Escritórios virtuais ajudam a cortar custos nas micro e pequenas empresas

A tecnologia atual permite gerir uma empresa de casa. Dependendo da atividade, um laptop e um celular são suficientes para trabalhar de qualquer lugar. Mas onde fazer uma reunião? E quando um novo cliente ligar no meio dela, quem vai anotar o recado? Em vez de gastar no aluguel de um escritório e contratar uma secretária, recorrer ao serviço de um escritório virtual pode ser uma opção econômica para tornar o atendimento da sua empresa mais profissional. O serviço inclui recebimento de ligações e correspondências, salas para reuniões e treinamentos, digitalização de documentos e serviços de motoboys e outros serviços conforme o plano contratado ou o uso avulso.

Em São Paulo, escritórios virtuais oferecem endereços comerciais na avenida Paulista
Além disso, para quem não pode ou não quer registrar sua empresa em casa, em São Paulo, os escritórios virtuais oferecem endereços comerciais na avenida Paulista, Faria Lima e Berrini. Empresas prestadoras de serviço que recolhem o ISS (Imposto Sobre Serviços) podem formalizar sua empresa no endereço do escritório virtual.

Na comparação com o valor do aluguel, a alternativa mostra uma economia de custos maior ainda. O metro quadrado do aluguel comercial de alto padrão na avenida Paulista, por exemplo, custa em média R$ 132, segundo o último levantamento da Colliers International. O aluguel de um escritório convencional de 20 m² no endereço, por exemplo, custaria cerca de R$ 2,6 mil mensais. Mas a partir de R$ 170 por mês já é possível contratar o serviço mais básico de um escritório virtual, que permite ao empresário assinar seu cartão de visitas e até registrar sua empresa em uma das principais avenidas de negócios do país.

Samy Dana, professor da escola de economia da FGV-SP, diz que a demanda por escritórios virtuais é cada vez maior devido aos aumentos de aluguéis e do custo de mão de obra, que estão subindo acima da inflação. A cada ano que passa está mais caro ter uma estrutura fixa e esse tipo de serviço ajuda a amenizar os gastos. “O escritório virtual é muito interessante principalmente para quem está começando. A empresa não se compromete com um custo fixo, que depois pode ser um grande inimigo. Você vai contratando mais serviços conforme vai precisando”, diz Samy Dana.

O empresário Décio Cheida tem uma empresa de consultoria há um ano e diz que o serviço traz uma grande economia. “Se eu tivesse que alugar um escritório e contratar uma secretaria em São Paulo, eu gastaria cerca de R$ 2,5 mil reais. Hoje a minha despesa com o escritório não chega a R$ 500”, conta Cheida. Ele diz nunca ter sentido falta de um escritório tradicional.

O empreendedor deve tomar cuidado ao escolher a empresa que contratará. João Abdalla Neto, consultor do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), diz que é importante olhar os clientes que o escritório virtual possui. Fazer uma visita ao local para checar a qualidade do serviço e a estrutura do local é outra medida recomendável. O empresário ainda deve colocar todos os gastos no papel e ver se os custos de um escritório fixo não seriam menores.

Segundo o consultor, o serviço é mais indicado para empresas de pequeno porte. No caso de empresas maiores, contratar um escritório virtual pode valer a pena para atuar em serviços temporários em outras cidades. Empresas maiores também podem usar um escritório virtual para fazer reuniões sigilosas fora da sede da empresa.

Estudo projeta futuro do varejo no Brasil

Sondagem realizada pela consultoria Boucinhas&Campos com os principais players do segmento de Varejo mostra a previsão do mercado para os próximos anos. Para 43% dos respondentes, a expectativa para suas empresas é de crescimento, contando com a ampliação do número de lojas e crescimento de faturamento.

Investimentos na cadeia logística, melhorias nos processos para maior controle, aprimoramento em mecanismos de gestão e planejamentos estratégicos seguem, em segundo lugar, apontados por 21% dos entrevistados. “Estes devem acompanhar o crescimento dos próximos anos, seguindo as necessidades de acordo com a realidade de cada empresa”, afirma Celeste Boucinhas, sócia diretora da consultoria.

Os treinamentos aparecem em menor proporção, em terceiro lugar, com 7%. “Apesar de serem mais aplicados, as empresas estão deixando este item em uma ordem menor de prioridade para os investimentos em 2012”, comenta Celeste. Adequação do processo de inventário, terceirização de inventários e reestruturação dos procedimentos do planejamento estratégico configuraram outras perspectivas para os anos seguintes (29%).

A sondagem também mostrou que a gestão de estoque, a mão de obra e a logística são os principais desafios para o segmento. Os respondentes indicaram que o principal desafio para a gestão e prevenção de perdas está na exatidão do estoque, indicado por 43% dos participantes. “O controle sadio e a medição acurada das diferenças de estoque, com baixo custo, são os itens que aparecem com o maior percentual”, comenta Celeste.

A mão de obra apareceu como a segunda causa mais comentada por 29% dos entrevistados devido à falta de colaboradores qualificados/experientes no ramo, acarretando em contratações insatisfatórias e alto turnover. Em seguida destaca-se o desafio da gestão de transporte, que influencia diretamente na logística de distribuição, com 21%. O desafio de lidar com a gestão de produtos perecíveis aparece com um percentual menor de 14%.

O valor para adquirir novas tecnologias também é visto como uma dificuldade relevante para 7% dos entrevistados. Outras questões apareceram de forma mais pulverizada como: dificuldades em estruturar de forma eficiente a área de gestão de estoque, evitar perdas derivadas de fraudes e reduzir os dias de estoques por melhorar a rentabilidade.

A principal ação, apresentada por 36% dos entrevistados, como resposta aos desafios indicados, é a realização de capacitação e treinamento com os colaboradores. As empresas também vêm investindo na melhoria de seus processos com o objetivo de aumentar o controle, ação de 29% das empresas representadas. A realização de inventários representou 21% das respostas. Investimentos em geral e segmentação com foco em controle sobre determinados produtos aparecem na sequência com 14% das respostas.

A gestão dos inventários pelas empresas foi outro item apresentada na sondagem. 46% dos respondentes disseram que terceirizam o inventário ou parte dele. Quando questionados de que maneira, 50% comentaram que terceirizam todo o processo, 33% deles somente o inventário anual e 17% o mensal. “Como solução para garantir informações precisas sobre o estado do estoque, a realização de inventários ganha um caráter estratégico para a gestão e tende a se intensificar para os próximos anos”, afirma Celeste.

“Os dados mais significativos apresentados sobre essa questão apontam a importância que a realização dos mesmos tem sobre o reabastecimento das lojas. Apesar dessa significância, existe uma resistência por parte dos entrevistados à terceirização destes serviços. Esse dado pode ser explicado pela estrutura dos estabelecimentos pesquisados, mas também esse serviço necessita ser repensado.”, complementa Celeste.

O levantamento indicou ainda que a maior parte dos entrevistados, 50%, realiza o inventário mensalmente. Já 23% dos inventários são realizados trimestralmente. Para os demais, 15%, ocorrem semanalmente e quadrimestral.

Yamaha faz evento no Shopping Mueller com presença do músico Derico (do programa do Jô Soares)

A música vai invadir o Shopping Mueller, em Joinville (SC), de 1º a 4 de março com o Yamaha Play Now. A Yamaha vai realizar uma exposição com diversos instrumentos musicais, no primeiro piso do Mueller, em frente à Marisa. A mostra é aberta ao público das 10h00 às 22h00. No dia de abertura do evento (01/03), às 19h00, acontece um Pocket Show gratuito com o Duo Sciotti, que tem participação do músico Derico do programa Jô Soares.

No Pocket Show Derico (flauta e saxofone) e Sergio Sciotti (piano e teclado) vão tocar durante cerca de 50 minutos para o público. No repertório estão canções nacionais e internacionais, como “Agora só falta você” de Rita Lee e “Can you feel the love tonight” de Elton John, entre outras.

Durante os quatro dias de evento, cerca de 40 instrumentos musicais ficarão à disposição do público, para testar e usá-los. Com fones de ouvido e liberdade total para mexer nos equipamentos, os visitantes experimentam a sensação de ser um artista por alguns momentos. Como responsabilidade social, o projeto Yamaha Play Now também fará a doação de um instrumento musical para fundação joinvilense Padre Luiz Facchini, do bairro Itinga.

A Yamaha Musical do Brasil desenvolveu o Yamaha Play Now, ação de marketing de experiência, itinerante, que alia conhecimento e diversão. Mais do que expor o portfólio de produtos, a ação visa estimular os visitantes a tocarem os instrumentos musicais, cerca de 40, incluindo teclados, baterias digitais, sintetizadores e instrumentos de cordas e sopro. No local também é montado um estúdio, onde é possível conhecer e operar diferentes softwares de edição de áudio. “A ideia é convidar as pessoas unicamente para experimentar, conhecer, tocar, tanto que não efetuamos a venda dos produtos no local do evento e disponibilizamos apenas um folder com nosso site e os endereços das revendas em todo o país”, afirma Pardal Ferrari, supervisor de Marketing da Yamaha Musical.

Criado há quatro anos, o evento foi ampliado em 2010, passando de seis edições anuais para 12 – sendo duas na capital paulista e as demais nas principais cidades brasileiras. Embora não seja fácil medir o retorno de uma ação que não inclui a venda direta de produtos, o departamento de Marketing da empresa conta com vários dados de avaliação. O primeiro é o número de visitas, que tem aumentado a cada edição. No último mês de abril, a cidade de Salvador bateu o recorde de público com 40 mil pessoas em quatro dias de evento. “Também verificamos o percentual de acessos ao nosso site. Geralmente após o evento registramos, em média, aumento de 30% no número de pageviews”, revela Pardal.

Pardal também garante que “não é em busca de aumento de vendas que a Yamaha Musical do Brasil criou esta ação, mas sim para que as pessoas tenham contato com instrumentos musicais que não terão dentro de uma loja especializada. Ou por vergonha ou por não terem oportunidade, o fato é que quando depararem com uma exposição desta poderá “matar a vontade” de pegar, tocar e sentir o som de um instrumento. Se a pessoa se interessar e quiser comprar um, ela vai se dirigir a uma loja e lá terá a decisão de compra para a marca possível e desejável. O importante foi a lembrança que a Yamaha proporcionou e ofereceu através do Play Now Yamaha como o seu primeiro contato com um instrumento musical. Isso sim será inesquecível.”

O Duo Sciotti formou-se em 1982 com Derico (musico do programa do Jô Soares) e Sergio Sciotti para pequenas apresentações em festas e convenções. Com o sucesso e o reconhecimento do público, o Duo Sciotti ampliou o número de exposições, abrindo espaços para shows em teatros e casas noturnas em todo o país. Com um show mais intimista, porém muito descontraído, e graças aos vários anos de experiência, o Duo Sciotti possui um repertório extremamente abrangente e diversificado, justamente para atender aos mais variados gostos musicais e aos mais exigentes públicos de todas as partes do Brasil.

West Shopping realiza a Grande Feira do Livro

O West Shopping, do Rio de Janeiro, realiza até 14 de março a Grande Feira do Livro de Campo Grande. A entrada é gratuita e contará com mais de dois mil títulos, de clássicos a Best Sellers, com descontos de até 60%.

Os apaixonados por leitura poderão encontrar temas variados para crianças, adolescentes e adultos, com livros promocionais a partir de R$ 6. A Feira será realizada na Praça de Eventos do shopping.

Ações: investir apenas em empresas que você conhece é a melhor opção?

A maior parte dos investidores está acostumada a pensar que, quanto mais se conhece a empresa em que se irá investir, maiores são as chances de obter resultados positivos com a compra de ações. O pensamento não está errado, mas este conhecimento também leva a comportamentos que podem resultar em prejuízos.

Pelo menos é isso que mostra uma pesquisa efetuada pelos professores Trond M. Doskeland, da Norwegian School of Economics and Business Administrations, e Hans K. Hvide, da University of Aberdeen, Business School. Segundo o estudo, investidores que compraram apenas ações de empresas relacionadas com a sua própria atuação profissional tiveram um desempenho pior do que a média do mercado.

Mas isso não quer dizer que conhecer bem a empresa seja algo negativo. O problema é que, ao entender sobre os negócios da companhia, o investidor pode acabar sendo traído pelo excesso de confiança e investir com menos cautela. Assim, as chances de perder começam a aumentar.

O sócio-diretor da AZ Investimentos, Ricardo Zeno, ressalta que confiar demais nas próprias aplicações pode acabar se tornando um problema para o investidor. “O excesso de confiança pode induzir a pessoa a acreditar que nunca vai errar”, diz. E este tipo de comportamento pode ser catastrófico. Afinal, em um mercado tão volátil quanto o acionário, é difícil um investidor que não tenha nenhuma história de perdas para contar, algumas bastante expressivas, principalmente para aqueles que operam no curto prazo.

Além disso, as pessoas que conhecem profundamente determinado setor também optam por não comprar ações de outros setores e acabam com o portfólio muito concentrado, o que, na opinião de Zeno, também é um erro. “A diversificação é uma premissa básica para diminuir as chances de perdas com os investimentos”, aponta.

Isso porque, caso a empresa em que você investe passe por problemas e tenha um desempenho ruim, você pode perder uma boa parte do seu capital, se tiver investido 100% nela. Entretanto, caso a sua carteira de ações seja pulverizada, os ganhos com ações de outras companhias podem compensar as perdas. “Por isso, é importante não investir apenas em um tipo de ativo, empresa ou setor”, aconselha Zeno.

Exposição City to City continua no Jaú Shopping

Até dia 29 de fevereiro acontece, na Galeria de Eventos do Jaú Shopping, interior paulista, no piso térreo, a exposição City to City, com visitação pública gratuita todos os dias, das 10h00 às 22h00. A mostra fotográfica reúne imagens que retratam diversos lugares, pessoas, estilos e bandas de Jaú, feitas pelo jovem fotógrafo Erick Meurer. A ideia de montar esta exposição surgiu quando Erik ouvia a música “City to city”, da banda Confide, e observava fotografias tiradas por fotógrafos famosos do ramo musical como Luringa (Lourenço Fabrino) e Gustavo Vara. Erick começou, então, a fotografar lugares e pessoas da cidade e mostrando um lado mais “street” da capital do calçado feminino.

Erick Meurer nasceu em Barra Bonita e veio para Jaú em 2001. Sempre apaixonado por fotografia, ele só foi conseguir ter sua primeira câmera digital em 2006, comprada no Paraguai. Em 2011, juntou suas economias e comprou uma máquina semi profissional e começou tirar fotos de tudo o que via pela frente. Motivado pelos elogios das pessoas que viam seus trabalhos, começou a correr atrás de seu sonho: um dia se tornar um bom fotógrafo.

Banco do Brasil faz primeira grande campanha publicitária no exterior

De olho na internacionalização, a sua, a de clientes e a da concorrência, o Banco do Brasil lançou ontem (26/02), pela primeira vez, uma grande campanha de comunicação no exterior. O banco está presente em 23 países.

Metrô-SP adapta pontos comerciais para atrair franquias

O Metrô de São Paulo recebe um fluxo diário de aproximadamente 4 milhões de pessoas. É um enorme público consumidor para os cerca de 330 pontos de venda disponíveis nas 64 estações da malha metroviária paulistana, entre lojas e quiosques promocionais. A título de comparação, um centro comercial paulistano como o Shopping Center Norte, um dos dois maiores da capital paulista, ao lado do Shopping Aricanduva, recebe cerca de 150 mil pessoas no mesmo período.

O perfil dos passageiros é principalmente de usuários das classes C e D, mas há também integrantes das classes A e B, como explica Aluizio Gibson, gerente de negócios do Metrô paulistano. Segundo ele, pontos de venda estão sendo unificados para abrigarem empreendimentos de maior porte, em especial franquias. Em alguns anos, a expectativa é trocar as lojinhas atuais por vitrines de marcas mais conhecidas.

Isa Gernania Andrade Silveira, consultora da Avance Franchising, avalia que há poucos negócios do gênero atuando no Metrô de São Paulo e atribui isso ao fato de que a maior parte das franquias são voltadas para as classes A e B. “Pelo crescimento da classe C, pode-se dizer que isso é um erro”, afirma. Segundo dados do Metrô, 64% dos usuários pertencem às classe B1, C1 e C2; 34% às classe A e AB; e 2% às classes D e E.

Um fator que dificulta a atuação de franquias, no entanto, é o espaço reduzido que muitos dos pontos possuem. Gibson explica que tem interesse em trazer franquias e redes de lojas para os pontos comerciais do Metrô, por julgar que esses negócios tendem a oferecer um serviço de melhor qualidade. “O que antigamente era uma área pequena, com duas ou três lojas num mesmo espaço, estamos unificando à medida do possível”, explica. Com espaços mais atraentes, a expectativa é trazer mais lojas franqueadas.

Algumas empresas, no entanto, já vêm aproveitado o potencial comercial do Metrô, como a Gol Linhas Aéreas. Fundada em 2001, a companhia cresceu ao entrar no mercado com preços atraentes para voos domésticos, competindo até mesmo com o transporte rodoviário. “Hoje, é uma realidade: se o passageiro comprar uma passagem de avião com antecedência, vai chegar no Nordeste em duas ou três horas em troca de uma viagem de ônibus que demoraria dois ou três dias, incluindo várias paradas e o custo de alimentação”, explica André Matos, gerente comercial da Gol no setor da nova classe média.

Ele destaca que desde 2007 as classes C e D passaram a representar 57% do consumo interno. A empresa percebeu que havia um grande público potencial para seus voos, ao qual meios de venda de passagem como o site da companhia não chegavam. “São pessoas que precisam de intermediação humana na hora da compra”, explica. A estratégia criada, então, foi abrir pontos de venda em locais de grande fluxo de pessoas das classes C e D. “São Paulo tem uma malha de Metrô que integra bem a cidade e têm um fluxo diário de passageiros absurdo. Um shopping center ou uma loja de varejo dificilmente terão um fluxo tão grande”, compara. Hoje, além de lojas em shoppings populares, a Gol tem quatro quiosques funcionando no Metrô de São Paulo, onde são fechados cem negócios por dia cada um.

Matos explica que 10% do público que voa com a Gol é composto de passageiros de primeira viagem. “Nas lojas, esse número sobe para 25 a 40%”, destaca, como sinal de sucesso da estratégia de atração de novos clientes. Ele conta que muitos clientes vão em busca de passagens para visitar suas famílias no Nordeste, mas que tem observado cada vez mais integrantes das classes C e D fazendo viagens a turismo.

O gerente de negócios do Metrô, Aluizio Gibson, explica que os pontos de venda são disponibilizados através de licitações públicas, que acontecem conforme são abertos novos espaços ou outros ficam vagos. Nas licitações, são especificados exatamente qual loja ou grupo de lojas estão disponíveis.

Cinematerna do Miramar Shopping apresenta amanha “A Dama de Ferro”

O Cine Miramar do Miramar Shopping, de Santos, no litoral paulista, recebe amanhã (28/02) o projeto Cinematerna. Tradicional na programação de cinemas do shopping, o evento garante que as mamães possam assistir o filme com todo conforto, com sala equipada especialmente para elas e seus bebês: som reduzido, trocador, ar condicionado mais suave e ambiente levemente iluminado.

O filme escolhido é o longa-metragem “A Dama de Ferro”, estrelado por Meryl Streep e dirigido pela britânica Phyllida Lloyd. O longa é baseado no livro escrito pela filha da ex-primeira ministra da Inglaterra, Margaret Thatcher, e concorre ao Oscar 2012 de melhor maquiagem e melhor atriz, pela atuação de Meryl Streep.

A sessão começa às 14h00. O Cine Miramar fica no primeiro piso do Miramar Shopping, localizado na Rua Euclides da Cunha, 21, no bairro do Gonzaga, em Santos. Outras informações pelo telefone (13) 3285-4400 e no site www.miramarshopping.com.br.

Ex-Primeira Ministra da Inglaterra, representando uma das mulheres mais poderosas da década de 1980, Margaret (Meryl Streep), já em estado avançado de Alzheimer, começa a relembrar detalhes da vida pessoal e profissional. As lembranças surgem por meio de conversas com o seu falecido marido, Denis Thatcher (Jim Broadbent). O filme relata a trajetória de uma mulher que derrubou barreiras e enfrentou um mundo, até então, dominado por homens.