4 milhões de postos.

Em termos setoriais, a expansão do emprego em janeiro originou-se do aumento em seis dos oito setores de atividade econômica. O destaque é o setor de Serviços que, com a geração de 61.463 postos (0,40%), obteve o segundo maior saldo para o mês. Na Construção Civil foram registrados 42.199 novos postos (1,46%), também o segundo melhor resultado, para o mês e a maior taxa de crescimento entre os oito setores.

Na Indústria de Transformação, o saldo foi de 37.462 postos (0,46%). Os desempenhos negativos ocorreram no Comércio, com a perda de 36.345 pontos (-0,43%), devido à redução do emprego no Comércio Varejista (-40.724 postos ou -0,57%), e na Administração Pública, com queda de 370 postos (0,05%).

Telma Vieira e Duo Samba continuam o Carnaval no Palco Valinhos

As apresentações da programação especial de Carnaval do Palco Valinhos acabam neste fim de semana no Shopping Valinhos, na região metropolitana de Campinas, interior paulista, e no primeiro dia de encerramento do mês, hoje (24/02), a cantora Telma Vieira é a atração. A paranaense já se tocou ao lado do cantor Milton Nascimento e venceu o Festival da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo como melhor intérprete.

Já o cantor Guilherme Lamas volta ao Palco com o Duo Samba, para animar o último sábado de fevereiro (25/02). O repertório está repleto de clássicos do estilo musical tema da maior festa popular do país.

Confiança do consumidor volta a apresentar alta em fevereiro

A confiança do consumidor voltou a apresentar alta em fevereiro, atingindo 119,4 pontos no mês, frente aos 116,0 pontos apurados em janeiro.

De acordo com os dados do ICC (Índice de Confiança do Consumidor), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado hoje (24/02), o acréscimo foi de 2,93%, sendo que a alta reflete, principalmente, o aumento do otimismo com relação ao futuro. Neste sentido, a parcela de consumidores que projetam melhora aumentou de 25,8% para 27,5% e a dos que a julgam ruim diminuiu de 15,9% para 12,4%.

No período, de modo geral, o IE (Índice de Expectativas) elevou-se em 3,24%, de 104,9 para 108,3 pontos. Já o ISA (Índice de Situação Atual) passou de 137,4 para 140,9 pontos, o que equivale a um avanço de 4,54% no período.

A Sondagem de Expectativas do Consumidor leva em consideração os seguintes quesitos: situação econômica do País, da família, do orçamento doméstico, do grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor.

O levantamento foi realizado entre os dias 31 de janeiro e 17 de fevereiro em mais de dois mil domicílios nas sete principais capitais brasileiras.

Adote um amigo no Cascavel JL Shopping

A ACIPA (Associação Cidadã de Proteção aos Animais) realiza amanhã (25/02), das 10h00 às 19h00 a tradicional Feira de Adoção de Animais, no estacionamento G1 do Cascavel JL Shopping. No local estarão para adoção 25 animais entre filhotes e adultos. A taxa para adoção é de R$ 25 (utilizado para custear a castração, vacina e medicamentos) e é necessário RG e comprovante de residência.

A ACIPA foi fundada em setembro de 2007. É uma instituição particular, de utilidade pública e sem fins lucrativos, mantida pelos associados, que não recebe qualquer verba municipal, estadual ou federal; seus diretores e conselheiros fiscais são associados que trabalham voluntariamente. O abrigo está localizado no Lago Azul e atualmente abriga 300 animais. Quem quiser contribuir com a entidade poderá entrar em contato no site www.acipacascavel.org ou pelo telefone (45) 8816-9430.

Grupo paulista Interbuild/Somar investe R$ 190 milhões na construção de dois shoppings e hotéis

Com sede na cidade de Campinas (SP) e escritórios em São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Bogotá (Colômbia), O Grupo Interbuild/Somar está colocando em prática um plano de investimento de R$ 190 milhões para construção de dois empreendimentos compostos de shopping Center, hotel e hipermercado. Os dois complexos, localizados em Vitória de Santo Antão (PE) e Boa Vista (RR) deverão gerar 1,9 mil empregos durante o período das obras, com entregas previstas para o segundo semestre de 2013. Outros três empreendimentos também devem ser iniciados ainda neste ano, em locais que ainda estão sendo definidos pelo Grupo.

O shopping de Boa Vista, o primeiro do gênero na Capital do Estado, começa a ser erguido no próximo mês de maio, com um investimento de R$ 110 milhões, sendo 80% desse valor do próprio Grupo Interbuild/Somar e 20% dos lojistas. O empreendimento ocupará uma área de 90 mil metros e terá Área Bruta Locável (ABL) de 30 mil m². Serão 250 lojas, quatro âncoras e cinema. A área também receberá um hotel com 140 apartamentos e um hipermercado, cuja bandeira será definida mais próxima à entrega do empreendimento. A previsão do Grupo é de que o Shopping, hotel e hipermercado sejam entregues em novembro do próximo ano.

O segundo grande investimento do Grupo em 2012 também já foi iniciado em Vitória de Santo Antão, onde serão aplicados cerca de R$ 80 milhões em um empreendimento semelhante ao de Boa Vista, em área de 48 mil m². Na cidade Pernambucana o shopping terá ABL de 28 mil m², com capacidade para receber 180 lojas, cinco âncoras e área de cinema. O hotel também terá 140 quatros, como o de Boa Vista. As obras em Vitória de Santo Antão começaram no início de fevereiro.

Segundo o presidente do Grupo Interbuild/Somar, Reginaldo Fernandes, a escolha das duas localidades para abrigar estes empreendimentos do Grupo foram feitas com base na perspectiva de expansão das classes C e D, elevação da renda per capita da região e o potencial de consumo das cidades nos entornos de Boa Vista e Vitória de Santo Antão, com público estimado em cerca de 500 mil habitantes. “Escolhemos cidades que estão carentes de investimento. As capitais do Sul e do Sudeste estão saturadas e acreditamos no sucesso desse modelo negócios em regiões com grande potencial de crescimento e de consumo”, explica Fernandes.

Ele ressaltam que empreendimentos semelhantes ao que o Grupo decidiu apostar seus negócios, como forma de diversificação, já é bastante comum em países mais desenvolvidos, principalmente na Europa. “Agregamos um valor maior ao projeto como buscam os investidores estrangeiros, que olham o Brasil como o novo porto seguro para aplicar seu capital.”

Neste ano, o Grupo iniciou a diversificação dos negócios, com a entrada em construção de shoppings e hotéis próprios, que serão administrados por terceiros. Para isso, há alguns anos inicio a aquisição de terrenos em localidades até então pouco exploradas, de olho no crescimento da cidade. “Compramos terrenos pensando que a região pode virar importante em alguns anos. É o caso de Barreiras, na Bahia”, diz Fernandes. Nessa cidade, está prevista para este ano a construção de um condomínio de 1,2 mil lotes. Além da Bahia, o Grupo também deverá iniciar outros dois projetos no segundo semestre deste ano, sendo um deles no Estado do Rio de Janeiro.

Criado há 12 anos e faturamento de R$ 950 milhões em 2011, o Grupo Interbuild Engenharia e Construções atua principalmente nas área de engenharia industrial e comercial. A empresa conta atualmente com cerca de 2 mil funcionários diretos e indiretos. Seu nicho de mercado ao longo dos anos foi a construção hipermercados, indústrias, shoppings centers, postos de combustíveis, drogarias, galpões, agências bancárias, lojas e outros projetos com gerenciamento completo, já em atuação nacional.

Mais da metade das brasileiras paga suas compras de roupa a prazo

Mais da metade das mulheres brasileiras paga suas compras a prazo, revela a pesquisa Consumo Feminino de Moda 2011, realizado pela empresa Sophia Mind. De acordo com o levantamento, das 56% que optam pelo pagamento a prazo, 45% afirmaram pagar pelas roupas com o cartão de crédito. Por outro lado, 44% das brasileiras revelaram que preferem pagar por suas compras de roupas à vista.

Além do cartão de crédito, 24% disseram que usam dinheiro para pagar as compras, enquanto 18% optam pelo cartão de débito. Para 9% das mulheres entrevistadas, o cartão de loja é a primeira opção de pagamento. Já 2% preferem pagar com boleto e 1%, com cheque.

As promoções também costumam atrair essas consumidoras, sendo que 81% disseram que são atraídas por descontos nas peças. Já 9% preferem promoções de “compre uma peça e ganhe outra”, 8% optam por descontos progressivos e 2%, por cupons de desconto.

Herdeira da Daslu, Eliana Tranchesi morre aos 56 anos em SP

Morreu no início desta madrugada, aos 56 anos, a empresária Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, dona da Daslu. Ela estava internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Eliana não resistiu ao câncer contra o qual lutava desde 2006 e que acabou por afastá-la do comando da Daslu, o maior templo do consumo de luxo do país.

Em setembro de 2006, quando revelou que havia retirado um tumor do pulmão e que iniciaria sessões de quimioterapia e radioterapia, ela afirmou que “a crise da Daslu e mais o câncer me fizeram sentir como se eu fosse uma criança deixando abruptamente a Disney. Até então, eu imaginava a vida como uma grande brincadeira (…). A Daslu é a Disney, onde tudo é lindo, as vendedoras são lindas, o cabelo é lindo, a roupa é linda, é tudo bonito. É tudo agradável. Então, de repente, você sai desse mundo da Disney e cai lá dentro do (Hospital Albert) Einstein já com um monte de pacientes com câncer”.

Eliana herdou a Daslu da mãe, Lucia Piva. A loja nasceu quando Tranchesi tinha apenas um ano de idade, na sala da casa de sua mãe. O nome da loja vem da junção dos nomes das primeiras sócias da loja, Lucia Piva e Lourdes Aranha, ambas apelidadas de Lu.

A loja virou uma grife e, a partir dos anos 1990, começou a trabalhar com importados, quando as importações foram liberadas pelo então presidente Fernando Collor de Mello. Ela foi para a Europa e voltou com a mala abarrotada de marcas famosas que caíram no gosto dos endinheirados brasileiros. A partir daí, a Daslu virou referência para quem tinha dinheiro para gastar e queria ver e ser visto. Ela criou setores para atrair homens, grávidas, decoradores e adolescentes.

Eliana sempre afirmou que gostava de comprar, mas nunca havia pensado em tocar os negócios da mãe. Porém, ela assumiu o controle da butique, após a morte da mãe e deixou de lado o sonho de ser artista plástica. Começou a trajetória como vendedora, o que, aliás, é prática na loja entre as atuais diretoras e gerentes. Desde o início, ela contou com a ajuda dos irmãos no negócio. Eliana foi casada como o médico Bernardino Tranchesi e tinha três filhos: Bernardo, 26, Luciana, 23, e Marcela, 20.

Religiosa, tinha o hábito de ir à missa aos domingos. Na Daslu há até uma capela, onde uma missa, fechada aos mais íntimos, serviu de cerimônia de “passagem”. Eliana apontou para Deus quando tentou traduzir o segredo do sucesso. “Acho que o segredo do meu sucesso é Deus e trabalhar feliz, em um astral bom”, disse a empresária dias antes de inaugurar a Villa Daslu na zona sul de São Paulo, em 2005.

Em fevereiro de 2008, a BR Malls, maior empresa do setor de shoppings centers do país, anunciou que passaria a gerenciar a Villa Daslu, shopping com 70 lojas anexa à boutique de luxo Daslu. Segundo a empresa, foi firmado um consócio onde a BR Malls ficaria responsável pela administração da Villa Daslu, que fica na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), sem nenhuma espécie de pagamento ou troca de ações entre as duas partes. Tanto a Daslu como a operação das marcas internacionais feitas pela boutique de luxo ficaram de fora da negociação.

Em 13 de julho de 2005, teve início a Operação Narciso, da Polícia Federal, onde Tranchesi era suspeita de cometer crime de sonegação fiscal nas importações da Daslu. Ela foi detida e liberada no mesmo dia. Antonio Carlos Piva Albuquerque, irmão de Eliana e seu sócio na butique, e Celso de Lima, ex-contador da Daslu e dono da importadora Multimport (uma das principais da loja) ficaram presos durante cinco dias.

Segundo o Ministério Público Federal, as investigações sobre supostos crimes cometidos pela Daslu duraram cerca de dez meses.

À época da operação, a Daslu movimentava ao ano mais de R$ 400 milhões em vendas, segundo a conta de especialistas. Eram mil empregados, sendo 200 “dasluzetes”, apelido das vendedoras que recebem até R$ 15 mil (incluindo comissão) por mês.